Fins e Recomeços
4 4.04 - Como nos Velhos Tempos
Notas iniciais
Ela uma manhã ensolarada, Tina sentia a cabeça doer e qualquer zunido, o mínimo que fosse, fazia parecer que ela ia explodir. A asiática acordou-se e sua cama parecia desfeita dos dois lados. Tomou banho e depois foi tomar café. Era quase hora do almoço, mas era normal para ela acordar naquele horário. Pretendia cantar no Scandals e tinha que mandar arrumá-lo para isso. Queria convidar Marley para vê-la se divertindo um pouco, era o mínimo que poderia oferece-la. Imaginava o quanto a amiga sofria pela perda do marido. De quebra, ainda veria Blaine a noite.
– Tina, Tina! O que você está fazendo. – Disse a si mesmo e suspirou.
Seu celular tocou e a dor de cabeça, que já havia até esquecido, voltou. Ela resmungou um pouco e xingou o aparelho, até que foi atender.
– Pois não? – Atendeu ela, era um número desconhecido.
– Tina, é você? – Perguntou a pessoa do outro lado da linha.
– Sim, eu mesma. E você? Acho que conheço sua voz... Espera... – Falou ela e pensou um pouco, a outra pessoa parecia rir – Artie, é você? – Perguntou em meio a uma explosão de felicidade.
– Sim, eu mesmo. – Disse ele e riu – Estou em Nova Iorque, podemos nos ver?
– Claro! Que pergunta, seu idiota! – Disse ela, ainda muito feliz. – Mas você está bem, aconteceu algo? – Perguntou nervosa.
– Não. Eu só quero te ver. Não se preocupe. – Respondeu o cadeirante – Anota aí o endereço do café onde estou.
Ela anotou.
Artie havia se formado há um tempo. Desde então, mudou-se de NY e começou a produzir seus filmes. Era um cineasta em ascensão. Ganhava cada vez mais respeito da crítica e do público, além de um número crescente de fãs.
Tina chegou ao local combinado, o amigo estava lá, sentando e esperando por ela. O abraçou de surpresa.
– Como você poder sumir por tanto tempo?! E por que mudou de número, de novo? – Questionou e sentou-se.
Artie riu. Ela também. Eles pediram algo e conversaram. Passou-se algum tempo e o assunto parecia não acabar. Era como se os dois amigos tivessem se visto há anos.
– Então, Tina, soube que sua carreira não anda muito bem. – Comentou ele.
– Sim, na verdade, ela não existe mais. – Falou ela meio amargurada.
– Não acha que está na hora de a revivermos? – O homem sorriu para amiga, que parecia surpresa e sem entender aquilo.
– Artie, o que quer dizer com isso?
– Não acha que voltei por nada, não é? – Tina o observava, esperava por muitas respostas – Eu vim porque tenho uma proposta, Tina. Quero produzir um novo filme, um musical na verdade. Você, Rachel e Marley são as três pessoas que quero que protagonizem ele. – Falou o cadeirante.
A asiática estava atordoada, não sabia o que falar ou como agir. Fazia caras e bocas na mesa e respirava fundo, Artie ria.
– Pensei em pedir a Rachel para compor músicas para o filme. – Continuou ele – Ela já está gravando um álbum mesmo, deve ter milhares de composições. Vocês três gravariam um álbum juntas e, quando a Rachel entrasse em turnê, você poderia abrir alguns shows. Por que não?
– Artie... – Tina estava boquiaberta, não sabia bem o que falar – Por que está fazendo isso? Não pense que sou mal agradecida, mas é só que... Você está por cima, poderia chamar qualquer atriz para fazer isso. Eu não sou ninguém, só poderia estragar tudo. – Falou triste.
– Isso é mentira. – Artie pôs a mão sobre a dela – Você é minha amiga e uma das melhores artistas que conheço. Eu quero vocês três em meu filme. Não há o que discutir.
Ela sorriu e o abraçou. Estava claro que ele só queria ajuda-la, mesmo arriscando sujar seu nome com um fracasso no currículo.
– Então, quando vamos até a Rachel? – Perguntou ele.
– Agora! – Tina respondeu.
Na casa de Rachel, a proposta foi muito bem aceita.
– Mas é claro! – Disse a mulher – O Paolo vai acertar tudo com você, Artie. Eu ficarei muito feliz de escrever e atuar em seu filme. – Disse ela sorrindo.
Tina e Artie ficaram extremamente felizes.
– Para comemorar, todo mundo hoje à noite no meu bar. – Disse a asiática – Lá, fazemos o convite a Marley para fechar o time. – Disse ela.
