Notas iniciais
Pronto gente tá ai, dedicado a carol :D

Esse to pelo o... Zabini, cara esse guri me persegue!

- oi baixinha tudo bem? Já não está mais brava comigo? – ele pergunta se virando para mim na escada, decido ignora-lo.

- sim, você ainda está brava comigo – ele disse triste e se sentando em uma poltrona no salão comunal.

- eu não estendo o porquê! Eu só tropecei, mas de qualquer jeito te pedi desculpas 1 bilhão de vezes – ele diz com a voz embargada.

- eu não to brava com você por exatamente isso, to brava por que suas desculpas não valeram, você me pediu desculpas gargalhando da minha cara – disse sentando no sofá.

- beleza, pelo menos eu consegui suas palavras, mas como você quer que eu te desculpe? – ele pergunta olhando para mim.

- de um jeito carinhoso e não rude educado e não zombeiro, desculpas que venham do coração, e não da boca para fora – disse o encarando, eu já estava prestes a dizer um “Eu te perdoou Blas” pois aqueles olhos brilhantes me chamavam de um jeito tão majestoso e perfeito, impossível de dizer não, mas como meu ego é bem maior que minha noção ou coração eu não o desculpei, não ainda, não desse jeito.

- ok então – diz ele se levantando pegando na minha mão e me levando para fora, em silêncio. Caminhamos até o jardim, ele estava fantástico, repleto de flores e vida, estava tudo estupendo, Blas me colocou sentada na grama e saio andando. Blas volta com um buque lindo na mão, com lírios, rosas e violetas, minhas 3 flores favoritas, como ele sabia? Ele foi se aproximando e deitei-se ao meu lado, eu ainda sentada fiquei o obsevando.

- deite-se – ele pede, e me deitei.

- olha, eu nunca tinha reparado como você é, sua pele sabe? Ela é bem legal, e seus olhos os mais lindos que já vi, não sei se o que estou falando faz algum sentido para você, mas quero que você saiba que eu te peço desculpas, e não é só pelo leite, é por todas as implicâncias e pegadinhas que eu já fiz com você nesse pouco tempo, e eu sei que foram muitas acredite, mas quando eu olho para você, com essa sua carinha linda de emburrada e esse seu jeito meigo e a cima de tudo com a mais alta classe de dizer que me odeia que está brava comigo, me deixa tão anestesiado, é acho que é isso, mas ao mesmo tempo triste, e se você me odiasse mesmo? E nunca gostasse de mim? E parasse de falar comigo? O que eu faria? Não aguentaria passa tanto tempo longe do seu sorriso, da sua voz e ainda mais dos seus olhos, Giih me perdoe por eu ser completamente chato e apaixonado por você! – ele termina me deixando em choque completo, ele acabou de se declarar para mim, e isso é mesmo o que eu to pensando?

Claro que é sua besta

Acho que é mesmo consciência

Olha só, não é de ontem que você não tira Blaise Zabini da sua cabeça, você já teve sonhos em que o beijava e ainda por cima sente raiva de tudo que ele fala, pois ele fala com perfeição e você se apaixona cada vez mais por ele, e você não se conforma com isso.

Bem você está certa, mas eu não sei o que eu falo agora!

Fale a verdade.

Minha consciência estava certa, preciso pensar no que vou falar, mas tenho que dizer a verdade.

- Blas... Não é fácil dizer isso então como você, irei dizer em um impulso. Não sei o que deu em mim, dos últimos tempos eu ando sentindo raiva de você a toa, tudo isso é à toa, minha barriga dói quando falo com você, quando estou com você sinto coisas que não sentia com ninguém, não sei bem o que é só sei que não consigo te tirar da minha cabeça! Não consigo tirar os mesmo sentimentos os mesmo atos... Pensando bem, eu que deveria te pedir desculpas, por ser tão irritada, tão fresca e... Apaixonada por você – disse fechando os olhos, senti meu rosto passar de vermelho para roxo de tão corada.

- ei – ele me chama, abro meus olhos e ele estava apoiado no braço direito e me encarando, me levanto me apoiando no braço esquerdo nos aproximando.

