Notas iniciais
YOO MINNA-SAN ! Aí, finalmente o que tanto esperamos ... O momento mais esperado por todos os leitores dessa FIC ... O final ... EUHEUEHUEH zoas, não é final não... MAS SIM O MOMENTO DO SEXO ! Um profundo e sincero agradecimento às pessoas que leram essa obra e não comentaram e nem recomendaram e não fizeram poha nenhuma, amo vcs

Nico beijava loucamente os macios e quentes lábios de Percy, explorando o interior de sua boca com uma língua ávida e sedenta, e o beijo era retribuído enquanto o filho de Hades era levado nos braços fortes e firmes de Percy em direção ao seu quarto. O filho do mar não se importou de fechar a porta atrás de si, assim como Nico também não; estava ocupado demais até mesmo para pensar nesses mínimos detalhes, na verdade, nada passava por sua mente.

Nico foi jogado com sutileza em cima da superfície macia da cama de Percy, com os braços abertos próximos a cabeça. Seu coração palpitava fortemente, tão eufórico e alucinante como ele mesmo por sentir o sabor e a sensação de beijar os lábios de seu herói; seu amor. A respiração de ambos era carregada de excitação e desejo, e Nico sentia um calor estranho e bom subir desde suas entranhas até o rosto sempre que olhava no fundo dos olhos verde-esmeralda do moreno, vendo-os brilharem como jóias preciosas acertadas por um feixe forte de luz. Havia desejo naqueles olhos, brilhando com tamanha intensidade e ferocidade que fazia Nico se afogar neles. O filho de Hades tinha o rosto tomando por um profundo rubor, enquanto que o de Percy estava apenas levemente corado.

Percy se inclinou sobre o corpo quente e pálido de Nico, apoiando um joelho na beirada da cama, enquanto aproximava seu rosto do de Nico ansiando por outro beijo, e não houve resistência quando Percy adentrou sua língua no interior da boca do menor, fazendo suas línguas úmidas e quentes se roçar em movimentos rápidos e consecutivos. Nico aproveitava o prazer de sentir o sabor do moreno de olhos fechados, com o coração martelando no peito, ameaçando rachar seu tórax frágil com seus batimentos fortes. Nico sentiu um toque quente e gentil em sua mão esquerda: era a palma da mão direita de Percy, prendendo sua mão à de Nico, entrelaçando seus dedos num abraço quente.

Percy levou a mão esquerda até onde a camiseta que Nico usava envolvia sua cintura, levantando-a para cima com um movimento rápido, sem ao menos interromper o caloroso beijo que compartilhavam tão fervorosamente, deixando sua pele pálida e lisa exposta a luz tênue da lua que entrava pela janela acima da sua cama, banhando-a num brilho levemente azulado. Sem precisar de olhos, sentia a pele macia e sedosa do garoto nas pontas dos dedos que deslizavam lentamente por sua virilha. Nico se sobressaltou com o toque e interrompeu o beijo, ofegante por ar. Os dedos levemente ásperos de Percy deslizavam sobre sua pele provocando-lhe arrepios na nuca e nos braços, demorando-se em seu abdômen com pequenos gomos de músculo adquiridos em treinamento árduo e batalhas de vida e morte. O moreno de olhos verde-mar beijou-lhe suavemente os lábios, e Nico ansiou novamente por sua língua quente e seu sabor delirante, mas ele apenas tocou-os levemente, afastando-se em seguida, e Nico continuou com a boca aberta, a respiração saindo em suspiros quentes, com Percy a olhá-lo com olhos repletos da mais pura malícia.

Aproximou o rosto novamente, encostando os lábios nos de Nico, e antes de afastá-los, mordeu levemente o lábio inferior do garoto, por puro instinto e calor do momento, puxando-o levemente para baixo e para trás, liberando-o logo em seguida da mordida. Percy se perguntaria por que havia feito isso mais tarde, mas continuaria sem resposta. Nico havia gostado do ele havia feito, mas havia gostado ainda mais de seu beijo.

Percy beijou suavemente o canto direito da boca de Nico, depois deslizou seus lábios até o pescoço pálido dele, e ali afundou o rosto e enterrou os lábios na pele macia do garoto, beijando-lhe e acariciando-lhe a superfície quente e bifurcada por leves veias escuras em contraste com sua pele pálida. O garoto suspirava de prazer a cada beijo que Percy lhe dava, e suspirava também quando a respiração quente de Percy acertava-lhe a pele pálida do pescoço.

