Foi No Salão Comunal Da Sonserina
12 O Que Eu Mais Temia
Notas iniciais
Amanha eu não vou poder postar, pois irei em um casamento a noite.
Eu amei escrever o final dessa cap, o começo pode estar chatinho (ta muito meloso), mas o final ta legal.
Boa leitura :D
Cap dedicado a Lorina Lovegood e The Girl Malfoy
Minerva!
- oi profª tudo bem? – pergunto saindo de perto da Giih e a encarando, Giih avia ficado muito corada, ela era linda de mais.
- o que os senhores estão fazendo? – Minerva pergunta ficando vermelha.
- vim ver se estava tudo bem ou se precisavam de alguma coisa, mas vejo aqui que estão ótimos e não precisão de nada não é? – ela pergunta gesticulando e terminando com a mão na cintura.
- pois é profª estamos quase acabando, falta só a prateleira – disse me apreçando pegando o pano e passando no lugar falado.
- ok então, mas eu não vou sair da aqui – ela disse sentando em uma cadeira.
Bea P. V. O
Hoje era domingo e iríamos completar a detenção, mas era moleza isso, fazia o feitiço e ficava com o Draco, isso estava tão bom! Foi difícil nos primeiros dias aguentar as zoações e que eu não era mais a melhor amiga do amor da minha vida (sim já o considerava isso) e sim sua namorada, isso era bom de mais para ser verdade e tão bom que se melhorar estraga (ditado trouxa).
- ei amor! – me chama Draco.
- sim? – respondo o encarando.
- pensei em um apelido que você podia me chamar – ele disse encarando o teto.
- qual? – pergunto olhando para o mesmo lugar que ela.
- Drapple – Drapple? Kkkkkkkk ok vamos combinar que é engraçado, me segurei para não rir, mas isso não deu muito certo.
- Drapple? Kkkkk por que Drapple? – disse ainda rindo, fazendo com que ele me encarasse irritado.
- por que meu nome é Draco e eu amo maças – ele responde.
- ok – falo levantando minhas mãos em sinal de rendimento.
Ficamos calados, em um silêncio até que confortável, tava muito bom assim, mas podia ficar melhor, e Draco como um bom namorado abriu os braços e fez uma carinha de cachorro que caio do carro de mudanças, entendi o que ele queria dizer e fui até ele com os braços abertos e o abracei, assim que melhoraria.
- te amo minha pequena – ele disse me dando um beijo na bochecha e voltando com o abraço apertado.
- também te amo Drapple – disse o beijando, a sensação ótima, eu verdadeiramente o amo, e sei que ele corresponde ou pelo menos é o que eu penso.
Draco P. V. O
Nós fomos para o jardim da frente, Bea e eu, ela estava deitada no meu peito e eu acariciava seu cabelo, e fitava o céu, pensando em um jeito de falar aos meus pais sobre, como VSQ vou fazer isso? Tinha que pensar muito bem em como, eles me matariam se eu disse que sou amigo de uma sangue-ruim imagina se eu falar que sou namorado dela? Adeus vida, adeus alma, adeus tudo que eu conheço ou vi em tida a minha vida.
- meu deus! – escuto bea gritar chamando a atenção de todos as pessoas a minha volta, ta que não eram muitas, mas isso era chato.
- o que foi amor? – pergunto assustado e envergonhado.
- temos três lições de casa, dois são de poções e se não fizermos Snape te mata! Por que você não fez nenhuma esse ano! – ela disse se levantando agitada.
- mas ele é “diretor” da sonserina, nunca tiraria pontos da sonserina – disse me levantando e ficando a frente dela.
- ok, mas você tem que fazer, e eu vou te ajudar vem – ela fala pegando na minha mão e sai andando rapidamente para a biblioteca, começamos a fazer a lição e terminamos até que rápido, fomos para o salão comunal da sonserina, juro esse era o meu lugar favorito em toda a Hogwarts, e estar ali com a minha pessoa favorita o tornava um lugar mais especial (Escritora: isso ta muito meloso eu sei).
