Exchanged Sex 2.

6 Capítulo 5 - Esperanças?


Notas iniciais
Oi, meu povo! Como vão esses coraçõezinhos bondosos? ^.^ Já estava com saudades! XD
Bom, não vou enrolar muito não, kkkkkk
Agradeço à: Swan-kun (que se mostrou um grande amigo), Kahzinhaaa, Lonnez, JkUchiha, Sawako Hime, Chimney, winher chan, jessyka ficwrite, EroCook, Portgas D Taylor, Panda, Amai Miho, Lady Vê, Mrs Blood, Indignação, Mya-chan (que também se mostrou uma grande amiga), Norachan, Wendy C, TheDifferentGirl e suzume sama. Obrigada pelos comentários de vocês!
E à Tete e Rafachwan, sejam bem vindas!!
E Rafachwan: MUITO OBRIGADA PELA RECOMENDAÇÃO! FICOU A COISA MAIS LINDA! EU NÃO SABIA QUE VOCÊ ACHAVA A FIC TÃO PERFEITA... MUITO OBRIGADA MESMO!!

É isto! Boa leitura!
P.S.: LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Capítulo 5

POV Zoro

Chopper chega em menos de cinco minutos. Eu só não esperava que todos os outros viessem junto.

– Ai, meu Deus! O Zoro está jogado no chão! – grita Usopp. – Zoro?

– Eu não estou jogado no chão. Eu só caí porque minhas pernas estão dormentes. – explico, suspirando. – Agora, mexe essa bunda e me tira daqui, Narigudo.

– Nem pensar! – exclama Chopper, em sua forma natural de rena. – Você vai quebrar a coluna se fizer isso, Usopp!

– Ei! – protesta Usopp.

Chopper se metamorfoseia em sua forma mais comum, andando até mim. Olho para cima, e percebo que todos parecem assustados com a minha situação. Nami olha especialmente para as minhas mãos.

– Esse sangue não é dele, Nami. – fala o médico, tirando alguns vidros de dentro da mochila azul. – Provavelmente é da pessoa que ele socou.

– Acertou na mosca, Doutor. – respondo. Ela solta um suspiro de alívio. Chopper começa a fazer a dancinha dele. – Anda logo, Chopper.

– E aquele nos tornozelos? – pergunta Robin, apontando para as minhas pernas. Um pouco abaixo das minhas cicatrizes, há marcas de esfolamento. Eu nem tinha percebido que as algemas eram tão apertadas.

– Aquele é. – afirma Chopper.

– Seu nariz é realmente bom... Né, Chopper-san? – pergunta Brook.

Ouço sons de passos. Luffy pega um jarro de água sobre uma das mesas não destruídas e joga na direção da cozinha, onde o Chef está parado na porta. Ele é atingido em cheio no rosto, e começa a gritar, dizendo que arde. O movimento do Luffy foi tão rápido... Que eu quase não consegui ver.

– Foi ele que contratou a máfia, Zoro-san? – pergunta Brook, mais sombrio do que nunca.

– Sim, foi. – respondo. Franky se posiciona para dar um “Strong Right”, mas Nami toca em seu braço.

– Se você fizer isso, vai matá-lo. Ele tem que sofrer muito mais. – murmura. Ela está assustadora.

Fecha os olhos e tira o Clima Tact do cinto e anda a passos lentos até o cara. Enquanto isso, vai ligando as partes de sua arma. Ao chegar perto dele, pega-o pelo colarinho e encosta suas costas na parede. Por um instante, achei que ela fosse beijá-lo.

– Oi, Chef. – murmura. – Isso no seu rosto foi o Zoro que fez?

– Foi.

– Ah... Coitadinho de você... – murmura. – Está doendo, não está?

– Bastante. – Responde ele. “Idiota. Um homem de verdade não fica expondo suas fraquezas”, diria o Sanji.

– Não se preocupe. Vai melhorar. – fala ela, sorrindo. Como assim, melhorar? O que você está fazendo, Nami? – Assim que eu te bater ainda mais.

E dá com a arma na cara dele, fazendo-o cuspir sangue.

