Fighting For Our Love
13 Capítulo 13 - Final – Part: 2
Notas iniciais
XXXX Capítulo 13 — Final – Part: 2 XXXX
Não se pode negar que o tratamento de Lucca foi fácil mais no final a recuperação estava completa, e perfeitamente, bem sucedida. Em compensação as investidas de Danny continuaram e se tornaram cada vez mais consideráveis.
Na visão de Arizona, completamente insanas que seriam puníeis com ‘uma tijolada na cara’ ou algo do tipo. Quanto a Calliope, o que lhe coube fazer foi conversar com Danny que aquilo era completamente inapropriado, pois, ela era uma mulher bem casada e a resposta de Danny foi que aquilo não havia sido problema para Arizona e não seria para ela. Danny havia dito a uma enfermeira do hospital, e em minutos a conversa rodou cada corredor, que Arizona não tinha capacidade de segurar uma mulher igual à Callie e que adoraria ter a sua chance com a latina.
XXXX Arizona XXXX
Eram duas da tarde quando Callie entrou na minha sala, com os exames de Lucca para eu observar e dar meu parecer, pois, ela queria liberá-lo. Li os exames e disse que a alta poderia ser assinada. Ela me chamou para ir com ela avisar o garoto que ela já poderia ir embora, mesmo tendo a inconveniente da Danny como mãe ele era um amor de garoto, e tanto eu quanto Calliope havíamos nos apegado a ele.
Antes de ir para o apartamento de Lucca para avisar que ele receberia alta eu me preparava mentalmente para ver os olhares e sorrisinhos que Danny para minha mulher, Callie percebeu e já tinha conversado comigo e até mesmo com Danny, então, ela carinhosamente segurou a minha mão me oferecendo apoio.
Nos não estávamos mal mais àquela situação com Danny começou a me deixar muito nervosa até mesmo a terapeuta havia notado o quanto o ciúme em relação a Danny começará a me deixar desconfortável. Para uma pessoa que estava reestruturando sua alto-imagem ter alguém derretendo-se para sua mulher era um ponto de instabilidade. Ainda mais que todos que conheciam a brasileira ficavam completamente encantados com sua beleza, talento e pela sua maneira exótica. Aquilo havia me afetado de uma maneira que as coisas entre eu e Callie esfriaram. Conversávamos e conversávamos tentando resolver as coisas mais mesmo assim as coisas continuavam mornas. Sexo. Conversas. Trabalhos. Tudo estava dessa maneira.
“Você está bem, Ari?!” Callie falava enquanto caminhávamos pelos corredores.
“Um pouco de dor de cabeça mais não é nada demais. Daqui um pouco vou tomar um analgésico. Também vou descansar um pouco em qualquer repouso. Meu plantão está uma bagunça e dei folga pro Karev viajar com a Jo, então, estou sem um atendente e uma residente. Tem quatro cirurgias marcadas e a ped’s está lotada. Sem contar que hoje tem campeonato de MotoCross infantil. Quem em santa consciência deixa crianças de menos de onze anos pilotar uma moto ainda mais correr em uma pista com rampas enormes...” Callie sorriu ao perceber o quanto eu estava divagando, eu estava muito nervosa, e ela sabia que a proximidade com Danny me deixava ainda mais nervosa. “...Calliope, você esta me ouvindo?!”
“Você é linda demais, sabia?!” O elogio me pegou desprevenida e me fez sorrir com um olhar cheio de ternura e um pouco envergonhado. Pois, não estava muito bem nos últimos dias.
Sem realmente perceber a total grandiosidade de seus atos e o quanto isso me ajudava, simplesmente segurei o braço de Calliope depois subi minha mão para aqueles cabelos negros e puxei-a para um beijo. Primeiro lento e calmo mais em segundos se tornará apaixonado demais para os corredores do hospital ainda mais que sem perceber Callie empurrou-me contra a parede. Em um sincronismo perfeito nossos lábios se moviam perfeitamente em uma dança de desejo. Com a mão na nuca Callie conduzia o beijo e fazia sentir seu desejo por mim ainda mais deseja. Até que elas fôramos interrompidas por Cristina:
“Vocês duas poderiam arrumar um quarto, por favor?!” A cardio-cirurgiã estava encostada no posto medico da pediatria e tinha os olhos voltados para o tablet. “Acho que sendo do conselho dirigente deste hospital vocês devem se comportar mais no local de trabalho ou esqueceram das políticas deste hospital.”
