Fleurir

18 Treinamento


Fleurir — Capítulo 18

Treinamento

"O maior benefício de treinamento não vem de se aprender algo novo, mas de se fazer melhor aquilo que já fazemos bem".

— Peter Drucker

Ambos observaram a mulher partir, Sesshoumaru se aproximou de Kagome e a envolveu pela cintura, sentindo o aroma dela que tanto o agradava.

XXX

— De novo — a voz de Satori chegou até mim, quando percebeu que eu estava novamente sentada no chão.

Já havia se passado duas semanas desde que eu vim para o Leste, era um caminho diferente e o reino era num local um tanto quanto inusitado, porém belíssimo. Satori era muito rígida com o treinamento e ela já havia me ensinado a identificar cheiros, diferenciar sons e agora eu precisava aprender a colocar meu veneno para fora.

— É o seu veneno, não sua purificação — a voz de Takeo também chegou até mim. Ele havia vindo ajudar nos treinamentos, uma vez que eu poderia ferir alguém sem querer — Você precisa aprender a acionar esse gatilho, só ter paciência.

— Eu estou me esforçando, mas ainda não sei acessar esse tipo de poder — disse quando me levantei do chão, batendo a terra da roupa — preciso descansar um pouco.

— Tudo bem — Satori disse me observando — você tem se esforçado e já está aprendendo muito, porém ainda preciso que aprenda a controlar seu veneno e seu lado espiritual — uma brisa bagunçou os fios prateados — entretanto é merecido o descanso, depois do almoço, voltamos.

— Ok — eu disse fazendo uma reverência e a vendo partir — Preciso me esforçar mais, sinto que ainda falta algo… — eu comentei com Takeo quando ele parou ao meu lado.

— Você precisa aceitar verdadeiramente a sua nova condição — ele me olhou dando um sorriso encorajador — Você ainda não aceitou o seu lado youkai com todo seu coração, até lá, você não conseguirá mais do que meros acasos com seu veneno.

— Não é que eu não aceitei… — me sentei no chão, colocando as mãos sobre os joelhos — Eu só tenho medo de não fazer direito...

— Um medo infundado — Takeo disse se sentando também — Você está negando as coisas e por isso não consegue ter acesso ao veneno, porém se você aceitar… — Takeo olhou para o céu, observando as nuvens sendo sopradas pelo vento — Tudo ficará mais fácil e não é como se você fosse deixar de ser sacerdotisa…

— Eu preciso terminar logo esse treinamento… — observei o céu como Takeo — Estou com saudade de Sesshoumaru…

— Por isso se esforce, se concentre e deixe a sua parte youkai te acompanhar, vocês duas devem andar em sincronia, a sacerdotisa e a youkai — Takeo me olhou brevemente antes de voltar a observar o céu — Apenas a aceite bem e tudo irá se encaixar…

Eu assenti, desviando o olhar para o campo ao nosso redor. Eu sabia que estava relutando sobre aquele assunto, desde o momento em que soube de minha mudança eu relutava quanto a aceitá-la... Afinal era tudo tão novo, tão desconhecido a mim. Não sabia o que podia esperar ou acontecer...

Fechei os olhos deixando com que minha mente vagasse para onde quisesse, concentrando-me profundamente, em mim mesma. Eu precisava escutar Takeo, precisava aceitar a mim mesma, afinal aquela era a minha condição, meu eu. Não deveria mais existir uma Kagome sacerdotisa e uma Kagome youkai, afinal ainda éramos uma só. Os sons foram ficando ao longe, os cheiros dispersos e minha mente em total silêncio. Eu sabia o que aquilo significava. Era apenas eu e a escuridão, ao meu redor, a escuridão da minha mente. O som de água chegou a mim quando senti meus pés tocarem o chão.

