Fighting For Our Love

14 Capítulo 14 - Final - Part: 3


Notas iniciais
Esse é o final da fic, mas não é o final realmente, pois, vai ter epilogo de duas partes que já postarei a primeira em seguida e a segunda semana que vem. Sei que provavelmente decepcionei muita gente por causa da demora, atrasos e muitas podem acreditar que foi falta de compromisso e até mesmo desrespeito. Mas, peço um milhão de desculpas. Meu coração estava pequeno em preocupação com vocês mais eu não poderia postar um capítulo que eu realmente não acreditava ou que não era o que tinha em mente para minha história. MUITO OBRIGADA POR ME ACOMPANHARAM TODO ESSE TEMPO

XXXX Capítulo 14 — Final Part. 3 XXXX

XXXX ARIZONA XXXX

Estava quase amanhecendo quando entramos no hotelzinho e em minutos entramos no quarto aos beijos e não agüentei muito tempo. Empurrei Calliope contra a parede queria tê-la ali mesmo, pois, minha ânsia de satisfazer-me com ela era demais. Uma mão minha segurava seus cabelos e a outra brincava entre as pernas dela. Ela colocou uma perna sobre uma mesinha de canto facilitando meus toques em seu sexo. Eu a beijava provando cada centímetro de seus lábios, ela gemia e rebola, e tudo era apenas nos. Tudo que havia se passado conosco nos últimos anos sumiu da minha cabaça, eu apenas sentia o meu amor por Calliope, meu coração pareceu voltar a bater.

Senti Calliope abraçar-se em mim, ela já começara a ter os primeiros espasmos que anunciavam o gozo, abri meus olhos e encontrei os dela. Sua boca entre aberta e os olhos turvos de prazer. Mordi o lábio inferior dela enquanto sentia ela amolecer. Voltei a beijá-la. Eu não pretendia parar.

– Arizona – A arrastar para perto da cama. Pude ouvir a gargalhada que não ouvia a tempos – Você realmente está...

– Completamente apaixonada por você! Ela riu outra vez e me deu um selinho – O que eu não deixei de ser nem por um segundo desde que eu te conheci. Eu te Amo, Callie.

Ela me abraçou colocou a cabeça em meu ombro e respirou fundo:

– Tive muito medo de você ter parado de me amar ou que nunca tivesse realmente me amado. Assim, como eu amo você. Não posso negar que durante todo esse tempo eu quis deixar de amar você mais não consegui.

– Ainda bem, pois, se eu tivesse te perdido eu... – minha voz embargou.

– Você não perdeu! E, nem nunca perderá. Nem um maldito acidente de avião separou a gente.

Eu sentei-me na cama, tirei minha blusa e fiquei olhando Calliope profundamente por alguns segundos. Sabia que ela estava nervosa. Com certeza estava pensando se deveria sair dali para eu tirar a prótese. Sorri.

Love, você me ajudar a tirar a prótese antes de irmos pra cama.

Callie tirou os sapatos, e jogou o vestido longe, ajoelhou-se na minha frente e tirou meus sapatos enquanto eu abria o zíper da calça e começava a tirá-la. Ela aproximou-se de mim, me beijou, e continuou a tirar minha calça. A sensualidade de Callie, em cada movimento, jogada de cabelo ou forma de me tocar me excitavam mais do que qualquer uma já tive em minha vida. O sexo com ela era espetacular ainda mais porque eu sabia que minha vida era dela. Suas mãos correram até o encaixe da prótese ela soltou, vagarosamente e a colocou no chão depois ainda ajoelhada mesmo voltou a me beijar. Sentir Callie junto a mim era enlouquecedor. Ela deslizava as mãos nas minhas costas arranhando levemente enquanto devorava meus lábios.

Ela abriu o feixo do meu sutiã e abocanhou um deles me arrancando gemidos, Callie me dominava por inteira, eu apenas gemia e segurava seus cabelos. Eu já estava completamente excitada quando Calliope me empurrou na cama e subiu ficando em cima de mim, ela colocou-se novamente em sua posição dominadora, me mordendo e deixando marcas por onde passava, uma de suas mãos passou pousou no meu sexo que já latejava de desejo, me movimentei para prolongar o toque dela em sexo mesmo por cima do tecido fino da minha calcinha.