“Como se nos fossemos as primeiras ou as ultimas a aproveitarem, heim, Cristina?!” Callie disse afastando-se um pouco de mim mais ainda mantinha-se abraçada comigo. “Você bem que conhece várias das salas de descanso deste hospital.” A latina disse implicando ainda mais com Cristina.
“Callie, não se esqueça da época que ela tinha marcas de queimaduras das grades dos dutos de ventilação na bunda!” Lembrei Callie enquanto Yang fazia careta pelo meu comentário depois ela fui direto para o canto do balcão pegar um tablet para verificar o prontuário de Lucca.
Yang deixou o tablet no balcão e aproximou-se de Callie para perguntar sussurrando mais mesmo assim pude ouvir: “O que deu em vocês?! Aquilo foi... Wow! Digamos foi... wow!” Ela falava fazendo uma explosão com as mãos.
“Eu não sei mais eu adorei!” Callie disse com uma expressão surpresa “Mais seja lá o que for que deu na linda e loira cabecinha da minha esposa eu realmente espero que isso volte a acontecer!”
No mesmo instante o paiger de nos três tocaram é era uma chamada de emergência, tínhamos que correr, pois, múltiplos traumas vinham chegando e todos os outros médicos encontraram-se na entrada do pronto socorro. Então com um flash o dia correu. Por coincidência eu e Calliope trabalhamos em conjunto o dia todo e lutamos muito para salvando vidas. Sem perceber elas não havia dado tempo de dar a alta de Lucca, e pelas políticas do hospital somente poderia ser feito isso pela manhã do dia seguinte.
Eu estava muito feliz o dia inteiro, então, resolvi que aquela noite seria o momento certo para recolocar seu casamento nos trilhos, e fazer aquilo em grande estilo com uma surpresa para minha esposa, provando para mim mesma que ela era uma nova mulher tão ou melhor do que a de antes.
Esquematizei tudo em minutos fiz reservas em um hotel que tinha uma vista maravilhosa de Seattle, procurei na internet qual seria a melhor casa de show com música ao vivo para dançar, procurei um serviço de aluguei carros especializados, mandei um interno buscar um vestido escolhido a dedo em nosso apartamento e faltava somente a babá para Sofia. Liguei para todas as babás mais não conseguiu nenhuma. Estava ficando louca, pois, tinha apenas mais uns poucos minutos antes de Callie terminar de resolver uns últimos acertos do seu projeto com Derek.
Neste exato momento o clã McDreammy e Cristina vinham no corredor aquilo era providencial, haja vista, que Meredith estava devendo uma noite de babá para e eu iria cobrar agora.
“Mer, eu preciso de ajuda?!” Meredith que tinha o pequeno Beiley nos braços olhou com aquela cara de quem já estava cansada demais para dar mais alguma consulta “Preciso que você fique com a Sofia hoje... eu quero, é na verdade, eu preciso de uma noite a sós com minha esposa.” Eu falava ainda corando um pouco por falar aquilo com as duas mulheres que considerava amigas mais mesmo assim não tinha este tipo de assunto como pauta de conversas costumeiras.
“Ela precisa mesmo!” Cristina que segurava a mão de Zola falou ralhando mais uma vez comigo “Elas passaram o dia se agarrando nos corredores do hospital”
“Eu soube.” Meredith falou descontraída.
“Você pode? Meredith?” Ela estava ansiosa.
“Claro que posso Arizona. Além do mais Sofia é uma criança ótima e Zola adora estar com ela.” Abracei-a instantaneamente assustando Meredith e fazendo Cristina ter uma crise de risos.
“Ela realmente precisa de uma noite sozinha com a Torres.” Aquele comentário me fez ficar ainda mais vermelha na hora “Hey, loira fica tranqüila eu vou para casa da Mer e ajudo a cuidar da Sofia saio de lá quando ela dormir. Ok?!” Sorriu e abracei a asiática mesmo sabendo que ela não gostava de abraços. “Bem vamos voltar para a creche e pegar minha afilhada, pois, as mães dela vão farriar muito nesta noite. Não é Zola?!” Cristina falava falando com a criança que apenas balançou a cabeça em afirmativo mesmo sem saber o que lhe era perguntado. Todas ríramos.
Depois de me aprontar mandei uma mensagem para Callie:
“Vai demorar muito? – A”.
