Falling in Real

33 Passionate fools?


Notas iniciais
Eiiiiiiiiiiii! Volteeei! Queimada de Sol! Hahahaha! Feliz Natal e Ano Novooo! Que 2015 seja mágico! Cheio de paz saúde e fanfics! 2015 promete! (mistérioo). Hahahahaha! Capítulo bom, eu achoo, hahaaha! Tá tá! To atrasada com os comentários, já seeeeei, maaaaaaaas logo logo irei responde-los, menos do aviso, pois ele será apagado! Beeeeeeem, vamos começar os agradecimentos: RECEBI DUAS RECOMENDAÇÕES!!!!!! AHHHHHHHHHHHHHHHH! UMA DA MINHA AMIGA LUA E OUTRA DA MINHA OUTRA AMIGA THAÍS! LUAAAAAAA SUA GATAAAAAAAAAA! AMEEEEEEEEEEEEEEEEEI SUA RECOMENDAÇÃOOOOOOOOOO! FICO FELIZ QUE REALMENTE ACHE QUE MINHA ESCRITA É BOAAA, E VOCÊ SABE, É CLARO QUE ESTARIA PERDIDA SEM SEU APOIOOOOOOOOO! VOCÊ É PARTE DE PROCESSO CRIATIVOO! MUITOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO OBRIGADAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! VOCÊ É MUITOOO IMPORTANTE! S2S2S2S2S2S2SS2S2S2S2S2S2SS2S2S2S2S2S2SS2S2S2S2S2S2SS2S2S2S2S2S2! THAAAAAAAAAAA! SUA RECOMENDAÇÃO FOI PERFECT!!! AMEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI!! ELA TALVEZ PERCA UM TIQUINHO DA INOCÊNCIA AQUI, PORÉM, NADA GRAVE KKKKKKKKK' FIQUEI EMOCIONADA AO SABER QUE PASSOU A MADRUGADA LENDOOOOOOOO! TAMBÉM TENHO O ORGULHO DE TE CHAMAR DE AMIGAA! AHH, E QUEM É FAN DE PERCABETH, ELA ESCREVE FANFIC SOBRE O ASSUNTO! QUEM QUISER LER, É SÓ PEDIR! =))))) ESSE CAPÍTULO É PARA VOCÊS MINHAS DIIIIIIIIIIIIIIVAAAAS! OBRIGADAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! S2S2S2S2S2S2SS2S2S2S2S2S2SS2S2S2S2S2S2SS2S2S2S2S2S2SS2S2S2S2S2S2! Vou nem falar dos comentários perfeitos tá? FORAM "MARAVILINDOS"! Primeiramente as minhas amigas Cupcakes, divas divosas do meu s2: Letícia Merlo, Dreamy girl, Gatinha MÁ. s2s2s2s2 Para seu comentários! Obrigada também á: Babi Farias, Fran, Lu, CqC, Gii, dreamer, Gaby, Ilayne Horan, Acecena Scream, divademi22, Pequena Miss, jamilly. Emy (CABRITAAAAAAAAA)! s2 Não esqueci de você não! Ameiiiii os comentários garotas s2s2s2s2s2! Novamente, mando um abraço a minhas amigas "Cupcakes"! (Suas lindas!) Mando um abraço gigante, "p", um beijo, um turitural, um "a quanto tempo ein?" e "Sério?! Conta mais" para a minha amiga arrasadora de hearts, companheira de conversas na escada, no telefone, conversas pensantes, conversas na madrugada ,fazedora de pão de queijo profissional, irmãzinha, arrumadora de frizzer, minha aguentadora de dramas e minha ajudante pra come doce cujo nome é um verbo no pretérito imperfeito do indicativo. Te amo s2 =) Você é a pessoa que mais me encoraja a escrever e me incentiva, por isso, obrigada! s2 =) Ps: RUIVO! Continuem mandando ideias por favor! Gostaria que lessem essa ShortFic minha sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero E gostaria que lessem a minha mais nova história, também sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/554491/Say_Something/ Espero que gostem do capítulo! COMENTEM ;3

