Notas iniciais
Boa noite! Já é meio tarde, mas como eu havia prometido, já que recebi uma recomendação diva da BerryandFible, eu estou fazendo uma mini maratona, e tinha que postar hoje. Pra quem não lembra, eu havia combinado que a cada recomendação que eu recebesse, faria uma mini maratona de um capítulo ou postaria uma one shot, então aqui estou eu, cumprindo a promessa! Só quero deixar registrado que : É CARNAVAL MEU POVO! Bom, pelo menos na história ;)

Pov. Annabeth

– Annabeth a sua mala está em cima do meu pé! — Thalia reclama, me olhando com os olhos raivosos

– Eu não tenho culpa se ela não coube no porta malas! — resmungo, afastando a mala o suficiente para que ela saia de cima do pé de Thalia

– Meninas, vocês tem certeza de que não esqueceram nada? Passaportes, passagens, cartões de crédito, dinheiro? — Atena pergunta, manobrando o carro para entrarmos no estacionamento

– Oh não! — Silena exclama, do banco da frente do carro da minha mãe — Eu esqueci completamente! O que eu vou fazer agora?

– O que? O que você esqueceu? — pergunto, preocupada

– As minhas calcinhas! — ela dramatiza — Como eu pude esquecer as minhas calcinhas?! Elas estavam dentro da necessaire cor de rosa da Victoria's Secret, acho que deixei em cima do sofá do meu closet!

– Você tem um sofá dentro do seu closet? — Atena ignora a parte que Silena diz que esqueceu as calcinhas e só presta atenção na parte do closet

– Sim! Tenho uma banheira de hidromassagem também... — Silena se anima

– Uau! — minha mãe e ela começam uma conversa animada sobre as dezessete araras cheias de roupas que vieram diretamente da Macy's ou da Bergdorf and Goodman de Silena

– Certo, voltando ao ponto. — Thalia pigarreia — Sinto muito Silena, mas o voo sai em uma hora e nós precisamos fazer o check-in.

– Mas o que eu vou fazer sem calcinhas?! Usar fralda geriátrica? — ela faz um bico

Thalia e eu caímos na gargalhada, simplesmente porque imaginar uma Silena de fraldas geriátricas é demais pra nós.

– Você pode comprar algumas na Victoria's Secret do duty free. — digo, dando de ombros

– Tudo bem, só vamos logo com isso, os meus remédios estão começando a fazer efeito e eu estou prestes a cair dormindo aqui mesmo. — Thalia fala

– Certo, meninas, eu vou parar por aqui. — Atena fala- Se divirtam, mas tomem cuidado, ok? E ah, não deixem a Annabeth ficar por lá. Ela pode acabar tendo uma crise de saudade e não querendo voltar...

– Mãe! — reviro os olhos — É claro que eu vou querer voltar.

– Só por precação. — ela sorri — Tudo bem, vou sentir falar de vocês.

Saímos do carro para tirar as malas. Silena sai atrás de Thalia, arrastando a mala Louis Vuitton até o guichê da companhia aérea. Com muito esforço, retiro a minha mala azul do carro, ajeitando as mangas da minha blusa canoa. Dou um abraço apertado na minha mãe.

– Eu vou sentir tanto a sua falta, meu bem. — ela diz, acariciando o meu cabelo — Como eu vou passar esses dias sem você?

– Eu também vou sentir saudades. — digo — Fique de olho em Lizz pra mim.

– Vou ficar. Você não sabe como fez bem a ela...

– Ela também fez muito bem a mim. — digo — Agora, eu preciso mesmo ir...

– Tudo bem, querida. Se cuide, ok?

– Eu vou! — digo, já passando pelas portas automáticas do aeroporto e acenando até que elas se fechem

Vou até Thalia e Silena, e vejo que Katie e Clarisse também já estão lá. Acabo furando a fila para acompanha-las e ficarmos em assentos próximos, despachamos as malas e vamos até um café.

"Onde vocês estão?" Recebo uma mensagem de Percy

"Wawa Coffee. E vocês?" Respondo

"Estamos chegando."

Percy, Beckendorf e Nico vinham se despedir de nós. Ele ainda não achava engolido direito a minha viagem, mas não tinha escolha a não ser aceitar.

Silena tagarelava sobre alguma coisa que tínhamos que fazer, ou algo que ela tinha lido na Vogue. Eu bebericava o meu café expresso, o embrulho no meu estômago sendo uma sensação constante desde a noite passada.