“Não já estou saindo do meu consultório. Vc já pegou a Sofia?! – C”
“Já resolvi isso e só estou a sua espera aqui portaria do hospital. Vem logo – A”.
Eu tinha colocado no armário do vestiário de Callie uma troca de roupa (um vestido preto simples de alças largas e um decote vantajoso, que cobria até um palmo dos joelhos, também coloquei um par de sapatos de salto pretos que ela adorava), sua inseparável jaqueta de couro e um bilhete: “Tome um banho, vista-se e me encontre na portaria. E, por favor seja rápida. Eu te amo. –A”. Sobre a mesinha do banheiro do vestiário deixei a valise de maquiagem de Calliope e dentro mais um bilhete: “Não que você precise mais sei que você adora maquiagem. Fique ainda mais linda. Quero deixar todos com inveja. – A”.
XXXX Callie XXXX
Estava com Derek na sala dele e conversamos sobre a próxima fase do nosso projeto quando chegou uma mensagem da Arizona perguntando se eu iria demorar, eu a respondi que não e perguntei quem iria buscar a Sofia, ela me disse que já tinha resolvido e que me esperava na portaria do hospital. Eu estranhei, pois, com o dia que tivemos hoje e com tudo que ela tinha para resolver na ped’s eu achava que ela demoraria a chegar em casa. Mais por bem ela tinha resolvido tudo.
Segui para o vestiário e me assustei quando encontrei no meu armário um vestido meu junto com outras coisas minha mais nada do que eu havia deixado lá pela manhã. Então encontrei um bilhete de Arizona, só consegui entender depois de ler umas três vezes, ela estava planejando algo. Me fazendo uma surpresa. Fiquei por alguns segundos tentando imaginar o que ela tinha armado. Mais vindo de Arizona tudo era possível.
Resolvi fazer o que o bilhete me dizia, tomei um banho e quando vi na mesinha do vestiário lá estava minha valise de maquiagem, sorri por ver que Arizona tinha pensado em tudo. Quando abri fiquei sorrindo com cara de boa mais um bilhete de Arizona dizendo pra eu ficar mais linda e que queria deixar ‘todos com inveja’, eu não poderia imaginar o que minha esposa tinha planejado para aquela noite, ainda assim obedeci o outro bilhete.
Depois de pronta me endireitei olhando no espelho e sorri, peguei minha jaqueta fiel de guerra, e sai para encontrar minha amada.
Desci as escadas e encontrei uma Arizona que era só sorriso a me ver. Ela estava linda com uma calça jeans azul escura e escarpim pretos de saltos médios, uma camisa de botão branca e uma jaqueta de couro azul, era uma roupa simples mais Arizona estava brilhando em felicidade além de é claro ela ser linda de qualquer jeito.
“Oi!” Ela falou de uma maneira encantadora. “Você está linda de perder o fôlego, Calliope.” E, segurou a minha mão.
“Você está linda, também Meu Amor!” Ela me puxou para um beijo rápido. “Ari, o que você está aprontando?”
“Nada demais apenas uma noite maravilhosa para nos duas.” Ela passou a mão em meu rosto “Vamos?!”
“Vamos!” Respondi ansiosa.
Saímos conversando e eu perguntava por Sofia para Arizona quando na portaria encontramos Danny, eu gelei na hora, fiquei com medo dela acabar deixando Arizona chateada.
“Nossa! Onde vai assim incrivelmente linda, Callie?!” Danny disse ao se aproximar de nos duas.
Arizona virou-se para mim e balanço a cabeça:
“Na verdade a Doutora Torres não sabe, Danny! Ela esta sendo raptada hoje a noite.” Sorri ao perceber a descontração de Arizona.
“Mais estou sendo raptada por minha vontade própria devo dizer” Falei fazendo Arizona sorrir cinicamente ao ver a expressão de Danny. “Mais realmente nem imagino para onde vou!”
“Espero que tenha contratado seguranças ou leve-a para um deserto Doutora Robbins, pois, deste jeito vão ter milhares atrás dela hoje.” Eu tive vontade de bater nela, pois, ela falava aqui para tentar chatear Arizona.
