Exchanged Sex 2.

15 Capítulo 14 - Finalmente, Sanji realiza seu desejo.


Notas iniciais
Olááá! Voltei! õ/ *apanha na cara* Eu shei, me deshculpem pelo horrível atraso... T.T (isso fui eu de cara e boca inchada, tá? kkkkk) O fato é que, como é quase fim de fic, eu fico triste, e aí a criatividade vai para os ares... Mas aí, eu lembrei que tenho vocês, e escrevi! *aura inspiradora* Sei que sou uma desgraçada por ainda não ter respondido os reviews de vocês, e responderei assim que der. O fato, é que uma CERTA PESSOINHA (não vou divulgar nomes, kkk u.ú) me apresentou um jogo lindo e xeroso chamado Amor Doce, aí eu fiquei jogando, jogando, jogando... Enfim! kkkkkkkkk Agradeço à Sawako Chan, Mya Albarn, Kuina chan, EroCook, Cute ChrystalMoon, Inory12, Roronoa Aninha, Luluca200, Ryusth Lunya, Kahzinhaaa, Sogequeen, Wendy Taylor, Yeru, Swan, Sunny Go, Graymaker, JkUchiha e Asami Chan, pelos lindos reviews! Muito obrigada, minha gente! Como vocês perceberam, o capítulo é R-18. Então, para quem não gosta de palavrões, palavras sujas e homens sexys e gostosões se pegando, não leia, por favor! kkkkkk Boa leitura!! P.S.: Dedico este capítulo à Kuina Chan, que me pediu esse Lemon mais do que todo mundo, kkkkk. Tá aí, espero que tenha gostado e me desculpe por ter esquecido T.T

Capítulo 14

POV Sanji

Estou muito irritado. De verdade, muito irritado mesmo.

Por quê?

Bom, a coisa toda começou no dia seguinte ao que ele me comeu na cabine de observação.

No dia seguinte, eu o procurei à noite. Óbvio que eu queria maltratar aquele traseiro, mas Zoro havia sumido. Fui encontra-lo no quarto masculino, já no oitavo sono. A raiva que senti naquele momento quase me fez acordá-lo na base do chute, mas me acalmei rapidamente, pensando: “Amanhã eu pego ele.”

Não, eu fui ingênuo. Zoro continuou fugindo de mim, e não voltou ao normal até hoje, cinco dias depois. Eu já estou no meu limite. Não tenho mais paciência para vê-lo de longe e não fazer nada.

Volto à realidade e, sem querer, deixo o copo escorregar de minha mão.

— Merda! – exclamo, procurando um pano para limpar a água esparrama no chão.

— Sanji? – pergunta Usopp, entrando na cozinha. – Fez besteira, né?

— Derramei a porcaria do copo no chão. – respondo.

— Deixa que eu limpo. Você não pode ficar sujando as mãos, sendo que é um cozinheiro. – fala ele.

— Obrigado. Muito legal da sua parte, Narigão. – provoco, e ele se irrita.

— Decidi que não vou mais limpar nada, Ero-Cook! – grita ele. Inesperadamente, eu me irrito.

— Do que me chamou? Repete, Pinóquio! – mando, e ele percebe meu nível de raiva.

— O que está acontecendo dentro dessa cozinha? – grita Nami-san, abrindo a porta com força.

— N-Nami! Não me bata! – pede Usopp, se escondendo embaixo da mesa.

— Nami-swan! Quer um suco de laranja? – pergunto, e ela nega. De trás dela, sai a Robin-chan. Enquanto Nami-san tira o Usopp da cozinha, Robin-chan anda em minha direção. – Robin-chan?

— Sanji-kun, faça alguma coisa. – sugere ela, colocando a mão no meu ombro. Em seguida, encosta a boca no meu ouvido, soltando um sussurro. – Se você forçar um pouquinho, ele cede.

— Robin-chan, não fique sussurrando no meu ouvido desse jeito... – peço, sentindo os arrepios por sua voz aveludada. – Mas você acha mesmo? Espera... Como você sabe disso?

— Como eu sei de quê?

— Como você sabe... Disso? – pergunto, envergonhado. Ela sorri.

— Mulheres sabem de tudo, Sanji-kun. Tudo. – assegura ela, sorrindo.

— Não se preocupe, Robin-chan. Eu vou resolver isso hoje. Sem falta. – respondo, pensando em meus planos.

À noite...

Espero pacientemente Zoro terminar seu treino. Sei que, quando ele termina o treino, gosta de beber muita água.