– Ugh! – geme ele, de surpresa e dor. – Espera! Quem é você?

– A Gata Ladra, Nami. – responde. – Vai querer minha cabeça de 16 milhões também?

Nami, fecha essa boca!!

– Não pode ser. Quem eles levaram é a Gata Ladra... Não é? – pergunta ele, confuso.

– Ela é a nova Nakama. – responde, e eu solto um suspiro de alívio. Que bom que a Nami é inteligente! – Nossa companheira.

– Companheira? Pff... Que inútil. Companheirismo não serve para bosta nenhuma. – responde.

– Nami. – chama Luffy, mais sério do que antes. – Pare de bater nele. Ele vem com a gente.

– O quê? Ir com a gente? Você ficou maluco, Luffy? – grita Usopp. Nami suspira e, mesmo contra o capitão, dá um choque no Chef.

– Há quanto tempo eles levaram o Sanji? – pergunta Luffy. O cara não responde, e Nami tem um ataque de raiva.

– Responda! Antes que eu queime até a sua alma na base a eletricidade! – grita. Ele fica com medo. – Faz quanto tempo que levaram ela!?

– Mais ou menos seis horas. – responde. Então eu fiquei dopado por seis horas... Merda.

– Então eles já devem ter saído da ilha há muito tempo. – fala Franky. Chopper ativa seu “Heavy Point” e me põe de pé, depois de me aplicar o antídoto. Minhas pernas já estão voltando ao normal. Ele limpa minhas mãos e me força a sentar numa cadeira para limpar meus tornozelos.

– Eles têm uma ilha só deles? – pergunta Nami. Ele não responde. – Robin, pode me dar uma ajuda?

No mesmo momento, uma mão cresce em cada ombro do Chef. Suas orelhas são puxadas para os lados.

– Responda!!

– Não! Eles não têm uma ilha só deles! Seria muito óbvio para a Marinha, não acha? – pergunta. – Mulher burra.

Luffy corre até eles. Ou eu deveria dizer... Se tele transporta? Ele é muito rápido. Para na frente dele, e empurra Nami delicadamente.

– Não xingue a minha navegadora. – murmura, e com um grito de pura raiva, dá um soco na barriga no Chef. – Não diga que companheirismo é inútil, porque não é. Agora... Você vai dizer onde fica a máfia ou não? Idiota! Eu vou... Destruir essa máfia. Começando pelo chefe dela.

Chopper termina de limpar meus tornozelos e enfaixa. Quando termina, eu me levanto e vou na direção do escritório, abrindo a porta. Pego o Den Den Mushi dali e saio.

– Aqui. Ligue para lá. – mando. Luffy o pega pelas roupas e o coloca na cadeira. Já não aguentando mais e querendo sair logo dali, ele assente e pega o microfone do caracol, discando alguns números.

Shimada falando. – atende a outra pessoa.

– Shimada, aqui é o Will. – responde o Chef.

– Ah, Chef Will! Como vai? – pergunta Shimada, muito animado.

– Eu... E-Estou bem. – fala ele, fazendo uma careta de dor.

– Eu já estava quase te ligando!

– Para quê?

– Para agradecer a garota que você nos mandou! – responde. Eu aperto os punhos de raiva. – Ela é realmente boa! Muito rebelde e não faz nada que nós mandamos, mas não é nada que um chicote não resolva.

– Chicote? – pergunto, a mim mesmo.

– Vamos começar o leilão dela com dois milhões de berries. – fala ele. – Ela já conseguiu quebrar três celas, então tivemos que amarrá-la com as correntes mais grossas que tínhamos. Ela usa um Haki diferente. Nós percebemos que é um Haki de armamento, mas ao invés de endurecer, pega fogo.

– E onde é a ilha de vocês? Quero comprar a mulher. – fala ele.

– Ah, nós ainda não estamos na ilha. Pode vir se quiser, mas é muito longe. Só estamos perto agora, porque nosso navio é especial. Com um barco normal... Se você partir daí neste momento, deve demorar pelo menos uma semana. – responde.

– E vocês vão leiloá-la quando? – pergunta.