Percy gostava da cor pálida da pele de Nico – gostava ainda mais da coloração levemente bronzeada que tinha antes de tudo acontecer, mas se contentou com a atual -, mesmo que essa lhe desse uma leve aparência cadavérica e fantasmagórica, o que, de certa forma, combinava com ele. O Rei Fantasma.

A mão voltou a deslizar sobre a pele do abdômen do garoto, subindo lentamente em movimentos suaves, explorando cada centímetro do corpo de Nico, até chegar ao seu tórax, onde a mão de Percy foi automaticamente levada aos mamilos dele. Percy deslizava o indicador no contorno do mamilo esquerdo de Nico, que por sua vez suspirava ainda mais agora; o moreno afastou os lábios e o rosto do pescoço do garoto, onde uma grande mancha avermelhada se formou. Colocou o outro joelho em cima da cama macia, e engatinhando subiu o corpo mais para o meio da cama, pousando os joelhos ao lado da cintura de Nico e sentando-se em sua virilha.

Nico assistia a tudo impotente. Sentia o corpo paralisado, o coração batendo fortemente no peito, a respiração ofegante, e o calor que crescia cada vez mais em toda parte do seu corpo, mas em uma parte em particular. Sentia a ardência no pescoço onde Percy o havia beijado, sentia os mamilos rígidos, como se uma brisa gélida houvesse entrado pela porta aberta; mas estava demasiado calor. Percy, sentado em sua virilha, tirou a camiseta com um movimento rápido, digno de um stripper, expondo seu corpo escultural, cuja apenas a visão banhada pela luz do luar deixou Nico petrificado, correndo demoradamente o olhar por cada parte visível, engolindo asperamente a saliva que ficara parada em sua garganta com um ruído grave quando vislumbrou o olhar de Percy. Seus olhos brilhavam de desejo, dando-lhe um aspecto amedrontador com a luz do luar que entrava pela janela, e Nico por um momento teve medo.

Percy inclinou o corpo na direção de Nico, colocando os lábios a centímetros dos ouvidos do garoto ofegante, e disse lentamente e de forma provocativa:

– Eu vi isso em um sonho, e queria saber se é tão bom quanto aparentava ser.

Dito isso, beijou novamente seu pescoço, deslizando a superfície dos lábios até seu tórax, indo até seu mamilo e contornando-o com a ponta úmida e quente da língua em movimentos lentos e demorados, mordendo-os de forma provocante enquanto lançava um olhar de esgueira para Nico: o rosto corado de lábios entreabertos de onde saíam constantes suspiros involuntários; uma expressão de grande prazer no rosto. A essa visão, Percy sentiu seu coração bater mais forte, e a excitação aumentando cada vez mais, chegando próximo de seu ápice, onde não mais conseguiria se segurar.

– E é realmente bom. – disse ele com um meio sorriso no rosto, lambendo com a ponta da língua os lábios umedecidos.

Percebeu, depois de algum tempo, que algo o cutucava lá em baixo através do espesso tecido de sua calça jeans, fazendo pressão para cima. Ergueu os quadris e olhou de esgueira para o lugar onde estava sentado, que era a virilha de Nico, e vislumbrou uma protuberância fazendo pressão através do tecido negro de sua calça, e não conseguiu segurar um riso. Ergueu o olhar até o rosto profundamente corado do garoto, que evitava olhar diretamente para Percy, escondendo o rosto em um travesseiro branco; o moreno não o censurou, pois isso era algo inevitável, afinal de contas.

– Não... – disse Percy, num tom de voz gentil, enquanto estendia a mão, puxando o travesseiro. – Eu quero ver você. Eu quero ver seu rosto.

Sem o travesseiro lhe escondendo a vergonha, Nico hesitou em olhar para o rosto de Percy, mas foi atraído pelo brilho verde de seus olhos e logo a vergonha desaparecera; olhando no fundo daqueles olhos verde-mar, Nico sentia o coração palpitar ainda forte, mas não descontrolado. Esses olhos, pensou Nico, podem afogar alguém ao mesmo tempo em que podem ser um porto-seguro.