Ouço-o descer as escadas da cabine de observação e, segundos depois, abrir a porta da cozinha. Com a luz apagada, ele não me percebe encostado na pia, de braços cruzados.

Zoro entra na cozinha silenciosamente, tanto que só ouço o som de seus passos.

— Está com sede? – pergunto, e ele corre para acender a luz.

— S-Sanji? O que está fazendo aqui? – pergunta, tenso.

— Não se preocupe, Marimo. Eu coloquei água no copo pra você, mas também pedi uns comprimidos de nutrientes para o Chopper. Para você não morrer de exaustão, sabe como é. – falo, levantando o copo com água e os dois comprimidos.

Ele assente devagar, muito desconfiado. Solto um sorriso e dou a volta no balcão. Com mais alguns passos, Zoro chega até mim e pega o copo da minha mão.

Foco em seus lábios enquanto ele dá o primeiro gole na água, antes de tomar o comprimido.

Zoro estende a mão, e eu coloco o suplemento de vitaminas na palma. Observo-o engolir o comprimido e sorver a água. Segundos depois, entrego o segundo comprimido, e ele faz o mesmo processo que com o primeiro.

Terminando o copo d’água, encho o copo novamente, e depois mais três vezes.

— Saciou sua sede? – pergunto, e ele se senta no sofá embutido na parede, relaxando um pouco.

— Sim. – responde, suspirando. Percebo seus ombros caídos, e vejo que ele está realmente relaxado, como não esteve nesses cinco dias.

E por incrível que pareça... Ele fecha os olhos.

Depois de tantos dias, você resolve baixar a guarda agora que eu já coloquei o plano em ação, seu puto?

Ando devagar até ele e sento em seu colo, com um joelho em cada lado de suas coxas.

— Pois eu ainda não. – falo, levando minha mão direita até seu pescoço.

— N-Não? Não o que? – pergunta, já tenso outra vez. Deslizo a mão para baixo, sentindo seu suor na pele nua.

— Ainda não saciei a minha sede. – murmuro, tateando os gomos de sua barriga.

— Beba água. – sugere, encostando o nariz no meu.

— Você sabe que eu não estou falando deste tipo de sede, né? – pergunto, e sinto suas mãos subindo por dentro da minha camisa, tocando minhas costas. Aproveita enquanto pode, Marimo.

— É...?

— Né, Zoro... Você não quer? – sussurro, tocando nossos lábios suavemente. – Não quer me ter novamente?

— Sanji... – murmura ele, e sua mão aperta minha coxa, me acordando, literalmente.— Me beije.

Ao ouvir seu pedido, sinto algo estranho. Realmente gosto de vê-lo me pedindo algo, submisso.

— Peça de novo. – falo, e ele suspira.

— Beije-me, Sanji. – murmura, e eu sorrio maliciosamente.

— Isso mesmo.

Entrelaço seus cabelos em meus dedos e puxo sua cabeça para frente, possuindo seus lábios com toda a saudade que senti durante esses cinco dias. Mato esses desejo de seus lábios chupando-os e sentindo-os com a língua, antes de sentir a sua.

Aprofundo o beijo, e Zoro não fica para trás, já abrindo os primeiros botões de minha camisa e tocando meu peito. Sinto sua língua e a acaricio lentamente, movendo a minha sem força ou pressa. Absorvo todo aquele gosto que só sua boca tem, como... Como um doce que só tem em seus lábios.

— Você está com gosto de cigarro, Ero-Cook. – murmura, apertando minha bunda.

— Ah, cale a boca. Você fica longe de mim por cinco dias e ainda vem reclamar do meu cigarro? – pergunto, e ele sorri.

— Não. Eu gosto. – responde. – Acho que... Estou com um pouco de sono...

Zoro começa a fechar os olhos, e eu sorrio internamente. Isso! Está dando certo!

— Pensou que ia fugir de mim, Marimo? – sussurro, e ele franze o cenho. – Até daqui a pouco.

— Ero... Cook... – murmura, e desmaia. Saio de cima dele, pulando de felicidade.

— É hoje, Kuso Kenshi! – falo, e saio correndo da cozinha. – Chopper!

Abro a porta do quarto masculino, encontrando Chopper caindo do beliche.

— Chopper, preciso de ajuda! Rápido, rápido! – falo, e ele corre na minha direção.