“Sempre existem milhares atrás da minha esposa, Danny! Mais nenhum deles ou delas conseguiu uma brecha se quer em todos os anos que estamos juntas. Olha que andei sendo bem descuidada mais fica tranqüila que minha mulher esta sendo muito bem tratada. E, ninguém vai conseguir chegar perto dela e até se alguém chegar sou muito capaz de enxotar quem quer que seja de perto dela. Mais mesmo assim obrigada pela preocupação com meu casamento. E até mais.” Eu apenas balancei a cabeça e segui de mãos dadas com Arizona sem nem olhar para trás depois de darmos alguns passos Arizona virou e chamou Danny “Danny! Amanhã pela manhã passarei para dar alta pro Lucca, avisei para ele e a acompanhante que estava com ele hoje, o rapazinho ficou muito feliz. Então pode preparar suas coisas para ir.” Danny tinha uma expressão de desgosto e Arizona não deixou passar em branco “Fique feliz Danny, seu filho está curado!” Ela virou-se e me puxou com ela.
Eu não tinha palavras, naquele momento de pura preocupação e em segundos passei para espanto com as ações de Arizona, ela realmente parecia estar segura de si, como se tivesse em um dia construído uma nova força.
Mais adiante paramos em frente a uma coisa que me deixou maravilhada, eu realmente não acreditei que Arizona tivesse feito isso tudo por mim, ela sorriu ao me ver minha cara de espanto quando ela se escorou em um Jaguar conversível vermelho e tirou a chave do bolso.
“Gostou?! Por hoje é seu... quem sabe se gostarmos compramos um!” Eu ainda estava surpresa demais para formar uma palavra. “Heim, Calliope quer dirigir?!”
Eu apenas a abracei e beijei-a animadamente segurando o seu rosto com as duas mãos, ela sorriu depois colocou as mãos na minha cintura e me puxou para aprofundar mais o beijo, e assim ficamos por alguns minutos até sentirmos a necessidade de ar.
“Eu te amo!” Falei sentindo a maior felicidade do mundo, pois, minha esposa estava ali linda, espontaneamente sedutora e para minha maior felicidade ela estava segura de si mesma, forte e feliz “Você é a mulher mais incrível que eu já conheci!”.
Arizona sorriu com um ar encantadoramente travesso: “Você ainda não viu nada?!” Ela me beijou rapidamente deu a volta no carro abriu a porta e balançou a chave “Dirige Meu Amor.”
“É claro!” Peguei a chave e sentei no carro dando a partida enquanto Arizona sentava no banco do passageiro “Para onde vamos?!” Perguntei curiosa.
“Eu gostaria de dirigir mais neste carro não posso, pois, ele não está adaptado mais se comprarmos um eu quero dá um jeito de dirigir.” Ela falava tranqüila parecia até mesma divertida e não preocupada com a sua debilidade “Wow... quem sabe compramos aquela moto que você tanto queria e eu fiquei com medo, mas, eu acho que poderia curtir a moto. O que você acha?” Eu ainda estava com o carro parado olhando para ela.
“Arizona... você...” Eu não agüentei olhá-la sem beijar aqueles lábios, ela gemeu baixinho e com a voracidade do meu beijo, meus lábios sentiam o toque dos dela, sentiam o gosto adocicado do batom de Arizona, uma das minhas mãos que haviam prendido o seu rosto desceu para a sua cintura e sem perceber comecei a puxá-la mais ela me conteve.
“Temos a noite toda para curtir ainda!” Ela me beijou depois me olhou nos olhos “Então vamos!”
Eu apenas vi Arizona dar uma olhada para entrada do hospital antes de sairmos, acenou e gargalhou. Ela me deu as instruções e depois de alguns minutos chegamos ao local, na frente havia vários grupos de pessoas, em sua maioria jovens se divertindo e todos nos olharam quando chegamos. Duas mulheres bonitas em um Jaguar. Viramos alvo de olhares de desejo e cobiça imediatamente. Entregamos o carro para o valete e seguimos para a entrada da casa de shows. Arizona nos levou direto para a portaria ignorando a fila de pessoas que esperavam para entrar ela chamou um segurança moreno e enorme de canto, conversou por alguns segundos e os dois olharam para mim sorrindo depois ela que tinha a mão direita no bolso da jaqueta apertou a mão do homem. Ela voltou para tomar minha mão enquanto o homem abria a corda de contenção das pessoas, houveram protestos de quem estava na fila mais o homem mandou todos calarem a boca, e quando estávamos entrando ele falou:
“Aproveitem a noite. E, Arizona não se afaste desta deusa latina nem por um segundo.” Ele disse expressando um sorriso.
“Pode deixar que não saio do lado dela nem por nada! Valeu, Jon.” Eu acenei para ele. “Cara legal... ele vai colocar o carro na garagem dos funcionários e nos colocou para dentro rapidinho.” Ela falava enquanto me guiava para dentro do club.
