Notas iniciais
Olá. Chegamos ao final. Minha fanfic, meu xodó... Chegou ao fim. Muito obrigada à todos que comentaram em meus capítulos, e devo dizer que vocês, leitores e leitoras, realmente e ajudaram em tudo. Tanto inspiração como ideias para a fic. Obrigada. Eu ainda não respondi os reviews do último capítulo, perdão! Vou respondê-los quando tiver tempo. Weasley Yoo Player, Mayan, Kahzinhaaa, Ryusth Lunya, Hagu, Sawako Chan, JkUchiha, Mya Albarn, Luluca200, Evellyn Wendy Taylor, Inory12, OzZinhA, Monkey Chan, Kuina chan, Yeru, Graymarkere EroCook, muito obrigada pelos reviews de vocês. Amei cada um deles. Obrigada à Perrona, que me deixou uma linda recomendação. OBRIGADA SUA LINDA! T.T A música do capítulo é "When When I Was Your Man", do Bruno Mars, só que cantada por Sam Alves - vencedor do The Voice Brasil 2013. Espero que gostem do Epílogo e... Nos vemos lá embaixo. Boa leitura!

Epílogo

POV Zoro

O som das ondas batendo no casco do navio e o sol da manhã vindo da janela me acordam lentamente, fazendo-me bocejar. Coço os olhos e abro-os devagar, identificando Sanji virado de frente pra mim, com a cabeça no travesseiro.

Os raios solares batem em seu cabelo, fazendo seus fios brilharem. O sol também atinge seu rosto, refletindo em seus cílios louros.

Levo minha mão até seu rosto e acaricio sua pele macia com cuidado. Passo o polegar em seus lábios, sentindo sua maciez, e tiro sua franja do caminho e coloco-a para cima, observando seu rosto por inteiro.

Com a ponta dos dedos faço o caminho de suas sobrancelhas engraçadas e em seguida, passo os dedos sobre as pálpebras.

Ainda dormindo, ele pega minha mão e segura entre as suas.

— Zo... Ro... – murmura, sonhando. Sorrio e passo meus braços por seu corpo, abraçando-o junto a mim.

Ele se aconchega, encostando a cabeça em meu peito.

É por isso que ele me encanta. Suas ações inconscientes são tão fofas...

Aproveito seu momentâneo carinho e cheiro seu cabelo, sentindo o perfume de seu shampoo.

— Sanji... Você cheira tão bem... – murmuro, me inebriando. – E seu cabelo é tão macio...

Arrumo-me na cama e fico de frente para seu rosto novamente.

Beijo sua testa e logo em seguida sua bochecha. Então observo seus lábios e não resisto: pressiono os meus contra os dele.

— Fique aqui que eu vou fazer uma coisa legal para você. – peço, num sussurro. Sanji solta algo parecido com um resmungo e eu me levanto, saindo do quarto rapidamente. – Afinal, hoje é um dia especial.

Chego ao convés e vejo o sol nascendo. Alongo-me, bocejando outra vez.

Subo as escadas para a cozinha.

De longe, vejo Luffy quase caindo pela janela da cabine de observação, dormindo.

Observo-o cair na grama, acordar, bocejar, e ainda grogue, ir para o quarto masculino, dormir outra vez.

Abro a porta da cozinha e acendo a luz.

Antes de começar, não deixo de admirar a limpeza impecável da cozinha.

— Nossa, tem cheiro de produto de limpeza... – murmuro. – Ele deveria ser faxineiro também.

Então, começo meu trabalho.

Quando termino, coloco tudo numa bandeja e volto para o quarto.

Empurro a porta com o pé e fecho-a, deixando a bandeja sobre a cômoda.

— Sanji, acor... – começo, mas me interrompo. Uma ideia brota na minha cabeça.