– Eu também pensei em tentarmos ajudar o Sam de alguma forma, o que vocês acham? – Falou Rachel – A campanha dele nas redes sociais para combater o projeto da Senadora Jane não está tendo a magnitude que ele precisa. Eu vou começar a minha, vocês deviam fazer as suas partes também. Principalmente o Artie, que tem ganhado muitos fãs. – Disse a mulher.
– Pode deixar – Ele pegou o celular – Vou começar agora mesmo!
– Ótimo, então também vou tweetar sobre. – Disse Rachel.
– Esperem por mim! – Tina também pegou o telefone.
De repente, Brittany passou pela sala, não imaginava encontrar os amigos ali. Eles não sabiam que ela havia sido solta. Artie e Tina se olharam, pareciam pasmos. O cadeirante até deixou o celular cair.
– Não se preocupem, ela está sob minha custódia. – Falou Rachel – Venha, Brit. Já estava na hora de você aparecer para todos mesmo. Que tal hoje a noite?
– Vai ser ótimo. – Disse ela com um sorriso acanhado.
A loira foi e sentou-se com todos. Aos poucos, Tina e Artie foram se soltando e tudo foi ficando normal. Ela falou a eles sobre tudo o que passou e de como se sentia agora, de todos os arrependimentos e cicatrizes que trazia do passado. Foi uma longa tarde.
À noite, Sam levava o marido e a amiga ao bar de Tina. Ele dirigia o carro e Blaine ia ao seu lado, Marley no banco de trás.
– Vamos, você precisa se animar. – Disse B. ao ver a amiga ainda abatida.
– É que acho que é muito cedo para sair assim, sem ele. – Falou Má.
– Um dia você precisará superar, Marley. O Ryder vai querer vê-la feliz, onde quer que ele esteja – Falou Sam.
Marley suspirou e assentiu. Estar com os dois amigos a fazia sentir-se como antes, nos velhos tempos. Aquilo era tudo que ela precisava e o que a estava tirando do fundo do poço.
– Eu não sei o que faria da vida sem vocês dois. Acho que foi o que senti mais falta nesses doze anos. – Disse ela sorrindo, então levou a cabeça ao meio dos dois e passou a mão pelos lados dos bancos – Eu amo vocês!
Eles chegaram, o loiro estacionou e ficou parado. Olhava para a rua, parecia estar à espera de alguém.
– A quem ele procura? – Perguntou Marley.
– Frida, a secretária dele. É a melhor amiga de Sam, depois de você, Má. E parece que eles também têm assuntos importantes a tratar essa noite, já que ele fez questão de tê-la conosco. – Explicou o solista.
A amiga do loiro logo apontou na esquina da rua. Sam então correu, precisava tratar de algo urgente com ela. Blaine e Marley se olharam, sem entender bem o porquê do loiro estar com tanta pressa de falar com Frida. Mas nada falaram.
– Oi, Mr. Evans. – Disse ela sorrindo – Por que tanta pressa?
– Frida, estamos fora do trabalho. Chame-me apenas de Sam, tudo bem? – Pediu o loiro e a garota assentiu – Ótimo. Então, antes que cheguemos até o Blaine e a Marley, quero que me fale do caso do Burt. Alguma novidade?
A secretária não fez uma cara boa.
– Como eu temia. – Disse Sam. – Conte-me tudo.
– Não sei de muita coisa ainda. – Falou ela – Mas posso te garantir que o Burt fez muita coisa para ganhar respeito e respaldo como senador. Muita gente o teme. Ele é da pesada. – Disse meio sem jeito.
– Não quero que comente nada disso a mesa com os meus amigos. Eles têm outra imagem do Burt. Ele é pai do Kurt, também nosso amigo. Essa notícia seria catastrófica para todos. – Falou o loiro com uma feição triste.
Frida confirmou com a cabeça que faria o que ele pediu.
– Em breve, um dossiê com tudo sobre ele estará pronto, Sam. Espero que esteja preparado.
– Estarei. Eu tenho que estar. – O loiro suspirou.
Já estavam perto de Blaine e Marley, então cessaram a conversa. Chegaram e Frida cumprimentou os outros dois. Após isso, todos entraram no bar.
Enquanto isso, do lado de fora do Scandals, estavam Santana e Dani. Elas também tinham planos de se apresentar aos amigos essa noite.
– Você tem certeza que para você tudo bem? – Perguntou Santie – Nós velamos sua avó ontem, se não quiser, podemos esperar mais. Ou então vamos a casa deles, não precisa ser em um bar.
