First Year at Hogwarts
5 Principe do castelo

"Jamais deixe que sua felicidade dependa dos outros. Ninguém deixaria de ser feliz por você."
BRIAN E LORCAN OLHARAM para a outra cama onde Alvo já estava deitado com seu pijama e com a cortina fechada. Scorpius logo em seguida também fechou sua cortina, sem ao menos se preocupar em por o pijama antes de dormir. Os dois sonserinos não disseram mais nada, evitando receber um feitiço de azaração e foram se deitar cedo também.
Ao contrário de Rose e Mathews que conversaram por horas. Quando o Salão Comunal estava quase vazio os dois foram para o sofá e Rose se deitou no colo do garoto enquanto contava sobre sua família e ouvia o sonserino contar sobre quando recebeu a carta de Hogwarts, a festa que Astoria Malfoy deu na mansão e outras aventuras que vivia com seus amigos.
— Nossa já está tarde. — Mathews disse quando havia olhado para o relógio que já marcava quase uma hora da manhã.
— Pelas barbas de Merlin! — Rose disse já se levantando. — Boa noite!
Rose deu um beijo no rosto de Mathews e subiu as escadas correndo. Quando o menino subiu as escadas e não se impressionou ao ver que todos já dormiam, trocou de roupa e foi se deitar muito feliz, por finalmente estar em Hogwarts e por ter gostado tanto, até o momento.
No dia seguinte todos os alunos se levantaram cedo, não precisavam de muito esforço, principalmente os novatos, estavam ansiosos para seu primeiro dia de aula. Rose mesmo sem ter dormido direito levantou cedo, e aproveitou para conhecer suas companheiras de quarto enquanto se arrumavam, já que quando chegou todas as meninas já estavam dormindo.
— Eu sou a Rose Weasley. — Rose disse animada. — E vocês? Ela perguntou as outras quatro meninas.
— Eu sou Cinthia Doth. — disse uma menina loira de cabelos cacheados. — Prazer Rose.
— Eu sou Sophi Queeny. — disse a garota que estava no banheiro, loira de cabelos longos e lisos disse aparecendo na porta, ela tinha olhos azuis bem escuros e lembrou muito de sua prima Dommy. — Prazer Rose.
— E... Eu sou Wendy Jammie — ela era morena de olhos pretos vibrantes e procurava apressada seu uniforme no malão. — Prazer Rose, aquela ali é a Patrice Brunett. — apontou para a menina de cabelo preto curto e cacheado que ainda dormia em sua cama.
Depois de vestidas, as garotas desceram juntas para o Salão Comunal. Rose estava animada e feliz por ter gostado de suas companheiras de quarto. Ela estava à procura de seu primo, mas encontrou apenas Mathews que havia acabado de descer.
— Rose! — Mathews gritou e fez Rose se assustar.
— Oi Math. — Rose disse rindo. — O que faz aqui ainda?
— Acordei atrasado e demorei a achar o uniforme. — Mathews deu de ombros e olhou para as vestimentas da ruiva. — Pronta para ganhar uns pontos pra gente?
— Nasci pra isso! — Rose disse e riu.
Ela e Mathews já iam sair quando sua companheira de quarto se aproximou.
— Mathews Goyle?
— Sim. Pera... Sophi?
— Isso! Fico feliz que se lembra de mim. — Sophi disse e sorriu.
— É claro! — Mathews se virou para Rose. — A gente se conhece tem anos, nossos pais eram amigos e depois de um tempo perdemos o contato. Eu, ela e o Scorp, aprontávamos muito na casa da Tia Astoria.
— Pois é. — Sophie disse rindo. — Acho que estava tão nervosa ontem que nem vi ontem vocês. Vamos comer estou morrendo de fome.
Sophi, Rose e Goyle seguiram os corredores para o Salão Principal. Não foi difícil achar, já que quase todos os alunos iam na mesma direção. No caminho Sophi e Mathews contaram sobre algumas aventuras do passado a Rose. Assim que chegaram ao Salão Principal, o trio se sentou próximo de Scorpius, Alvo, Brian e Lorcan.
— Bom dia! — disseram Rose, Sophie e Mathews.
— Bom dia. — os garotos responderam em uníssono.
— Sophi? — Scorpius falou assim que reparou na loira que se sentava á sua frente.