— Que foi? Alguém se machucou? Quebrou alguma coisa? – pergunta, assustado. Pego no colo e coloco-o no meu ombro, para poder ir mais rápido. Chego à cozinha em alguns instantes.

— Me ajude a levar o Zoro para o quarto! – peço, e ele não entende muito bem. – Se transforma naquele pé grande e carrega o Marimo para mim!

— Ah, entendi! – exclama, se transformando em seu Heavy Point. Pega Zoro com facilidade e o joga no ombro. – É para levar para onde?

— Me segue. – peço, e ele assente.

Levo até meu quarto, na parte de baixo do navio. Chopper fica maravilhado.

— Uah, suge*! – fala, maravilhado. – Estou com inveja dessa cama, Sanji...

— Nada mais natural. Não sei por que o Zoro inventou de colocar uma King Size* nesse quarto. Cabe mais umas duas pessoas nessa cama. – resmungo. – Bom, pode colocar ele na cama. Eu vou subir com você, pra te deixar no quarto.

— Sabe, Sanji... Eu sei o caminho de volta.

— Caba a boca e vamos logo! – mando, e ele dá de ombros. Nós dois voltamos para o convés.

— Oyasumi, Sanji.

— Oyasumi, Chopper. – espero-o fechar a porta e corro para a enfermaria, abrindo a porta sem fazer barulho. Ali, acendo a luz e corro até a escrivaninha, procurando nas gavetas os exatos comprimidos que eu quero. Quando encontro, suspiro de alívio e volto ao quarto.

Então, começo meus preparativos.

POV Zoro

Meu corpo está quente. Bem quente. Acordo com a respiração meio descompassada.

Olho para o quarto. Não vejo ninguém. Como eu vim parar aqui?

A porta do banheiro está aberta. Será que tem alguém?

— Ero-Cook? – chamo. Não ouço resposta, e quando vou me mexer, percebo que estou com as mãos algemadas na cabeceira da cama. – Eh? Eeeeh!?

O espanto me atinge. Estou algemado na cabeceira da minha própria cama!? O que está acontecendo aqui?

— Ah, acordou. – ouço, e a porta do banheiro é aberta. – Boa noite, Zoro.

— Sanji? O que está acontecendo? Porque eu estou algemado? – pergunto, quase chegando ao desespero.

— Calma. Fui que te algemei. Não se preocupe. – diz ele, e um alívio me percorre.

— Ok. Mas para quê? – pergunto. Sinto cheiro de sabonete e percebo que estou esquisitamente limpo demais. – Você me lavou?

— É lógico. – responde, e um ponto de interrogação brota em meu cérebro. – Não acha que eu vou enfiar meu pênis e nem pôr minha boca em um lugar sujo, acha?

Espera um pouquinho aí... Lugar sujo? Pênis? Boca?

— Você está me assustando um pouco. O que quer dizer com: “Enfiar meu pênis em um lugar sujo”? – pergunto, e vejo seu sorriso.

Sanji sobe na cama e engatinha até estar sobre mim, montado. Encaixadinho. Ah, se nós estivéssemos nus...

— Eu estou dizendo, Zoro... – murmura, e morde minha orelha, deixando um beijo em meu pescoço. – Que por esta noite, você é meu Uke.

— Como é que é? – pergunto, chocado demais para absorver a informação. – S-Sanji, você está de brincadeira, né?

Sanji me encara. Em seus olhos, vejo o mais profundo azul. Aquele azul líquido, um pouco mais escuro que o normal. O azul que tantas vezes vi. O azul de quando ele está muito excitado.

É, dessa vez ele me pegou. Vou ser fodido com força.

— Você realmente achou que ia fugir de mim para sempre? – pergunta, e segura meu queixo com a ponta dos dedos. No momento seguinte, ele toma meus lábios, rodeando minha língua com a sua.

Então ele acaricia meu tronco nu com as mãos, lentamente, quase causando uma agonia. O toque dele não é como um carinho normal. É uma carícia possessiva, sensual. Começo a sentir meu pênis endurecer.

— Hm... – solta ele. Um gemido rouco, porém meio choroso e até mesmo... Muito excitante. Percebo que ele só soltou o gemido devido ao endurecimento do meu pênis, que por causa de seu gemido, endurece ainda mais. – Zoro...

Sanji deixa de me beijar e passa a língua por meu pescoço, deixando uma fina trilha de saliva.

— Por que você me deixou só de cueca? – pergunto, enquanto ele desce ainda mais a boca.

— Assim não fica mais fácil? – pergunta também, e eu sorrio maliciosamente.