– Não. – Dani balançou a cabeça – Já conversamos sobre. Minha avó está morta e enterrada. Eu não tenho essas convenções. Estou de luto, mas não morta também. – Aproximou-se e beijou a morena – Ao seu lado, Santana, vou realizar o maior sonho dela, vou ter o filho que vai tomar conta de tudo que ela construiu. – Disse sorrindo – Eu sou a mulher mais feliz do mundo, não há nada o que reclamar, não quando estou contigo.
A latina sorriu, pegou na mão da mulher e saiu, elas entraram também.
O trio de amigos logo viram Tina, Artie, Brittany, Rachel e o marido assim que entraram. Estavam sentados em uma mesa, todos juntos e conversando. Assustaram-se ao ver a loira, mas agiram naturalmente.
– Nossa, pessoal. A noite hoje realmente promete. – Disse Sam surpreso.
– Sim, principalmente porque temos mais amigos de volta. – Falou Tina apontando para a entrada.
Santana e Dani entravam. O coração de Brit acelerou, Rachel assumiu um semblante de preocupação e todos os outros estavam muito surpresos. Elas se aproximaram, Santie ficava pálida à medida que chegava perto.
– O que ela faz aqui? – Perguntou apontando para Brittany de forma muito rude.
Ninguém respondeu, todos ficaram se olhando constrangidos.
– Eu vou repetir. O que ela... – Começou daquele mesmo modo grosso.
– Não precisa. – Brittany a interrompeu – Eu respondo. Eu estou aqui porque estou em liberdade condicional, cumpro pena em regime semiaberto agora. – Disse – Mas eu posso ir, se não for da vontade de todos que eu fique. – Levantou-se, parecia bem triste.
– Não precisa. – Disse Dani – A Santana vai se comportar, eu garanto. – Falou e sentou-se na mesa também, puxando a mulher – Não é, amor?
Santie assentiu, mas ainda estava pálida e aborrecida. Nunca pensou em vê-la solta de novo, era como se todas as lembranças ruins de que demorou tanto para livrar-se estivessem de volta.
Aos poucos, os que foram pegos de surpresa com a presença de Brittany, foram se acostumando também com a presença dela. A conversa fluía mal no começo, mas logo tudo se normalizou e eles já riam com a piadas e imitações de Sam e falavam do tempo de ensino médio com nostalgia. Estavam cheios de lembranças dos velhos tempos, de quando tudo começou no Glee.
Contudo, pouco tocavam no que se referia a morte de Quinn.
Artie, após muita conversa, se viu na necessidade de falar de seu projeto e expor a todos da mesa. Marley foi pega de surpresa igual a Tina. Aquilo não estava em seus planos.
– Olha, Artie. Eu sinto muito, mas é que... Eu não sei. – Disse ela – Eu pensei em dar um tempo em minha carreira agora. Isso não estava previsto, um filme é algo que requer tempo e ...
– E pode te ajudar a ocupar a cabeça, não pensou nisso? Trabalhar pode te ajudar, Marley. Ficar sem fazer nada só pode aumentar seu sofrimento, é melhor ocupar-se, pensar em outras coisas que não seja em suas tristezas. – Falou Artie sorrindo.
Meio acanhada, Má sorriu para o amigo.
– Bem, se é assim ...Eu aceito, vou gravar seu filme!
– Ótimo! – Tina sentiu-se mais feliz ainda, talvez sua carreira fosse retomada em breve. – Para essa noite ficar mais perfeita, que tal uma música? – Perguntou ela. – Quero ver todos dançando. – Piscou e saiu, foi ao palco.
A asiática estava elegante e sorridente. Vestia uma roupa preta e em suas mãos tinha luvas refinadas e um microfone com as iniciais de seu nome. Cantou algo que veio a sua cabeça. Inconscientemente escolheu uma música que falar muito sobre seus sentimentos, só após terminar percebeu.
Always running from what feels right
Too fast and I didn't know
Then a minute tossed the daylight
You're here, no way to let go
Don't look back when you're holding me
'Cause I know what this love was meant to be
One day we're gonna wake up together
You won't wanna go home
We'll find love here, together
And it feels so good in my arms
We're gonna wake up together
You won't wanna go home
We'll find love here, forever
'Cause we'll wake up together
I got something and it feels right
What I need it to be
You control what you feel for me
I was watching you the whole night
I can never explain how a magical blaze
Don't look back when you're holding me
'Cause I know what this love was meant to be
One day we're gonna wake up together
You won't wanna go home
We'll find love here, together
And it feels so good in my arms
We're gonna wake up together
You won't wanna go home
We'll find love here, forever
'Cause we'll wake up together
You won't wanna go home
And it feels so good in my arms
You won't wanna go home
'Cause we'll wake up together
Cantou e dançou no palco, todos se levantaram e fizeram o mesmo. Lá no meio, viu Blaine e Sam. Eles pareciam felizes como sempre. Aquilo doeu, doeu como sempre. Ela saiu do palco e deixou que outra pessoa cantasse. Foi ao balcão e pegou um copo de bebida, enxugou as lágrimas que se formavam no canto do olho e foi para o meio do povo. Dançou e rebolou. Bebeu e se jogou no chão, então encontrou um cara e o puxou. Com ele passou a noite inteira até o começo do outro dia.