- draco – a escuto me chamar.
- sim? – pergunto.
- o passeio para hogsmeade vai ser quando mesmo? – perguntou.
- amanhã de tarde, depois das aulas.
- ótimo, podíamos ir aquela doceria que vimos quando fomos lá, a dedos de mel – ela sugeriu.
- claro, vamos todos – digo fechando os olhos, percebo que ela faz o mesmo, não demorou muito que caíssemos ao sono desse jeito...
- ei acorda, levanta vocês ai – escuto uma voz conhecida nos chamar.
- levanta – a voz insiste não tava a fim de levantar queria ficar ali dormindo.
- vai logo – outra voz também muito conhecida continua a nos chamar, decido então abrir os olhos levemente, ainda estava com a vista que parecia tudo um borrão, ela foi melhorando aos poucos e fui vendo quem nos chamava, era Zabini e Pansy.
- o que vocês querem? – perguntei ainda com voz de preguiça.
- queremos que vocês levantem e venham dormir na cama de vocês – disse Zabini, e foi ai que percebi que Bea também estava deitada comigo, só que essa dormia como uma pedra.
- ok já estou indo – disse coçando os olhos.
- temos que acordar ela – falou Pansy, neguei com a cabeça.
- eu a levo para a cama, vai indo que já iremos – perdi e eles fizeram, blas foi para o nosso quarto e Pansy me acompanhou para o delas.
- a deixe na cama do meio – disse pansy apontando para a cama, a coloquei deitada e depositei um beijo em sua testa, me despedi de Pansy e fui ao meu quarto, sem nem mesmo me trocar me joguei na cama, estava com muito sono então desmaiei...
Estava escuro e turbulento, sabia que estava na minha casa só que não sabia o porquê, vi meus pais e um homem de capa, não conseguia ver seu rosto, mas ouvia uma voz rouca saindo da capa, não conseguia me mexer, só via meus pais e a mim refletindo em um espelho ao fim da sala.
- mas mi lorde, ele é só um garoto, não o obrigue a isso – implorava minha mãe, agora sim sabia com eles conversavam, o VSQ não avia morrido definitivamente, o santo Potter apenas avia o deixado mais fraco e ela tinha virado uma coisa indefesa, ouvi isso em uma das conversas do meu pai com os comensais.
- ele tem que fazer, se não você pagara – disse VSQ, ele estava ameaçando minha mãe, olha meu pai eu não ligava, mas minha mãe era diferente, ela não era má, só fazia isso, pois meu pai a obrigava e isso me deixava irado, pois passaria a me envolver e eu não queria isso.
- entenda querida, ele tem fazer isso – apoiava meu pai, sabia que estavam falando de mim, mas eu não sabia o que.
O cenário avia mudado, e agora estava na floresta proibida, e avia uma menina chorando em um canto e outra tentando consola-la.
- acalme-se, isso não acontecerá novamente, e se aconteceu uma quer dizer que não era para ser – fala a garota, essa não, a garota chorando era Bea e a que a consolava era Lola.
- eu não acredito que ele fez isso Lola, ele não podia – ela falava em prantos.
- o que está acontecendo? – perguntei a ela, só que mesma não me ouviu, eu não estava ali.
- não o culpe Bea, ele não fez por mal, você sabe quem o obrigou – falava Lola.
- ele quem AAA – gritava internamente, até que me lembrei da sena passada, e... Eu a desapontei, então eu aceitei!
Meu braço começou a doer e foi passando pelo meu corpo, até chagar na minha cabeça, doía muito, não me aguentei e comecei a gritar, sabia que ninguém me escutaria, mas não tinha como me evitar, tinha me aliado a VSQ e feito bea chorar, isso me partia o coração, arregacei as mangas e olhei em meus pulsos, e ali estava à marca, a marca dele. Eu tinha me virado o que eu mais temia... Virei um comensal...
Continua...
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