Com o filho de Hades acalmado, Percy decidira continuar. Inclinou o corpo grande e musculoso sobre o corpo pálido e franzino dele, afundando os lábios no pescoço do garoto em beijos carinhosos enquanto que com a mão direita percorria a superfície de seu corpo, desde o tórax descendo lentamente até a virilha, onde o tecido da calça começava. Com dedos hábeis e rápidos, Percy retirou o cinto que estava em volta da cintura dele, jogando-o no chão ao lado da cama; a fivela provocou um tilintar metálico grave quando se chocou contra a superfície do piso. Desabotoou a calça do garoto e deslizou o zíper com um único movimento, expondo o tecido da cueca-boxe preta que Nico usava.

Uma onde súbita de vergonha invadiu Nico, mas logo se acalmou um pouco quando avistou os olhos brilhantes do moreno acima dele e decidiu deixar que ele continuasse. Percy afastou os lábios do pescoço do garoto, e envolveu seus lábios em um beijo quente.

A mão de Percy deslizou sobre o tecido de sua cueca até tocar a ponta de seu membro ereto que fazia pressão contra o tecido; apalpou toda a extensão do membro pulsante de Nico através do tecido, arrancando-lhe suspiros de prazer que o obrigou a interromper o beijo. Isso é muito bom, pensou ele, de olhos fechados, sentindo o prazer invadir seu interior como uma grande onda de um tsunami devastador, e ele era um pequeno casebre de madeira em um terreno plano e vazio.

Eu já cheguei ao meu limite, pensou Percy, dando-se por vencido na luta de tentar controlar suas ações. Deslizou o corpo para baixo até os joelhos tocarem o piso frio do quarto; as pernas de Nico pendiam da beirada da cama, seus pés flutuando a centímetros do chão. Roçou os lábios quentes no abdômen do garoto, deslizando-o até a virilha e sobre o tecido da cueca, tocando o membro do garoto através do tecido com os lábios ávidos, e ali Percy deslizou seus lábios, desde a ponta bulbosa, percorrendo o meio latejante até a base volumosa, arrancando gemidos contidos de prazer dos lábios trêmulos de Nico. Percy sentia o coração bater forte no peito, e seu próprio membro fazendo pressão através do tecido da cueca e do jeans, pedindo por liberdade. Ele não sabia o que estava fazendo, apenas sentira a vontade súbita de beijá-lo ali, e agora estava sendo guiado por simples e puro instinto, como se já tivesse feito tudo isso tantas outras vezes. Com as duas mãos, abaixou lentamente a calça de Nico até os tornozelos e logo em seguida a cueca-boxe preta foi fazer companhia à calça nos tornozelos do garoto, deixando o membro ereto de Nico exposto à luz do luar. Ele é pálido até mesmo aqui, pensou Percy, e desta vez teve o bom senso de não rir.

Nico estava totalmente nu, banhado apenas pelo brilho tênue da luz da lua que entrava pelo vidro da janela acima da cama de Percy. Seu membro lateja de tanta excitação, parecendo que iria explodir, porque Nico não conseguia imaginá-lo ainda mais ereto. Percy se inclinava na direção de seu membro, os lábios roçando levemente a ponta rosada, descendo até a extensão repleta de veias que pareciam pulsar como se tivesse seu próprio coração, lambendo o bastão de carne que era a extensão de seu membro com uma língua quente, úmida e sedenta; os olhos do filho do mar estavam fechados.

Eu quero sentir, não ver, pensou Percy antes de começar a explorar o membro de Nico com seus lábios quentes e umedecidos e a língua ávida; agora ele podia ter uma baça imagem do membro do garoto em sua mente, e com essa imagem incerta na mente, sua excitação aumentou mais; o ápice estava próximo. Subiu novamente a língua até a cabeça bulbosa e rosada, recolhendo-a para dentro da boca antes de abocanhar o membro do garoto, sentindo-o dentro de sua boca; sentindo o sabor dele em todos os cantos, enquanto sua língua ávida trabalhava na parte do membro que estava dentro da boca dele, roçando-a freneticamente no membro pulsante. Nico gemia alto e suspirava a cada movimento que Percy fazia. Nico balançou a perna num movimento involuntário, e sua canela tocou algo duro e quente no meio da virilha de Percy, e Nico soube na hora o que era, e sentiu um calor arder dentro de si, como uma fogueira ardendo com toras da melhor madeira. Nico segurou a topo da cabeça de Percy com a mão boa, apertando-a fortemente contra o seu membro, depois a puxando para cima, sentindo esse calor aumentar a cada movimento. Nico agora brincava com o membro ereto de Percy com os pés através das grossas camadas de tecido que o escondiam.