Blaine e Sam voltaram para casa com a amiga logo após de deixar Frida. Foram para o quarto e vestiram-se para dormir.
– O grande dia está chegando, não? – Perguntou B.
– Sim. – O loiro assumiu um semblante triste.
– Ei, não fique assim. – O solista aproximou-se e abraçou o marido por trás – Você vai conseguir.
O bocudo suspirou, Blaine levou as mãos aos seus ombros e massageio-os na tentativa de livrar o marido de toda aquela tensão. Marley, os gêmeos e Mag já dormiam, só restavam os dois acordados no local. Deitaram-se juntos, abraçando-se um ao outro com o máximo de força que podiam. Sam ainda continuava triste, Blaine pensou em algo para anima-lo um pouco.
O solista levantou-se de repente. Sam sentou-se na cama em um salto.
– O que foi, você está se sentindo mal, B.?
Blaine sorriu e começou a cantar.
You're my bad boy fairytale
Prince Charming with a dark side
I wanna be your bad girl
You bring out my wild side
Your eyes, your lips, your touch
This toxic twisted rush
Your sexy kind of swag
The best I've ever had
Nobody, nobody
No-nobody, nobody
Nobody does it like you
Nobody, nobody
No-nobody, nobody
Nobody does it like you
You got me feelin' so caught up
But I'm lovin' all the crazy things
you make me do
Nobody, nobody
No-nobody, nobody
Nobody does-
No, I can't go back to the way it was
To the way it was
No, I can't go back
No, I can't go back to the way it was
To the way it was
No, I can't go back
No, I can't go back to the way it was
To the way it was
No, I can't go back
You're my bad boy fairytale
My rebel with a halo
You hit me like a hurricane
And I can never say no
Your mind, you hands, your voice
The way you make me yours
Your sexy kind of swag
The best I've ever had
Nobody, nobody
No-nobody, nobody
Nobody does it like you
Nobody, nobody
No-nobody, nobody
Nobody does it like you
You got me feelin' so caught up
But I'm lovin' all the crazy things
you make me do
Nobody, nobody
No-nobody, nobody
Nobody does-
No, I can't go back to the way it was
To the way it was
No, I can't go back
No, I can't go back to the way it was
To the way it was
No, I can't go back
No, I can't go back to the way it was
To the way it was
(To the way it was)
I wanna be your bad girl
You bring out my wild side
I wanna be your bad girl
You bring out my dark side
Nobody, nobody
No-nobody, nobody
Nobody does it like you
Nobody, nobody
No-nobody, nobody
Nobody does it like you
You got me feelin' so caught up
But I'm lovin' all the crazy things
you make me do
Nobody, nobody
No-nobody, nobody
Nobody does-
No, I can't go back to the way it was
To the way it was
No, I can't go back
No, I can't go back to the way it was
To the way it was
No, I can't go back
No, I can't go back to the way it was
To the way it was
No, I can't go back
(To the way it was)
I wanna be your bad girl
You bring out my wild side
B. cantou enquanto pulava e dançava, rebolava para o loiro, que ria e mordia os lábios às vezes. Não sabia que o marido podia ser tão sensual. Às vezes, a convivência fazia com que ele não visse coisas em Blaine, coisas que eram bem claras no início do relacionamento. Um imenso desejo tomou conta de Sam, que começou a se acariciar. Mal acreditou quando viu a mão por cima do membro, ele riu mais. O solista, ao fim da música, foi se aproximando e, devagar, sentou no colo do loiro, de frente para ele, e mordeu o queixo do marido.
O bocudo gemeu. Pois ao morde-lo, B. também pressionou a bunda contra seu volume, seu pau pareceu gritar de dor de tão duro que estava. O solista apenas riu.
– Então ninguém faz como eu? – Perguntou o loiro de olhos fechados, meio que entre suspiros.
– Não, ninguém. – Disse B. em um tom provocativo e rebolando devagar no colo do loiro.
– Filho da puta! – Sam gritou e pegou B. pela cintura, jogando-a na cama em seguida.