Daqui seis dias. Bom, se você chegar a tempo... O nome da ilha é Tulipian. Boa sorte.

– Até mais.

Agarro suas roupas e puxo-o para cima.

– Agora eu já posso te matar. – murmuro, sentindo minhas entranhas queimarem de raiva.

– E-Espera! Tenha piedade! – grita, apavorado. Eu aperto suas roupas ainda mais.

– Piedade? Você quer que eu tenha piedade? – debocho. – Você contratou a máfia para me matar, que acabou levando a pessoa que eu mais amo na face da terra. Prenderam ele com correntes! Estão chicoteando-o! Provavelmente devem estar fazendo todo o tipo de coisa nojenta com ele, e você quer que eu tenha piedade? Você acha que eles estão alimentando ele? Acha? Você não faz ideia... Não faz ideia da vontade que eu tenho de apertar seu pescoço até sua cabeça estourar...

Sinto uma mão no meu ombro.

– Zoro, calma. – pede Luffy, apertando meu ombro de leve. – Nós sabemos que você está preocupado, mas... Nós vamos achar o Sanji, custe o que custar. Se tem alguém que você precisa ter raiva, é do chefe da máfia. Olha pra esse cara! Já está quase desmaiando!

Chopper pula e dá um patada na nuca do Chef, que desmaia na hora.

– Quer dizer, desmaiado. – fala Chopper.

– Que estranho, Chopper. Você bateu numa pessoa toda machucada... Deveria estar cuidando dele, não? – pergunta Usopp.

– Eu não vou cuidar desse monstro! Como pôde fazer uma coisa dessas com o Sanji? O corpo dele é muito frágil!

Não tão frágil, Doutor. Porém, frágil o bastante para levar um soco na costela e se envergar de dor.

– O que eu faço, então? – pergunto, ainda ponderando a ideia do enforcamento.

– Faça o que quiser. – diz Luffy, me dando carta branca. Com isso, jogo o Chef longe, e ele cai de costas no chão.

– Vamos embora daqui. – falo, dando as costas para o restaurante.

Começo a andar, e de repente minhas pernas param de me obedecer, assim como meus ouvidos e visão. Caio de cara no chão, e meus sentidos voltam em seguida.

– Zoro-san! – grita Brook.

– O antídoto ainda não teve o completo efeito, Zoro! – fala Chopper, e ativa o Heavy Point, me pegando com suas mãos grandes. Em seguida, me joga nas costas e se transforma na tradicional rena de quatro patas. – Vamos, pessoal! Precisamos do Sanji de volta!

Seguro em seu pelo, enfiando a cara ali. Chopper corre, fazendo-me sentir o vento nos cabelos. E ali, com o rosto entre seus pelos, deixo minha angústia transbordar, assim como minha raiva e arrependimento. Choro descaradamente, como uma criancinha. Ainda bem que nós estamos muito à frente dos outros... Meu peito dói. Eu... Preciso ser mais forte! Muito mais forte! Para evitar que esse tipo de coisa aconteça! Sou fraco! Muito fraco!

Chopper começa a chorar junto comigo, de um jeito quase escandaloso.

– Sanji! Nós vamos te salvar! – grita ele, com a voz falhando um pouco.

– Chopper... – murmuro. – Você é um cara legal.

– Obrigado! – grita, ainda chorando.

– Se você contar para alguém que eu chorei desse jeito, eu te deixo pelado. – ameaço.

– H-Hai!

Limpo minhas lágrimas, que são substituídas por outras imediatamente. Não adianta... A imagem do sorriso dele não sai da minha cabeça. Sua voz, e o jeito como cora quando eu falo alguma coisa pervertida.

Chegamos ao navio, e eu engulo o choro de um jeito que eu achava impossível. Os outros chegam em seguida, e nós nos encontramos no convés.

– Nami-chan, vamos encontrar logo a ilha no mapa! – fala Robin. Nami concorda e as duas vão para o quarto feminino.

– Usopp e Brook, ajudem a soltar as velas! – fala Franky, e os dois assentem, subindo pelas cordas.