Sinto a presença de Percy atrás de mim antes que ele coloque as mãos sobre os meus olhos, eu reconheceria aquele cheiro em qualquer lugar.

– Percy. — digo, colocando as minhas mãos sobre as suas e sorrindo

– Como você sabe? — ele reclama, tirando as mãos e sorrindo

– Fato 1: você disse que estava chegando. Fato 2: O seu cheiro é inconfundível. — dou de ombros

– Você tem certeza de que quer fazer isso? — ele pergunta, um bico na boca — Você pode ficar aqui... Dormir na minha casa... Surfar todo dia...

– Percy, não. Não vai rolar. — digo — Sério, isso é algo que eu quero fazer. Eu sinto falta de lá, da minha mãe, de Bruno, dos meus colegas...

– Dos seus colegas... Sei. — ele diz, revirando os olhos — Você tinha dito que não tinha nenhum amigo que não fosse o Bruno, esses aí devem ser os seus pretendentes.

Abro a boca, meio chocada.

– O que? Você acha mesmo que eu teria pretendentes, no Brasil?

– Eu ouvi você e Bruno conversando naquele dia... Pelo telefone. Você mandou um beijo para alguém.

– Eles eram meus antigos colegas! — aumento o toma de voz — Tudo bem, pense o que quiser, mas eu não acredito que estamos mesmo tendo essa discussão.

– Olha só... — ele começa, mas suspira antes de continuar — Me desculpe, ok? É só que você está voltando para lá... A milhares de quilômetros de distância de mim, e bem perto de todos esse seus "amigos"... Eu estou nervoso.

– Não sei porque, eu já disse que amo você.

Ele suspira novamente, sorrindo para mim.

– Eu também amo você. — fala — E vou morrer de saudades.

– Tem razão, não sei como você vai aguentar esses dias sem mim... — falo, convencida

– O que? — ele ri — E você, não vai sentir falta de mim?

– Bem, talvez... — brinco, dando um selinho nele — Sim, eu também vou morrer de saudades...

– Ótimo.

– Ótimo.

"Ultima chamada para o voo JJ49866 com destino a Los Angeles." Soa nos altos falantes.

Suspiro, colocando a mochila sobre as minhas costas e me levantando da banqueta em que estava sentada. Não havia notado, mas Travis, Connor e Chris também estavam aqui. Sorrio internamente por Clarisse e Katie.

– Tudo bem... — Percy diz

– Tudo bem... — repito

– Acho que você tem que ir. — ele diz, coçando a cabeça e me olhando intensamente

– É... Tenho mesmo. — digo, o abraçando forte e ficando na ponta dos pés para o beijar — Isso não é um adeus, ok? Eu vou voltar logo. Vê se fica longe daquela biscate da Rachel...

O filho da mãe ainda tem a coragem de rir da minha cara. Depois me abraça e me gira no ar.

– Tudo bem, você não tem com o que se preocupar. — diz, sorrindo de lado

– Espero. — falo, observando que as meninas já estão me esperando — Acho que tenho que ir...

Dou um beijo casto nele, passando a mão pela barba bem feita e inspirando o seu cheiro de maresia.

– Eu te amo. — ele diz, quando estou passando pelas portas que me levam até a sala de embarque

– Eu te amo. — repito, mas as portas já haviam fechado

♡

– Finalmente! — Thalia exclama, quando conseguimos acorda-la — Pensei que nunca fossemos chegar! Foram três aviões, da pra acreditar?!

Suspiro, passando gloss labial. Thalia só havia acordado três vezes durante a maratona de nove horas de viagem, e as três haviam sido para trocar de avião. Quem dera eu pudesse ter dormido a viagem toda.

– Da, você me deu um monte de socos na cara, e roncou no meu ouvido. — Clarisse resmunga, pegando as mochilas e bolsas no compartimento de bagagem de mão

– Eu me sinto revitalizada! Fiquei olhando para o mar a viagem inteira e estou totalmente pronta para as praias paradisíacas do Brasil! — Silena exclama, guardando a escova de cabelo na bolsa Kate Spade

– Eu me sinto enjoada. — Katie diz, o rosto meio verde

– Relaxa, Kat. — digo — Já chegamos, só vamos pegar as malas e entrar no carro... Então poderemos descansar.