Deitou-se por cima do solista e começou a beijá-lo, roçando bem o volume de um no do outro. Suas línguas agiam em sincronia enquanto seus paus estavam duros ao máximo, travando uma guerra sem trégua. Blaine revidava o beijo da forma que podia, mordendo os lábios fartos do loiro e puxando e sugando bem sua língua sempre que podia. Ainda assim, Sam estava no controle.
O bocudo levava todo o peso do corpo para sobre o de Blaine, o apertava e beijava, agora descia mordendo cada pedaço que podia. Deixou marcas por todo pescoço do solista, até descer mais e arrancar a sua camisa com força. Beijou seu peitoral e mordeu sua barriga, subiu de novo e mordeu o bico de cada mamilo. O peitos de Blaine estavam tão duros quanto sua ereção, o bocudo os chupou com força, sempre os puxando e fazendo o marido gemer quase que em gritos de dor e prazer. Chupou e chupou, mordeu os mamilos de B. e apertou o marido, desceu mais. Mordeu o pé da barriga do solista, que já não se mexia mais. Blaine tinha as mãos sobre a cabeça de Sam e os olhos fechados, apenas sentia o momento.
O loiro mordeu e lambeu o final da barriga dele, desceu com a boca e puxou um pedaço da cueca do marido. Levou as mãos até a calça de B. e a tirou, bem devagar, mordendo as coxas dele e puxando seus pelos com os dentes enquanto isso. Jogou a calça para trás e olhou para o rosto do solista, seus olhos permaneciam fechados e ele tinha a mão sobre o membro, acariciava-o.
Sam tirou suas roupas, pegou a cueca e jogou no rosto de Blaine, que segurou-a bem forte com uma das mãos e começou a cheira-la. O bocudo levou os lábios molhados ao volume de B. e o beijou por cima da cueca, o solista suspirou. Desceu-a bem devagar com a boca, tirou-a e cheirou, depois usou-a no pau, ficou masturbando-se com a cueca de B.
– Não acha que está na hora de usar a boca, hein? – Falou B. com um sorriso sacana. – Seu bocudo.
– Não precisa pedir duas vezes, seu viado! – Sam sorriu de volta e mordeu o lábio inferior.
O loiro levou a boca ao pau do marido, sugou a cabecinha a princípio, arrancando espasmos do membro e de todo o resto do corpo de B. Seguiu chupando, passando a língua pela cabecinha e depois todo o corpo do pau do solista, subia e descia lambendo tudo. Foi as bolas e as mordeu, puxou os pelos daquela região com os dentes também e parou um pouco nelas, engolindo as duas e brincando com a língua e elas dentro de sua boca. Voltou a cabeça do pau do solista, lá seguiu sugando mais um pouco. Sugou e chupou, fazendo sempre Blaine gemer.
B. segurava a cabeça do marido enquanto ele fazia sexo oral, sentiu que logo teria um orgasmo, então decidiu mudar um pouco a brincadeira. Bateu no ombro do loiro, pedindo para que parasse. Então sentou-se em seu colo de novo, abrindo bem o cuzinho e deixando o anelzinho, que piscava, a mostra. Começou a beijar Sam e rebolar no pau dele, esfregando-o em sua abertura. Beijava Sam quase que lambendo sua rosto. Mordia o queixo do bocudo sempre que podia e após isso voltava a chupar sua língua em um beijo mais molhado que o normal.
Sam pegou o pau e começou a bater na bunda de Blaine enquanto eles se beijavam. Arranhou as costas do marido e apertou bem sua cintura, deixando marcas. Mordia os lábios de B. e gemia entre os beijos molhados. O solista parou. Sam olhou para o rosto de Blaine, que apenas sorriu e saiu de seu colo.
O solista agarrou o pau rosado do marido e mergulhou de boca aberta nele, chupando com violência. Descia e subia, chupando ele todo e babando. Mergulhava de fato, fazendo o membro de Sam afundar em sua garganta até o fim. O loiro suspirava e segurava a cabeça de Blaine, fazendo-o descer e subir mais e mais.
– Ah! – Sam gemia com a boca quente e molhada de B. em seu cacete – Chupa essa porra, vai! Chupa com vontade, vai fundo!
E empurrava a cabeça do marido em seu membro. Segurou a cabeça de B. por um momento e começou a meter rápido, metralhando aquela boquinha quente com força, fazendo Blaine engasgar e salivar bastante, melando todo o pau do loiro. Sam pegou o cacete e começou a bater no rosto do marido, melando-o todo também. Depois enfiou de novo e ordenou que Blaine voltasse a chupar como antes, sempre mergulhando e afundando a pica de Sam em sua garganta.
