Notas iniciais
SIM EU VOLTEI, RESSURGI DAS CINZAS LIKE A FÊNIX E ESTOU DE VOLTA. MIL DESCULPAS GENTE, É SÉRIO, EU SINTO MUITO MUITO MUITO MUITO MUITO POR TER DEMORADO TANTO, DE VERDADE. Eu sei que demorei milênios, mas eu tenho uma explicação que justifica a minha demora, então espero que vocês entendam. Bom, como vocês sabiam eu estava viajando no começo do ano, e ai eu tive pouquíssimo tempo pra escrever lá. Quando eu voltei, mal dormi e na manhã seguinte já estava no colégio, e a partir daí não tive mais sossego. São oito horas de aula por dia, e eu ainda tenho que me virar e arranjar tempo só Deus sabe de onde pra estudar, porque só 24 horas no dia já não é mais suficiente. Se eu paro de estudar por uma hora pra descansar ou fazer alguma outra coisa, já me sinto culpada porque a concorrência deve estar estudando, então volto correndo pros livros. Como se não bastasse o ENEM aqui na porta, eu ainda tenho prova toda semana e simulado do enem três vezes por mês. Vida de pré universitário não ta fácil. Eu ia escrever no carnaval, mas aí surgiu uma viagem de última hora e eu não pude deixar passar, porque fazia muito tempo que eu estava presa naquela escrivaninha estudando. E ai, por la não dava pra escrever, porque eu tava com as minhas amigas e a gente passava simplesmente todas as horas de sol na praia. E quando ficava de noite e eu achava que ia dar pra pelo menos começar, tinha show então... Bom, digamos que eu não pretendia perder o show do Wesley Safadã e Jorge e Mateus. Nesses dois meses que eu fiquei fora - foi muito tempo, sim, eu sei - o meu aniversário também passou haha! Pois é gente, sou um aninho mais velha agora, mas ainda tenho aquela cara básica de bebê. E também A FIC COMPLETOU UM ANO GENTE, QUE EMOÇÃO, PASSOU TÃO TÃO TÃO RÁPIDO. MUITO OBRIGADA PRA QUEM ACOMPANHA DESDE O INÍCIO E PRA QUEM CHEGOU AGORA, EU AMO VOCÊS E ESPERO QUE CONTINUEM COMIGO ATÉ O FIM. Eu queria ter voltado pra postar no dia do aniversário, mas eu realmente não tive nada de tempo, então fui adiando e adiando, até que finalmente voltei. Bom, agora vamos ao capítulo - que eu espero que vocês gostem, já que eu perdi horas de uma das únicas noites que eu poderia dormir por mais de cinco horas pra escrever - e vejo vocês lá embaixo! Beijinhos

Pov. Thalia

– Annabeth, você está com aquela cara. — digo, assim que ela sai do elevador

Ela olha pra si mesma, procurando algo de errado com as roupas ou com ela própria, então depois me encara com aquela sua expressão de inocente "eu não fiz sexo selvagem a noite inteira".

– Que cara? — pergunta, sorrindo torto

Avalio os seus movimentos. Ela alisa a saia vinho de tecido grosso, ajeita o gorro na cabeça e levanta um pouco mais o cachecol, deixando a mão apoiada no pescoço. Particularmente, sempre fui muito boa em avaliar as pessoas.

– Deixa eu ver... Saia na altura do joelho, olheiras, esse sorriso, e o fato mais marcante: cachecol. Fala sério Annabeth, você já foi menos óbvia.

– O-o que? Está frio lá fora! — ela diz, mas o sorriso estampado em seu rosto denunciava tudo

– Você não usa nem colar pra não ficar sufocada, quanto mais isso! — falo, arrancando o agasalho verde — Ahaá! Aqui está.

– Thalia! — Annabeth tem aquela expressão de terror que ela faz quando o almoço é salada de legumes com purê de batatas, e tenta a todo custo cobrir as marcas roxas com a mão ou o cabelo — Me devolve isso já!

– O que? Meu Deus Annabeth! — finjo uma expressão de preocupação — Você está com alergia ou algo tipo? O que é isso no seu pescoço? Ai já sei, você caiu dos patins quando estava patinando no gelo, e ai bateu o pescoço na grade de proteção!

Alguns jovens que passavam por perto soltaram risadinhas, o que só fez Annabeth ficar ainda mais vermelha do que ela já estava. Já falei que ela fica vermelha muito fácil?