Os dedos de Callie escorregavam por todo o meu sexo que desmanchava-se em prazer, meus gemidos eram sonoros e preenchiam todo o ambiente, Callie ainda mantinha-se ocupada beijando meu pescoço, e por alguns momentos voltava a minha boaca.

Eu ainda precisava sentir mais Calliope, então, coloquei uma das mãos novamente entre as pernas dela e passei a massagear o clitóris dela em movimentos circulares que acompanhavam em sincronismo os rebolados da minha quente latina. Ela afastou o tecido que ainda cobriu-me e afundou-se no meu sexo:

– Calliope! Gritei o nome dela.

Senti um espasmo percorrer meu corpo enquanto Callie rebolava enlouquecida. As estocadas cada vez mais rápidas de Callie me fizerem sentir a plenitude do orgasmo minutos depois junto com ela, que desabou em cima de mim, tentávamos nos acalmar. Mais o sentimento de calma durou poucos minutos, pois, o nosso desejo parecia não ter fim e voltamos a nos amar novamente por mais algumas horas.

O dia já estava claro quando finalmente resolvemos parar com a maratona de sexo, haja vista, tínhamos que voltar a Seattle antes do almoço. Por Callie ter uma cirurgia durante a tarde e eu tinha uma reunião com alguns possíveis financiadores para a ampliação do projeto do Karev para outros hospitais dos Estados Unidos. Decidimos por almoçar no hotel. Caminhamos pelo local, que era mais bonitos que nas fotos que eu havia visto na internet, simples e bem organizado.

– Aqui é bem bonito. Como encontrou esse lugar? Callie me perguntou enquanto andávamos de mãos dadas pela área externa do hotel, que tinha um grande campo e um jardim enorme, flores de todos os tipos e cores, e ao fundo havia um lago e algumas mesas de madeira com cobertura.

– Eu sei que gosta de natureza e perguntei a Beiley se nas andanças dela atrás do local para o casamento ela não sabia de hotel não muito longe e que fosse bonito e simples. Ela me indicou o site e fiz as reservas. Sabia que você iria gostar de acordar aqui — Dei um beijo nela.

– Sofia iria adorar aqui! Eu sabia que Callie já estava morrendo de saudades da filha, pois, igual a ela eu também estava.

– Podemos trazê-la no final de semana que vem já que não temos plantão.

Estávamos sentadas em um banco olhando para o lago.

– Isso seria ótimo, Amor. Além do mais faz muito tempo que não te vejo de biquíni -Callie falou sorrindo.

– Eu adoro quando você usa aquele biquíni vermelho. Na verdade eu adoro quando você não está usando nada — Ela gargalhou alto.

– Senhoras? Uma moça de uns dezessete anos nos chamou.

– Sim? Eu falei.

– Minha mãe manda avisar que o almoço já está servido.

– Obrigada...

– Jessica! Ela falou – Mais todo mundo me chama de Jess.

– Obrigada, Jes – Dessa vez quem falou foi Callie – Nos já estamos indo — A menina era loira igual a mim, tinha olhos azuis e um sorriso enorme. Ela saiu de lá rapidamente e foi para dentro do hotel correndo — Acho que você deveria ser assim na adolescência.

– Engraçado, eu era um pouco parecida sim! Mais estão faltando nela alguns atributos que eu tinha. A camisa de banda e o jeans rasgado – Nos duas rimos e seguimos de volta ao hotel.

Como era um lugar familiar todos iríamos comer em duas grandes mesas que estavam postas em um salão aberto. Haviam mesas separadas mais eu e Callie optamos por comer com a família dos donos do hotel, que insistiram de nos ter perto deles, nos já estamos comendo quando percebi no rosto de Jess se encher de alegria, a menina se levantou e correu para receber alguém. Uma outra garota que acabará de chegar. Elas conversaram um pouco e vieram até a mesa.

