Fairy Tail: Vida Noturna
5 Segunda Vez
Notas iniciais
Pov. Loke
Eu e Gray já estávamos na Fairy Tail fazia uns trinta minutos e não achamos ninguém com quem tínhamos combinado de nos encontrar.
Nós pegamos bebidas, fomos ao banheiro, já nos “esfregamos” algumas garotas, mas não achamos ninguém dos nossos amigos.
– Você acha que eles vieram hoje? — indagou Gray.
– Óbvio que vieram! Eles disseram que viriam, e outra: você sabe que eles não perdem nenhuma noite! – respondi enquanto observava Cana passar ao longe. Ela usava um top branco que deixava a mostra sua barriga, uma calça tigresa e salto alto preto.
– Você quer pegar mais bebida? – Gray perguntou levantando o copo.
– Não, meu chapa... – falei pensativo. – Preciso das duas mãos para o que eu pretendo fazer agora. – expliquei sorrindo.
Ele olhou na mesma direção que eu e entendeu imediatamente o que eu estava pensando.
– A Cana? — sorriu.
– A Cana.
– Toma cuidado, Gildarts pode ver vocês. Você sabe como ele é... Bravo quanto a isso. – zombou Gray.
– Ih! Ele deve estar transando com alguma mulher em algum lugar! – falei batendo nas costas dele e saindo.
Atravessei a multidão e tão logo cheguei ao outro lado avistei Cana falando com o segurança que ficava na entrada para o patamar do Dj. Resolvi espera-la do outro lado para pega-la de surpresa.
Fim Pov. Loke
Pov. Laxus
Assim que tocamos nossas bocas uma na outra não soltamos mais. Eu passei as mãos pela cintura dela e ela dependurou as dela em meu pescoço. Abrimos a porta do quarto mais próximo, entramos e chaveamos ainda enquanto nos beijávamos. Foi meio difícil, mas a gente conseguiu.
Ninguém tinha ligado o interruptor, de modo que a única iluminação vinha de um abajur no fundo do quarto, mas nem nos importamos com isso.
Prensei Mira contra a parede e comecei a dar leve mordidas descendo por seu pescoço até o ombro. Ela puxou minha cabeça de volta e foi ao encontro da minha boca enquanto se direcionaram para tentar tirar a minha camiseta. Ajudei-a e joguei a vestimenta longe, ansioso.
Continuei a beija-la, mas agora as minhas mãos eram quem procurava um modo de despi-la. Ela usava uma blusa preta, que realçava ainda mais seus cabelos brancos. Como resposta Mira me ajudou a tirar a sua blusa, e logo em seguida deixou cair a saia jeans.
Levei-a para a cama e, no caminho, perdi minhas calças. Deitei em cima dela e fiquei mordendo seu pescoço que pendia para trás agora, conforme eu esfregava e apertava as suas coxas. Fui descendo os beijos pelo seu peito até chegar aos seus seios que ainda estavam cobertos pelo sutiã. Subi e mordi seu lóbulo da orelha enquanto abria o fecho da parte de cima langerie. Ela me puxou mais para perto, de maneira a deixar nossos corpos grudados. Senti seus seios pressionados em meu peito e levei as mãos a tirar sua última peça de roupa que faltava.
Passei os indicadores um de cada lado da calcinha e puxei e tão logo ela puxou minha cueca, me pegando de surpresa.
– Minha vez. – ela falou subindo em cima de mim e começando a massagear meu membro e com sua boca colada na minha. Seus seios pendiam muito próximo ao meu rosto e ela não tinha um traço que demonstrasse vergonha. Era isso que eu gostava em Mira, ela não fazia charme e quando queria ela quem assumia o controle, como agora. Eu estava completamente excitado e nas mãos dela. Eu me sentia uma donzela, ha ha ha.
Ela passou o dedo pelo meu peito, como se dissesse quem é que mandava no lugar enquanto eu explodia em pequenas explosões de prazer. Não aguentei mais e virei para o lado derrubando-a para baixo de mim novamente. Comecei a morder de leve seus seios e a passar a mão nas suas coxas e nádegas, conforme ela arranhava as minhas costas com suas unhas afiadas. Cheguei mais perto da sua orelha e, entre mordidas e beijos, sussurrei:
– Posso? – nem me preocupei com camisinha por que eu vinha com ela posta, já que sempre rolava alguma coisa.