– Gatinha, se você quiser, eu posso te deixar mais do que roxa. — um cara até bonitinho, dos olhos azuis, fala, piscando para Annabeth

Annabeth e eu nos entreolhamos, prendendo a risada, bem a hora que Percy surge do além. Ele deve sentir a concorrência, porque na boa, só aparece nas horas de ameaça.

– Ela não precisa de ninguém pra a deixar roxa não! Panaca! — grita pro garoto que já estava entrando no elevador

Ele beija Annabeth na testa e depois nos lábios.

– Eca. Gestos e demonstrações de amor logo de manhã! — finjo que vou vomitar

Percy e Annabeth se separam, me encarando com as sobrancelhas erguidas.

– Sério? Você vai mesmo falar da gente? — Annabeth diz — Bom, fui eu quem não pude entrar no meu próprio quarto porque minha melhor amiga e companheira de suíte estava... Ocupada.

– Verdade, Nico passou a noite inteira fora mesmo. — Percy fala, aquele sorriso odiável é irônico na boca

– Ah, mas vocês falam como se tivessem feito coisa muito melhor né! — digo, gesticulando em direção ao pescoço de Annabeth — Se esse hematoma que mais parece uma queimadura de segundo grau de tão grande e vermelho é a parte exposta, eu não quero nem saber o que tem nos outros cantos...

A essa altura Annabeth estava roxa de vergonha, enquanto Percy jogava a cabeça para trás em uma gargalhada.

– Bom, eu não tenho nada a ver com a vida de vocês, então podem se comer o quanto quiserem, fazer anal, chupar pirulito, que eu não vou estar nem aí. — suspiro, enrolando uma mecha de cabelo

Uma criança que passava por perto fala:

– Mamãe eu também quero chupar pirulito! — fala, puxando a mão da mulher

A mãe nos olha horrorizada, carregando a filha para longe e apressando o passo.

Percy e Annabeth me olham reprovadores, mas apenas dou de ombros.

– O que? Não é como se eu tivesse estragado a infância da criança gente.

– Voltando ao assunto inicial, você só não dá a mínima porque tem o próprio pirulito pra chupar. — Percy fala, me fazendo dar de ombros

– Tenho que concordar. Aliás, chupar é pouco, meu bem.

– Thalia! — Annabeth me da um tapinha, bem na hora em que Nico e o restante das pessoas chegam

– Ah, então vocês estão aqui. — Nico fala, colocando um dos braços sobre os meus ombros, o que me faz ficar tensa — Faz um tempão que a gente ta atrás de vocês.

Percy e Annabeth nos encaram com meios sorrisos, mas eu não tinha reação. Devia estar mais dura do que uma estátua e mais sem expressão facial do que a mulher mais cheia de plásticas do mundo, porque eu realmente estava estática. Só Nico parecia não ter entendido ainda.

– Mas do que...? — então ele se dá conta, e rapidamente tira o braço dos meus ombros e coloca as mãos nos bolsos

Ele sorri sem jeito, sem me olhar, e bagunça os cabelos negros.

– Eu acho que é melhor a gente ir... Antes que eles nos engulam vivos pela demora. — Annabeth, que segurava o riso, se pronuncia, me fazendo querer a abraçar de gratidão

– É. É melhor mesmo. — Nico diz, saindo do meu lado e indo caminhar ao lado de Percy

Solto a respiração, que eu não fazia ideia que prendia, quando ele se afasta.

– Ei, está tudo bem. — Annabeth diz, passando o braço pelas minhas costas

– É claro que está tudo bem, por que não estaria? — falo, depressa demais

Annabeth ri, balançando a cabeça.

– Ta certo então, vamos.

♡

Pov. Annabeth

– Mas isso não faz o menor sentido! — exclamo, horrorizada — Que tipo de pessoa toma café gelado no frio?

– Eu gosto de café gelado. — Percy diz, dando de ombros — E nem está tão frio assim.

– Claro que não, às minhas articulações só estão congelando, mas o que, frio? Não, imagina! — falo, revirando os olhos

– Annabeth, nesses seus poucos anos de vida você ainda não aprendeu que as coisas não fazem sentido? — Thalia diz, parecendo entediada — Por exemplo, o que você e o Perseu tem não faz nenhum pingo de lógica. Porque você é linda, gata, gostosa, legal e inteligente, e o Percy... Na boa, o Percy é um lerdo. E mesmo...

– Ei! — Percy exclama, empurrando de leve o ombro de Thalia, que simplesmente o ignora e continua falando

– Mesmo assim, você foi se apaixonar pelo idiota do Perseu. E ai, qual a explicação pra isso?