— Sim, fica.

Ao invés de descer um pouco mais sua boca, Sanji me beija novamente, chupando meus lábios. E de repente... Ele começa a esfregar sua intimidade na minha, causando-me arrepios de prazer.

— Haa... Sanji. – então, tento fazer o que normalmente faço, que é estimulá-lo também. Porém, esqueço que meus braços estão presos e forço as algemas, sem querer.

— Tsc, tsc. – resmunga. – Sem mãos, Marimo.

— Seu filho da puta... – murmuro, rindo. Ele se esfrega ainda mais em mim, e eu me agarro na cama, apertando a madeira com força. – Hm... Droga...

— É gostoso, não é? – pergunta, e eu assinto, sentindo o rosto quente por conta da excitação. Levanto um pouco o quadril, fazendo ainda mais fricção.

Merda. Estou mais excitado que o normal.

— Certo. Já chega disso. – fala, e se levanta.

Ah, estava tão bom...

Sanji vai até o banheiro e volta segundos depois, com um comprimido.

— E o que é isso? – pergunto, curioso. Ele sorri, abaixa minha cueca e abre um pouco minhas pernas. – Ei! O que você está tentando fazer?

— Fique quieto! – pede, e eu paro de me mexer. Então, Sanji enfia aquele comprimido no meu traseiro.

— Hã... O que é isso que você enfiou no meu rabo? – pergunto, com um pouco de medo.

— É só um comprimido estimulante, não se preocupe. – responde.

— Isso era para me tranquilizar? Ero-Cook! – exclamo, e ele vai até o banheiro novamente. – Ei! Volta aqui!

Luto contra as algemas, mas não adianta nada. Merda. Merda!

Sanji volta com um copo d’água e outro comprimido.

— Mais um? Quer me drogar? – pergunto, e ele ri.

— Zoro, feche os olhos e abre a boca.

— O que? Pra que?

— Faz logo o que estou pedindo!

— Ok! – concordo, fechando os olhos e abrindo a boca. Por fim, encosto a cabeça no travesseiro.

Sinto seus lábios pressionarem os meus, e então, sinto água dentro da boca. Quase me afogo.

— Está tentando me afogar, Ero-Cook? – pergunto, soltando um espirro.

— Você não percebeu? – pergunta, misterioso.

— Perceber? Era para eu ter percebido algum coisa? – pergunto, confuso.

— Eu fiz você engolir outro comprimido. – declara.

— Outro? Para quê?

— É um Viagra.

— Quê? Não! Eu nunca precisei disso, Ero-Cook! – exclamo.

— Eu sei que não. Mas eu quero experimentar uma coisa.

— Experimentar? Eu virei cobaia por acaso? Sanji, meu pinto vai virar uma pedra, de tão duro. – aviso, e ele ri.

— Sem problemas, Zoro.

Tento entender o que ele está planejando.

Sanji tira um cigarro do bolso e coloca na boca, mas não acende. Então, ele começa a desabotoar a roupa, bem devagar. Ao terminar a camisa, tira os sapatos e a calça, ficando só de cueca.

Mais uma vez tenho a visão de seu corpo perfeito para mim – músculos nos lugares certos, perfeitamente esculpidos. Aquelas pernas perfeitas, além da bunda. Ah, aquela bunda...

E aí... Ele se senta na cadeira, com um cotovelo apoiado na penteadeira.

— Agora... A gente espera.

POV Sanji

Sinceramente, nunca pensei que fazê-lo submisso a mim desse jeito fosse uma ideia tão boa.

Zoro engoliu o Viagra faz dez minutos, e parece já não se aguentar mais. Sei, sou muito cruel.

Seu rosto está corado, e ele sua um pouco. Posso ver seu peito subindo e descendo, e ele faz de tudo para se aliviar, mas não consegue.

— Acho que... Estou ficando sem forças... Haa... – geme baixo. Zoro está tão duro que, de longe, posso ver as várias veias de seu pênis.

— Então... Acho que já está bom, né? – pergunto, e levanto da cadeira. Dou a volta na cama, subindo em seguida. Zoro olha em meus olhos, me pedindo um alívio. Pedindo? Não, suplicando.

— Seu rosto está tão sexy... – murmuro, passando a ponta dos dedos em seu abdômen. Ele trava a mandíbula e solta um gemido rouco e erótico. – Você me parece um pouco impaciente.