– Zoro, vamos tirar logo esse veneno do seu corpo. – fala Chopper, indo em direção à sua sala.

Me ajuda a deitar na cama e tira outra seringa da gaveta.

– É estranho. Eu pensei que tinha uma certa resistência ao veneno. – murmuro. Ele põe um líquido verde na seringa e limpa a dobre do meu braço com um cola de algodão com álcool, enfiando a agulha em mim.

– E o que te fez pensar isso? – pergunta, concentrado.

– Eu fui mordido por uma cobra chamada Mamba Preta. – respondo, automaticamente.

– O QUÊ!? — grita ele, assustado. – O VENENO DESSA COBRA É MORTAL, ZORO! É PRECISO A RETIRADA DO VENENO IMEDIATAMENTE! COMO VOCÊ CONSEGUIU VIVER?

– Bom... É... Você não precisa saber! – falo, olhando para o outro lado. Até parece que eu vou contar que minha bunda foi chupada pelo Mihawk.

– Pessoal! Achamos a ilha! – grita Nami. Ela abre a porta da enfermaria e toca meu braço, urgente.

– Q-Que foi? – pergunto.

– A Ilha Tulipian fica muito longe. Eu não sei o que navio deles tem para conseguirem estar chegando lá, mas nós, mesmo usando os nossos recursos, levaremos no mínimo três dias. – fala. Isso me assusta. Você aguenta? Ero-Cook, acredito na sua força, então... Aguente mais três dias. Embora nem mesmo eu tenha tantas esperanças.

– Recursos... Mesmo com o Coup de Burst ou o Paddle Sunny? – pergunta Chopper.

– É. – responde ela, suspirando em seguida. Encosta a testa na porta e fecha os olhos. Quando os abre, lágrimas escorrem. – Sanji-kun...

– Chorar não adianta nada, Nami. Nós precisamos tirar o Sanji de lá. – diz Luffy. Sério, mesmo com tudo isso acontecendo. Eu não tinha percebido sua evolução. Falando nisso... A voz dele engrossou um pouco. Será que ele finalmente está entrando na puberdade?

– Pronto. Acha que já consegue levantar? – pergunta Chopper, jogando a seringa no lixo. Me sento na cama e coloco os pés no chão, esticando a coluna.

– Esse seu remédio é bom mesmo. – murmuro, flexionando as pernas. – Já estou como antes.

– Fui eu que fiz. – responde, sorrindo.

Eu assinto e saio da sala, andando em direção às proteções do convés. Encosto o queixo na mão e o cotovelo na madeira, olhando para o mar.

– Franky, vamos zarpar! – grita Luffy, e recebe um “Supeeeeer vamos!” como resposta. O navio entra em movimento, porém, para logo em seguida.

– Droga! Não tem vento, Nami! – grita Franky.

Ela parece pensar no que ele disse.

– Não tem jeito. Use o Paddle Sunny! – grita de volta. Ele obedece e ativa o Soldier Dock System.

No mesmo momento, vejo a roda de pás da direita sair e entrar na água. O navio começa a avançar e nós finalmente entramos no curso da água novamente.

– Ainda está muito lento... – murmura Nami.

– Usopp, Brook! Recolham as velas! – grito.

– O quê? Mas nós acabamos de soltar... – responde Usopp.

– Cala a boca e recolhe logo as velas, preguiçoso! – grito, sem paciência.

– Você manda, Zoro-kun!

Suspiro e me sento na grama.

– Acho que eu vou limpar minhas katanas... – murmuro, me levantando.

Não, espera. Eles levaram minhas katanas. Eu já tinha me esquecido disso. Outra coisa que eu achei ser impossível: algo tomar meus pensamentos mais do que a arte das espadas.

Abraço meus joelhos, me mantendo encolhido e tentando aquecer meu corpo, que está tão gelado que sinto como se estivesse nadando num lago semicongelado.

– Zoro... – ouço Nami.

– Nami-san, deixa ele. – fala Brook. – Não há quem melhore a situação emocional dele neste momento.

Eu podia ter protegido ele, se tivesse percebido o cara se aproximando com o pano. Merda. Todo aquele treinamento me parece inútil agora.