O calor aumentava cada vez mais dentro de Percy, e o membro pulsante e relativamente grande para um garoto da idade de Nico, tinha uma doçura extremamente agradável. O membro de Percy pulsava através da calça, e ele não mais agüentava, ainda mais com os pés pequenos, mas hábeis de Nico brincando com seu instrumento.

O ápice chegou.

Percy se levantou, e Nico viu a grande protuberância e a forma do membro do moreno através da grossa camada do tecido jeans, e ele sentiu como se uma cobra flamejante se agitasse dentro de sua barriga; seu coração voltou a palpitar forte e uma onda de insegurança invadiu seus pensamentos: E se ele não gostar? O que eu tenho que fazer? Como fazer? Melhor dizer algo? Mas o quê? Essas perguntas vinham e voltavam como uma grande nuvem que ameaça chover e não chove, e ele não sabia responder a nenhuma delas. Com os mesmos dedos hábeis e rápidos com que tirou a calça de Nico, Percy fez o mesmo com a sua, abaixando-a até os tornozelos e tirando-a com o auxilio do calcanhar. Agora a forma do membro de Percy era quase nítida através do fino tecido branco da cueca que usava, e Nico olhava para o grande membro com olhos esbugalhados. Isso vai... vai... em mim? E a resposta veio de sua própria mente; algo como que um grito de alegria por algo que há muito ele esperara – mesmo que inconscientemente – e enfim estivesse acontecendo.

Percy colocou os polegares dentro do tecido da cueca, cada um em um lado da cintura, e abaixou lentamente a cueca, jogando-a longe com um movimento de pé.

Nico engoliu em seco.

Grandes gotículas de suor quente se formaram em sua testa e em várias partes do corpo, principalmente ali, entre as nádegas.

O membro de Percy estava ereto, melhor dizendo, duro como um bastão de concreto pintado em tom de pele. Uma pequena bolha de um excremento transparente e pegajoso surgia da fenda da cabeça bulbosa e de tom profundamente rosada; sua extensão era cravada de linhas finas e avermelhadas que pareciam saltar e vibrar; seu próprio membro parecia pulsar como se estivesse prestes a explodir. Nico levantou os olhos para as esferas de esmeralda que eram os olhos de Percy, e ali viu desejo.

O filho do mar apoiou os joelhos na beirada da cama e as duas mãos ao lado do corpo do garoto de pele pálida. Nico deslizou o corpo para cima, até sua cabeça encostar-se ao macio travesseiro; as pernas separadas já sabendo o que viria a seguir. Percy engatinhou até o meio da cama, segurou cada perna do garoto em uma mão e as levantou gentilmente.

Ambos sentiam o coração parecendo pulsar na garganta.

Percy segurou firmemente seu membro com a mão direita, pousando a esquerda ao lado das costelas de Nico, e este, por sua vez, mantinha as pernas um pouco levantadas e afastadas uma da outra. Percy aproximou seu membro latejante até a entrada de Nico, apenas tocando a ponta rosada. Olhou na direção do garoto, e viu que seu rosto era uma mancha vermelha e seus lábios tremiam. Percy nada disse, apenas olhou no fundo dos olhos escuros do garoto, com uma expressão de preocupação no rosto; os olhos de Nico brilhavam e ele apenas assentiu levemente com a cabeça.

– Tem certeza? – perguntou Percy, sua voz soando fraca e hesitante. – Nós podemos esperar até...

– Não. – cortou Nico; sua voz estava insegura extremamente baixa; quase que um sussurro rouco. – Eu estou pronto. – Ele estendeu uma mão tremula e tocou a palma gentilmente no rosto de Percy, e disse: — Eu quero você. Quero sentir você... dentro de mim, Percy.

Percy assentiu com a cabeça; gotículas gordas de suor se formavam em sua testa e pescoço, deslizando até sua barriga num passeio atrevido. Percy fez pressão contra a entrada de Nico, e o garoto arquejou de dor, sufocando um grito; Percy parou, mas Nico disse rapidamente, entre soluços:

– Não... Não pare.

E Percy o fez. Fez novamente pressão contra o buraco apertado de Nico, sentindo seu membro penetrar dentro dele, e um grito que deveria ser relativamente alto foi abafado pela almofada que Nico colocou entre os dentes, apertando-os fortemente.