Após um tempo fazendo sexo oral, o casal decidiu melhorar as coisas. Sam pegou Blaine pela cintura e o jogou para o lado, deitou-se e bateu no peito, ordenando que ele sentasse ali. Assim o moreno fez, sentou-se no peito do loiro colocando o cuzinho virado para o seu rosto. O bocudo abriu a bunda do marido devagar, olhando e observando bem aquele anelzinho vermelho e piscando. Cuspiu dentro e passou o dedo, esfregando e massageando. Mordeu uma nádega, depois outra. Beijou bem no cuzinho de B. e seguiu com a língua, passando ao redor e lambendo. Chupou e lambeu, passando a língua ao redor da abertura avermelhada de Blaine, que gemia e gemia, rebolando devagar no rosto do marido.
Sam chupou e chupou o cuzinho de B., bateu na bunda do solista deixando-a vermelho, mordeu-a e beijou. Chupou mais, amava o gosto do marido. Enfiava um dedo ou outro de vez em quando. O pequeno gemia e rebolava, urrava e pedia por mais.
– Sammy, não me maltrata mais! Ah! – Falava entre gemidos – Finaliza isso, seu bocudo desgraçado!
O loiro sorriu e foi sentando enquanto distribuía beijos no dorso no marido. Beijou bem na nuca de B. e foi fazendo-o ficar de quatro. Enquanto o polegar descia e empinava bem a bunda, o loiro mordia os lábios e salivava. Cada centímetro daquele corpo era imensuravelmente delicioso aos olhos dele, e era dele. Ele bateu na bundo de Blaine, que riu, e aproximou-se.
Devagar, começou a abrir a bunda de B. esfregar seu membro. Blaine suspirava e ele esfregava, B. pedia por mais e Sam sussurrava palavras safadas ao seu ouvido. O solista gemia e Sam continuava. Esfregou até que seu pau ficasse duro ao máximo, sua ereção parecia a maior que já havia tido em toda sua vida. O cu de Blaine estava todo melado de pré-gozo e saliva, não precisava de mais nada, estava no ponto. O bocudo segurou o cacete e apontou bem no buraquinho, depois o meteu.
Blaine empinou a bunda e deixou todo aquele membro adentrá-lo. Sentia-se invadido por um calor e prazer incontáveis, não conseguia fazer nada a não ser fechar os olhos e gemer enquanto o loiro metralhava seu cuzinho com sua pica.
– Toma! – Disse Sam enquanto metia em B., segurava seus cabelos levantando um pouco sua cabeça, e metia – Vai, toma isso! Ah!
Blaine gemia e levava no cu, Sam continuava. Meteu e meteu. Meteu de quatro até cansar. Depois colocou B. de frango assado e meteu mais, socou todo o pau no cu do marido, enfiou rápido, ia e voltava sem dar descanso ou ter pena do pequeno. Arregaçou o cu de Blaine sem dó, até que os dois não aguentavam mais, ambos tinham os corpos molhados de suor e exaustos.
Sam deitou-se por cima de B., ainda com o pau dentro dele. Beijou-o no rosto de depois na boca, ambos estavam felizes.
– Ninguém faz assim, eu posso apostar. – Disse Blaine e riu.
– Não precisa, eu acredito em você. – Falou Sam e o beijou de novo – Eu te amo.
Blaine sorriu e empurrou o loiro, foi para o lado oposto da cama, deixando o pau bem à frente do marido. Sam foi se aproximando com a boca, mas ele bateu nele, fazendo o olhar para o seu rosto. B. sinalizou que não e pegou o pau do loiro, cuspiu na mão e começou a masturba-lo rápido. Sam entendeu, fez o mesmo.
Eles ficaram assim, masturbando um ao outro por um tempo, dando algumas chupadas e mordida nas coxas às vezes, até que o primeiro gozou. Foi Sam, ele avisou que ejacularia com um espasmo. Ao perceber, B. aproximou a boca e esperou. Em alguns segundos, o loiro encheu a boca do marido de grandes jatos de porra quente e fresca. B. engoliu tudo, olhando para Sam, que se contorcia e gemia.
– Minha vez agora! – Disse Blaine.
O loiro levou a boca ao pau de B. e começou a chupa-lo. Engoliu tudo e mordiscou, chupou e chupou a cabecinha, lambendo vez ou outra. B. segurava a cabeça do marido, que continuou chupando. O pequeno segurou pelos cabelos de Sam e começou a socar a pica na boca dele. Meteu, meteu e meteu, metralhando aquela boquinha de lábios fartos e vermelhos. Socou até que conseguisse gozar, enchendo a boca enorme do loiro de porra. Sam fez o mesmo, engoliu o resultado daquela noite de sexo com o marido.