– Bom dia! A outra menina nos cumprimento – Oi Senhor e Senhora, Cawp’s!

– Olá, Sara! Respondeu à senhora loira dona do hotel – Venha almoçar. E, não me venha com a história que já comeu. Ah, essas são Callie e Arizona, duas doutoras de Seattle.

Eu agora ria para minha esposa, pois, a menina tinha traços latinos. Ela entendeu o meu sorriso. Almoçamos e ficou combinado de que voltaríamos no fim de semana com Sofia. Já estávamos no carro quando Callie comentou:

– Não é engraçado que aquelas duas serem parecidas com a gente?

– Muito ainda mais que elas aparentam ser mais que amigas!

– Você também percebeu? Elas são tão bonitinhas juntas. Serão nos duas daqui a alguns anos – Nos divertimos muito na estrada e chegamos na frente do hospital rindo – Amor vamos logo dar a alta do Lucca porque tenho que ir para cirurgia daqui a pouco.

– Está bem, Amor? Vamos logo que depois vou ver nossa filha.

XXXX CALLIE XXXX

Fomos trocar de roupa no vestiário e encontramos Cristina esbravejando:

– Eu odeio a Ped’s! Ela gritava.

– Wow... Não fale assim do meu andar – Arizona falou tirando a jaqueta.

– Um das suas crianças vomitou em mim – Ela jogou o jaleco no cesto – Eu vou tomar um banho para me livrar desse cheiro.

Tirei minha jaqueta e coloquei no armário.

– Callie quem vai ter que usar lenço dessa ver é você, pois, sua vampinha loira te deixou marcada – Ela falou rindo e Arizona também acabou gargalhando.

– Arizona! Falei assustada ao olhar meu pescoço no espelho.

– Foi mal, Querida! Mais quem manda ser tão gostosa assim. Eu acabei me exaltando demais ontem a noite – Ela prendeu o cabelo em um coque.

Cristina pegou o lenço no seu armário e jogou em cima de mim depois seguiu para os chuveiros. Arizona veio e me beijou após seguiu para os chuveiros também me deixando ali sozinha rindo. Peguei uma toalha e segui para o banho. Minutos depois estávamos as três nos arrumando e conversando sobre a noite passada divertindo Cristina com a história da garçonete.

– Você é maluca, Torres! Cristina falava enquanto amarrava os sapatos – Eu vou indo antes que você ache que estou dando em cima da loira e resolva me bater.

Todas rimos e saímos pelos corredores.

XXXX

Chegamos ao apartamento do Lucca, conversando e Cristina se posicionou de frente ao quarto para observar de camarote, entramos e Lucca já estava pronto para ir sentado na cama.

– Bom dia, Drª Torres e Arizona! A criança falou.

– Oi, Lucca! Arizona falou.

– Porque eu sou Drª Torres e ela é Arizona – Fiz cara de triste – Você gosta mais dela do que de mim?

– Não eu gosto de vocês duas. Vocês são lindas. Eu gosto de mulheres bonitas – A criança falou nos arrancou sorrisos e a mãe dele permanecia calada nos observando.

– Obrigada pelo elogio, Lucca! Eu falei me aproximei dele e dei um beijinho na sua bochecha em seu rosto ele ficou todo bobo e Arizona fez o mesmo gesto na outra bochecha do garoto.

– A alta dele já esta assinada? Danny falou.

– Viemos aqui para dar alta e passamos os cuidados com o Lucca – Arizona falava – Eu gostaria de saber se ele ficará aqui nos Estados Unidos ou voltará para o Brasil?

– Eu vou voltar para o Brasil, minha mamãe está morrendo de saudades de mim! Arizona sorriu para ele e esperou Danny falar.

– Ele voltará para o Brasil em duas semanas já que recebeu alta.

– Mãe sempre sentem saudades de seus filhos – Eu falei – Então, ele deve permanecer em repouso por mais alguns dias e não pode parar a fisioterapia. Tem que tomar as vitaminas e o cálcio.