Sorrio e subo na cama, passando uma perna de cada lado de seu corpo. Me abaixo e beijo seus lábios, saboreando-os. Sinto-os com a língua e sorrio ao vê-lo corar, mesmo dormindo. Passo meus beijos por seu pescoço e peitoral, descendo-os por sua barriga.

Então subo novamente e encosto minha boca em sua orelha.

— Eu sei que você está acordado, Ero-Cook. – sussurro, o que causa um arrepio em seu corpo. – Bom, pelo menos a parte de baixo do seu corpo está.

Ele não abre os olhos, e eu infiltro minha mão por baixo de sua calça de moletom.

— Interessante... Sem cueca. – observo, tocando sua pele desnuda sob a calça. – Você não acorda... Por acaso está me dando mole, Sanji?

Então ele abre os olhos, sonolento, e boceja.

— Não. Eu só queria saber até onde você iria com uma pessoa, sendo que ela está dormindo. – esclarece, se sentando na cama. – Pelo jeito, até o fim, certo?

— Se for com você, certíssimo. – confesso, beijando-lhe rapidamente. – Por que você é meu.

— Quem te disse? – pergunta.

— Eu disse.

— Você é muito folgado! – responde ele, e suspira. – Sinto cheiro de comida.

— É. Eu fiz o seu café da manhã. – falo, e ele se assusta.

— O quê? Você cozinhou? — pergunta, desconfiado. – Não colocou nenhum comprimido estranho na bebida, certo?

— Não, Ero-Cook. Só quis ser gentil. – falo. – Mas se você não quiser, eu posso comer, sabe...

— Espera! – pede, segurando meu braço. – Eu vou comer. Só espero que não esteja envenenado.

— Não envenenei e nem coloquei comprimido para dormir. – alfineto. – Também não dissolvi Viagra no seu suco.

— Se dissolveu, eu vou perceber. – avisa, e eu me levanto e pego a bandeja, colocando-a em seu colo.

— Aqui.

Ele observa a bandeja.

— Até que está bonitinha... – elogia. Ele levanta o copo e cheira o líquido. – Isso é suco de melancia?

— É.

— Hm... Parece bom. – fala, e em seguida, prova o suco. – Surpreendentemente bom. Meus parabéns.

— Você achou que o negócio ia ter gosto de bosta, é? – pergunto.

— Mais ou menos.

Em alguns minutos, ele come tudo que eu preparei: as torradas, o pão, o suco e até mesmo a maçã que eu lavei.

— Muito bom. Mas porque tudo isso? – pergunta ele, sorrindo de um jeito contido.

— Porque hoje é um dia especial para nós dois. – respondo, olhando-o nos olhos. – Poder ver seus dois olhos é bem melhor do que ver só um deles.

— O quê... Ei! Cadê minha franja? – pergunta ele, enquanto eu rio.

— Prendi. – explico, soltando o grampo de seu cabelo. A franja cai em seu rosto, lisa.

— Certo. – murmura, se levantando da cama. Observo seu corpo, coberto somente pela calça de moletom cinza. – Você disse que hoje é um dia especial... Por quê?

Levanto-me também e seguro seu queixo.

— É surpresa, meu Ero-Cook. – sussurro, e ao vê-lo corar, deixo um sorriso malicioso tomar conta de meu rosto. – Sabe, ainda são sete horas da manhã.

— E daí? – pergunta ele, focando meus lábios.

— Estão todos dormindo. – continuo, e ponho minha mão em suas costas. – E sinceramente... Você está uma tentação com essa calça de moletom.

— O que tem demais nessa calça? – pergunta, quase fechando os olhos para receber meu beijo.

— O fato de que você está nu embaixo dela. — e tomo sua boca, ainda sentindo o gosto do suco de melancia.

Empurro-o para cama novamente, sem separar nos lábios.

— Hm... Sanji com gosto melancia... – murmuro, infiltrando minha mão por dentro de sua calça. Já sinto sua ereção. – Nada mal.

— O gosto?

