Fall Down

17 Chapter 17 – I Wont Give Up


Notas iniciais
Espero que vocês gostem, não sabia mais que rumo tomar a história então fiz uma bagulho ai.

Miley’s POV

Estávamos dentro do carro analisando a casa, quando vimos a menininha sair de casa e ir andar, seguimos ela com o carro, ela estava entre amigas, ficamos horas esperando ela sair dali, era nove da noite quando ela saiu de lá, aceleramos e ficamos esperando ela na casa dela, então eu sai e fui esperar no escuro, quando ela chegou e eu á peguei nos meus braços ela não gritou.

- Você veio me pegar não veio? – disse ela docemente.

- Como? – Eu perguntei ainda não acreditando.

- Você veio me levar para o céu, para junto da minha mamãe não é? – Ela disse e eu confirmei com a cabeça.

- Pode fazer, mas faça logo, porque vai doer. – Então ela se ajoelhou na minha frente e fechou seus olhos azuis, eu imaginei ela um monstro, então peguei uma faca e cravei no coração dela, antes que ela caísse eu á segurei e á deitei delicadamente no chão, eu não queria, não queria matá-la, mas era ela ou a família do Lucas! Então eu larguei a faca e fui correndo para o carro, liguei o carro e fui voltar para casa, demorou duas horas para chegarmos em casa, estava tudo escuro, éramos só nós dois lá dentro, entramos, subimos as escadas, eu fui tomar uma ducha, quando sai de toalha para o quarto o Lucas estava ali, eu fiquei o olhando e ele me olhando.

- Eu gostaria de me trocar. – eu disse olhando para ele e sem responder veio na minha direção, me pressionou contra a parede e começou a me beijar, um beijo intenso, ele tentava puxar a minha toalha mas eu não deixava, eu coloquei uma mão na sua barriga e empurrei ele.

- O que? – Perguntou ele pasmo.

- Não quero Lucas, eu não te amo! – Eu disse dando ênfase nas ultimas palavras, ele me olhou pasmo, vi dor em seus olhos.

- Então porque matou aquela menina por mim? – Ele perguntou desviando o olhar.

- Porque você é meu amigo e eu não suportava te ver sofrer! – Eu disse o encarando.

- Por favor Miley, só entende, eu te amo mais que amiga, você é a mulher da minha vida! – ele disse com a voz chorosa, ah pai amado, o que eu faço agora? To ferrada, ferradíssima, ó céus.

- Deixa eu colocar uma roupa e conversamos depois. – eu falei o empurrando para fora do quarto e trancando a porta, coloquei um shorts rasgado e uma regata cinza com “NIRVANA” escrito na frente, sequei meu cabelo, passei uma maquiagem para esconder as olheiras e para não perceberem o estado fodido em que eu me encontrava, abri a porta e sai, desci as escadas e quando cheguei lá em baixo eu achei um Lucas bêbado com três garrafas de cerveja vazias na sua frente.

- Não, não começa com essa, não quero cuidar de um bêbado chorão! – Eu disse tirando a garrafa da mão dele.

- Me dá a minha garrafa sua vadia. – Ele disse pegando uma garrafa vazia e jogando na minha perna, ela se quebrou e estilhaços de todos os tamanhos ficaram presos na minha perna, eu dei um grito de dor e daí ele parou e percebeu o que tinha feito.

- Ah meu deus, desculpa desculpa Miley, eu não queria. – ele disse.

- eu não queria? Mas bom, você fez! – eu disse gritando, peguei uma bandeja e me arrastei escada á cima, entrei no meu quarto e fui para o banheiro, deixei a perna cortada dentro da banheira, enchi com água e fui tirando os cacos e chorando de dor, merda, os cacos se sentem atraídos por mim, só pode! Terminei de tirar, limpei e enrolei a minha perna, joguei os cacos no lixo e quando fui ver o Lucas estava roncando alto no sofá. Céus, vou ter que cuidar dele de novo? Que inferno, isso ta ficando tão chato, cadê a minha Demi aqui para me ajudar? MERDA.

Então eu escutei barulho de carro de polícia parando no jardim, acordei o Lucas, sai correndo pela sala e pulei o balcão da cozinha, indo pra porta dos fundos, quando eu sai dei de cara com mato, mato pra todo o lado, árvores, ervas, etc, eu olhei para trás pra ver se o Lucas estava atrás de mim e ele estava, mas eu não podia dar chance ao azar, peguei na mão dele e comecei a correr em direção ao mato, depois de um tempo escutei passos e gritos, luzes de lanternas vindo na nossa direção, olhei para cima e vi uma árvore, ajudei o Lucas á subir, mas era tarde demais pra mim, alguma coisa se jogou em cima de mim e segurou meus braços pra trás, colocando uma algema, me levanto e dou de cara com uns policiais me encarando, depois me arrastaram até a viatura e fomos embora, provavelmente em direção da Delegacia, chegamos lá eles me colocaram em uma sala que tinha uma mesa e duas cadeiras e um vidro que obviamente tinham policiais malditos ali atrás, eu fiquei andando de um lado para o outro, então um policial entrou na sala e fechou a porta.

- Por favor se sente senhorita Cyrus. – Olha, ele sabe o meu nome, eu sentei em uma cadeira, então ele se sentou de frente para mim e ficou me encarando.

- O que você quer? – Eu perguntei o encarando.

- Você. – ele respondeu e eu dei uma risada sarcástica.

- Ok, agora me fala a verdade. – Eu falei.

- Você estava no local da explosão do bar e agora estava no local onde a menina foi morta, você atrai coisas ruins não? – Ele me perguntou com um sorriso sarcástico no rosto.

- Não sei do que você está falando. – Eu desviei o olhar dele e olhei para o vidro atrás da cabeça extraordinariamente grande do policial.

- Não minha garota medíocre. – ele disse levantando a voz e ficando sério.

- Você quer que eu assuma? Eu estava lá no bar quando ele explodiu porque eu estava salvando um cara que agora foi morto por um grupo de bandidos malditos, e a menina tinha que ser morta e se ela não fosse morta a família de um amigo meu morreria, um por um. – Eu terminei de falar e ele me analisava pensativo.

— Você admite que matou a menina então? – ele perguntou.

- Admito. – Falei dando de ombros.

- Você está presa por homicídio doloso. – Ele disse me levantando e me levando para a cela, passamos por várias celas, ele me jogou dentro de uma que tinha uma menina que olhava freneticamente para os lados e ficava rodando a pulseira que tinha em seu pulso.

- Porque cê ta aqui? – Ela perguntou ainda sem olhar para mim.

- Eu matei uma pessoa. – Eu disse dando de ombros e sentando no chão, com a cabeça encostada na parede.

Notas finais
Reviews?