Exchanged Sex 2.

16 Capítulo 15 - Banho.


Notas iniciais
Olá! Como vão vocês? Eu voltei! Yahooooo!! Demorei menos né? Consegui dessa vez, gente! Estou orgulhosa de mim mesma, kkkkkkk Deixe-me agradecer vocês! Lonnez, Roronoa Aninha, Mokocchi, Evellyn Wendy Taylor, Inory12, Weasley Yoo Player, Luluca200, Kuina chan(perdão novamente), EroCook, Sawako Chan, Yeru, Monkey Chan, Hagu, Kahzinhaaa, Ryusth Lunya, Cute ChrystalMoon, e Swan, muito obrigada pelos reviews! Amei cada um deles! *3* Uzuu Neko e Táta, sejam bem vindas!! UM AGRADECIMENTO ESPECIAL À OzZynhA E Monkey Chan! AMEI AS RECOMENDAÇÕES, LINDAS DE MORRER! T.T QUANDO EU DIGO QUE EU TENHO TODAS AS LEITORAS LINDAS E XEROSAS DO MUNDO, NINGUÉM ACREDITA! VOU DAR NA CARA DE QUEM DISSER QUE É MENTIRA, NA PRÓXIMA VEZ u.ú KKKKKKKKK Então, vamos aos avisos! Capítulo +18: Lemon e muita sacanagem >////////< Palavrões, palavras chulas e safadas, por isso, que não gosta, não leia! Homens gostosos e lindos se afogando no prazer da carne! Quem não gosta, também não leia! hihihihihihihihi É isso. Boa leitura! P.S.: LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Capítulo 15

POV Zoro

A dor que assola meu quadril e minha bunda é tão grande que eu não posso andar sem reclamar. Sério, impossível. Passei a respeitar mais o Sanji só por saber da dor que ele sente toda vez.

– Zoro, toma esse comprimido. – pede Chopper, me entregando a cápsula. Sento-me na cama da enfermaria e tomo o comprimido, engolindo um pouco de água. – Acho que vai melhorar, mas você precisa de repouso. Eu disse para você não ficar treinando tanto daquele jeito...

– Não é exatamente por isso que ele está dolorido, mas tudo bem, né... – diz Nami, sapeca.

– Cale a boca! – falo, entredentes.

– Como assim? O que aconteceu, Zoro? – pergunta a rena, curiosa.

– N-Nada, Chopper. Não dê atenção para essa bruxa mercenária dos peitos grandes. Ela só fala merda. – respondo, e recebo um cascudo.

– Nami! Você vai afundar a cabeça dele! – repreende o médico.

– Não se preocupe, Chopper. Ele é tão cabeça dura, que é capaz de eu sair com a mão machucada. – responde. – E não fale dos meus peitos. Sabe... O Sanji-kun ama eles. Não é, Sanji-kun?

Neste momento, Sanji abre a porta da enfermaria.

– Eu amo? O quê? – pergunta, confuso.

– Nada! – grito, mas Nami me contorna.

– Meus seios, Sanji-kun.

Sanji gruda os olhos nos peitos da Nami e custa a tirar.

– Eles são realmente os melhores, Nami-swan! – responde ele, já tendo um sangramento nasal.

– Ah, meu Deus! Sangue! Sanji, deite-se! Rápido! Vou fazer uma transfusão de sangue! – grita Chopper, pegando Sanji em seu ombro gigante de Heavy Point.

– Nami, eu juro que, algum dia, te mato. – respondo, suspirando. Enquanto Chopper liga a bolsa de sangue à veia de Sanji, fecho os olhos e tento não me concentrar em minha dor.

– Zoro, aqui. Uma pomada para músculos contundidos. – fala ele, me entregando a pomada. – Você passa no lugar da dor, e dentro de alguns minutos, alivia bastante.

Tudo bem que não foi exatamente uma contusão... Mas acho que vale, mesmo assim.

– Então eu posso sair?

– Sim. Mas nem pense em treinar. Está proibido durante o dia inteiro.

– Mas ainda é de manhã! – reclamo.

– Mesmo assim. Se você tentar treinar, vai doer mais ainda.

– Entendi... – acato, sem contestar.

– Sanji, comida! – grita Luffy, entrando na sala.

– O Sanji está tomando sangue, Luffy.

