Fleurir

13 Compreensão


Notas iniciais
Bom, estamos em 13 de 20 capitulos... Então já vão se preparando, porém Ikisaki já está aí pra substituir Fleurir ;-; Boa leitura :)

Fleurir — Capítulo 13

Compreensão

"Se nós pudéssemos ver como os outros vêem, compreenderíamos até que ponto as aparências são enganosas".

— Melina Sacia Isa

Eu senti o choque percorrer minha face antes dos lábios dele tomarem os meus. Eu não queria me entregar, eu queria recusá-lo, gritar com ele, mas eu estava um pouco fora de mim, e não controlava muito bem meus impulsos. Eu levei meus braços ao pescoço dele e aprofundei o beijo.

XXX

Eu sentia meu corpo reagindo ao dele, como antes. Sentia também o álcool fluindo por minhas veias, me deixando desinibida. Eu estava com raiva do que havia presenciado, mas meu desejo por ele estava maior do que a raiva no momento. Eu levei minhas mãos até a amarra do kimono dele e o desfiz, puxando para fora da calça, sem interromper o beijo. Dessa vez eu não queria calma e muito menos controle, eu estava com raiva.

Raiva por desejá-lo tanto, raiva por outras o desejarem tanto quanto eu e mais ainda, raiva por não saber o que ele sentia de verdade. As mãos dele desceram por minhas costas novamente e seguiram na direção da minha bunda, mas dessa vez não. Não deixaria ele fazer o que quisesse. Eu segurei as mãos dele e me afastei, fazendo com que ele me olhasse confuso. Eu puxei seus ombros para baixo, fazendo com que ele se sentasse, apoiando-se na árvore.

Eu sentei no colo dele, o beijando novamente, suas mãos trouxeram meu corpo para mais próximo colando nossos peitos. Senti quando a aljava foi arrancada de meu corpo, sendo jogada em algum lugar qualquer assim como o meu arco, que eu havia largado no começo do beijo. Nossas intimidades estavam em contato e eu sentia a ereção dele, cada vez mais dura e minha intimidade cada vez mais pulsante. Eu tirei a parte de cima do kimono dele sem gentileza, eu tinha pressa além da raiva, e também não parecia que ele estava achando ruim.

As mãos dele desamarraram minha yukata, eu senti quando o tecido deslizou, deixando com que nossas peles se tocassem livremente. Eu passei as unhas pelas costas dele, com força, no momento queria deixar minha marca e em resposta ele aproximou ainda mais nossos corpos. Eu o desejava, muito, e ainda no colo dele, desamarrei a calça dele, acariciando o membro dele da melhor maneira que eu conseguia por causa da posição. Sesshoumaru respirou mais fundo com o meu toque. Ele puxou minha yukata, a jogando para o lado, fazendo com que eu levantasse.

Tiramos o resto de nossas roupas e ele voltou à posição inicial, fazendo com que me sentasse no colo dele, fazendo com que me penetrasse lentamente. Eu forcei meu corpo a subir de novo, eu não queria nada de calma hoje, eu tinha raiva e desejo. As mãos dele foram para o meu quadril me ajudando, eu passei as unhas pelo peito dele e ele gemeu, se foi de dor ou prazer, não sei dizer. Os sons da mata não me assustavam, não era como se alguém fosse nos interromper ali e se interrompesse, eu não me importava.

Nada me importava no momento. Nem meu ciúmes, nem quem era aquela mulher. Eu apenas focava em nós, em como nossos corpos se uniam.

