Notas iniciais
Oie gente, tudo bem? Estamos a um passinho de encerrar o primeiro arco. Obrigada a quem tem acompanhado. Bem legal saber das visões e experiências de vocês, têm me acrescentado muito também. Boa leitura!

Luísa contava a história dela para Filipe. Ainda relatou algumas das dificuldades por ter a sua cor associada ao atro, ao negativo, ao crime.

“Sabe como reajo? Estudo muito pra conseguir bolsa num curso e madrugo todo dia pra vender nas feirinhas as roupas que crio e costuro. O crime pode até compensar pra você, mas pra mim compensa mais mostrar pros preconceituosos o quanto estão errados e dar orgulho pra minha mãezinha; que um dia ela possa ver a filha negra e pobre exibindo o trampo nas passarelas, e não acabando atrás das grades ou morta.”, discursou emocionada.

Notas finais
Obs: sei que não é tão simples assim a vida. Que não é só querer e se esforçar que é o suficiente. A desigualdade social é cruel, o racismo, o preconceito também. Tenho ciência disso! Entretanto, ainda acho que é importante manter alguma esperança e vontade de lutar sim contra o sistema. Lembrando que sei que isso não é nada fácil, pelo contrário. Existem muitos contextos e muita coisa a ser discutida dentro desse assunto!!