— Impaciente? – pergunta, forçando um pouco as algemas. – Porra, impaciente? Olha a minha situação! Estou tão excitado que estou sentindo até dor; eu poderia bater uma punheta rápida, mas você me algemou; me deu um Viagra; e agora, meu cú está quente porque você enfiou um estimulante lá! Acha que isso é só impaciência?

— Uau, Zoro... – respondo, espantado por sua declaração tão direta.

— Ero-Cook! – exclama – Deixa de frescura e faz logo alguma coisa!

Levo minha mão até seu pescoço e encosto sua testa na minha, passando a perna para o outro lado de seu corpo. Por último, sento em seu abdômen.

— Alguma coisa, né? – pergunto. – O quê, por exemplo?

Encosto minha boca na sua e sinto seus lábios com a ponta da língua. Beijo-o intensamente, mordendo seus lábios.

— Não faz diferença... Haa... – geme, novamente. Passo meus beijos por seu queixo e pescoço. – Contanto que você me alivie um pouco...

— Então, qualquer coisa que eu fizer, você vai aceitar? – provoco, e para minha surpresa, ele concorda.

— Meu corpo já é seu, de qualquer forma... – murmura ele, e somente essa frase... A pequena frase que ele pronuncia faz meu coração aumentar de ritmo.

— Prometo que você vai gostar.

Chupo um de seus mamilos, e Zoro puxa as algemas, arqueando o copo na minha direção. Como bônus, ganho também vários gemidos sensuais, pronunciados por sua voz rouca e afetada pelo prazer.

— Sanji... Até que isso é bom... – murmura, já gemendo outra vez.

Como recompensa, chupo com mais força, sentindo o bico com a língua. Zoro dobra os joelhos, e vejo-morder o lábio inferior com força o suficiente para fazer sangrar.

— Ei, ei... – chamo, e toco seu rosto. – Pare com isso. Porque está se segurando tanto desse jeito?

— Alguém... Pode ouvir... – murmura ele, forçando as pálpebras enquanto trava a mandíbula mais uma vez.

— Não tem problema... Olha, já é de madrugada. Ninguém vai ouvir. – asseguro. Ele hesita, mas assente.

— Muito bem. – elogio. – Agora... Abra as pernas.

— O-Oi?

— Abre as pernas, Zoro. – peço, com a voz mais rouca e baixa que consigo fazer.

Seu rosto se torna rubro, e lutando contra si mesmo e seu orgulho de macho, Zoro abre as pernas para mim.

Me encaixo entre elas, ainda de cueca.

— Você fica tão inexplicavelmente sexy, desse jeito... – murmuro, de encontro a seu pescoço. Ele se arrepia, e eu sorrio com sua reação.

Então, Zoro vira o rosto, me roubando um beijo intenso e profundo. Afinal, sendo ou não um Uke eventualmente, ele tem a habilidade de me controlar e me acender a hora que quiser. Até mesmo com um beijo.

Ele está algemado! Porque eu estou tão excitado, se ele nem me tocou?

Nossas bocas se moldam, e sem cerimônia, ele puxa meu lábio inferior com os dentes, infiltrando sua língua em minha boca.

— Ngh... – solto, no meio do beijo. Segundos depois, me separo dele.

— Que foi? – pergunta, ofegante.

— Hora de melhorar um pouco as coisas. – murmuro, e tiro minha cueca, voltando a sentar em sua barriga. Zoro praticamente me come com os olhos. – Estou disposto a usar minha boca em algum lugar seu.

— Sério? – pergunta.

— Sim. E sabe o que é melhor? – pergunto, e me inclino para baixo, prendendo sua orelha com os dentes, bem devagar. – Você pode escolher o lugar.

— Já escolhi. – responde ele, ainda ofegante. – Sanji, me chupe.

— Tem certeza? – pergunto.

— Sim. Da última vez, você lembra o que eu disse, não lembra? Falei para você me deixar louco de prazer. Eu disse para você me fazer perder o controle, não disse? Então porque está se segurando? Aproveita, porque hoje é a primeira e última vez que estou dando a bunda para você. – declara ele, e um arrepio quente corre meu corpo. Ele tem razão. Porque eu estou me segurando, demorando tanto? Finalmente vou fazer o que tanto queria!

— Certo, Marimo. Então, repita aquela outra frase que você disse aquela vez. – peço, e ele sorri maliciosamente.

— Ero-Cook... Me faça seu.— responde.

— Sim. E depois, vou fazer o que quiser com esse seu traseiro. – murmuro.