— O gosto também. – respondo, e antes de beijá-lo novamente, ouço sua risada.

— Boa noite, pessoal! Espero que tenham uma supeeeer noite de sono pesado! – deseja Franky, soltando o leme depois de travá-lo.

— Zoro, soltar âncora! – grita Luffy, entusiasmado.

Solto a âncora, e quando vejo que não está mais descendo, travo a corrente.

— A âncora está no fundo, Nami! – grito.

— Certo! Hoje é sexta feira, então... A guarda é sua, Chopper! – grita ela de volta, e Chopper bate continência.

— Hai! – responde.

— Sabe, eu não gosto desse negócio de você e a Robin não ficarem de guarda nunca... – fala Usopp.

— Nós não temos culpa. Nós duas somos mais frágeis do que vocês, bando de monstros. – responde ela, o que faz uma veia saltar na minha testa. Mulher folgada, essa Navegadora.

— Eu não gostei nada desse seu elogio... Sua idiota! – diz Chopper, fazendo sua dancinha de felicidade.

— Olha, não é por nada, mas... Chopper-san, eu acho que isso não foi um elogio. – fala Brook, guardando seu violino. – Mas eu vou ignorar, porque ver a Nami-san tão bonita me faz suspirar... Ah, é mesmo. Eu não tenho olhos e nem pulmões, yohohohohohoho!

— Sanji-kun, já está guardando tudo? – pergunta Robin, abrindo a porta da cozinha. – Ah, está trancando a geladeira. Boa noite.

— Boa noite, Robin-chwaan! Tenha bons sonhos! – responde ele, saindo da cozinha com corações saindo dos olhos.

— Chopper, boa sorte. Se ver qualquer coisa estranha, acione o alarme, ok? – pede Nami, e Chopper assente. – Pessoal, durmam bem!

Luffy é o primeiro a chegar no quarto.

— Yahoo, cama! – grita ele.

— Ei, Luffy! Essa é a minha cama! A sua é em cima! – grita Usopp, e ouço as risadas do Luffy. Em seguida, entram Brook e Franky, que fecha a porta atrás de si.

— Zoro, você apaga as luzes? Precisamos ficar o menos visíveis que pudermos, você sabe. – pede Nami, e eu concordo com a cabeça.

— Chopper, toma cuidado com as baratas! – grito, brincando.

— Não tenho medo de baratas, Zoro! – responde ele, mostrando-me a língua.

— Boa noite, Zoro-san. Boa noite novamente, Sanji-kun. – diz Robin, antes de entrar para o quarto. Sanji acena com a mão, enquanto eu apenas faço um movimento curto com a cabeça.

A porta é fechada e Chopper sobe para a cabine de observação.

— Durma bem, Zoro e Sanji! – grita ele, da janela.

— Boa sorte com a vigia, Chopper! – deseja Sanji, recebendo com resposta o sorriso alegre da rena. – Zoro. Eu vou descer primeiro.

— Sim. Espere-me acordado! – murmuro, mas ele ouve.

— Só porque você disse isso, vou dormir. – provoca, com um sorriso malicioso no rosto.

— Você sabe que eu posso fazer mesmo com você dormindo, certo? – pergunto.

— Ero-Marimo. – xinga, e eu sorrio. Vejo-o descer as escadas, enquanto eu atravesso o convés. Aperto o interruptor e desligo todas as luzes.

Fico impressionado com a beleza da lua e as estrelas a sua volta, brilhando e iluminando o navio com a luz branca.

Atravesso o convés numa corrida e desço as escadas, passando pela oficina e entrando no corredor. Passo o quarto sem querer, mas volto e consigo entrar.

Opa. Aqui é um depósito.

Volto pelo mesmo caminho e então, entro em meu quarto.

Encontro Sanji saindo do banho, com a toalha amarrada na cintura.

— Cheguei na hora, hein? – pergunto, sorrindo.