— Oi, quanto tempo. — falou a garota. — Sinto falta de deixar Tia Astoria furiosa em nos ver correndo pela casa.
— Bons tempos. Bons tempos. — disse Scorpius pensativo, fazendo os outros rirem.
Alvo não conversou muito com Rose durante o café da manhã. E antes de terminarem a refeição, o monitor passou entregando aos alunos a lista de aulas.
Segunda
09:00h — 10:00 Transfiguração (Sonserina/Grifinória)
10:30h — 11:30 Transfiguração (Sonserina/Grifinória)
14:00h — 15:00 Poções (Sonserina/Corvinal)
15:30h — 16:30 Poções (Sonserina/Corvinal)
17:00h — 18:00 Feitiços (Sonserina/Lufa-Lufa)
Terça
09:00h — 10:00 Poções (Sonserina/Corvinal)
10:30h — 11:30 Aulas de voo (Sonserina/Grifinória)
14:00h — 15:00 DCAT (Sonserina/Grifinória)
15:30h — 16:30 DCAT (Sonserina/Grifinória)
17:00h — 18:00 Trato de Criaturas Mágicas (Grifinória/Corvinal)
Quarta
09:00h — 10:00 Feitiços (Sonserina/Lufa-Lufa)
10:30h — 11:30 DCAT (Sonserina/Grifinória)
14:00h — 15:00 Herbologia (Sonserina/Lufa-Lufa)
15:30h — 16:30 Herbologia (Sonserina/Lufa-Lufa)
17:00h — 18:00 Transfiguração (Sonserina/Grifinória)
Quinta
09:00h — 10:00 Poções (Sonserina/Corvinal)
10:30h — 11:30 Herbologia (Sonserina/Lufa-Lufa)
14:00h — 15:00 Feitiços (Sonserina/Lufa-Lufa)
15:30h — 16:30 Trato de Criaturas Mágicas (Grifinória/Corvinal)
17:00h — 18:00 Trato de Criaturas Mágicas (Grifinória/Corvinal)
Sexta
09:00h — 10:00 Feitiços (Sonserina/Lufa-Lufa)
10:30h — 11:30 DCAT (Sonserina/Grifinória)
14:00h — 15:00 Trato de Criaturas Mágicas (Grifinória/Corvinal)
15:30h — 16:30 Transfiguração (Sonserina/Grifinória)
17:00h — 18:00 Herbologia (Sonserina/Lufa-Lufa)
Rose ficou feliz por ainda não ter aulas de História da Magia, afinal já tinha ouvido diversas reclamações de seus primos sobre a chatice que era a aula com o Fantasma e se alegrou ao ver que teria aulas com suas amigas em várias matérias.
Alvo Potter viu que teria primeira aula de Transfiguração, ensinada pelo professor Dino Thomas, um antigo amigo de seu pai, ele imaginou que fosse gostar dessa matéria. E esperava que um dia pudesse se tornar um animago assim como seu avô, Almofadinhas e Pontas. Ele gostava de ouvir as histórias sobre os grifinórios que não abandonaram o amigo quando souberam que era um lobisomem, mas que pelo contrário, se tornaram animagos para ficarem juntos.
— Vamos para o Salão Comunal pegar nossas coisas já está quase na hora. — Rose disse, despertando Alvo de seus pensamentos.
Ele saiu da mesa com seus amigos e procurou seu irmão na mesa da Grifinória, estava chateado por ter brigado com ele no dia anterior e esperava ajeitar as coisas no café. Pelo visto, essa tarefa ficaria para mais tarde.
— Alice! — Rose disse e foi correndo abraçar a amiga que esperava o professor na porta.
— Oi Rose, me conta como é a Sonserina? As meninas do seu quarto são legais? Você está se divertindo? Esqueceu de mim e arrumou novas melhores amigas? — Alice disse tudo tão rápido que Rose nem lembrava mais o que tinha que responder.
— Primeiro, essa é Sophi. — minha companheira de quarto.
Rose disse e apresentou a menina loira que estava ao seu lado, depois foi apresentou a menina a Lorcan. Os outros que já a conheciam apenas comprimentaram a garota antes de se dividirem em pequenos grupos.
— Bom dia alunos. — disse Dino Thomas abrindo as portas para os alunos entrarem.
— Bom dia Sr.Thomas. — disseram os alunos entrando na sala.