— Tanto faz. Eu estou tão excitado que não ligaria nem se você enfiasse um vibrador em mim. – fala ele, do seu jeito normal, sem um pingo de delicadeza.

— Infelizmente, eu não tenho um vibrador aqui. – respondo. – Mas eu tenho o Sanji Júnior, que, acredite, é bem melhor do que qualquer vibrador de Sex Shop.

— E você já experimentou algum? – pergunta.

— Sim. O Jovem Mestre enfiou um em mim, e depois outro. Ou seja, experimentei dois tipos. – respondo, e ele parece culpado por me fazer lembrar. – Mas não é melhor do que o meu pênis. Pode ficar tranquilo.

— Está pronto? – pergunto, e ele assente. Então, me viro de costas para seu rosto e me inclino para frente, ficando a centímetros da coisa pulsante, grande e dura.

Arrumo-me sobre ele, e faço com que fiquemos na posição 69, que já experimentamos antes.

— Você não achou que eu ia te chupar de graça, né? – pergunto.

— Nem por um segundo. – murmura, e o sopro de sua voz bate no meu membro, me causando um suspiro de prazer.

— Faça primeiro. – sugiro.

— Abaixe o quadril.

Faço o que pede.

— Abaixe mais. – pede, e eu faço novamente. – Mais um pouco.

— Mais? Zoro, o que você.... Ugh! – engasgo, ao sentir meu pênis ser engolido de uma vez só. Olho para trás e vejo três quartos dentro da boca, se Zoro se mantém de olhos fechados.

Levanto o quadril, e ele respira fundo.

— Certo, posso fazer isso. Agora é sua vez, Ero-Cook. – avisa, e eu assinto. Então, abaixo o quadril mais uma vez, sendo recebido em sua boca quente e úmida. Em seguida, sinto sua língua acariciando o comprimento.

— Haa... Zoro... Mmm... – solto, inconscientemente. Invisto o quadril gentilmente contra sua boca, sentindo sua língua me acariciar deliciosamente. Se suas mãos estivessem soltas, ele faria lá atrás também... Merda, porque eu quero tanto ser tocado no traseiro?

E então, tomando coragem, seguro seu pênis pela base. Nem fodendo que três quartos disso cabe na minha boca. Fecho os olhos, e me concentro na boca de Zoro, lá embaixo, chupando a glande do meu membro.

Decido imitar seus movimentos, e inicio a felação, começando pela glande. Em seguida, abro a garganta e empurro-o para dentro. Zoro solta um gemido abafado.

Porém, não consigo continuar por muito tempo. A boca dele é incrivelmente gostosa. Sinto sua língua acariciar a extensão de meu pênis, e em seguida, Zoro começa a me chupar novamente. Alternando entre chupadas fortes e mais suaves, ele não me deixa prever a quantidade de prazer que posso sentir. Ele é realmente o melhor.

— Caramba... Hm... – gemo, entreabrindo os lábios e abaixando o quadril mais um pouco. Mais uma vez, Zoro engole quase tudo, o que me faz ter alguns espasmos fracos. – Aah, Zoro...

E a única coisa que consigo fazer é masturba-lo.

Troco o membro para a mão esquerda e, com a direita, abro um pouco suas pernas já dobradas. Então, consigo ver aquele pequeno e lindo orifício entre suas belas nádegas. Sem me conter, toco-o com a ponta dos dedos, e Zoro tosse e engasga.

— Ei, o que você está fazendo? – pergunta.

— Te dando prazer. Agora pare de falar e ocupa essa boca com outra coisa. Mais especificamente, isso aí cutucando sua bochecha. – falo, indelicado. – Você não disse que está quente aqui atrás? Então, vou te ajudar a aliviar isso...

Ele usa a língua na glande mais um pouco, e eu, de repente, mudo a posição, ficando entre suas pernas. Apoio minhas mãos em seus joelhos dobrados e me ajoelho no colchão. Posso ver seu rosto muito corado e seu peito descendo e subindo por conta da respiração ofegante. E só para me deixar com mais tesão... Um fio de saliva escorre pelo lado de sua boca, tão fino que quase não dá para ver. Os lábios entreabertos... Ah, meu Deus.

Seus mamilos intumescidos também me fazem crer em sua excitação.

Sorrio maliciosamente e levanto da cama, indo até o criado-mudo. Lá, pego o lubrificante e volto para a cama, me ajoelhando entre suas pernas dobradas e abertas.