– Além do acompanhamento com o médico! Arizona terminou minha frase – Danny, aqui está o meu numero de telefone e preciso que você o passe para a outra mãe dele no Brasil, pois, preciso falar com o pediatra dele diretamente para conversamos um pouco.

Minha esposa estava tranqüila e falava normalmente com a mulher que permanecia com uma expressão fechada.

– Danny é imprescindível que você passe o contato de Arizona para o outro medico, pois, se alguma complicação acontecer com ele nos próximos anos é mais acertado que vem para que ela como cirurgião principal do caso – Eu falei.

– Mais temos certeza que não precisará, não é Lucca? Arizona falou para ele que concordou com a cabeça.

– Eu ainda posso ir na Disney? Lucca perguntou para mim.

Gargalhando muito e concordamos.

– Bom aqui está a copia do prontuário dele é já esta assinado – Eu entreguei o envelope para Danny – Ari, eu já vou indo para me preparar. Você termina as coisas aqui?

– Sim, Callie!

Já estava saindo.

– Callie? Era Lucca – Eu queria tirar uma foto com vocês para mostrar para minha mãe e meus amigos no Brasil.

– Claro, garoto!

Tiramos a foto, primeiro eu e Arizona depois uma com ele, e em seguida fui me arrumar para a cirurgia. Minutos depois meu celular tocou:

Torres, tua loira é foda – Era Cristina – Ela pisoteou a “maluca dos trópicos” na alta classe de um elefante.

– Como assim, Yang? Perguntei assustada.

Quando elas saíram do quarto para assinar o restante da papelada, a maluca, perguntou como tinha sido a noite. A loira falou que no mundo não existe mulher mais gostosa que você. Palavras dela. E, que a noite, a manhã e o resto da vida de vocês foi de explodir cabeças ainda mais com você gritando o nome dela.

– Dios Mio! Exclamei.

A maluca afrontou Arizona, dizendo que se ela continuasse fazendo propaganda de você ela iria querer comprar, e a loira não perdeu tempo e deu um tapa nela. As coisas esquentaram mais nos apartamos. Sem antes a Arizona ameaçá-la de esquartejamento se aproximasse de você.

Eu já estava correndo pelos corredores.

– Onde ela está?

Calma Karev levou ela para o consultório dela – Eu estava correndo.

– Ela bateu na Ari? Estava preocupada.

Fica tranqüila mulher! Ela até tentou mais a loira deu um soco nela que ficou zonza.

– Cristina eu já te ligo – Não esperei ela responder e desliguei o telefone – O que foi que aconteceu? Falei entrando dentro do consultório de Arizona – Você está bem?

Eu corri até ela, minha esposa se metendo uma briga, peguei suas mãos e analisava cada detalhe dela para verificar se ela não estava machucada.

– Amor eu estou bem? E quem te contou?

– Cristina! Mais o que aconteceu? Falei para ela.

– Você esta acompanhada então já vou indo — Karev saiu.

– Eu falei que tinha direito de bater em quem viesse de gracinha e foi o que eu fiz.

Não me controlei e a agarrei para beijá-la depois a abracei. Eu não precisava de mais nada além de Arizona e minha filha. Toda a tristeza e magoa havia sido deixada para trás e em meu peito existia apenas uma coisa, que me preenchia até transbordar de mim. Olhei Arizona em seus olhos e senti o mesmo sentimento. Nos duas estávamos ali depois de tudo. Estávamos dispostas a continuar lutando não importasse o que passássemos continuaríamos lutando uma pelo o amor da outra.

Então eu apenas falei de todo o meu coração:

Eu amo você, Arizona Robbins!

– Eu te amo, Calliope Torres!

E, naquele momento nos duas havíamos nos reencontrado e conectamos os nossos sentimentos. O futuro estava por vir e a unica certeza que tinha era que eu teria um pleno amor e grande amor para viver. Olha, que o futuro teria muitas surpresas.

Notas finais
Agradeço todos os que leram e comentaram, favoritaram ou que apenas leram. Muito Obrigada!!! Meu coração é todo de vocês e com muito carinho que escrevo para vocês. Beijos.