— Oi pessoal. — Lucy disse assim que chegou correndo. — Tive um probleminha com meu gato.
Alice riu, balançou a cabeça e seguiu os alunos que iam entrando na sala de aula.
— Sentem em duplas, por favor. — o professor avisou antes que os alunos se sentassem e Alice puxou Rose para se sentar com ela e Alvo se sentou com Lucy enquanto os outros alunos iam formando as duplas. — Na aula de transfiguração desse ano, vocês irão aprender a mudar a cor, forma e cheiro de objetos, além de animá-los. Em cima de suas mesas podem ver que há algumas flores. Vamos ver o que sabem, basta dizer Colorius e pensar em uma cor. Vamos lá!
Os alunos começaram a conjurar e Rose foi a primeira a conseguir, acertando o feitiço na segunda tentativa. Como ela estava na primeira fileira, não passou despercebido por D. Thomas e ele parou em frente á dupla.
— Agora fale Animus Corpus. — D. Thomas pediu a garota, que repetiu e fez a flor, agora roxa, começar a se movimentar sozinha. — Muito bem. — o prefessor sorriu e anunciou. — Dez pontos para a Sonserina!
A sala explodiu em palmas e Rose viu Mathew piscar para ela. A ruiva sempre havia sido estudiosa e durante toda sua vida tinha se preparado como pode para o dia que pudesse usar uma varinha para fazer os feitiços, repetindo diversas vezes os feitiços dos livros. Ela ficou feliz em saber que o esforço havia valido apena e mal podia esperar para saber quais feitiços mais poderia fazer. Quando Alice se levantou para falar com o professor, Rose apontou sua varinha para a mesa de Alvo e falou em voz baixa.
— Accio pena do Alvo. — A pena foi direto para a mão e a ruiva sorriu triunfante, depois ficou rindo quando o moreno ficou procurando a pena em sua mesa e foi irritado pegar com Rose quando viu em sua mão.
Ao fim da aula, Rose e Alice já haviam transformado a flor em rosa, roxa, azul, verde e vermelha. Até finalmente entregarem ao professor. Rose não quis seguir os seus amigos, avisando que os encontraria no almoço e foi para a biblioteca que estava quase vazia. Além dela, tinha apenas mais seis pessoas. A ruiva reconheceu um menino que estava sentado na mesa, assim como ela, ele estava no primeiro ano e ela se lembrava de tê-lo visto durante a escolha das casas.
A biblioteca de Hogwarts, para Rose, era ainda mais fantástica do que sua mãe tinha lhe dito. Ela queria poder ter tempo de ler todos os livros, mas não tinha nem terminado as anotações de livro quando chegou a hora do almoço.
A ruiva tinha conseguido transfigurar um livro em um gato, tendo pelo, sabendo miar e com cheiro de mato. Transfiguração era uma de suas matérias favoritas, depois de poções, materia que ela teria logo depois do almoço.
Alvo não estranhou quando sua prima chegou atrasada para o almoço, ela quase não conversou com seus amigos e fez anotações durante quase todo o almoço. Parou apenas quando Lorcan avisou pra ela ficar calma que era apenas o primeiro dia de aula e que ela ainda teria o ano inteiro para estudar. Eles terminaram o almoço e foram direto para as masmorras para a aula de poções e Clarice Rover deu inicio a aula com a explicação da importância das poções.
— E são elas que podem ser decisivas para evitar muitas vezes a morte, por exemplo. Alguém sabe me dizer qual poção pode ser usada no caso de muito sangue? E como de vê ser aplicada? — assim que a professora Rover perguntou duas mãos foram erguidas, a de Rose e outra de um aluno da Corvinal, era o garoto que estava na biblioteca. — Senhorita Weasley, pode responder?
— A Poção Wiggenweld, que é muito fácil de ser preparada. Ela tem o poder para restaurar as forças de uma pessoa que está demasiada fraca por doença, ter se machucado ou simplesmente por estar muito cansado. E a aplicação é muito simples, basta limpar o machucado antes de jogar a poção.
Rose sorriu e Mathews deu um tapinha em suas costas.
— Muito bem, dez pontos para a Sonserina. Agora alguém poderia me dizer como preparar uma poção para curar pessoas envenenadas? — mais uma vez Rose e o garoto levantaram a mão. — Sr. Andrew?