– Descansar? Você está de brincadeira! — Thalia diz, animada — Eu quero ir para algum canto, quero ver gente, quero praticar o meu português!

– Thalia, você só diz isso porque passou a viagem inteira dormindo. — Clarisse revira os olhos — E aliás, que português?

– Obrigada. — Thalia responde, dizendo uma das únicas palavras além de "aí se eu te pego" que ela sabe pronunciar corretamente — Esse português, viu?

– Tudo bem... Só vamos logo. Esse ar de dentro do avião não faz nada bem para o meu cabelo. — Silena fala, andando pelo corredor quase vazio do avião

Passamos pelas comissárias de bordo, damos um tchauzinho para o piloto e chegamos ao corredor de desembarque. Eu estava prestes a vomitar, e não era de enjoo.

Fazia quase sete meses que eu não via a minha mãe, e agora estava a apenas alguns passos e minutos de distância. Da ultima vez que a vi, ela estava chorando, e dizia: "Eu sei que você pode pensar que eu estou te mandando embora, mas eu te amo. Não é nada disso, eu sei que é o melhor para você."

No fim, havia sido mesmo melhor para mim. Mas eu não conseguia tirar da minha cabeça que ela estava mesmo me mandando embora, para viver a milhares de quilômetros de distância dela. Eu entendia, era difícil para ela lidar com a perda do meu pai, mas também era difícil para mim.

– Olha só, é este o parque aquático que nós vamos! — Silena bate palmilhas animadas, apontando para o pôster do Beach Park

– Legal. — Clarisse da de ombros, sorrindo com a visão de um toboágua que era praticamente um suicídio

Levamos um bom tempo para pegarmos todas as malas, Silena não parava de tagarelar que se a mala dela viesse com um arranhão sequer ela buscaria restituição e blá blá blá. Era estranho estar naquele aeroporto que eu já havia estado milhares de vezes, uma sensação de desconforto e reconhecimento.

Quando finalmente passamos pelas portas do desembarque, um frio na barriga imenso me consome. Minha mãe teria mesmo vindo me buscar? Ou teriamos que pegar um taxi? Eu havia mandando um SMS com o horário de chegada, mas não sabia se ela realmente estaria ali.

Corro os olhos pelas centenas de pessoas que esperavam ansiosamente a chegada de alguém. Crianças, idosos, adultos, jovens, esperando tios, pais, amores, amigos. Teria alguém nos esperando? Até que finalmente bato os olhos na figura de vestido longo verde.

Não me importo se as meninas estão ou não me seguindo, se ela vai ou não me receber bem, simplesmente corro até ela, largando a mala no meio do caminho. O abraço da minha mãe é exatamente como eu me lembrava, e ela ainda tinha aquele cheiro de canela que eu adorava.

– Eu senti tanto a sua falta, querida. — ela diz, me apertando ainda mais

– Eu também, mamãe. — inspiro mais forte, absorvendo mais o seu aroma natural

– Deixe me ver. — ela diz, se afastando um pouco de mim — Você está tão linda, ainda mais bonita do que por fotos.

Sorrio, a olhando de cima a baixo. Minha mãe era magra e muito conservada para os seus quase cinquenta anos, tinha cabelos dourados como os meus, e olhos meio verdes meio castanhos, pele branca bronzeada e um sorriso adorável no rosto. O vestido verde a deixava ainda mais bonita.

– Obrigada, mas a senhora também não está nada mal. — digo, a fazendo rir

– Tudo bem, onde estão a suas amigas? — ela pergunta

– Oh– suspiro. Havia me esquecido completamente delas. Passo os olhos pelo aeroporto e vejo que elas estão paradas a poucos metros de nós, faço um sinal com a mão,mas chamando para perto — Mãe, essas são Silena, Thalia, Clarisse e Katie.

Elas sorriem, e eu falo, em inglês.

– Meninas, essa é a minha mãe Carolina.

– Prazer em conhecer, Sra. Chase. — elas dizem em uníssono, surpreendendo minha mãe por falarem em português

– Oh, o prazer é meu. Mas podem me chamar de Carolina, ou Carol. — minha mãe responde, em inglês — Vamos logo, nós vamos sair para jantar e vocês ainda tem que tomar banho e se arrumarem... Venham, o carro é por aqui.