A umidade tocou meus pés quando os molhei naquela água, era uma coisa engraçada a nossa mente. Uma breve luz rosa se fez presente ao meu redor, iluminava o chão, mostrando leves ondas na água. Eu estava sozinha, usava uma yukata leve e meus pés descalços, porém eu sentia que ao mesmo tempo eu não estava só, eu me senti acolhida e ao mesmo tempo perdida… Era o tudo e o nada. Contudo eu sabia, era ali que eu precisava estar, naquele momento. Olhando ao redor eu a avistei, um pouco mais a frente em uma posição similar a minha, as mãos caídas ao lado do corpo, os cabelos brancos soltos e ela também continha uma luz própria e diferente da minha, a sua era verde.

Ela me observava abertamente, com sua aparência demoníaca, porém era apenas uma youkai, uma Daí-Youkai… Com minha aparência. Eu, decididamente, caminhei em sua direção, observando suas reações, porém ela nada mais fazia do que me observar de volta. Parei de frente a ela, as nossas luzes se misturando aos poucos, ondas verdes e rosas se misturando. Os olhos âmbares focaram nos meus, as marcas no rosto eram diferentes das de Sesshoumaru, eram mais femininas.

Finalmente você veio — ela disse séria com o timbre de voz igual ao meu, o olhar feroz mas no fundo bondoso. Porém havia uma cobrança ali e eu sabia qual era — Resolveu aceitar-me, enfim…

— Sim — respondi observando sua aparência mais abertamente. Ela era linda. Os cabelos brancos, os olhos âmbares, a pele branca com as manchas roxas espalhadas pelo corpo. Uma youkai completa, e eu sabia que continha, naquele momento, a minha aparência humana — Eu sou você...

E você sou eu… — respondeu-me a mulher a minha frente, dando um passo à frente. Eu estendi minha mão a ela que prontamente a pegou, entrelaçando nossos dedos, o calor atingindo-me aos poucos — A partir de hoje, somos apenas uma, Kagome

Eu senti como se ela me abraçasse e me envolvesse por completo, unindo nossos corpos, unindo nossos corações. Apenas uma, éramos uma. A youkai e a sacerdotisa, em um único ser. Senti meu coração aquecido, e a aceitação me atingiu instantaneamente, meus olhos foram perdendo a visão de meu eu, minha mente retornando pra realidade aos poucos como se uma corda me puxasse de volta, primeiro senti os cheiros, depois escutei os sons e por fim, abri os olhos. Takeo estava da mesma forma, ainda tranquilo, observando as nuvens, para mim parecia que horas haviam passado, porém foram apenas segundos... Ou minutos.

— Satori voltará em breve — Takeo atraiu minha atenção para ele, eu me sentia confiante agora e sabia que quisesse, conseguiria usar meu veneno — Será bom se você treinar sua concentração, e as outras coisas.

— Focarei nos cheiros por hora — eu disse fechando os olhos e localizando as várias fragrâncias do lugar e identificando o que sabia, tentando descobrir o que não sabia.

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— Está melhorando — a voz de Takeo chegou a mim depois de algum tempo. Eu estava me concentrando em identificar sons e cheiros, enquanto aguardava o retorno de Satori, as vezes aconteciam imprevistos que a faziam se atrasar — Seu olfato deu uma expandida, já tentou usar o veneno?

— Minhas mãos estão levemente dormentes — comentei quando tentei movê-la, sentindo o formigar por sua extensão — talvez tenha algo a ver com ele…

— Precisamos de Satori para saber — Takeo comentou enquanto se levantava — seu lado espiritual está estável, mas continuarei por perto por enquanto.

Assenti a ele. Eu estava me sentindo bem, estava me sentindo completa agora. Ao longe avistei Satori se aproximando, ela caminhava imponentemente em minha direção, estava na hora de voltar ao trabalho. Levantei-me e aguardei até que ela estivesse mais próxima, seu semblante fechado, como sempre.