— Adicione a pele de ararambóia picada no caldeirão e ferva por vinte minutos. Depois tire do fogo, coloque um acônito e mexa no sentido horário e ela vai ficar da cor lilás. Devolva ao fogo e coloque o bezoar, deixe-a ferver por trinta minutos, ela deve ter aparência vermelha quando for retirada do fogo. Coloque o segundo acônito, mexa no sentido anti-horário e ao final ela deve estar com a tonalidade azul bem escura ou um verde brilhante
Jason falou como se estivesse em um programa de televisão, pensou Rose.
— Muito bem, dez pontos para a Corvinal. Agora, vou pedir que formem duplas e comecem a preparar a poção de cura para pessoas envenenadas.
A professora Rover com um aceno de varinha, fez as instruções faladas por Jason apareceram na lousa. Rose planejava fazer sua poção com Sophi, quando viu que o garoto da Corvinal caminhava em sua direção.
— Oi Srta. Weasley. — Jason disse de forma cordial. — Queria saber se gostaria de realizar a poção comigo.
Rose achou engraçada a forma que o menino dizia as palavras e agora percebeu que ele falava palavras com R de um jeito diferente e seu moletom azul destacava a cor de seus olhos azuis, assim como o uniforme da sonserina destacava os olhos verdes de seu primo.
— Ela quer sim, eu faço com a Sophie. — Mathews se intromeu na conversa dos dois e empurrou Rose na direção do menino, depois de dizer em seu ouvido que a ruiva não precisava agradecer.
Rose foi até a mesa do corvino e Alvo, que planejava fazer com a prima, acabou formando a dupla com Scorpius.
—Eu a vi na biblioteca. — Jason começou a falar enquanto separavam os ingredientes. — Dá me gosto saber que há outros alunos com ânsia em aprender.
— Sim, gosto de começar logo. Posso te fazer uma pergunta? — Rose perguntou e pegou a pele de ararambóia e a faca. O corvino assentiu. — Você é de Londres mesmo?
— Não senhorita. — Jason disse e riu. — Morava na Noruega há dois anos, aprendi a língua inglesa com meus avós que moram no norte do país. Meus pais se mudaram a trabalho para cá. Eu cri que retornaria a meu país assim que recebesse a convocação de Durmstrang. Imagine o susto que tomei ao receber a carta.
Rose queria saber tudo de Jason, achou o corvino bem interessante. E conversaram bastante enquanto faziam a poção, agindo quase em sincronia. Rose adorava ajudar o seu tio George com invenções para novos produtos para as Gemialidades Weasley. Ela já havia criado inclusive poções por conta própia, como poções em capsulas, poções de velocidade, e sua ultima e inacabada poção de proteção, que já não causava efeitos colaterais a quem bebesse, mas era inútil contra alguns feitiços.
Sem surpresa, a Jason e Rose foram os primeiros a terminar e receberam vinte pontos para suas casas rapidez. Nos cinquenta minutos de aula restantes, eles ficaram conversando, enquanto Alvo e Scorpius sofriam para finalizar a poção. Enquanto ouvia o que Jason falava Rose transformava a sua pena em uma flor, a flor em tinta e tinta em pena de novo.
— Você é de fato muito boa nisso. — Jason falou assim que terminou de contar sobre o verão com seus avós.
— Obrigada, sabe... — Rose falou e transformou a flor em pena de novo. — Eu gostei de transfiguração, mas estou ansiosa para saber o que mais consigo fazer. Queria algo mais difícil, porque fazer isso. — Rose apontou a varinha para sua cadeira que sumiu e com outro aceno reapareceu. — É muito fácil.
— Faça de novo, por favor. — Jason pediu impressionado e assim que Rose fez o objeto sumir. Para sua surpresa, quando ele tocou no lugar onde antes estava a cadeira, percebeu que ela ainda estava lá, porém invisível. – Que incrível!
— É apenas um feitiço desilusório. — confessou.
— Funciona com pessoas também?
— Não sei, nunca tentei.
Jason se levantou e olhou ansioso para a ruiva.
— Tenta em mim vai, prometo que assumirei a culpa caso lhe cause algum problema.
— Ok, mas não se mexe está bem?
— Confia.
Rose se concentrou e apontou a varinha para Jason conjurando o feitiço quando viu que a professora estava concentrada ao ajudar dois alunos da Sonserina. Jason ficou invisível apenas da cintura para cima e Rose o fez voltar, um pouco decepcionada.