– Não, acho que já está bom. Eu tenho que fazer o almoço. – diz ele, e por fim, saímos os quatro juntos da enfermaria – eu, Sanji, Nami e Luffy -, enquanto Chopper fica para trás, arrumando seus medicamentos.

– Ah... – gemo, sentindo as pontadas de dor. Parece que meus ossos do quadril viraram pó e meus músculos da bunda foram triturados e colocados novamente no lugar. Ando devagar até um dos cantos do convés e me sento, deixando as espadas de lado.

– Zoro, não vai subir? Está quase na hora do almoço... – diz a ruiva, e eu nego com a cabeça.

– Sem chance. Depois eu como. Vou usar essa pomada e dormir. – falo, rindo um pouco. – Bom almoço para vocês.

– Okay... – murmura Nami, dando de ombros. Sanji me olha disfarçadamente, preocupado. Sacudo a mão, num gesto tranquilizador, e ele suspira e também se dirige até a cozinha.

Me levanto devagar, me apoiando onde é possível. Com muita dificuldade e parecendo um robô, desço as escadas até a parte de baixo do navio, chegando ao meu quarto.

Deito-me na cama com cuidado, sentindo o cheiro de lençóis novos. Ah, tão relaxante...

Tiro todas as minhas roupas e me livro da cueca, já espremendo a pomada na mão. Passo nas nádegas, sentindo os músculos quase gritarem junto comigo. Passo também nas laterais do quadril, e quando termino, já começo a sentir o alívio da dor.

Cubro-me e compenso as horas de sono que perdi durante a noite, por causa das dores.

Acordo já completamente livre do incômodo. Eu tenho que agradecer aquela rena. Caramba, ele tem quantas pomadas milagrosas?

Saio da cama e me desagrado com o cheiro de mostarda moída que se impregnou em meu corpo por causa da pomada. Chego à conclusão de que preciso de um banho para tirar esse fedor.

Alongo-me e bocejo, coçando a cabeça. Pego minha toalha, dobrada dentro do armário, e me dirijo até o banheiro.

Ao abrir a porta, me deparo com uma cena inesperada.

Todo o vapor do banheiro tampa um pouco minha visão, mas posso ver Sanji se banhando, sob o chuveiro, de olhos fechados e totalmente relaxado. Aqueles músculos, aquela pele... E ainda por cima, essas gotas correndo por ele... Tão sensual...

– Uau... – murmuro, e no susto, ele se vira.

– Ah, Zoro! – grita, e ao escorregar no chão molhado, cai dentro da banheira. – Desgraçado! Isso me assustou!

– Pff... – seguro, mas não aguento, e começo a gargalhar alto demais. – Ah, caramba! Caiu igual bosta!

– Não ria de mim, Marimo! – grita, e o percebo corado de vergonha. – Seu fedorento!

– O quê? Eu não sou fedido! – grito de volta.

– Está fedendo à mostarda! Daquela que a gente precisa moer para fazer o molho de mostarda, sabe? Que a gente joga em cima do cachorro quente? – pergunta, zoando.

– Eu sei muito bem o que é mostarda, Ero-Cook! – falo. – Mas mesmo assim, sua queda foi engraçada!

– Espera aí que eu vou dar um jeitinho nisso! – diz ele, se levantando da banheira cheia de água. Vem andando em minha direção, e quando menos espero, ele me dá uma rasteira. Tento me agarrar a seu corpo, mas como está molhado, não consigo.

Apenas consigo puxá-lo para o chão junto comigo, rindo.

Então ele se deita sobre mim, se acomodando.

– Sabe, eu não sou um colchão. – falo, e ouço sua risada baixa.

– A dor... Passou? – pergunta.

– Sim. Graças ao Chopper. – respondo. – Mas agora, preciso tomar um banho. Estou fedendo.

– Como eu já terminei de usar o chuveiro, posso usar só a banheira, para relaxar. Enquanto eu uso a banheira, você usa o chuveiro, e depois eu saio para você tomar meu lugar. – sugere.

– Hm. Interessante. – aceito, e ele se levanta, me ajudando também.

– Aqui. O sabonete. – diz ele, entregando-me uma garrafinha de sabonete líquido. Vejo-o entrar na banheira, lentamente. Por fim, ele encosta a cabeça na porcelana, se esticando.