— Sai de perto! – manda ele, ficando na defensiva. Passo rapidamente por ele e abro a porta do banheiro.

— Ponha uma roupa. Quando eu terminar de tomar banho, tenho uma coisa legal para você. – falo, sorrindo. Ele desconfia. – Só... Faça o que eu estou pedindo.

— Você não manda em mim. – responde.

— Quer que eu te vista? Faço com o maior prazer. – sugiro.

— Não, pode deixar que eu faço.

— Bom garoto. – respondo, e ele fica irritado. Não faz diferença. Gosto de irritá-lo.

Tomo um banho rápido e me seco. Quando saio, Sanji me espera sentado na ponta da cama, com aquela calça de moletom e uma camiseta.

— Droga. Eu queria ter te trocado. – falo, ele me olha de baixo para cima.

— Estou curioso. – confessa, ignorando meu comentário.

— Deixe-me trocar de roupa. Então, você poderá matar a curiosidade. – falo, já colocando uma cueca e uma calça.

Coloco também uma camiseta e seco o cabelo.

— Sanji, por favor, me espere no convés. – peço, pendurando a toalha. Ele assente, ainda desconfiado, mas sai do quarto. Aproveito para, rapidamente, pegar a caixa dentro da minha gaveta.

Certo, Zoro. Não fique nervoso. Lembre-se do discurso que você preparou. Ah, droga. Eu não me lembro. Vou com a cara e a coragem mesmo.

Guardo a caixa no bolso e saio do quarto, minutos depois. Encontro Sanji no convés, observando as estrelas.

Ando lentamente até ele.

— O céu tem belas estrelas, não é? – admira. A luz branca da lua banha se corpo, o que o faz parecer ainda mais... Único.

— Não quer saber da sua surpresa? — pergunto, e ele me olha.

— Quero. Cadê? – pergunta.

— Mas antes, quero dizer algumas coisas.

— Certo. Diga. – pede.

— Hm... Ok. – começo, e olho para o chão, e depois foco em seu rosto. – Sanji... Você se lembra que, há um tempo, eu fiz uma grande cagada e adquiri uma maldição, certo?

— Mas é claro. – responde.

— Desde então, nós não nos soltamos mais, né? Eu sempre fui muito duro e mesmo em forma de mulher... Tinha você na palma da minha mão.

— Ei! – protesta, rindo.

— Mas então, Sanji... – continuo. Pego em sua mão e entrelaço nossos dedos. – Eu descobri que estava apaixonado por você. Não só apaixonado, como já te amava incondicionalmente.

Encosto minha testa na sua.

— Desde então, este sentimento tão primitivo tem crescido dentro de mim, de uma forma que eu não consigo explicar. E ele é tão poderoso e grande, que se eu te perdesse, realmente ficaria à míngua. Não conseguiria nem ao menos treinar, de tanto sentir a sua falta. – continuo. – Comparado ao amor que eu sentia por você quando você quase morreu por causa da máfia... Hm... Como posso colocar...

Penso por alguns segundos.

— Zoro?

— Sanji, tente comparar o Sol com a Lua. – peço. – A Lua brilha, mas não te sua luz própria. Comparada ao Sol, a Lua é minúscula. E o Sol... O Sol é majestoso, gigante, brilhante, quente, aconchegante... Ninguém consegue viver sem o Sol. E enquanto a Lua é só um satélite... O Sol é uma estrela.

Sanji não diz nada, mas seu sorriso demostra seu estado de espírito.

— E eu sou tipo a Lua, sabe? Frio, seco e sem brilho próprio. – continuo – Enquanto que você, Sanji... É como o Sol. Tão brilhante, tão belo e aconchegante, além de quente. Então, Sanji... Se eu sou a Lua... Por favor, seja o meu Sol. Não me deixe, porque se você fizer isso, eu realmente vou escurecer e deixar de significar qualquer coisa, por menor que seja.