P.O.V Ally
Abro meus olhos ainda atordoada com o fino raio de Sol que adentrava meu quarto pela janela. Antes de poder lembrar de qualquer coisa, sinto um peso em minha barriga. Retiro lentamente o cobertor para poder ver uma mão. Ah, uma mão.
Uma mão?!
Sinto uma profunda respiração em minha nuca e me arrepio. Viro-me lentamente e vejo um tufo de cabelos loiros rebeldes. Os acontecimentos da noite anterior me atingem de forma brusca. Meu coração se aperta. Eu poderia ter sido estuprada.
Sacudo a cabeça para levar meus pensamentos longe. Encaro os fios loiros novamente e retiro-os dos olhos de Austin.
O garoto dormia como um bebê. Tranquilo e intensamente. Era uma sensação maravilhosa admira-lo sem corar. E por mais que seu rosto prende-se minha atenção, percebi algo que agora, me fizera corar:
Ele estava sem camisa.
Austin estava sem camisa.
Rapidamente confiro se meu pijama ainda estava em meu corpo. Nada poderia acontecer, certo?
Pijama, confere.
Relaxo meu corpo tenso com a dúvida maliciosa.
Volto a encarar o começo de seu peito nu. Era possível perceber os músculos que, pelo jeito, estavam por todo o seu peitoral. Sorri com o pensamento, porém logo me senti pervertida. Era errado pensar assim do seu amigo perfeito?
Em dúvida decido-me levantar e ir tomar banho. Pego minhas roupas e tranco a porta.
Dispo-me do short e da blusa, sobrando apenas das minhas roupas de baixo. Antes de retira-las ouço um grito vindo de meu quarto. Enrolo-me em uma toalha e abro a porta, a tempo de ver Jake empurrar Austin até a parede, derrubando meus quadros.
–Larga ele, Jake! — Grito em desespero.
Ele me encara, me analisando dos pés a cabeça para, então, cair ao chão boquiaberto.
P.O.V Austin
Ouço um grito alto, me fazendo cair da cama. Abro meus olhos a ponto de ver Jake agarrar meu pescoço e me jogar contra a parede. Sinto minha cabeça rasgar.
–Larga ele, Jake! — Grita Ally do banheiro.
Nós dois encaramos a garota enrolada em uma toalha grossa. Jake cai no chão ao analisa-la.
–Ally... Você... Não...? — Balbucia ele, apavorado.
Ally corre ao seu lado e começa a dizer, desesperada:
–Nada aconteceu, Jake! Ele só dormiu aqui. Nada mais. Nós só dormimos. Os dois de roupa. Nada aconteceu, ok? Nada!
–Nada — Falo, passando a mão pela cabeça, pegando o sangue com minhas mãos.
Ally encara minhas mãos ensanguentadas e corre ao meu encontro, largando Jake, e sua toalha no chão.
Austin, sua cabeça! — Ela pega uma camiseta no chão e pressiona sobre o corte. Arde. Muito. Infinitamente.
–Vó! Vó! Corre aqui! — Grita ela.
Sinto minha visão começar a escurecer. Com o olhar para baixo, encaro suas coxas, salientes e redondas. Acabo já sem visão. Desmaio.

(...)

–Você bateu nele, Jake! — Ouvia Ally dizer, mas bem distante.

–Ele estava na sua cama! Semi-nú!

– Ele só dormiu aqui!

–Na sua cama, Ally!

–Olha Jake... – Dizia furiosa.

–Fiquem quietos! Isso não está ajudando em nada! Já temos muitos problemas, não acham?! Seu pai, sua mãe e agora Austin! – Disse a avó a tempo de eu abrir os olhos para ver a cena.

Ally encontrava-se vermelha assim como Jake. Vestida agora com shorts e uma regata.

Eles se encaravam com fúria, tensos e rígidos. Ally parecia querer atacar o irmão, apertando a mão fortemente. Percebo que estou no sofá da sala e ao tentar me levantar dele, chamo a atenção dos outros, que me encaram, cada um de uma forma diferente: preocupado, aliviado, surpreso, raivoso...

–Aus! – Diz Ally vindo ao meu lado e pegando em minha mão. – Como se sente?

Sorrio para ela, tentando tranquiliza-la:

–Só com um pouco de dor de cabeça.

–Não é para menos, jovem, sua pancada foi feia, porém, além do sangue, nada é realmente preocupante. – pronuncia-se Maria. – O corte não foi grande, e já colocamos gelo para desinchar. Só falta eu colocar uma faixa sobre o local, e, logo você estará bem.

Olho agradecido para Maria que sorri, tímida.

Encaro Jake, que me evitava e digo:

–Jake, precisamos conversar.

–Nem tente, Moon.

Respiro fundo e começo:

–Nada aconteceu, ok? Nada.

–Olha, Moon, você não está em condições de tentar me desafiar.

–Nada, na verdade, nunca aconteceu. Nunca.

–Cale a boca Moon.

Eu me levanto vou até a sua frente. Sinto meu sangue correr mais rápido.