Saímos do prédio, pegando o elevador e indo até o Land Rover preto de minha mãe, exatamente igual ao que pertencia ao meu pai, e se não fosse pela placa eu poderia até pensar que é o mesmo.

– Trocou de carro, mãe?

– Sim, você gostou? — pergunta, e eu balanço a cabeça para cima e para baixo — Você adorava o do seu pai, e é uma forma de sempre o termos conosco.

Colocamos as malas no porta malas e algumas acabam tendo que ir no colo, já que éramos cinco. Algumas musicas tocam na rádio.

– Por que a música é em inglês? — Thalia pergunta — Eu pensava que íamos escutar musicas em português!

– Digamos que as musicas em inglês sejam mais populares por aqui... Mas fique tranquila, quando vocês forem para festas de carnaval, tudo será é português. — minha mãe explica

Thalia sorri, depois disso começamos a conversar sobre como esses meses foram, e elas contam a minha mãe tudo o que aprontei. Minha mãe ri como eu não a via rir a muito tempo.

Quando já estamos quase chegando ao meu condomínio, que na verdade ficava em uma praia fora da cidade, todo mundo para pra aproveitar a paisagem.

Já era mais ou menos quatro da tarde, o sol estava prestes a se por e o vento fazia as palmeiras da avenida pela qual andávamos balançar. Podíamos ver o mar, a cerca de trezentos metros de distância, as dunas brancas cobrindo a praia em alguns momentos.

Entramos no condomínio fechado em que eu morava. Era um enorme complexo, onde havia apartamentos e casas, além de um resort e um Spa. Minha mãe passa pela zona do resort, pelos apartamentos e pelos campos de golf e um dos clubes particulares, indo direto até a nossa casa. Ela estaciona o carro na grama fresca do pequeno jardim frontal da casa, onde havia espaço para pelo menos dois outros. Havia um pneu preso por uma corda em uma árvore, no qual eu costumava me balançar todas as tardes, as roseiras que meu pai e eu havíamos plantado ainda estavam lá.

Pegamos as malas e subimos até o segundo andar, minha mãe havia separado dois quartos de hóspedes para nós, mas acabamos decidindo ficar no meu quarto e apenas deixar as malas nos outros. A parede azul celestial, a cama triliche, o closet branco, a minha escrivaninha embutida e a penteadeira azul escuro estavam do mesmo jeito que eu havia deixado quando sai. O quarto cheirava a desinfetante de limão.

– Meninas, venham comer os cookies enquanto eles ainda estão quentes! — minha mãe grita, do andar de baixo

– Estamos descendo! — grito de volta, saindo do quarto e pulando pelas escadas de degraus de vidro

– Sua mãe é uma fofa, Annie. — Silena diz

– É verdade! — Katie fala, girando a pulseira no pulso

– Mãe, acho que vamos dar uma passada na casa do Bruno... — digo, pegando um biscoito

– Ele me ligou hoje de manhã, perguntando a que horas vocês chegavam... — ela fala, vagamente — Tudo bem, voltem antes das oito porque vamos para aquela Pizzaria que você gosta.

– Sim senhora! — digo — Meninas, temos um melhor amigo para visitar.

Roupas trocadas, vestindo basicamente shorts jeans e regatas, ou vestidos estampados e chinelos, saímos pelos 27º graus que faziam do lado de fora.

– Annabeth, esse condomínio é enorme! — Katie fala — Tem certeza que não vamos nos perder?

– Relaxem. A casa dele é por aqui. — digo — Nós vamos passar pelo clube da praia, e pelas quadras de tênis e depois chegamos lá.

– Tudo bem, guia. — Thalia diz, nos fazendo rir

♡

Pov. Bruno

– Bruno! — minha mãe grita da cozinha — Você tem visita, quer dizer, visitas.

– Já vai! — grito de volta — Continuem jogando, eu ia perder mesmo.

Dou de ombros, jogando o controle do videogame em cima do sofá claro da minha mãe. Diego, Rodrigo e Mateus nem parecem notar que eu sai, e continuam jogando como se eu nem tivesse dito nada. Corro até a porta de entrada, pulando a mesa de centro e quase tropeçando no tapete.

Escuto minha mãe conversando animadamente com alguém, e quando chego ela se cala, acena para a pessoa e vai até a cozinha, deixando a porta encostada quando sai. Estranho, penso. Dou de ombros, assegurando na maçaneta prateada e abrindo a porta de uma vez.