— Perdoem meu atraso — ela comentou parecendo levemente cansada — eu tive um imprevisto pra resolver. O lado ruim de se comandar um reino… — Satori me analisou por um instante e pareceu confusa — Estás diferente...

— Talvez seja porque ela finalmente aceitou seu lado youkai — Takeo comentou como quem não quer nada, dando de ombros em seguida — Acho que ela possui a essência youkai agora.

— Isso é bom! — Satori me olhou ainda indiferente — Sente algo diferente?

— Minhas mãos estão levemente dormentes — comentei levantando-a com moleza, não me respondia muito bem — e sinto como se algo fosse escorrer a qualquer momento.

— Isso é o seu veneno — Satori me explicou pacientemente — você está passando o processo de forma acelerada, o seu veneno veio de uma vez — ela levantou a mão e deixou que seu veneno fluísse por ela, era uma pequena chama esverdeada — Daí-Youkai tem o surgimento com o passar dos anos e isso não os afeta, o poder demoníaco ajuda também...

"Por isso, quando eles percebem, já possuem a habilidade de fazer um chicote, por exemplo — Satori fez sua chama esverdeada virar um longo chicote de veneno — ou qualquer outra coisa. Já você minha pequena, está tendo que aprender de uma vez"

— Então vai ser mais difícil e também mais doloroso — disse dando de ombros, nada era tão simples na vida — já estou bem habituada a isso...

— Vamos ativar seu veneno, preciso que se concentre nele e o deixe sair — Satori se afastou levemente como sempre, e Takeo se aproximou — é algo mais ou menos assim — e me demonstrou graciosamente, e eu esperava que conseguisse fazer como ela — Sua vez.

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Duas semanas depois.

— Seu treinamento está quase no fim — Takeo comentou comigo, enquanto seguíamos para a sala de jantar — seu veneno já está controlado e seu poder espiritual está 100% no controle, você já consegue ativá-los ao mesmo tempo e não deixa que a espiritual se expanda mais do que o chicote... — ele me dirigiu um dos vários sorrisos de orgulho e eu me senti sem graça — Estou orgulhoso de seu avanço!

— Você me superestima as vezes — eu disse virando no corredor e avistando as portas da sala de jantar — mas estou feliz que esteja terminando, estou com saudades de Sesshoumaru, Rin e Shippou — eu estava mesmo, morrendo de saudades e eles eram a força para que eu me esforçasse cada vez mais.

— Eu sinto falta de Yukio também, mas ele entende — Takeo comentou desviando o olhar para o chão, talvez ele nunca houvesse se afastado tanto tempo assim do companheiro.

— Eu sei que ele entende, mas às vezes me sinto uma intrusa no seu relacionamento, sempre lá por mim — sorri para ele como se me desculpasse, abrindo as portas e entrando, eu havia recebido aulas de etiqueta também, para saber como me portar num jantar importante. Tantas regras! — Vamos comer e voltar ao treinamento.

E assim fizemos, alimentamo-nos e depois voltamos a treinar, Takeo continuou treinando minha resistência e agora ele vinha mesmo para cima de mim, eu já sabia me defender e desviar da maioria dos ataques, e aquilo segundo Satori era bom, eu também já sabia identificar sons quase perfeitamente, ainda precisava treinar mais um pouco, meu veneno já estava 100% no controle e meu poder espiritual também, mesmo que raramente eu ainda o deixasse escapar nos momentos de tensão.

Neste momento estávamos concentrados nos aromas, eu buscava o cheiro de Satori no castelo, estava sentada na posição de lótus e usava uma yukata para treinamento, ela era um pouco mais curta. Eu buscava em todo o local o cheiro familiar de Satori, era floral e picante, com uma leve mistura de água do mar. Estava com os olhos fechados, buscando de forma mais concentrada possível quando eu senti aquele cheiro. Estava mais intenso ao meu olfato e muito mais convidativo, uma mistura de floral, com pimenta e levemente amadeirado, algo dentro de mim se remexeu antes que eu tomasse total consciência.