Penduro a toalha atrás da porta e volto para baixo do chuveiro, abrindo o registro. Sento-me no banquinho baixo e, depois de me molhar, começo a me ensaboar.

As marcas roxas em meus ombros estão ainda mais fortes que antes, o que me faz também sentir um pouco de dor nos locais chupados e mordidos por Sanji.

– Porra... Você é violento, hein? – brinco, mostrando as marcas. – Estou parecendo um Guepardo.

– Foi minha vingança. Você me deixa muito pior, pode ter certeza. – afirma ele, relaxando mais ainda na banheira.

Começo a ensaboar meu peito e barriga, e então, me levanto para poder lavar a bunda e as laterais do quadril, onde passei a pomada fedorenta. Termino as pernas e os pés, sentindo minhas cicatrizes nos tornozelos.

Entro embaixo do chuveiro novamente, tiro todo o sabão, e por fim, lavo meu cabelo.

– Ero-Cook. – chamo, me sentando novamente.

– Hm? – resmunga, sem nem ao menos abrir os olhos.

– Já que não está fazendo nada... Esfrega minhas costas? – peço, e ele me olha.

– Bom, já que você insiste tanto... – diz ele, se levantando. Ah, ok. Eu sei muito bem que você gosta da minha pele. Você não me engana.

Aqui. O sabonete. – entrego-lhe o sabonete, e ele pega uma toalha de rosto no gabinete da pia, jogando um pouco de sabonete e fazendo espuma.

Com ela, ele começa a esfregar minhas costas. Inclino-me para frente, dando facilidade para Sanji me ensaboar.

– Isso é até relaxante... – murmuro, fechando os olhos.

Depois de alguns minutos, me canso.

– Certo. Agora é a minha vez de fazer. – falo, e levantando. Ligo o chuveiro e tiro o sabão das costas, desligando em seguida.

– O quê? Não, eu já terminei...

– Lavou as costas? – pergunto.

– Não, mas...

– Sem “mas”. Anda logo e senta aí, Sanji. Só quero retribuir o favor, vai. – peço, e vejo-o suspirar, cedendo. Ele se senta e eu, colocando mais sabão na toalha, começo a ensaboar suas costas. – Então? Relaxante, certo?

– Certo... – murmura ele.

– Ao cair, você se machucou? – pergunto, e vejo-o negar com a cabeça.

Continuo esfregando gentilmente.

– Eu ainda estou fedendo?

– Não, agora está com cheiro de sabonete. – elogia, e percebo sua voz um pouco alterada. Parece meio... Inquieto?

– Ero-Cook? Tudo bem? – pergunto, interrompendo minha atividade.

– Não ouse parar agora, Zoro. Continue. – ordena ele.

– O que? Sanji, você realmente está bem? – pergunto. – Acho que você está meio estranho...

– Não é nada. Só... Esqueça. – pede. Dou de ombros.

– Okay. Pode se enxaguar, então. – aviso, e ele se levanta, abrindo o chuveiro.

Vejo se molhar e deixar a água correr pelas costas, inclinando a cabeça para frente. Sua posição diante de mim é completamente vulnerável e entregue, apesar de ele não perceber. Corro os olhos por seu corpo e encontro a cicatriz gigante em sua coxa que, para mim, representa uma prova de seu amor.

Subo meus olhos e presto atenção em casa movimento de suas mãos sobre seus ombros, massageando-os. Percebo sua respiração um pouco acelerada, além do fato de... Ele não se virar de frente para mim.

– Sanji. – chamo, dando um passo para frente. — Você está excitado, não está?

Seu rosto, virado parcialmente para mim, fica rosado.

– É culpa sua... – murmura ele, encostando a mão direita na parede. – Se você não tivesse me esfregado daquele jeito...

– Espera... Você é sensível nas costas? – pergunto, abraçando-o gentilmente por trás. – Interessante... Eu não sabia disso...

Beijo a curva do pescoço com o ombro, fazendo uma leve e longa pressão com os lábios. Em seguida, beijo sua nuca da mesma forma, sentindo-o se arrepiar com o toque a minha boca.

– Não é como se eu fosse sensível. – responde, e eu solto um “Hm...”, ainda beijando seu pescoço. – O problema é que... É você.

Fico estático por alguns instantes, pasmo.

– Sanji... Essa foi uma das declarações de amor mais lindas que você já me deu. – falo, e ele se vira de supetão, fazendo-me olhá-lo nos olhos.