Sesshoumaru mudou de posição, fazendo com que eu me deitasse em cima das roupas dele, se colocando sobre mim. Suas garras me feriram no quadril quando ele me segurou mais forte, me penetrando de uma vez, gemi com o movimento. Ele me penetrava fundo e forte, eu enlacei sua cintura com minhas pernas, puxando seu corpo ainda mais próximo do meu. Seu cabelo caiu sobre nós, como uma cortina. Sesshoumaru desceu para o meu pescoço me dando chupões e beijos ali, eu gemi. Eu havia me entregado completamente… De novo…

Quem eu estava tentando enganar? Eu o queria, completamente para mim. Que ele se entregasse da mesma forma que eu me entregava a ele, por inteiro. Levei minhas mãos a cabeça dele, enfiando meus dedos no meio do cabelo dele, Sesshoumaru levou uma das mãos ao meu seio apertando levemente e com a outra apertou meu quadril novamente. Eu enlacei ainda mais minhas pernas ao redor do quadril dele, impedindo um pouco com que ele se movesse.

— Se deixe levar — ele sussurrou sensualmente contra minha orelha, chupando-a em seguida. Gemi de novo em resposta.

Sesshoumaru intensificou os movimentos e logo eu sentia o clímax me atingir. Não demorou muito e ele também atingia o dele. Senti o peso dele sobre meu corpo, eu estava enrolando uma das mechas do cabelo dele em meu dedo. Meu corpo levemente suado, meu coração acelerado e minha mente a milhão. Eu queria sair dali, mas era meio que impedida no momento. Senti Sesshoumaru se retirando de dentro de mim e apenas naquele segundo pensei em como seriam métodos contraceptivos naquele período.

Ele se levantou e me ajudou a levantar, mas ainda sentia raiva. Muita raiva. Eu estava me sentindo enganada e mais ainda por mim mesma. Porque nosso coração é tão idiota? Vesti a yukata e peguei minhas coisas do chão, Sesshoumaru também terminava de se arrumar mas não fez nada mais do que amarrar a calça e deixar a yukata aberta.

— Já pode ir agora… — eu disse prendendo meu cabelo num coque. Eu ainda acreditava que aquela mulher o aguardava em algum lugar, uma transa rápida aqui, uma mais ardente depois… — Ela deve estar cansando de te esperar.

— Maruim não está me esperando — ele disse se aproximando de mim e eu o parei com o olhar. Sesshoumaru estava encantador aos meus olhos, mais ainda por saber que aquelas marcas foram por minha causa — Porque insiste nisso?

— Sabe muito bem o que vi mais cedo — eu disse pegando minha aljava do chão, Sesshoumaru havia estourado a amarra, estava de costas para ele porque não tinha coragem de olhar em seus olhos nesse momento — Eu não sou idiota.

— Não precisa ficar com ciúmes, Kagome — eu senti minhas bochechas vermelhas, mas não assumiria, mesmo que ele soubesse — Esse Sesshoumaru não tem interesse em nenhuma outra fêmea.

— Não faz isso… — eu disse abaixando a cabeça. Eu não queria escutar o que ele tinha a dizer, porque eu sabia que ele iria me convencer. Meu coração idiota cederia a ele, mesmo que houvesse outra pessoa — Eu não consigo controlar meu coração, quando você diz coisas assim…

Ele se aproximou de mim novamente e eu não fiz nada para pará-lo, seus braços envolveram meu corpo, as mãos pousando em minha barriga, num abraço com intimidade e eu não o impedi. Meu coração se acalentou no mesmo instante. Ele apoiou o queixo no topo da minha cabeça e me apertou mais próximo dele. Me senti pequena, mesmo que não fosse.

— Eu entendo que não fique comigo, entendo mesmo, sei que youkais são mais interessantes e corretas para ficar com você... — eu coloquei minha mão sobre a dele, afagando-a levemente. Não olhar para ele, ajudava as palavras fluírem — só peço que não brinque com meus sentimentos, humanos se envolvem facilmente…

— Não diga bobagens. — ele disse irritado, aproximando ainda mais nossos corpos. Eu gostava do calor dele me envolvendo — Se esse Sesshoumaru não estivesse interessado… — ele deixou a frase morrer, mas eu entendi. 'Eu não estaria aqui'.