Ela fechou os olhos inclinando a cabeça para trás, como se mostrasse que era toda minha. Penetrei devagar meu membro rígido na sua vagina e começamos aquela dança compassada de prazer. Eu me mexia devagar para frente e para trás e fui acelerando aos poucos, acompanhado por Mira que cravava suas unhas nas minhas costas.
Em certo momento ela cruzou suas pernas na minha cintura, e logo em seguida teve seu primeiro orgasmo.
Ás vezes eu pensava como é que eu não a machucava, por que, definitivamente ela era meio pequena comparada a mim, apesar de ser bem equipada. Ficamos naquele jogo, até que cheguei ao meu limite e gozei, parando depois, um pouco cansado.
Olhei ofegante para Mirajane que também ofegava. Ao me olhar ela sorriu me deu um beijo.
– Tudo bem? – perguntei.
– Sim, um pouco exausta. E você?
– Também. – falei sorrindo.
Afastamos nossos corpos e eu deitei ao seu lado, embaixo dos lençóis brancos. Sem olhar um para o outro, ficávamos encarando o teto.
– É a segunda vez. – comentei.
– É. – ela concordou.
Fiquei feliz ao saber de verdade que ela se lembrava da primeira vez que transamos.
– Por que não me deixou beber lá no bar? –perguntou pensativa.
Fiquei um tempo em silêncio, então respondi:
– Eu não queria que você saísse bêbada e fizesse merda.
– Ah! Então você pode e eu não? – questionou dando risada.
– Sim. – respondi com uma risada forçada.
– Mas por quê? – insistiu.
Fiquei em silêncio de novo antes de dizer mais ou menos a verdade:
– Por que eu gosto de você.
– Eu acho que também gosto de você.
– Não como amigo. – corrigi.
Ela se virou e olhou para mim. Aqueles grandes olhos azuis me encarando.
– Laxus, — enfatizou. – eu entendi.
– Você entendeu?
– Sim. – respondeu e se virou para me dar um beijo.
Ela subiu em cima de mim e ficou distribuindo selinhos nos meus lábios.
– Temos que voltar. – lembrou. – Não gosto de deixar Lisanna sozinha.
– Ela está com o Natsu. – assegurei.
– Eu sei, mas e se eles se separaram? – retrucou Mirajane. – Eu fico preocupada, ela é muito...
– Muito...?
– Inocente, talvez?
– Ah, Mira! Por favor, ela já tem 17 anos! – bronqueei entre risadas.
– Laxus! Você não conhece a Lisanna.
– Tudo bem. – concordei enquanto levantávamos da cama.
Pegamos nossas roupas e nos vestimos entre um amasso e outro, mas Mira não se deixava levar, a não ser que quisesse.
Saímos do quarto e voltamos para a zoeira e para o som alto.
– Vou pegar uma bebida. – falei. – Estou com sede.
Assim que eu disse isso ela me olhou com cara feia.
– Eu estou com sede. – repeti. – É sério.
– Tá bom. Vou procurar a Lisanna.
Antes que ela sumisse na multidão, puxei-a pela cintura e roubei um último beijo. Então ela se afastou e sumiu.
Fim Pov. Laxus
Pov. Gray
Eu tinha ficado sozinho, então resolvi encher o copo de novo. Talvez alguém estivesse no bar.
E estavam.
– Gray! – gritou Lisanna ao me ver.
– E aê, achei que você não tinham vindo. – falei.
– E aí, cara. – cumprimentou-me Natsu. – Cadê o Loke?
– Perdi-o de vista. – menti.
– Ah. Também acabamos perdendo Laxus, Mira, Alzack e Bisca. – contou Lisanna.
– Eles vieram? – perguntei, pasmo. Eu não tinha visto nenhum deles desde que cheguei.
– Sim! — responderam os dois ao mesmo tempo.
Porra, eu não tinha encontrado ninguém que eu conhecia desde que botara os pés na Fairy Tail e não tinha ido para a cama com nenhuma mina. Definitivamente hoje não estava sendo muito meu dia de sorte.
Fim Pov. Gray
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