– Não foi uma declaração, Kuso Marimo! Eu só disse por que senti vontade de dizer, nada mais! Não me perturbe, seu convencido! – responde ele, irritado e envergonhado ao mesmo tempo. Esse é o Ero-Cook que eu conheço.

– Você fica tão fofo quando dá esses surtos de personalidade... – murmuro, sorrindo.

– Quê!? Não fode comigo, seu desgraça... Mmm! – interrompo, beijando-o à força. Porém, segundos depois, ele amolece em meu abraço e passa os braços por meu pescoço, puxando-me para mais perto.

Acaricio suas costas com minhas mãos, matando as saudades de sua pele macia e tão quente. Desço as mãos e aperto suas nádegas.

– Ei. Dá para tirar a mão da minha bunda? – pergunta, e eu nego.

– Não, impossível. A sua bunda é altamente pegável, por isso, não me peça para tirar as mãos. – falo, voltando a sentir sua língua com o beijo. – Está se fazendo de difícil, por acaso? Você deveria pelo menos sentir um pouco de remorso pelo que fez comigo da última vez. E outra: eu sei que quando eu pego aqui, você fica excitado mais rápido. Você tenta mentir, mas seu corpo não deixa. Eu sei que você quer que eu pegue. Então, ao invés de ficar de frescura, porque você não me beija logo?

– Puta merda... – resmunga ele. – Delicado como sempre.

Voltamos a nos beijar, e sinto as mãos de Sanji fazerem o caminho de minhas costas até a barriga, acariciando-me. Continuo apalpando suas nádegas, com seu corpo grudado no meu. Então, para sua surpresa, coloco meu indicador em seu orifício.

– Hm! Espera... – murmura, mas interrompo-o com outro beijo, roubando-lhe o ar. Começo a movimentar o dedo lentamente, o que faz Sanji apertar sua ereção contra mim, roçando-a para se satisfazer.

– Não vai me pedir para parar? – pergunto, transferindo meus beijos para sua orelha e em seguida, para o pescoço novamente.

– Se eu pedisse... Você pararia? – pergunta ele, arfando.

– Nem pensar. – respondo.

– Então não adianta eu pedir. – fala ele, mais contido. Porém, seu controle se esvai quando chupo seu mamilo esquerdo, ainda metendo meu dedo entre suas nádegas. Sanji parece até delirar de prazer.

– Bela resposta, Ero-Cook. – elogio, subindo minha boca para a sua novamente. Com nossos lábios ainda moldados, levanto suas duas pernas e o encosto na parede, fazendo-o prendê-las ao redor de minha cintura. – Merece um prêmio.

Retiro meu dedo de seu interior, sentindo seu lubrificante natural escorrer por minha mão.

Fito seu rosto, absorvendo cada detalhe que o faz parecer tão erótico. Primeiro, o jeito como cora sensualmente. Depois, os olhos meio cerrados, quase fechados, absorvendo todo o prazer que proporciono. Os lábios entreabertos, deixando passar seus ofegos de prazer mais facilmente. Sinto vontade de lambê-los, mordê-los, chupá-los...

Capturo sua boca, beijando-o intensamente. Como seu eu estivesse saboreando uma fruta muito doce, uma fruta única. Aquele sabor que só o Sanji tem... Passo a língua gentilmente sobre seus lábios, sentindo-os demoradamente. Ele chega a abrir a boca para receber meu beijo, mas inclino minha cabeça para trás, fugindo um pouco.

Dou-lhe um selinho e aproveito para passar os dentes, de leve, em seu lábio inferior, para lambê-lo em seguida. E então beijo-o profundamente, explorando sua boca e me deliciando com os movimentos experientes de sua língua e lábios.

– Zoro... Seu beijo... – murmura ele, arfando, excitado. – É tão excitante...

– Sim, eu sei. E para completar, sua boca é um lugar muito sensível, o que deixa tudo muito melhor. – respondo, e dessa vez, acaricio seus lábios com meu polegar. – Percebe, Sanji? Eu não toquei seu pau nenhuma vez, e você já está quase gozando...

Passo uma lambida por seu pescoço.

– Pare de... Tagarelar... – pede, gemendo de um jeito contido. – Zoro...