Eu bocejei sem querer, estava com sono agora. A madrugada já estava avançada, por volta de três ou quatro da manhã. Sesshoumaru me pegou no colo assustando-me levemente com o movimento e correu, rapidamente estávamos na varanda de meu quarto, ele abriu a porta e entrou sem cerimônia, comigo ainda no colo. Gentilmente me colocou em pé, mas fechou a porta do quarto, trancando-a, estava deixando claro que iria ficar ali, comigo.

Talvez para que não fantasiasse sobre ele e a tal Maruim… Se ele queria assim, não me importava. Deixei minhas coisas no lugar de costume, soltei meu cabelo e segui para a cama, me deitando e observando o que ele faria, já que ainda estava parado próximo a porta. Talvez houvesse mudado de ideia…

Sesshoumaru se aproximou da cama e tirou a yukata e os sapatos, trançou rapidamente o cabelo e se deitou ao meu lado, apenas com a calça, se aconchegando mais a mim. Assim, com o cheiro dele me envolvendo me encaminhei para o mundo dos sonhos.

—-

O cheiro dele me envolveu antes que eu tomasse total consciência de que havia acordado, eu estava com a cabeça no peito dele, e nossos corpos próximos demais. Eu subi minha mão que estava no quadril dele, em direção ao ombro dele, e ele me apertou mais próximo. Não sabia dizer que horas eram, apenas que já era de manhã.

Havia muitos sons hoje, talvez as criadas ainda estivessem atarefadas do dia anterior. Eu fiz menção de me levantar, mas não consegui, Sesshoumaru estava me prendendo de verdade. Eu levantei minha cabeça e os dourados me encaravam ainda sonolentos. Eu escutei passos pelo corredor e me virei na direção da porta, constatando que estava trancada.

— Kagome? — escutei a voz de Rin do outro lado. Eu olhei para Sesshoumaru e ele nem se moveu — Já acordou?

— Oi Rin, acordei agora — eu disse sem me levantar, já que Sesshoumaru não deixava — Aconteceu alguma coisa?

— Não... — ela disse um pouco distante, talvez estivesse pensativa — Estão pedindo para que você se apresente no café da manhã...

— Quem? — eu perguntei confusa, me sentando, assim como Sesshoumaru.

— Senhora Maruim e Senhor Miuram — Rin pareceu um pouco incomodada — Eles estão lhe aguardando em dez minutos.

— Obrigada Rin — eu disse olhando para Sesshoumaru que deu de ombros ao meu lado — Já te encontro para irmos comer.

— Certo — ela disse se afastando novamente.

Continuei olhando para Sesshoumaru, agora eu estava irritada — Ela ainda está aqui? — eu me levantei, eu não queria encontrar com ela. Olhar para ela em toda sua beleza e perceber a minha insignificância.

— Está se precipitando novamente — ele disse me olhando sério — Se arrume, logo você vai entender — Sesshoumaru se levantou e veio em minha direção, me dando um selinho — Estou aguardando.

Ele saiu de meu quarto pela porta da varanda, o corredor era mais movimentado do que a varanda. E Rin ainda poderia estar do lado de fora… Suspirei pedindo aos céus paciência e força. Eu coloquei um kimono azul escuro, não queria mais usar aquele de ontem… Deixei os cabelos soltos e segui para o banheiro, Rin me aguardava no corredor, como pensei.

— Está bonita Kah! — ela disse se aproximando de mim e me abraçando — Chegou agora de manhã?

— Ontem a noite.

Eu me lembrei que estava me encaminhando para um local cheio de youkais e que o cheiro de Sesshoumaru e sexo estavam em mim. Parei no meio do corredor e fiz o que Takeo me ensinou, purificando meu corpo. Não queria nenhum olhar estranho para mim, claro, além do normal…

— O que você fez? — Rin perguntou com interesse.

— Apenas me purifiquei — eu disse dando de ombros, ela não entenderia mesmo.