Blaine voltou ao outro lado da cama, puxou as cobertas e enrolou-se, abraçando Sam bem forte, nu mesmo. Eles se aconchegaram nos braços um do outro e dormiram.
Logo, Sam enfrentaria seus demônios. Naquela noite, havia esquecido de tudo, mas o amanhã traria a ele de novo todas as velhas preocupações.
Amanheceu, Santana e Dani já haviam se levantado. A latina não havia acordado bem, tinha cara de poucos amigos. A outra, por sua vez, estava um pouco mais disposta. Resolveria alguns problemas dos negócios da família e deixaria alguém de confiança cuidado de tudo. Depois, Santie e Dani partiriam, retomariam seus planos de onde pararam e construiriam uma família.
Pelo menos, era o que Dani tinha em mente. A morena parecia estar com a cabeça em outro lugar e, talvez, ter outros planos.
– Algum problema? – Perguntou Dani, a mesa. – Você parece estar longe, Santana. Em que pensa?
– Não se preocupe, eu estou bem. – Disse com um sorriso meio forçado – Eu só tenho um pouco de dor de cabeça. – Levantou-se – Não estou com muita fome, desculpe-me. – E saiu.
Dani foi atrás.
– É ela, não é? Você pode dizer que não, mas sei que a Brittany mexeu com você.
A latina suspirou, carregava um semblante triste.
– Você não consegue negar. Eu sabia. – Dani estava triste, ainda tinha esperanças de uma resposta mais animadora da parte de Santana.
Um silêncio pairou no recinto.
– Você quer uma resposta, eu darei. – Falou Santie após um tempo — Ela mexeu comigo, mas não da forma como pensa. – Respondeu.
– Então de que forma?! – Dani levou a mão a cabeça, não entedia nada.
– É só que... – A campainha tocou. Ambas olharam para a porta. – Depois continuamos, pode ser?
– Claro. – Dani falou e saiu, foi abrir a porta.
Ao abrir, a mulher soltou um enorme grunhido de insatisfação. – Não pode ser – Pensou.
Ela tinha que manter a compostura, não exprimiu nenhuma reação negativa.
– Pois não, o que deseja? – Perguntou forçando simpatia.
– Falar com ela. – Disse Brit, apontando para Santie.
– O que faz aqui?! – Santana soou furiosa.
– Bem, eu vou deixar as duas a sós. – Disse Dani, saindo da sala. Ela estava muito chateada.
– Não, Dani! Espera! – Santana foi atrás, mas sentiu um braço segurando-a.
– Fique, por favor. Precisamos conversar. – Pediu a loira, segurando-a.
Santana soltou-se, movendo o braço bruscamente.
– Eu não tenho nada a falar com você. – Falou cheia de fúria.
– Mas eu tenho coisas a te dizer. – Retrucou Brittany, que sentia uma enorme dor no coração a cada palavra rude que Santie soltava contra ela. – Você pensa que é fácil para mim? Vir aqui, humilhar-me por alguém que não me quer? Que me trocou no passado. – Indagou com lágrimas nos olhos — A pessoa que eu mais amei e por quem eu... – Ela parou, sentiu-se mal antes mesmo de falar aquilo.
– Por quem você matou? Era isso que ia falar. – Santana soltou um sorriso sarcástico. – Não sou culpada disso. Esse peso é só seu, para carregar pelo resto da vida.
– Eu sei. – Disse a loira cabisbaixa – E por mais que eu peça desculpas ou me martirize, ela não vai voltar. Só que me arrependo, Santana. E estou aqui para pedir o seu perdão.
Santana riu, quis tripudiar daquilo e fazer uma piada, mas olhou para a loira. O rosto de Brit carregava muita tristeza. Embora só quatorze anos tivessem se passado, ela parecia ter envelhecido muito mais. Não conseguiu ter raiva dela naquele momento, apenas dó.
– Eu te perdoo. – Disse ela. Brit levantou o rosto, exprimia um sorriso comportado. – Mas não esqueço, nem nunca esquecerei. – Falou secamente, a loira reassumiu toda a tristeza – Você já foi julgada e condenada pelo que fez. Não cabe a mim ficar mais remoendo tal assunto.
– Obrigada. – Disse Brit.
– Se era só isso, já pode ir. Mas antes, um aviso.
Brittany a olhou com atenção, temeu pelo que ela fosse falar. Não conseguiria mais ouvir palavras rudes da mulher que amava.
– Não chegue perto da Dani. – Falou ela cheia de fúria de novo – Se eu sentir, ou ao menos sonhar, que você pensa em fazer algum mal a ela, Brittany, pode ter certeza de que ninguém vai me segurar. – Disse olhando bem para a loira. – E você não vai viver para ser presa pelo seu crime de novo. – Disse e saiu.
