Fairy Tail: Vida Noturna

1 Cana, Gildarts e a Fairy Tail


Notas iniciais
Ol leitores, espero que gostem. O primeiro captulo t meio sonso mas depois vamos direto para a festa. Balada dia e noite! aushushushaush
Beijoo e boa leitura o/

Pov. Cana

Eram dez horas da manhã quando cheguei na Fairy Tail pela porta dos fundos.

- Pai? Gildarts? – chamei, mas não obtive resposta. Como sempre, meu pai estava atrasado ou engatado em alguma mulher que ele pega por aí.

Era incrível como um cara cinquentão conseguia festejar tanto. Em suas folgas ele quase sempre vai a outras boates que estão abertas “para bisbilhotar a concorrência”, ele dizia. Mas eu sabia que ele ia para bisbilhotar as mulheres, isso sim.

- Cana? – alguém me chamou, e reconheci ser a voz de Polyushka, nossa faxineira.

- Oi, Polyushka. Bom dia. – falei.

- Bom dia. Está procurando por seu pai?

- Sim, você o viu? – perguntei.

- Não, mas o escritório dele está trancado. – informou-me com um sorriso.

Subentendi na hora o que ela quis dizer. Só para incomodá-lo, corri até a porta, rindo e comecei a bater e a gritar, chamando-o.

- Pai! Paaaai! Eu sei que você tá aí! Abre a porta, Gildarts!

Fim pov. Cana

Pov. Gildarts

Acordei e a primeira coisa que vi foi uma mulher deitada em cima de mim. Ela era muito linda. E boa de cama. Tudo estaria perfeito se não fosse minha filha gritando do lado de fora. Carol acordou num pulo assustada com as batidas na porta.

- O que é isso? – perguntou com os olhos arregalados.

Ela ia se levantar de cima de mim, mas eu a segurei e mandei Cana ir pastar. Com certeza ela estava fazendo isso só para me provocar. Hahaha, ela era muito esperta.

- É melhor eu ir embora. – falou Carol se levantando enrolada num lençol.

- Não... – pedi estendendo a mão. – Ah, Carol...

- É Camila! – gritou.

- Desculpe! Camila! Camila... Fica mais um pouco, se é por causa da Cana você não precisa se preocupar, ela faz isso só pra atrapalhar mesmo. – expliquei me levantando enrolado no outro lençol.

- Não. Já deve ser tarde.

Ela caminhou até suas roupas e se abaixou para procurar seu celular. Felizmente o aparelho não estava junto com as roupas e sim perto de mim, do outro lado da sala. Rapidamente, peguei-o e avisei que estava comigo. Ela se levantou e caminhou até mim esperando que eu lhe devolvesse. Mas era óbvio que eu não iria devolver.

- Só com um beijo. Mas tem que ser bom, se não eu não devolvo. – chantageei-a.

- Gildarts. – pediu séria.

- Só com um beijo. – repeti. Então caminhei até o armário e coloquei o telefone lá no alto.

- Gildarts! – gritou com um sorriso se formando no rosto.

Puxei-a pela cintura e a beijei, deixando cair meu lençol de propósito. Fui beijando seu pescoço até ela ceder, e então a gente transou de novo.

Fim pov. Gildarts

Pov. Cana

Depois de estragar o sexo que meu pai provavelmente estava fazendo, fui atender a campainha que tinha tocado. Era o cara que fornecia bebida para o Gajeel, nosso novo bartender. Eu já tinha visto ele de longe, mas nunca tinha falado com ele. Ele era tri gato.

- Oi. – falei.

- Oi. Meu nome é Lucas, o Gajeel tá aí? – perguntou.

- Não. Ele só chega mais tarde. Mas eu sou a administradora da boate, você é o cara que fornece as bebidas para o Gajeel, não é?

- Sim. Hum... Acho que dá para tratar o assunto com você, então. Na verdade o que ele me pediu tá aqui ó. – e apontou para o carro. – Tem Marula, energético, Natasha, uns sucos também pra fazer aqueles drinks sabe? Tem tudo.

- Sei. – respondi. – Quanto deu tudo isso?

- Setecentos e cinquenta e seis reais e noventa e oito centavos. – falou mostrando-me o papel da conta.

- Tá. – peguei o papel. — Eu vou lá pegar o dinheiro e você vai botando os engarrafados ali, tá vendo? É o bar. Deixa ali perto. – expliquei.

- Beleza. – respondeu voltando para o carro e abrindo o porta-malas.

Voltei para o meu escritório, e abri a gaveta do cachê que era fechada à chave. Contei com cuidado as notas e prendi o dinheiro com um clipes ao papel, destacando o recibo.

- Pronto. – falei enquanto voltava. Lucas ainda não tinha terminado de descarregar tudo.

“Porra”, pensei, “Gajeel manda ver nas bebidas, hein.”

- Você quer alguma ajuda? – perguntei.

- Não, imagina. Você que tá pagando. Ainda se fosse o Gajeel eu aceitava, mas você é uma dama. – retrucou sorrindo.

- Ah não! Isso é machismo! – reclamei caminhando na direção dele para ajudar.

Então ele largou a caixa e se virou erguendo as mãos para o alto como se se rendesse.

- Já terminei.

Eu apenas suspirei e entreguei o dinheiro a ele.

- Quer sair comigo? – perguntou segurando as notas por uma ponta enquanto eu segurava por outra.

- Um dia... – falei soltando o papel.

Fim Pov. Cana

Notas finais
Podem comentar, eu deixo.