– Aha! — o ser que estava do lado de fora grita, pulando nos meus braços

– O que? Aí! — grito de volta, reconhecendo o cheiro de limão e morango — Eu não acredito! Você está aqui!

– Eu estou aqui! — ela grita de novo

– Aí meu Deus, você está mesmo aqui!

– Eu sei! Da pra acreditar? — ela fala, largando o meu pescoço só para depois o agarrar de novo — A sua casa continua cheirando a eucalipto!

– Thalia, Silena... Meninas, oi. — digo, notando as outras garotas paradas a porta — E aí? O que estão achando do Brasil?

– Até agora, legal, fora a parte das musicas em inglês na rádio. — Thalia revira os olhos

– Pare de falar com elas! Eu estou aqui, e sou a sua melhor amiga! — ela grita, me abraçando mais forte

– O que merda está acontecendo... — escuto a voz de Diego falhar as minhas costas

– Bruno quem...? — Rodrigo começa a falar mas também se interrompe

Annabeth me solta e fica de pé, arrumando o vestido florido e cochichando algo com Thalia, que ri alto e cochicha algo de volta em inglês.

– Ei, meninos. — Annabeth diz, finalmente — Desculpem ter roubado o Bruno por um tempo, vocês sabem... Eu estava com saudades do meu melhor amigo.

Diego tenta balbuciar alguma coisa, mas sai como "Ã, é uhum, cram". Rodrigo e Mateus não falaram nada, ainda.

– Ei... Vocês querem entrar? — pergunto, quebrando o silêncio

– Na verdade, não... — Thalia diz, em inglês

– Eu vou pegar um pedaço do bolo que a tia Suze disse que tem, mas é só isso mesmo. — Annabeth diz, dando de ombros e me empurrando de lado com a cintura — Ah, nós vamos ver o por do sol na praia, você ta afim? Quer dizer, vocês?

– Por mim tudo bem. — digo, vendo-a voltar com um pedaço de bolo de chocolate na mão — Vocês vem? — pergunto aos garotos

Eles balançam a cabeça para cima e para baixo, não sendo capazes de falar nada ainda.

Deixo que elas sigam na frente, falando em inglês e conversando sobre alguma coisa muito engraçada sobre a qual elas não param de rir, e vou atrás com os meninos.

– O que deu em vocês? — pergunto

– Gata. — Diego diz — Ela está muito gata.

– Aquela é a Annabeth? O que aconteceu com a garota que vivia aqui a um ano atrás? — Mateus fala

– Você viu aquele sotaque que ela pegou? — Rodrigo diz — É sexy.

Reviro os olhos. Correndo até estar do lado delas.

– E aí? Como Percy e Nico estão? — pergunto

– Quem são Percy e Nico? — Diego fala, já do meu lado

É, esse carnaval vai ser uma confusão mesmo.

Notas finais
E então...? O que acharam? Eu passei o DIA TODO escrevendo esse capítulo, então é bom que tenham gostado. Eu adorei, saiu exatamente como eu havia imaginado. Teve momento Annie/Atena, Annie/Percy, Annie/mãe, Annie/Bruno e Annie/amigos do Bruno. Sim, ELAS ESTÃO NO BRASIL MEU POVO! OLHA O BRUNO AE GALERA. Enfim, obrigada de nvo a BerryandFible pela linda recomendação, você ditou por aqui. LEMBRANDO QUE A META ESTÁ VALENDO A PARTIR DE AGORA: pra quem não lembra, a meta é: 1º eu preciso de 20 (VINTE) reviews; 2º eu também preciso ter pelo menos 38 favoritos (só um a mais, não custa nada favoritar né?) OU 3º se eu receber uma recomendação, as outras duas não valem. E sim, eu posso passar um dia, um mês, um ano, ou quatro sem postar, depende de vocês. IMPORTANTE: Eu postei uma one shot linda e fofís e cute percabeth, o link é esse http://fanfiction.com.br/historia/527207/Blue_Jeans_One_Shot/ dêem uma conferida e tals, amo vocês! O tempo que eu vou demorar pra voltar depende de vocês, se eu atingir a meta amanhã, vou dar um jeito de escrever um capítulo e voltar, mas se não, eu posso só voltar em 2016... You know you love me. XoXo. One Less Lonely Girl