— Aonde você vai? — Takeo perguntou quando me levantei num rompante, caminhando em direção ao cheiro, eu sabia que era ele, mas talvez minha mente estivesse apenas me pregando uma peça.

Deixei Takeo para trás e segui no corredor em direção ao meu quarto, o cheiro mais intenso ali, mais convidativo. Parei em frente a fusuma totalmente desenhada, a paisagem era de uma cerejeira. Abri a porta e entrei no cômodo, ainda estava escuro, mas eu sabia que ele estava ali, principalmente quando o cheiro dele me atingiu por completo. Sentado preguiçosamente em meu futton estava Sesshoumaru, ele me olhou quando eu abri a porta e me dirigiu um mínimo sorriso de canto.

— Sesshoumaru! — eu corri na direção dele quando fechei a porta a minhas costas, o abraçando. Enfiei meu nariz em seu pescoço absorvendo ainda mais aquele aroma, senti as mãos dele em minhas costas acariciando levemente — Eu senti tanto sua falta!

— Este Sesshoumaru também — ele comentou enfiando o nariz em meus cabelos, eu me colei mais a ele, o envolvendo ainda mais, aproveitando do calor do corpo dele.

— Não precisava ter vindo — eu comentei quando passamos alguns minutos em silêncio, ambos aproveitando a presença do outro — eu vou embora por esses dias…

— Eu vim buscá-la — ele me afastou levemente para me olhar nos olhos. Ele pareceu me fitar alguns instantes e se aproximou de minha boca — Está tão linda… — um selinho e se afastou — A mulher mais bela para esse Sesshoumaru — outro selinho, antes de se tornar um beijo ardente.

Coloquei ambas as mãos nos cabelos dele, o puxando mais para mim, as mãos de Sesshoumaru foram para minha cintura colando ainda mais nossos corpos. Eu não me importava que pudessem nos ouvir ou até mesmo que pudessem nos interromper, eu apenas desejava loucamente esse homem que estava entre meus braços. Eu me ajeitei melhor sobre ele, envolvendo seu quadril com minhas pernas.

Eu puxei a estola dele, a colocando ao lado de nossos corpos, e começava a abrir a armadura dele, Sesshoumaru por sua vez me acariciava nas pernas, e desamarrou o nó de minha yukata, eu o desejava, sentia saudades dele. Eu me aproximei mais de seu quadril, friccionando levemente nossas intimidades e Sesshoumaru ronronou durante o beijo. Ele se inclinou sobre mim, fazendo com que eu deitasse no futton. Eu arranquei a yukata dele a jogando em um lugar qualquer, e ele abriu a minha mais, deixando meus seios a mostra.

Sesshoumaru desceu para o meu pescoço, me dando um chupão ali, marotamente eu levei minha mão a sua calça e enfiando a mão nela, acariciando o membro dele por completo, a respiração dele deu uma leve alterada e o cheiro dele chegava a ponto de quase me enlouquecer de desejo. Abaixei um pouco a calça dele, dando mobilidade para o masturbá-lo, ele investia levemente contra a minha mão, aquilo me deixava cada vez mais excitada, senti a garra dele acariciando meu mamilo e minha intimidade já pulsava.

Sesshoumaru puxou minha mão que o masturbava a colocando sobre minha cabeça e eu senti a ereção dele em minha intimidade, mas sem me penetrar, apenas ali, se esfregando levemente, causando sensações prazerosas a ambos. Ele me deu mais um chupão no pescoço e depositou um beijo sobre a marca em meu pescoço causando algo direto em minha intimidade, eu sabia que se continuasse assim eu não duraria muito. Os lábios dele foram para o meu seio e eu não aguentava mais de tesão, eu precisava dele.