Seguro meu pênis com a mão direita e começo a roçar a glande em seu orifício.

– Nhn... Haa... – solta, abraçando meu pescoço.

Sanji começa a rebolar lentamente em mim, roçando sua ereção em minha barriga e seu ânus em meu pênis.

– Mmm... Hm... Zoro... – geme, levantando um pouco o queixo.

– O que foi?

– É tão bom... – sussurra, em meu ouvido. Logo em seguida, me dá um chupão no pescoço e uma mordida fraca no lóbulo da orelha. O sussurro sensual, o chupão no pescoço e a mordida me fazem ficar ainda mais duro, adicionando em meu tesão. – Haa! Eu vou gozar...

Prendo seu pênis com a mão, impedindo seu orgasmo e ejaculação.

– Não. Hoje, nós vamos juntos. – falo, e colocando um pouco o quadril para trás, consigo penetrar os primeiros centímetros de meu membro. – Está doendo?

– Sim... – murmura. Vejo saliva escorrer pelo canto de sua boca, o que o faz parecer ainda mais sexy. – Continue.

– Okay.

Penetro-o devagar, sentindo seu interior me apertar e me causar sensações ótimas de quentura e prazer. Coloco somente até a metade.

– Vou meter. – aviso, e vejo-o assentir.

Tiro e enfio novamente, o que faz Sanji arranhar minhas costas e rebolar no meu pau. Começo a estocar com força, e ele se segura mais rente ao meu corpo, gemendo em meu ouvido. Deve faltar pouco para aquilo acontecer.

Suas mãos sobem por meus ombros e entram em meus cabelos, descendo para o pescoço em seguida. Então, com as duas mãos, Sanji puxa minha cabeça e me beija sensualmente, enrolando sua língua na minha e até mesmo, chupando-a de leve. Ao interromper, ele se segura mais rente a mim novamente, rebolando enquanto o penetro. Sinto sua respiração em meu ouvido.

– Haa... Zoro... – geme, puxando meus cabelos com uma as mãos. – Tão gostoso...

E aí está. Seu transe sexual.

Sanji se desencosta de mim, se apoiando na parede do banheiro, enquanto diminuo um pouco a velocidade das estocadas. Seus olhos, agora opacos, demonstram um prazer descomunal.

Com a mão direita, ele começa a se masturbar. Segundos depois ele se agarra em mim outra vez, gemendo em meu ouvido.

– Faça... Mais forte... – pede, quando obedeço, seus gemidos ficam mais intensos. – É tão profundo...

Aproveitando-me do momento, me movo um pouco mais para a esquerda e acerto seu lugar predileto.

– Aah! – solta, assustado pelo prazer ainda mais forte. – Isso... Nnn... Bem aí... Zoro...

– Quer que eu acerte outra vez?

– Sim... É muito bom... – sussurra, e de imediato acerto o lugar várias vezes seguidas, lentamente. – Mmm... Haa... Nhn... Zo...Ro.

– Sanji, porque você parou? – pergunto, e ele me encara com seus olhos opacos. – Rebola em mim. Assim, você não vai sentir só na estocada. Você vai ter um tipo de massagem.

Ele começa a fazer novamente, enquanto se masturba.

– Hm... Bom! – geme, fazendo mais forte. Começa a se contrair deliciosamente, esmagando meu pênis e me dando mais prazer.

– Certo. Pode parar agora, meu amor. – murmuro, gentilmente. Seguro seu rosto e beijo seus lábios. – Agora é a minha vez, novamente.

Volto a investir contra ele, que se contrai cada vez mais e se masturba cada vez mais rápido.

Abraço seu corpo enquanto meto meu pênis em sua entrada, sentindo suas pernas ainda ao redor de minha cintura.

Aproveito nossa proximidade e infiltro minha língua entre seus lábios, que me recebem com vontade. Enquanto nos beijamos, seu corpo começa a ter pequenos espasmos e seu ânus começa a se contrair mais intensamente.

– Zoro... Estou gozando... – geme, no meio do beijo. – Hm... Mhn...

– Eu também, Sanji. – respondo, separando nossas bocas.

Fito-o enquanto ele chega ao ápice, ejaculando entre nossos abdomens e tendo vários espasmos, arqueando o corpo um pouco para trás e fechando os olhos. Logo em seguida também chego ao meu ápice, gozando em seu interior. Seus espasmos se prolongam, e eu o beijo, ainda sentindo suas contrações.