— Incrível, tente mais uma vez.
— Eu não sei não. — Rose disse em dúvida e com medo de acabar colocando o menino em uma situação desconfortável.
— Rose, confia.
O corvino olhava para ela com esperança e a ruiva respirou fundo antes de tentar de novo. Depois mais uma vez, e outra. Até que finalmente conseguiu fazer com que Jason ficasse completamente invisível.
— Parabéns! — Jason a abraçou assim que percebeu que a ruiva havia conseguido sem deixar nenhuma parte de seu corpo para fora. Tomada pelo susto e pelo repentino aperto Rose finalizou o feitiço e viu que o corvino estava a abraçando. — És incrível! Tu és incrível!
— Obrigada. — Rose respondeu envergonhada e o corvino se afastou sorrindo. — E obrigada pela confiança.
Jason riu.
— Confia, em ti. Eu confiei. — Rose sorriu e percebeu que a aula estava chegando ao fim.
— Você também não é nada mal.
— Aprendi bastante com mamãe. Agora ela está a trabalhar no Saint Mungus, área de doenças raras, ela eventualmente pede por minha ajuda para o preparo de novas poções. Nossa grande descoberta, até hoje, foi o controle de transformação de um lobisomem. Basta que ele tome a poção três vezes ao dia, todos os dias, três dias antecedentes da lua cheia á três dias posteriores, que não haverá indisposição.
— Isso é INCRÍVEL! — Rose disse impressionada, ela sabia que controlar transformações era bem complicado. — Espero te ver mais vezes e quem sabe um dia você me ensine alguma de suas poções.
Jason sorriu e assentiu.
— Apenas se ensinar-me também, estou ansioso para saber o que mais a pequena Weasley sabe fazer.
— Confia. — Rose falou e ela e Jason riram.
Rose estava feliz por ter conhecido Jason e saiu animada de sua aula preferida. Ela nem prestava atenção na conversa de seus amigos e pulou de susto quando Alvo a abraçou a caminho da última aula: Feitiços.
— Sabe, o Professor Dino Thomas é realmente muito legal, mas a Claire Rover, MERLIN! Que mulher... — ia dizendo Mathews fazendo todos rirem.
— Sinto muito te dizer isso cara, mas ela é muito velha para você. — disse Scorpius.
— Eu sei, mas não se pode mandar no amor, não é?
— Não mesmo. — Scorpius riu e olhou para Rose. — Pra que essa cara de assustada Weasley, se encontrou com Pirraça? Ou foi aquele menino da aula que te deixou tão apavorada?
— Eu não me encontrei com Pirraça. E Jason é legal. — disse a ruiva e Mathews riu.
— Te disse que não precisava me agradecer ruiva. — falou o sonserino. — Nossa pequena ruiva já arrumou um namorado novo.
— Novo? — perguntou Alvo e Scorpius.
— Ele não é meu namorado! — disse no mesmo instante que os garotos.
— Ei, estou brincando galera. — Mathews falou e riu da expressão de seus amigos, acompanhado de Lorcan e Brian.
— Já eu achei o Jason lindo. — Sophi disse com um sorriso bobo no rosto. — Ele fala como um príncipe!
— Cala boca Sophi. — Alvo, Scorpius e Rose disseram ao mesmo tempo e a menina fez cara de choro.
— Não precisa ficar assim querida. — disse Scorpius e passou o braço ao redor do ombro da loira e falou com um sotaque forçado. — Podes chamar-me de príncipe se quiseres!
Seus amigos riram e Sophi empurrou o Malfoy. Seu primeiro dia de aula estava ainda mais divertido do que havia imaginado. Na aula seguinte, a ruiva conseguiu mais alguns pontos para sua casa, assim como, para sua surpresa, Scorpius. Ela notou que ele levava jeito para essa matéria, em contraste com o desastre que havia feito na aula de poções.
Próximo capítulo:
— Então quer dizer que você nunca tinha entrado na loja? — Rose perguntou impressionada.
— Papai me dizia para não me meter com aquele tipo de gente. — disse e apontou para a ruiva revirou os olhos. — Então me proibia de entrar lá.
— E ele ficou sabendo? — perguntou Alvo.
— Merlin! Lógico que não, ele me mataria se soubesse.
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