POV Sanji


JÁ MANDEI ME TIRAR DAQUI, PORRA! – grito, pela décima vez em menos de dois minutos. Me debato contra as correntes que prendem meus braços e minha pernas, em vão. – DROGA! ME SOLTEM!

– Lourinha-chan, porque você não fica quietinha igual às suas colegas de cela? – pergunto o guarda do corredor.

Junto comigo nesta cela há outras seis mulheres. Porém, estas estão soltas e apesar de estarem chorando, não tentam sair do lugar.

– CALA ESSA BOCA E ME TIRA DAQUI, GORDO PODRE! – grito.

– Não posso fazer isso, Lourinha-chan. – responde. – Ainda mais que... O jeito como você é rebelde excita os guardas deste corredor. Então, tome cuidado...

– ESTOU POUCO ME FODENDO! MANDA ELES VIREM! CHUTO ELES ATÉ VIRAREM PÓ! – grito novamente.

– Quem é que está gritando tanto por liberdade? – pergunta uma voz suave, mas que ecoa pelo corredor inteiro.

– Jovem Mestre! – exclama o Gordo Podre.

O homem aparece, e seu perfume enche minhas narinas. Sim, é uma ótima fragrância: das caras. O Gordo Podre lhe dá passagem.

– Arigatou, Shin. – agradece o cara. Pelo menos é educado. – Então... Quem é que grita tanto para ser solta?

– Quem você acha que é? Olha a minha situação! – falo, me debatendo contra as correntes novamente. Se eu não estivesse sentado numa cadeira e amarrado nela, ficaria mais fácil sair daqui.

– Então é você, linda dama. – murmura, com sua voz suave.

– É, sou eu! Me solta! – mando. Ele solta uma risadinha.

– Gostei de você. Shin, leve-a para a cela especial. – pede, e se levanta. Antes de sair, pisca para mim, o que me faz sentir uma certa repulsa. Tenho que sair daqui. Tenho que sair daqui.

O Gordo Podre abre a grade e entra na cela.

– Que sorte a sua, Lourinha-chan. O Jovem Mestre gostou de você... Você não será mais leiloada. – fala.

– O que ele quis dizer com cela especial? – pergunto.

– É onde fica a mulher especial que ele escolhe. É lá que ele gosta de se aproveitar delas. – fala ele, e eu entendo imediatamente. – É sempre uma por vez, e essa única é que a se safa do leilão. Você tem sorte.

– SORTE!? SORTE!? – grito, e ele tampa meus olhos e coloca um bolo de panos na minha boca.

Eu tenho que sair daqui.

Notas finais
Então? Gostaram? Espero que sim! No próximo capítulo colocarei uma imagem do Jovem Mestre, para vocês poderem imaginá-lo melhor.
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Bom, agora assunto é mais sério.
Desde o primeiro capítulo, eu percebi que algumas leitoras torcem para o nosso lindo casal principal tenha um bebê. Respeito a opinião de vocês, e também acho que seria a coisa mais fofa (*----*), mas cheguei à conclusão que não é possível.
Sigam meu raciocínio: são todos piratas. Se realmente nascesse um bebê, os dois não ficariam com ele, por seus sonhos serem maiores (olha o tanto que eles treinaram pelos seus objetivos), e também porque criar uma criança no meio de lutas que o Luffy arruma é bem complicado - ela sairia ferida, em minha opinião. Ou então o bebê ficaria com a Dadan ou a Makino, coisa que eu acho difícil (tem uma teoria que a Bonney e o Ace tiveram um filho e quem cuida dele é a Makino).
Por favor, me entendam. Não quero tirar a razão de vocês, mas se isso realmente acontecesse, tiraria todo o rumo que eu quero para a fic.
Sei que estou falhando horrivelmente como escritora por estar contrariando vocês, me desculpem. Peço perdão. Por favor, deixem suas opiniões sobre isso.
Para compensar, farei uma one-shot deles dois, com um bebê muito fofo.

Beijos, até o próximo! *3*
Amo vocês! ♥