Algumas lágrimas escapam de meu rosto. Olho para Sanji, que me encara de volta. Suas lágrimas também escapam.

— Então, Sanji... Hoje faz um ano que nós nos entrelaçamos. – falo, limpando algumas das lágrimas de seu rosto. – E eu quero te dar meu presente.

Pego a caixinha de veludo dentro do bolso e mostro para ele.

Diante de seu espanto, abro a caixinha e mostro-lhe o par de alianças de ouro.

— Sua mão esquerda, Ero-Cook. – peço, e ele estende a mão, tampando a boca com a outra.

Coloco a aliança em seu anelar e beijo o dedo.

— Meu nome está gravado nela. – completo. – Eu, Roronoa Zoro, te recebo por meu Ero-Cook, e prometo ser fiel, te amar e te respeitar, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida. O que me diz?

— Seu idiota! – solta, e de repente, me abraça. Sua boca encosta na minha orelha. – Aceito.

— Ero-Cook, não me deixe. – peço, abraçando-o de volta. Então ele me solta e pega a aliança dentro da caixinha.

— Eu, Sanji, te recebo por meu Marimo, e prometo ser fiel, te amar e te respeitar, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida. – repete ele, sorrindo e chorando ao mesmo tempo.

Ele põe a aliança em meu dedo.

— Agora nós somos um do outro. – concluo, sorrindo. – Eu sou seu, e você é meu.

— Como se já não fosse assim. – murmura ele.

Levanto seu queixo com os dedos e beijo-o, sentindo sua língua ávida na minha. O beijo fica salgado por causa de suas lágrimas, e eu sorrio, dando-lhe um selinho.

Abraço-o, beijando seu pescoço delicadamente.

— Né, Sanji... – murmuro, com a testa encostada na sua novamente. – Você vai ser meu Sol? Não vai me deixar ser uma Lua sem brilho?

— Sim. Eu serei seu Sol, Zoro. – diz ele, sorrindo – Eu prometo. Por isso, não me deixe também. Não seria capaz de aguentar uma vida sem você.

Sua declaração me faz soluçar e começar a chorar outra vez.

— Eu te amo. – solto, beijando seus lábios. – Tanto, tanto... Sanji, Eu te amo. Te amo.

Meu peito arde de tanto amor.

— Eu também, seu grande Marimo cheio de músculos. – brinca. – Eu te amo, e jamais deixarei de amar. Por que você é meu.

— E você é meu. – respondo, sorrindo também.

— Sim. Inteiramente seu. – responde, me beijando desta vez.

Sim, dele. E ele, meu. Agradeço à maldição por ter nos unido, e ao destino... Que não nos separará.

Ero-Cook. Seu corpo. E principalmente, aquele sentimento tão lindo que entrou em mim se que eu ao menos percebesse... Seu amor é só meu.

Meu Sanji.

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Fim.

Notas finais
Sim, acabou. T.T Vou sentir falta da fic, de vocês... E de tudo isso pelo que nós passamos juntos. Hoje eu faço um ano de fanfic, e uma no da minha história cm Zoro e Sanji. Obrigada, pessoal. Vocês realmente são lindas, verdadeiras companheiras para mim. Agradeço também as leitoras fantasmas, que apesar de não apareceram, fizeram-me acreditar que a fic era boa e que eu estava fazendo certo. E assim, encerro a Exchanged Sex, definitivamente. Zoro e Sanji? Eles continuam, mas chegou a hora de parar de narrar a história. Agora, deixo tudo com eles dois, e que eles continuem construindo e aproveitando sua felicidade. Até a próxima! Amo vocês! P.S.: Há uma nova fanfic postada na minha conta, porém, quem quiser ler, tem que acertar o Controle Parental do Nyah! para exibir as histórias +18, porque senão não dá para ler. É isso, kkkkkkkkkk Espero ver vocês em breve!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!