Espremo um pouco do lubrificante em meus dedos, e espalho pela mão direita inteira.

— Ok. Hora da diversão. – murmuro, e jogo a bisnaga do produto em algum canto do quarto.

Levo minha mão até seu traseiro, e com a ponta dos dedos já lubrificados, acaricio seu orifício levemente. Logo de início, Zoro começa a soltar gemidos mais longos e prazerosos, além de seu rosto ficar ainda mais erótico.

— Está sentindo? Não é tão ruim, é? – pergunto. Seu corpo se contorce de prazer quando infiltro o primeiro dedo.

— Ah... Sanji... – murmura, entre gemidos. – Dói... Tira...

— Sinceramente... Você não parece querer que eu tire. – provoco, e recebo seu olhar de irritação por uns instantes.

Começo a estocar o primeiro dedo, enquanto masturbo seu pênis. Zoro força as algemas, travando os dentes e se contorcendo de prazer.

— Você parece gostar tanto disso... – murmuro, estocando mais forte. Inesperadamente, ele se contrai.

— Isso é... Bom... Mas vergonhoso... – geme ele, rouco.

— Não precisa sentir tanta vergonha assim. Eu não vou contar para ninguém que consegui te comer uma vez na vida, Marimo. – asseguro, sorrindo um pouco.

Infiltro mais um dedo, e depois, o terceiro.

— Itai... – murmura ele, com os olhos fechados. Vejo algumas lágrimas escaparem de seus olhos. – Mas mesmo assim... É tão gostoso...

Neste momento, ele arqueia o corpo para cima e joga a cabeça para trás, me dando a visão perfeita de seu pescoço. Meus dedos são espremidos em seu interior, enquanto seu corpo é levado pelos primeiros espasmos do orgasmo. Enfim, ele goza, forçando ainda mais as algemas.

— Uau... – admiro, observando seu corpo suado e ofegante pelo orgasmo. – Eu sei que é bom, mas... Você parece estar gostando muito disso.

Não recebo resposta, mas instantes depois, ele está duro novamente.

— Tão rápido? – pergunto, apertando seu pênis em minha mão.

— Não se espante, Ero-Cook. Eu disse que não precisava de Viagra. – responde, maroto. Seu sorriso malicioso me dá combustível.

Sorrio em resposta e me deito sobre seu corpo, alcançando sua boca com meus lábios. Dou-lhe um beijo profundo, intensificando cada vez mais os movimentos com a língua.

— Sanji. – chama, interrompendo o beijo. – Pode me soltar agora?

Hesito, pensando que talvez ele possa fugir de mim. Mas não. Zoro está com o rosto muito corado, está suando, excitado e ainda tendo espasmos de prazer. É impossível ele fugir agora.

Pego a chave dentro da gaveta do criado-mudo e destranco as algemas. Zoro esfrega os pulsos, vermelhos pelo esforço.

Levando as duas mãos ao pênis, ele se masturba lentamente, enquanto contrai um pouco as pernas. Não consigo parar de fita-lo. É a visão do paraíso.

— Então? Vai ficar aí parado? – pergunta. – Eu não quero ficar nessa posição vergonhosa por muito tempo, anda logo.

Suspiro e solto uma risada.

— É para já. – respondo, me posicionando no meio de suas pernas. – Sem lubrificante?

— Vai doer de qualquer jeito, porra. Anda logo e me alivia, vai. – manda, com sua habitual sutileza.

— Isso não foi nada sexy. – brinco, encostando minha glande em seu orifício. Seguro sua cintura e ele se agarra em meu braços, apertando-os.

— Haa... Nnn... – geme, baixo. Ele cerra os dentes e aperta os olhos, Mais algumas lágrimas caem pelas laterais de seu rosto. – Faça a dor parar... Sanji...

Zoro suplicando por prazer. Tão erótico e sensual ao mesmo tempo...

— Não se preocupe, Marimo. Não vou te deixar sentir mais dor. – sussurro, em seu ouvido. Chupo um de seus mamilos novamente, o que o faz gemer mais alto.

Saio devagar e entro novamente, na mesma velocidade. Ele parece se acostumar aos poucos.

Então ele se apoia nos cotovelos, para ver melhor a conexão entre nossos corpos. Um sorriso malicioso brota em seu rosto corado de excitação, e em seguida, ele olha em meus olhos.

— Sim. Agora faça mais forte. – pede, mas sua voz me faz crer que ele está mandando em mim.