Aquilo doeu. Brittany caiu sentada no sofá da sala, sem conseguir respirar direito. Puxava o ar e segurava o peito, parecia passar mal. Santana havia ameaçado a vida dela.
– Tome, vai te ajudar. – Disse Dani ao entregar um copo com água e açúcar a loira.
Ela o pegou e segurou por um momento, parecia não querer beber.
– Não se preocupe, não tem veneno. – Falou a dona da casa.
– Obrigada. – Brit começou a beber – Você ouviu tudo?
– Sim.
– Ela me odeia. – Disse a loira, ainda bebendo.
– Não.
Brittany a olhou, sem entender.
– O que quer dizer? – Perguntou a mulher.
– Que eu conheço bem a Santana. Ela não te odeia e nesse exato momento está lutando com seu senso de justiça, que é enorme, e se culpando pelas palavras rudes que disse a você. Ela quer fazer todos acreditarem que a odeia, mas isso não é verdade. – Dani era fria, falava sem olhar no rosto da loira.
O coração da loira acelerou-se de novo, suas esperanças haviam voltado com aquelas palavras.
– Eu fui bem franca com você e exijo de você o mesmo agora. – Disse Dani.
– Pois não, o que quer saber?
– O que você quer?
– Não está bem claro? – Brittany levantou-se e depositou o copo em uma mesinha que havia a frente – Pela sua reação, pensei que já soubesse desde a hora que cheguei.
Dani tremeu, seus maiores temores eram reais. Ela estava sem chão, sem mundo, completamente apavorada.
– Não se preocupe, eu sou outra. Não tentarei nada contra você. Dessa vez, jogarei limpo e vou ganhar. – Falou a loira sorrindo. Em seguida, foi caminhando a porta.
– O que te faz ter certeza que já ganhou? – Perguntou Dani, cheia de medos.
Brit riu.
– Simples. – Ela voltou-se para a mulher de cabelos tingidos – Tudo que eu represento para a Santie. O relacionamento de vocês não é a sombra do que o nosso foi. Eu e ela éramos as maiores vadias da escola, transamos com vários caras e pegamos algumas garotas. Mas amor, eu só fazia com ela e ela comigo. – Disse sorrindo e lembrando daqueles tempos – Eu fui a primeira mulher dela e ela minha primeira. Nos amamos da forma mais linda e pura que pode existir e enfrentamos tudo pelo nosso amor. Em um pouco mais de três anos, vivemos uma história mais intensa do que vocês duas nesses últimos doze. E é isso que mostrarei a ela. – Ela aproximou-se mais – Por mais que tentem, Dani e Santana nunca serão Brittany e Santana. – Falou sorrindo – E você pode estar com ela, agora. Contudo, ainda assim, eu sempre estarei dois passos a sua frente – Sorriu e saiu, foi cantando.
You're copycat, get back
I'm always on your mind
Take a photograph like that
Always ahead of my time
I'll give you a heart attack, bumbaclat
Where is my royalty?
You're a pretty girl, I'll give ya that
Stealing my recipe
Here we go again
In your fantasy
You can try it all
But you can't be me
You can walk the walk
Even talk the talk
But you'll always be
Two steps behind me
In my shadow
Two steps behind me
Out of ammo, you're never gonna be
On my level
Two steps behind me
In my shadow
You just wanna be me
Like a sister all messed up
Who's gonna help you out?
It's a ugly look, princess
What are you all about?
Did you study way hard enough?
Trying to be a bust?
Yeah that's cool and all now get in line
Tickets are gonna cost
Here we go again
In your fantasy
You can try it all
But you can't be me
You can walk the walk
Even talk the talk
But you'll always be
Two steps behind me
In my shadow
Two steps behind me
Out of ammo, you're never gonna be
On my level
Two steps behind me
In my shadow
You just wanna be me
Never gonna be me
Just wanna be me
Just wanna be me
Never gonna be me
Just wanna be me
Here we go again
In your fantasy
You can try it all
But you can't be me
You can walk the walk
Even talk the talk
But you'll always be
Two steps behind me
In my shadow
Two steps behind me
Out of ammo, you're never gonna be
On my level
Two steps behind me
In my shadow
You just wanna be me
Never gonna be me
Just wanna be me
Just wanna be me
Never gonna be me
Just wanna be me
Just wanna be me
Da janela da sala, Dani observou-a saindo e cantando pelo seu jardim. Chorou de medo, com o coração cheio de temores, sentimentos ruins e uma única certeza: Brittany tinha razão
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