Fall Down
18 Chapter 18 – Down
Notas iniciais
Miley’s POV
- Quem você matou? – A mulher estranha me olhava agora.
- Uma menina loira de olhos azuis, seu nome era Júlia, Júlia Novaes, porque? – Perguntei á encarando, quando eu falei o nome ela esbugalhou seus olhos.
- VOCÊ NÃO PODIA TÊ-LA MATADO, ELA ERA A SALVAÇÃO! – A mulher disse vindo em minha direção, eu levantei e á encarei.
- Como assim salvação? – Eu perguntei curiosa e preocupada. – E eu não matei ela porque eu quis, era uma obrigação. – Disse meio triste.
- Anjos caídos, os merdas dos anjos caídos que fazem isso! Eles recebem ordens para matar, e eles matam! – Ela disse com o olhar distante e com um ódio impregnado em seu rosto.
- Como assim? Os anjos caídos, eles, matam pessoas? – Eu perguntei sem entender, eu não queria entender, EU SOU UM MONSTRO, eu vou ter que matar pessoas!
- Eles recebem ordens de um congresso que fica na Itália, ninguém sabe realmente a localização, só se sabe que é no subterrâneo, eles recebem ordens e fichas sobre quem eles tem que matar. – Ela disse fria.
- Como você sabe isso tudo? – Eu perguntei á encarando.
- Eu sou uma humana mas meu filho se tornou um anjo caído após ter matado um homem. – Ela disse deixando uma lágrima escorrer. Meu deus, não pode ser, não é quem eu estou pensando, nãão!
- E quem é o seu filho? – Eu perguntei com medo da resposta.
- Mathew, porque? – Ela me olhava, eu senti meus olhos encherem de lágrimas.
- Eu conheço o seu filho... – Então depois disso eu contei tudo o que havia acontecido na minha vida, as partes que ele participava, claro, e depois o que aconteceu á uns 3 dias atrás.
- O meu deus, meu filhinho! – Disse ela caindo de joelhos no chão e chorando, eu tentei acalmá-la com palavras mas não deu, então me agachei do lado dela e á abracei, tentando acalmá-la.
- Mas quem é você? – Disse ela entre soluços.
- Meu nome é Miley Cyrus. – Eu disse delicadamente, instantaneamente ela se afastou de mim e me olhou.
— Você, ele estava na sua casa naquele dia! – Ela disse com os olhos distantes. – Se eu tivesse aceitado as desculpas dele ele voltaria a morar comigo e nada disso teria acontecido, minha Nicha porque. – Ela disse começando á chorar.
- Como assim? Que dia? – Eu perguntei curiosa.
- Ele chegou na minha casa á um mês atrás pedindo perdão e que não precisávamos nos preocupar, uma nova anja havia chego na terra para salvar todos nós e que ele estava na casa dela, então você é a grande anja, porque não esta acabando com tudo isso? – Ela me perguntou com lágrimas escorrendo pelo seu rosto.
- Eu salvei a vida do seu filho, por isso estou na cadeia, porque acham que.. bom, isso não vem ao caso, se você me ajudasse á sair. – Eu disse.
- Eu não tenho tanto dinheiro assim moça. – ela disse com os olhos distantes.
- Mas você não sabe como? – Eu perguntei á olhando, ela suspirou.
- Pede para ir ao banheiro. – Foi tudo o que ela me disse, ir ao banheiro, mas porque?
- Eeeeei. – Eu disse gritando e batendo a caneca na cela.
- O que foi sua nojenta? – Falou um policial, eu senti uma pontada de ódio.
- Eu quero ir ao banheiro. – Eu disse o fuzilando com os olhos, ele abriu a cela, me puxou pelas algemas, me levou até o banheiro, abriu a porta.
- Pode mijar. – Ele disse me olhando.
- Você realmente quer que eu use o banheiro com você me olhando, e como eu vou me limpar? – Eu disse fazendo drama, o policial tirou as minhas algemas e fechei à porta, eu girei a tranca devagar para não fazer nenhum barulho estridente avisando que eu havia trancado, olhei procurando uma janela e vi uma bem pequena, mas que eu corpo ia passar ali, eu liguei a torneira só um pouco para que fizesse barulho de xixi, depois subi a privada, abri a janela, e me apoiei no parapeito, fui me puxando para fora, cai no chão, levantei rápido, arrumei a roupa e olhei para os lados como se não tivesse acontecido nada e sai andando, espero que o Lucas não esteja muito longe.
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