— Mas você não estava com dor? – pergunto, e ele assente.

— Sim, estou. Mas a sua investida lenta para que eu me acostume já ajudou bastante. Agora, faça mais forte. Por hoje, quero me sentir como você, quando fazemos. Quero saber o motivo de você sentir tanto prazer. – responde, e meu corpo recebe um arrepio quente.

Estoco-o com mais força, chocando nossos corpos. Zoro geme e agarra os lençóis, levantando um pouco os quadris. Me prende com suas pernas, o que me faz ir mais fundo ainda.

— Isso... Continue... Mais rápido... – geme ele, ainda com os olhos fechados.

Faço o que pede, e minhas investidas se tornam intensas, fortes e profundas, atingindo-lhe o ponto certo de seu prazer.

— Mnn... Haa... Sanji... – geme ele, o que me dá mais tesão.

E para minha surpresa, Zoro começa a rebolar contra mim, enquanto faço o nosso vai-e-vem. Seguro seu membro e masturbo-o no mesmo ritmo.

— Você é muito apertado... – murmuro.

— É claro... Hm... – geme, no meio da frase. – Eu era virgem... Haa... É natural ser apertado...

Ele se contrai, e eu tomo seus lábios mais uma vez, beijando-lhe.

— Continue... Ah, sim... – sussurra, rouco.

Vejo-o apertar os lençóis com mais força, arquear o corpo e fechar os olhos. Seus músculos internos me apertam com força, e gemendo mais intensamente, Zoro goza.

— Ah... Tão bom... – sussurra, ainda recebendo minhas estocadas. Seus lábios se entreabrem enquanto ele curte os espasmos de seu segundo orgasmo. – Sanji... Continue...

— Está me pedindo para... – pergunto, meio pasmo.

— Estou. Por favor, continue. Não pare, de jeito nenhum. – pede, e percebo que, com as minhas investidas, seu orgasmo se prolonga, apesar de já ter gozado.

— Certo. Estou quase lá, também. – respondo.

Com mais algumas entradas, também chego ao meu ápice, fazendo com que Zoro se sinta muito melhor do que eu poderia imaginar. Caio sobre seu corpo e recebo seu abraço reconfortante, ao mesmo tempo que ofegante.

— Estou em êxtase. – murmura, e chupa meu pescoço em seguida. – Fazia tempo que eu não te via metendo daquele jeito.

— Bom, desde que voltou a ser homem, eu não tive mais chances. – murmuro de volta, e ele ri.

— Sanji. – chama, e eu o olho. – A próxima vez que você me algemar, eu vou te deixar de cadeira de rodas, de tanto te foder. Entendeu? – pergunta, e eu solto a risada.

— Você parecia estar gostando muito.

— Não, eu não gostei. – revela – Porque enquanto estive preso, não pude te tocar. E eu gosto de te tocar.

— Hm... Que fofo. – respondo, e ele fica envergonhado.

— Não me chame de fofo!

— Sabe, Zoro... Acho que você é uma máquina de sexo. – comento.

— Só se você me der um Viagra e enfiar um estimulante no meu cú. – responde. – Além de me dar um comprimido para desmaiar, lógico.

— Você estava fugindo de mim! Queria que eu fizesse o que, Marimo? – pergunto, irritado.

— Quer saber? – pergunta, e percebo suas feições irritadas. – Estou com saudade da sua boca.

Coro com seu comentário, mas não tenho tempo de me defender quando ele segura minha nuca e me beija intensamente, controlando-me.

Sorrio entre o beijo e lhe dou um selinho, que vira outro beijo.

Me sinto muito amado. Pergunto-me o que é melhor... Amar ou ser amado.

Será que felicidade tem limites? Para mim... Parece que não.

Notas finais
*Suge - Incrível! *King Size - Significa tamanho king, tamanho maior de todos, e é um termo da língua inglesa. Ou seja, a cama é maior que as comuns de casal. —_______________________________________________________________________________ E então? Curtiram? Ou ficou muito ruim? De qualquer forma, espero que tenha ficado bom! kkkkkk Agradeço novamente a compreensão de vocês, e peço que me perdoem por meu atraso. É... Feliz Ano Novo! Muita paz, saúde, felicidade, dinheiro no bolso, Yaoi, Hentai, Yuri, ecchi e todas as outras coisas! Tenham uma boa passagem de ano e não se esqueçam de sempre partilhar o bem, tá? KKKKKKKKKKKK Beijos, amo todos vocês!