Nico sentia como se estivesse sendo rasgado por dentro; uma dor excruciante e aguda, e o membro de Percy parecia ser ainda maior dentro dele, e crescendo cada vez mais, mesmo sabendo que era impossível. Ele mordia fortemente o tecido da fronha do travesseiro, sentindo os dentes rangerem como se fossem quebrar e se estilhaçar em milhares de pedaços fragmentados dentro de sua boca. Percy olhava para ele, estático. Cada vez que Nico respirava, ele sentia uma fisgada de dor onde o membro de Percy estava imóvel. Nico moveu lentamente a cabeça, insinuando Percy a continuar.

O filho do mar estava com os olhos brilhantes de preocupação. Os olhos do filho de Hades estavam rasos d’água e seu rosto era rubro como o sangue. Percy hesitou antes de continuar, adentrando quase completamente o membro dentro do garoto; lágrimas salgadas e quentes escorriam sobre a pele de seu rosto até o tecido dos travesseiros. Percy se inclinou sobre o corpo de Nico, e ele envolveu sua cintura com as pernas tremulas e quentes. O filho de Poseidon encostou sua testa na testa do filho de Hades, tentando amenizar de alguma forma a dor excruciante que ele sentia; seu coração doía e ele queria fazer o filho de Hades sorrir e sentir prazer, e não chorar – a dor era inevitável. Percy beijou leve e gentilmente o canto úmido de lágrimas do olho direito de Nico, secando a linha brilhante com o indicador da esquerda.

– Desculpe – disse Percy. – Eu não... – Nico interrompeu sua fala colocando seu indicador da mão boa sobre os lábios de Percy pedindo silêncio.

– Apenas... – ele gemeu, com menos dor dessa vez. – continue.

Percy obedeceu. Colocou as mãos ao lado da cabeça de Nico, e ele se segurou em seu pulso com a mão boa – a mão ferida estava pousada sobre um travesseiro ao lado da mão de Percy –, apertando fortemente. Percy começou a se movimentar lentamente para frente e para trás, arrancando outro gemido e suspiro do fundo da garganta de Nico, mas Percy continuou, embora sua mente gritasse para parar. Sentia uma sensação indescritivelmente boa, e um pensamento reconfortante: Estamos unidos. Somos um só. Percy se perguntava se Nico pensava a mesma coisa.

E ele realmente pensava. O único motivo de estar suportando tamanha dor, era pelo prazer que isso daria a ele, e pela sensação de prazer, que aos poucos se elevava acima da dor; e acima de tudo era o pensamento que gritava em sua mente: Vocês estão juntos! São um só! Como você sempre desejou!

A cada movimento, uma fisgada de dor, que ia se tornando cada vez mais leve. Percy tinha o rosto corado, e boca entreaberta emitindo gemidos baixos de puro prazer; Nico tinha o rosto corado profundamente, e rasas poças de lágrimas nos olhos, e revezando entre gemidos de dor e de prazer – esta se tornando mais presente.

Percy se movia mais rapidamente agora, vendo que Nico não mais gritava de dor e tinha mais uma expressão de prazer do que de dor. As estocadas foram ficando mais profundas, e ambos gemiam e suspiravam de prazer. Percy colocou as mãos por baixo das axilas de Nico, puxando-o para si enquanto sentava sobre os calcanhares, sentando-o no seu colo. Deslizou as mãos em ambos os lados do corpo do garoto, sentindo sua pele na palma das mãos; sentindo a forma de seu corpo, seu calor; sua textura. O moreno colocou ambas as mãos nos quadris do garoto, metade das palmas das mãos nas nádegas e a outra metade próxima à cintura, fazendo-o movimentar-se para cima e para baixo; Percy apertava a macia massa de carne que era as nádegas de Nico desejando-o por completo. Nico entrelaçou os braços ao redor do pescoço de Percy, enquanto ele apoiava o queixo nos ombros ossudos e pálidos de Nico, suspirando de encontro à sua pele.

Nico sentia o membro quente do moreno pulsar dentro dele conforme ele o movimentava. Era um calor bom; prazeroso. Nico afastou o rosto do ombro largo e forte Percy e beijou amorosamente seus lábios, afastando-os de vez em quando para deixar um suspiro ou um gemido escapar, ao mesmo tempo em que sugavam ar para continuar. O membro ereto de Nico roçava na barriga quente e de pele macia como veludo de Percy, melecando-a com o excremento pré-gozo.