Continuamos a caminhar e as criadas entravam e saiam daquela sala de ontem. Então iríamos tomar café ali. Rin pareceu ansiosa ao meu lado e eu apenas queria tomar meu café na cozinha, como todos os dias. Ela segurou minha mão e caminhamos para o cômodo. A porta estava aberta, e assim que passamos muitos pares de olhos se voltaram para nós. A sala era muito bonita e bem decorada, estava com um tecido cobrindo a superfície da mesa. Os soldados mais importantes de Sesshoumaru estavam ali, e a maioria deles tomava café conosco.

— Bom dia — eu disse me dirigindo a todos na mesa e me sentei o mais distante, como todos os dias, Rin sentou ao meu lado.

Eles responderam o meu cumprimento, uns mais sociáveis que outros. A mesa estava repleta de coisas, Sesshoumaru estava a ponta do mesa e aquela mulher estava novamente ao lado dele, como antes. Respirei fundo, havia muitos youkais ali, de frente a ela estava um homem, ele era muito bonito. Cabelo loiro, olhos claros, não conseguia dizer se eram verdes ou azuis daquela distância, pele clara. Aparentava ter seus trinta e poucos. A mulher estava com os fios vermelho preso numa trança lateral, usava um kimono provocante, mostrando os seios avantajados, os olhos verdes estavam destacados por alguma maquiagem e a pele caramelo se destacava no branco do kimono.

Eu me servi de comida e passei a comer, sem nem saber se poderia estar me servindo ainda. A vontade era comer e sair. Os youkais conversavam entre si e eu estava focada na comida, tanto que não percebi que se dirigiam a mim.

— Kagome — Rin balançou meu braço e eu a olhei — Estão falando com você... — e apontou com a cabeça a cabeceira da mesa.

Segui o olhar dela e todos me olhavam, me senti envergonhada no mesmo instante. — Poderia repetir? — eu perguntei sem jeito.

— Você é uma sacerdotisa? — o youkai bonito ao lado de Sesshoumaru me perguntou interessado — Foi você quem sentimos ontem a noite?

— Sobre isso… — eu me levantei e fiz uma leve reverência — Perdoe minha imprudência, não costumo usar meus poderes aqui, mas fui surpreendida e acabei descontrolando um pouco — voltei a posição inicial, me sentando novamente — Sou uma sacerdotisa e até pouco tempo atrás era a protetora da Jóia de Quatro Almas.

— Protetora? — um dos guardas perguntou, me olhando em seguida — A que derrotou Naraku?

Eu apenas assenti.

— Alguém importante! — aquela mulher, Maruim, comentou interessada — Diziam que você havia sumido, voltado de onde viera…

— Eu voltei há pouco tempo — eu disse evasiva. Como explicar que vim do futuro? — agora pra ficar, acredito eu.

— Você veio de um lugar distante? — o homem bonito perguntou com interesse — Uma outra terra? Aquelas além das águas?

— Sim — eu disse sem querer explicar que não era além das águas e sim além das eras.

— Miuram, deixe que ela coma, podemos conversar depois — Sesshoumaru atraiu nossa atenção para ele e a mesa se calou novamente.

— Ah Sesshy, deixe ela falar! — Maruim se inclinou sobre ele, piscando as pestanas e colocando a mão sobre o peito dele, eu desviei o olhar, olhando para um pedaço de bolo a minha frente — Ela parece ser alguém interessante.

— Maruim — o homem bonito chamou a atenção dela, que descobri ser o tal Miuram.

— Tudo bem — ela disse se sentando melhor em seu lugar. Eu não queria continuar ali, por isso comi o mais rápido que consegui sem ser grosseira. Eu olhei disfarçadamente na direção de Sesshoumaru e ele me olhava, os âmbares pareciam curiosos.

Eu me levantei atraindo a atenção deles para mim — Com licença — fiz a reverência e saindo dali rapidinho. Eu sentia a raiva tentando me dominar novamente, mas não podia permitir.