Continuo abraçado com ele, sentindo-o suado e molhado da água do chuveiro ao mesmo tempo.

Ao abrir os olhos, Sanji não tem mais aquela opacidade – saiu de seu transe sexual.

– Uau... – murmuro, sorrindo. – Você foi incrível, Ero-Cook.

Ele cora de vergonha.

– Shh! – manda, e coloca o dedo em meus lábios. – Sem comentários sobre isso, okay?

– Okay, sem problemas. – respondo. – Mas eu posso te pedir uma coisa?

– O que foi? – pergunta, suspirando e ainda arfando pelo esforço físico.

– Beije-me. – peço, levantando um pouco o queixo.

– O quê? Você não estava me beijando até agora? – pergunta.

– Não, você não entendeu. Eu estou te dando carta branca para me beijar como quiser. Vamos. Quero sentir sua boca outra vez. – falo.

– Você é muito pervertido. Ero-Marimo. – fala ele. – Mas, se é uma carta branca... Não posso recusar.

Ele segura meu rosto com as duas mãos, e inicia somente roçando os lábios nos meus, gentilmente. Instantes depois ele começa a me beijar de um jeito diferente. Sua língua roça no céu da minha boca e encosta na minha gentilmente, acariciando-a. Começo a corresponder o beijo, tentado imitar seus movimentos.

Eu nunca beijei desse jeito. Realmente... Dá para provar seu gosto e sentir sua boca e língua por inteiro, lenta e intensamente. O beijo perfeito para o que eu queria. O Ero-Cook realmente sabe o que faz.

Então, minutos depois e com uma última chupada nos lábios, paramos nosso beijo.

– Perfeito. – elogio, e ele solta as pernas da minha cintura.

– Que bom que gostou, Marimo.

Sanji faz a água do chuveiro ficar mais quente e entra embaixo dele novamente, relaxando. Com suas costas viradas para mim, posso ver meu sêmen escorrer por sua coxa. Me abaixo e lavo suas pernas, limpando-o.

– Obrigado. – agradece.

– De nada. – respondo, e logo após me lavar novamente, pulo na banheira, relaxando por completo.

Vejo Sanji desligar o chuveiro e se encaminhar para a porta.

– Ei! Sanji! – chamo. – Volte aqui!

– Para quê? Eu já terminei de tomar banho...

– Deixa disso! – falo, me levantando da banheira.

Corro até ele — com cuidado para não escorregar-, agarro-o e puxo-o junto a mim. Entro na banheira rapidamente e deito-o ao meu lado, apoiado em meu braço. Lado a lado na banheira, quase não há espaço entre nós, o que só me faz ficar mais feliz.

– Certo. Agora, vou tirar meu cochilo. – murmuro, já bocejando. Sinto a água quente em minha pele, até os ombros. Na mesma situação que eu, Sanji.

– Você é muito folgado. – diz ele, e eu sorrio, encostando minha cabeça na porcelana.

Fecho os olhos e deixo minha cabeça cair para seu lado, ficando de frente com seu rosto.

O sono começa a me laçar, e já meio grogue, sinto a mão dele acariciar meu rosto.

– Foi ótimo. – sussurra, encostando a testa na minha. – E você deveria saber disso, idiota.

Que fofo, Sanji!

Um momento de silêncio se segue, e já quase dormindo, consigo abrir os olhos e vê-lo ressonando.

Ah, ele dormiu.

Notas finais
LEIAM, É URGENTE! Pessoal, esse foi o último capítulo de Exchanged Sex. Eu farei um epílogo, claro, mas contando como capítulo mesmo, esse é o último. O próximo (e definitivamente último) sairá no dia dez de Janeiro, sexta feira. Depois do término dessa fic, postarei a extra do Zoro e Sanji com um bebê (lembra que eu prometi que escreveria? Pois é, não esqueci! kkkkk), só que como se fosse uma shortfic, e não um extra. Tenho um fanfic nova programada, mas não comecei a escrevê-la ainda, então talvez eu poste o primeiro capítulo em fevereiro, sei lá. Não tenho previsão ainda. Então, espero vocês no próximo, com o último capítulo definitivo. Já estou com saudades de vocês, sabiam? T.T KKKKKKKKK Kissus, e até o próximo!