Percy sentia o prazer aumentar e queimar dentro dele, estendendo-se em direção ao seu membro que se movia para cima e para baixo dentro de Nico.

Nico sentia o prazer a girar como um furacão dentro dele, e algo subindo por seu membro a cada prazerosa estocada que Percy efetuava, e logo seu corpo se arqueou involuntariamente, estremecendo completamente enquanto um gemido alto lhe escapava da garganta quando ele se derramou em seguidas esguichadas quentes de sua essência sobre a barriga e peito de Percy, mas ele nem sequer deu atenção, continuava suas estocadas, até que afundou completamente seu membro grande e robusto dentro de Nico; seu corpo sendo sacolejado por um estremecimento e uma alta exclamação de prazer quanto ele também se derramou em esguichados potentes e quentes de seu liquido pegajoso dentro de Nico, suspirando de prazer com a última prazerosa esguichada.

O filho de Hades sentia-se quente onde o membro de Percy se contraiu e esguichou sua essência, mas o filho de Hades queria continuar sentindo-o. Ambos respiravam pesadamente, mas não o suficiente para não sentirem o sabor um do outro.

O membro antes ereto agora se tornava menor, voltando aos poucos ao normal ainda dentro do filho das sombras. Nico deitou lentamente na cama, com Percy deitado sobre seu corpo, respirando pesadamente com a cabeça pousada em seu peito pálido. Percy, com o auxilio de uma mão, retirou lentamente seu membro lambuzado de sua própria essência de dentro de Nico, e este emitiu um ultimo gemido de prazer quando o membro saiu totalmente de dentro dele; uma grossa linha de líquido branco e pegajoso saiu de dentro dele juntamente com o membro de Percy, deslizando sobre a pele pálida e quente de suas nádegas até o tecido branco do lençol da cama. Percy se deitou ao lado de Nico, com a respiração ofegante e uma sensação de satisfação crescente dentro de si, assim como Nico se sentia.

O garoto de pele pálida colocou uma perna sobre a cintura de Percy, pousando a cabeça sobre o peito dele e a mão ferida pouco acima do abdômen, enquanto a mão do filho do mar acariciava sua cabeça; os dedos brincando com o emaranhado que eram seus cabelos negros. Nico podia sentir o coração de Percy batendo. Ficaram assim, sem fazer nada e nem dizer nada por um longo tempo; abraçados e sentindo o calor um do outro.

Foi Percy quem quebrou o silêncio:

– Nico... – chamou ele, com uma voz calma e baixa.

– Uhn? – fez Nico, para mostrar que estava ouvindo.

–... Eu te amo.

Nico não soube o que responder, e nem precisou; Percy beijou suavemente sua testa e com um leve sorriso nos lábios disse:

– Eu sei que você também.

Percy agradeceu por ele entender que Nico não sabia bem expressar o que sentia com palavras, e por isso o amou ainda mais.

Uma lembrança súbita e repleta de dor e tristeza atingiu sua mente como uma flecha atirada pela própria Artémis: o sonho que tivera quando ele dormiu na casa de Percy; com sua mãe, Bianca e o próprio Percy, todos desaparecendo em partículas de pó levadas pelo vento, deixando-o sozinho em meio ao nada, acompanhado apenas de suas lágrimas quentes e salgadas misturadas com a água fria da chuva.

Apertou fortemente o rosto contra o peito quente e forte de Percy, sentindo os olhos arderem, ameaçando se inundarem de lágrimas, e disse num tom de voz mais alto que um sussurro, embargado e repleto de medo:

Não me abandone... – suplicou Nico. – Por favor...

Percy inclinou a cabeça de Nico com a mão esquerda, fazendo-o olhar nos fundos de seus olhos cor de esmeralda e beijou suavemente sues lábios trêmulos, dizendo em seguida num tom de voz firme e cheio de convicção:

– Eu nunca vou te abandonar, Nico. – Percy encostou sua testa na testa de Nico; olhando fundo nos olhos escuros como azeviche do filho de Hades com suas esmeraldas polidas e brilhantes, completou, apertando suavemente a mão ferida de Nico: — Juro pelo Estige.

Nico se deu por satisfeito.

Sentiu as pálpebras pesarem e os olhos fitarem o vazio até embaçar e os olhos fecharem, tudo se tornando escuro; então Nico foi agarrado pelos braços fortes e pesados do Sono.

Notas finais
Oque achou? Hein? Hein? >.