- eu te desculpo, mas não é essa a questão... Er... Você me desculpa? – ele pergunta desviando o olhar, nossa estávamos bem próximos mesmo.

- claro que sim – digo passando do estado roxo pra azul.

- então... – diz ele se aproximando cada vez mais, nossas respirações já estavam totalmente misturadas quando ele levanta e diz:

- então er... Te vejo na aula – fala correndo de volta para o castelo, me deitei novamente na grama e encarei o lindo céu azul, tava tudo muito estranho, sentia que diabretes estavam fazendo uma festa na minha barriga, e milhões de perguntas passaram pela minha cabeça.

Será que o que ele disse era verdade?

Por que ele não me beijou?

Por que ele saio correndo?

Por quê?... Por quê?...

E não entendia nada mesmo!

Blas P. V. O

Ok, eu sei o que eu fiz, me abri com a Giih! Ela se abriu comigo, disse que era apaixonada por mim, eu disse o mesmo, estávamos quase nos beijando, então... Por que eu sai correndo?

Acho que não sabia como beija-la, é isso mesmo, eu nunca beijei uma garota antes, esse ela não gostasse do beijo? E esse com um beijo ruim ela parasse de gostar de mim?

Não sabia o que fazer naquele momento, então resolvi sair correndo, ainda não é a hora, tenho que ter certeza do beijo verdadeiro! Hoje não queria ir às aulas, então matei aula! Na hora do almoço eu me sentei à frente de Bea e Draco que estavam rindo e totalmente desligados do mundo esterno ao deles.

- ei gente! Uma pessoa aqui na sua frente precisa de ajuda! – disse tentando chamar a atenção deles.

- o que foi blas? – pergunta Bea educadamente me olhando, fazendo Draco revirar os olhos.

- eu me declarei para a Giih, e ela disse que correspondia – disse de uma vez só, eu já avia contado a Draco sobre o que sentia com Giih, mas Bea não sabia disso.

- não acredito que ela conseguiu contar – diz Bea batendo palma agitadamente e feliz.

- a Giih já tinha contado isso a você? – perguntei, não muito espantado, pois elas são melhores amigas desde que entramos em Hogwarts.

- Claro que sim, somos melhores amigas, contamos tudo uma a outra – diz ela dando uma garfada em sua comida.

- então ta, sim ela se abriu, eu me abri primeiro e ela depois – disse fazendo Bea e Draco arregalarem os olhos.

- cara que ótimo! E o que você fez? – pergunta Draco sorrindo e dando um tapinha em meu ombro.

- sai correndo, bem eu ia beija-la, mas ai lembrei-me que eu nunca avia beijado ninguém e que talvez não beijasse muito bem, não queria pagar esse mico com ela – disse colocando um pedaço de peru no meu prato.

- se eu te contar uma coisa você não conta a ninguém? – pergunta bea.

- claro que não conto – disse me ajeitando na cadeira.

- a Giih também nunca beijou ninguém – ela disse me surpreendendo, nesse momento ela entra no salão principal e logo me avista sentado na mesa, ela vem caminhando até mim, mas eu não queria falar com ela agora, então sai correndo de novo, foi isso o resto da semana até que chegou domingo e nós tínhamos que arrumar as salas, para completar a detenção.

Na sala de Feitiços ficamos arrumando tudo em silêncio, até que ela quebra o silêncio indignada.

- Por que antes de você me beijar você saiu correndo? – ela me pergunta me assustando, não sabia como responder, então falei a verdade.

- E que... Bem... Sabe eu... Ta eu nunca beijei uma garota – falo de uma vez a fazendo arregalar os olhos.

- por que não me contou? — ela me pergunta se aproximando.

- por que eu não sabia como você ia reagir – eu falo.

- de jeito nenhum oras, eu ia gostar apenas – ela disse ficando a 10 centímetros de mim.

- então tá – falo a beijando, e isso foi bom, você não faz ideia o quanto, ela tinha os lábios macios e eu juro que era os melhores da face da terra.

- o que é isso? – pergunta uma mulher, e meu deus era a...

Continua...

Notas finais
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