Segui para os fundos dos castelo, onde eu costumava ficar e produzir algumas flechas, havia esgotado a todas na noite anterior, peguei uma das várias varetas de bambu que eu já havia deixado previamente produzida, pegando algumas penas de pássaros que eu havia recolhido, havia amolado algumas cabeça de flecha, mas não havia muitas, comecei o processo de fabricação.

Era um processo bem manual e mecânico, estava terminando a quinta flecha, quando percebi que não estava mais sozinha, rapidamente me armei com um arco qualquer que estava ali. Maruim levantou as mãos como se estivesse se rendendo.

— Você me assustou — eu disse retirando a flecha do arco e a colocando na aljava — Não se aproxime assim, por favor.

— Eu não resisti — ela disse se aproximando mais de mim, e eu apenas queria que ela fosse embora — Como você conheceu Sesshoumaru? — eu a olhei sem nada demonstrar, pra que ela queria saber isso?— Sabe. Ele odeia humanos e você... Bem, é uma.

Eu ponderei um segundo antes de responder — Atravéz do meio-irmão dele, Inu-Yasha — eu disse começando outro processo de uma nova flecha.

— Interessante — ela disse se aproximando ainda mais, ela não conhecia espaço pessoal? Eu continuei o que fazia até sentir a mão dela em meu cabelo — Você é muito linda, sabia? — a mão dela seguiu para o meu rosto e ela se aproximou mais, eu senti minhas bochechas avermelharem na hora — Muito linda.

Ela levou a outra mão a minha bochecha puxando meu rosto para ela, os verdes estavam intensos e ela parecia analisar meu rosto. Eu segurei uma das mãos dela e me afastei — O que é isso?

— Sesshoumaru tem sorte de tê-la — ela disse afagando meu rosto novamente com a mão que ainda estava ali — É tão bela.

— Maruim — a voz de Sesshoumaru estava séria, eu o olhei confusa e ele se aproximou de nós. A mão dela deixou meu rosto e ela deu dois passos se afastando, Miuram vinha atrás e a olhava divertido — Ela não.

— A beleza dela me fascinou — ela disse se aproximando de Miuram, o abraçando e colocando a mão no peito dele — ela não é bela, querido?

— Muito — ele disse puxando o corpo da mulher mais próximo a ele, e eu não entendi mais nada. Sesshoumaru me olhou por um instante e percebeu minha confusão.

— São casados — ele disse atraindo minha atenção para ele. Eu me senti envergonhada, um por ter ciúmes de uma mulher casada e dois por essa mesma mulher dar em cima de mim.

— Sim minha querida, eu me encanto por tudo o que é belo, mas amo apenas a Miuram — ela olhou para ele apaixonada — Fomos feitos um para o outro, até nossos nomes são prova disso — ela me olhou e deu um sorriso.

— Maruim é a forma que se escreve meu nome de trás para frente — Miuram disse me olhando também — Perdoe os modos dela, ela apenas não controla quando vê algo belo.

— Narcisista… — eu sussurrei alto e todos me olharam, dei de ombros — Tudo bem, eu a perdôo — eu disse dando um sorriso.

— Tudo resolvido! — ela disse batendo palmas contente — Precisamos ir agora, voltaremos de novo — ela disse me dirigindo um sorriso e eu retribuí sem graça.

Eles se retiraram junto de Sesshoumaru. Eu fiquei os observando partir, porém só naquele instante eu parei pra pensar nas palavras de Maruim… "Sesshoumaru tem sorte em tê-la". Minhas bochechas se avermelharam, o que isso quer dizer?

Notas finais
E ai, o que acharam? Espero que tenham gostado ♥ Aqui a página no Facebook: https://m.facebook.com/NoraCiprianoFanfics/?ref=bookmarks Obrigada por terem lido e comentado pra quem comenta -qqqq. Até os comentários, ou até o próximo capítulo. Bjos baby *m*