Eu estava morrendo de saudade dele e do corpo dele. Com agilidade mudei nossas posições, fazendo com que ele ficasse embaixo de mim — Agora é a minha vez — eu disse terminando de tirar minha roupa e apenas abaixei um pouco mais a calça dele, tamanha era minha pressa. Posicionei o membro dele em minha intimidade e me abaixei de uma vez, ambos gememos. Eu comecei a me movimentar e Sesshoumaru levou ambas as mãos ao meu bumbum me ajudando nos movimentos, eu sentia tanta falta dele.

— Kagome — ele se sentou, e eu continuei a me movimentar, ele mordeu meu queixo e eu apertei os ombros dele. Eu sabia que já estava a beira do clímax e quando ele mudou nossas posições e começou a me estocar mais rápido e mais fundo, eu não me importei, afinal nada importava.

— Sesshoumaru… — eu gemi num sussurro e ele me apertou mais no quadril, cravando as garras dele em minha carne, eu sabia que ele estava tendo o orgasmo dele. Senti o peso dele sobre mim, e eu o envolvi, fazendo um cafuné. Nossas respirações ainda descompassadas e o quarto era parcialmente iluminado pela luz da varanda que estava entreaberta.

Ele se retirou de mim e se levantou, eu o imitei, procurando roupas limpas para me trocar. — Vamos para o banho? — Sesshoumaru me perguntou quando me viu escolher uma roupa e eu assenti, saindo do quarto com ele em minha cola.

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— Percebo que já mataram a saudade um do outro — Satori comentou assim que entramos em seu escritório, eu senti minhas bochechas arderem — Eu desejaria que você ficasse um pouco mais, porém Sesshoumaru já foi categórico quanto ao seu retorno.

— Eu só tenho a lhe agradecer por tudo o que me ensinou — eu disse fazendo uma reverência, meu cabelo acabou caindo para frente — Irei me esforçar ainda mais, até estar ótima!

— Acredito em você, sei que vai se empenhar de verdade — ela me dirigiu um de seus raros sorrisos, e se levantou, seguindo para a janela do escritório — Espero poder revê-la, Kagome.

— Se a senhora permitir que eu venha visitá-la, eu venho — eu dirigi um sorriso a ela que me assentiu — Então irei partir por hora, mas você pode ir ao Oeste sempre que desejar.

— Uhum — ela respondeu se voltando para Sesshoumaru — Meu filhote não me quer por perto, porém tentarei ser mais presente…

Sesshoumaru revirou os olhos para ela e se virou para a saída. Me despedi dela mais uma vez e saí do escritório juntamente de Sesshoumaru.

— Deveria tratar sua mãe melhor — comentei enquanto seguíamos para o meu quarto, terminar de pegar minhas coisas — Em meu tempo, os pais merecem total respeito.

— Minha mãe nunca foi presente, e agora acha que deve estar sempre por perto — deu de ombros, já estávamos caminhando para a saída do castelo de Satori — Vamos?

— Vão me deixar aqui? — Takeo vinha pelo mesmo caminho que fizemos, com uma pequena trouxa de roupas que havia trazido — Eu estou com saudades de casa também.

— Sua saudade tem nome e sobrenome — eu disse dirigindo um sorriso a ele que me retribuiu — Certo, vamos para casa Keo.

E eu agora me sentia em casa, mesmo que eu não estivesse onde vivo, se Sesshoumaru e Takeo estivessem comigo, eu estaria bem. E era apenas isso que importava.

Notas finais
E ai, o que acharam? Espero que tenham gostado ♥ Aqui está o link da minha nova fanfic Ikisaki: https://fanfiction.com.br/historia/778839/Ikisaki/ E aqui a página no Facebook que eu fiz para anunciar as novidades e para estarmos mais próximos de alguma maneira ♥ : https://m.facebook.com/NoraCiprianoFanfics/?ref=bookmarks Obrigada por terem lido e comentado pra quem comenta -qqqq. Até os comentários, ou até o próximo capítulo. Bjos baby *m*