–Não. Eu não vou me calar, ou parar. Escute. Tudo o que você fez esse tempo todo foi transformar a vida da Ally em uma prisão. – Ally chama meu nome, mas ignoro. – Todos esses anos, não deixou ela viver. Ter suas próprias experiências, amigos. Você espantava todos. E tenta fazer o mesmo comigo. Mas escute bem isso: — digo aumentando meu tom de voz e encarando Jake nos olhos. – eu não vou deixa-la. Não vou desrespeita-la e muito menos fazer algo sem o consentimento dela. E não importa o quanto você me machuque, eu já disse, eu não vou me afastar dela.

O olha superior dele sobre mim era perceptível, assim como a tensão na sala, que só foi quebrada com o alto barulho do telefone.

Após alguns segundos, a avó atende. Ela conversa um pouco até desligar o telefone com um: “muito obrigada, estamos a caminho.”.

–Era do hospital. Precisamos ir.

P.O.V Ally

Os dizeres de minha avó fizeram com que meu corpo todo parasse por um segundo, para voltar em seguida, a toda velocidade. Logo, já estava eu dentro do carro em movimento, nervosa, apertando a mão de um Austin enfaixado na cabeça.

–Calma Ally, vai estar tudo bem. – Diz suave. – Diferente da minha mão...

Olho para a mão dele, já levemente roxa e a solto, culpada.

–Me desculpe Austin... – Digo baixo.

–Ei. – diz levantando minha cabeça. – tá tudo bem, tudo bem.

Ele beija meus cabelos e me aconchego em seu peito.

Ouço Jake, do volante, tossir indiscretamente.

–Concentre-se na rua, meu filho. – Diz meu avô. – Eu fico de olho neles. – Ele diz, ao nosso lado, fingindo ciúmes, depois piscando para nós. Criando então, gargalhadas contínuas por parte de todos, com exceção de, é claro, Jake.

Assim que chegamos ao prédio branco, agarro novamente a mão de Austin, e, ao querer sair, ele me segura e diz:

– Eu não posso ir. Está vendo aqueles caras na porta? – Fala apontando. – São repórteres de revistas teen. Devem estar aqui por causa da última vez. Não posso arriscar sua segurança.

–Então o que fazemos? – Pergunto.

–Eu fico aqui. Você vai, e depois me conta.

–Mas...

–Eu não sou da família mesmo.

–Aus...

–Vai, Ally. Vai ficar tudo bem, eu prometo. – Diz encarando meu olhos.

–Não faça promessas que não pode cumprir. – Rebato, saindo do carro, fechando a porta.

Ele sorri pela janela, e a fecha. Deixando impossível sua visão.

Respiro fundo e acompanho minha família. Ao passar pelos repórteres, os encaro rapidamente, mas não o suficiente para que tenham me visto.

...

O médico nos recebe contente e logo nos tranquiliza. Nos leva até uma grande janela, que possibilitava ver um jardim com mesas. Lá estava então, minha mãe e meu pai, rindo.

–Ele foi até o quarto dela para conversar sem sabermos. Quando vimos, eles já estavam aqui. – Diz o médico.

Continuava a encarar eles. Pareciam tão felizes.

Jake vem ao meu lado e põe a mão em meu ombro.

–Eles parecem com você e Austin. – Diz.

O olho confusa e antes de falar ele suspira.

–Dois bobos apaixonados. – Ele me encara, indecifrável. Respondo seu olhar como se pedisse por algo. Ele sorri fraco e me abraça. Vamos embora após ver meu pai dar seu único sorriso verdadeiro em anos.

...

Ao entrar no carro, a primeira coisa que faço é olhar para Austin.

–Eu disse que ficaria bem. – Diz.

Sorrio e continuo a encara-lo. Ele sorri e pergunta:

–Está tudo bem, Ally?

–Acho que Jake pode estar certo.

–Sobre...? – Diz curioso.

Não respondo. O abraço. Ele corresponde.

Sobre o ombro de Austin, olho meu irmão, que nos encarava triste. Sorrio para ele, verdadeiramente. Ele encara por um segundo o chão e depois sorri fraco, acenando positivamente com a cabeça.

O carro começa a se movimentar e a única coisa que percebo depois são os minúsculos, talvez imaginários, corações que voavam pelo carro.

Notas finais
Desculpa a demoraaaaaaaaaaaaa! Espero que tenham gostado! Não esqueçam: ideias! Gostaria que lessem essa ShortFic minha sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero/ E gostaria que lessem a minha mais nova história, também sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/554491/Say_Something/ COMENTEM ;3 Beijos