Como aquele lugar era bonito, havia um espaço aberto no meio com algumas mesas no lado esquerdo e no lado direito um bar que corria praticamente o salão inteiro, na frente havia um palco não muito grande. A decoração haviam várias fotos de cantores e personalidades, uma parede que um dia foi branca completamente riscada por cada pessoa que passará ali escrevera seu nome e alguma mensagem, o local era bem arrumado e não estava abarrotado de gente como imaginei que estaria mais mesmo assim muitas pessoas dançavam ao som de uma musica eletrônica.
Seguimos direto para o bar e Arizona se aproximou do meu ouvido para perguntar qual bebida eu queria, então, eu aproveitei para lhe roubar um beijo: “O que vai querer beber? Cerveja? Margaritas ou Tequila?” Foi minha vez de me aproximar do ouvido de Arizona e mordi o lóbulo da orelha dela antes de responder.
“Uma tequila e um cerveja!”
“Ok... Só um instante!” Ela virou-se para a bargirl e fez o nosso pedido, não pude deixar de observar que a garota um pouco baixinha mais incrivelmente bonita olhou com desejo para minha esposa depois descaradamente sorriu para mim e piscou “Vamos pegar uma mesa que a garota vai lá deixar!”
Assim que as bebidas chegaram, eu tomei a dose em um gole depois dei um gole na cerveja Arizona me acompanhou, ela sorriu e me chamou para dançar. O que fizemos por horas chamando muito atenção, pois, minha esposa fazia dançava enlaçando minha cintura por trás, virava-me para roubar um beijo. Ela estava adorando a atenção. Sempre mandavam bebidas para nos duas, que aceitávamos de bom grado e bebíamos nos divertindo, algumas meninas e rapazes mais atrevidos às vezes tentavam aproximação e quando isso acontecia Arizona fazia questão de espantá-los da melhor maneira possível. Me dando um beijo apaixonadamente. Já passava das duas da manhã e tanto eu quanto Arizona queríamos um lugar mais discreto, pois, os beijos e caricias que trocávamos já estavam quentes demais. Ainda mais quando minha loirinha apertou minha bunda me puxou para o encontro do seu corpo.
“Meninas, acho melhor vocês procurarem um lugar mais próprio para isso. Aqui não é uma boate de sexo ao vivo. Não que eu esteja reclamando pelo contrario eu adoraria estar junto das duas. Mais...” A garçonete baixinha colocou um papel no bolso da minha esposa “Se quiserem me liguem!” Saiu e deixou mais duas margaritas na mesa.
“Amor, fomos convidadas para um ménage!” Arizona riu com o papel na mão e meu olhar faiscou, virei e sai andando “Amor...” Arizona gritou.
Encontrei a pequena garçonete no bar não pestanejei, cutuquei-a com dois dedos quando ela me olhou desferi uma tapa em seu rosto.
“Não mecha com a MINHA MULHER!” Apenas senti Arizona me puxando pelo braço até a portaria da boate. Ela entregou o dinheiro do nosso consumo para o segurança Jon. E seguimos para o estacionamento onde estava o nosso carro alugado.
“Calliope...” Ela falava rindo enquanto me puxava para perto do carro “O que deu em você?” Ela me falou jogando-me contra o carro.
“Você é minha!” Falei com todo o meu ciúme explodindo.
“Eu sou sua... e de mais ninguém!” A beijei subindo o meu vestido “Mais nem por isso era necessário bater na garota!” Agarrei os cabelos loiros de Arizona e a fiz olhar diretamente para mim.
“Ninguém se aproximará de você, entendeu!”
“A única pessoa que quero perto de mim é você!” Ela encostou a mão no meu sexo. “Mais uma coisa... você também é minha e da próxima vez que qualquer ‘zinha’ aproximar de você eu terei direito de fazer o mesmo.” Nos beijamos “Agora vamos embora, pois, nossa noite não acabou enquanto você não estiver sem esse vestido e gritando meu nome!”
Arizona mordeu minha orelha e apertou minha bunda. Depois entramos no carro e segui as coordenadas da minha linda e gostosa esposa. Chegamos ao um lindo hotelzinho a quarenta minutos de Seattle. Entramos e chegamos à suíte. Um lugar maravilhoso em que viveríamos uma noite perfeita de amor e redenção.
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