– Bom, a explicação é que eu sou muito lindo, gato, gostoso, maravilhoso, tenho um sorriso sensual e um corpo sexy e sou muito inteligente. — Percy fala, sorrindo aquele seu sorriso de lado que fazia o meu estômago dar uma volta — Na verdade, a única coisa que não tem lógica é só ter uma garota apaixonada por mim.

– Então quer dizer que só uma não basta?! — falo, o encarando seria

– Não, não é isso! É só que, não foi isso que eu quis dizer! — ele fica nervoso, seus olhos verdes em um tom claro e límpido e as sobrancelhas franzidas — Podia ter uma fila de Angels da Victoria's Secrets apaixonadas por mim, bem aqui na minha frente, que eu só iria querer você.

Tento manter a expressão séria, então ergo a sobrancelha.

– Ta certo, vou fingir que acredito.

– Não Annabeth, é sério, eu juro que...

O interrompo com um selinho misturado a um sorriso, e mesmo de olhos fechados, posso sentir Thalia revirando os olhos a minha frente.

– Meu Deus, eu mereço dois melhores amigos que namoram e ainda por cima acabaram de fazer as pazes?! — fala, olhando para o céu, como se esperasse uma resposta divina

– Então quer dizer que eu sou seu melhor amigo? — Percy sorri — Eu sempre soube, mas você nunca...

– O que? Eu disse isso? Não, eu não disse isso. O que eu quis dizer foi que a Annabeth é a minha melhor amiga, e como eu tinha de incluir você na frase, acabei dizendo algo que não queria e que também não faz lógica.

– Eu sou sua melhor amiga, que fofo!

– Vocês dois ficam colocando palavras na minha boca o tempo inteiro!

Rimos, e Thalia se levanta, gritando com Silena.

– Quanto mais tempo a gente vai ter que ficar parado aqui?! Eu tenho uma Nova Iorque pra agitar!

Nos levantamos do degrau da escadaria que levava ao Metropolitan, caminhando atrás do grupo enquanto Thalia e Silena discutem algo sobre ir ou não no High Line.

– Café gelado? Serio?

– Você ainda está pensando nisso? — Percy pergunta, rindo

– Claro, eu simplesmente não entendo! — digo, o fazendo rir um pouco mais

– O que acha de não irmos com eles? — pergunta depois de um tempo, fazendo desenhos sem nexo nas minhas costas

– Hm... O que você sugere? — sorrio

– Eu podia te mostrar os meus três lugares favoritos de Nova Iorque. — fala — E aí, depois eu podia te levar pra comer no melhor restaurante mexicano da cidade.

– Melhor restaurante mexicano? Proposta tentadora. — digo, fingindo pensar um pouco — Pra onde vamos primeiro?

♡

O primeiro lugar ao qual Percy me levou foi o fiel e clichê Central Park — que era muito maior e mais bonito do que eu esperava. Fomos ao memorial a John Lennon, de onde dava pra ver o edifício em que ele morava — tenho que admitir que senti um pouco de inveja do cara, porque quem não daria tudo pra ter um quintal como aquele? — e onde havia um cara tocando musicas do Beatles. Percy pediu pra tocar uma canção, o que me surpreendeu, já que eu não sabia que ele tocava violão.

Depois fomos a um dos lagos, onde havia aquela ponte que aparecia em simplesmente todos os filmes que se passam em Nova Iorque, e de lá passamos por uma fonte em mármore que era simplesmente maravilhosa — joguei algumas moedas e desejei viver momentos felizes como este mais vezes. Eu tentei atrair alguns esquilos, o que não deu muito certo a partir do momento em que eles percebiam que eu não tinha comida, o que fazia Percy rir da minha cara a cada vez que um esquilo se aproximava e depois simplesmente dava as costas e se afastava novamente.

Era domingo, então, apesar do frio, havia muita gente nos bancos e gramados do parque. Algumas crianças brincavam nos playgrounds coloridos. Percy e eu caminhávamos de mãos dadas a algum lugar que ele não queria revelar, o que eu achei fofo e romântico.

– Não vai mesmo me falar a onde estamos indo? — perguntei

– Já estamos quase chegando, só espere mais um pouco.

E ai, quando chegamos ao tal lugar, eu simplesmente perdi a fala. Percy havia me levado ao Shakespeare Garden, no centro do Central Park. Havia uma construção de tijolos pintada de cinza que simulava a varanda de Julieta, e de lá dava para ver todo o parque, e os prédios na Quinta Avenida. Era lindo, o contraste dos galhos secos e sem vida com a cidade grande atrás... Era uma visão indescritível.

Do Central Park alugamos bicicletas para ir até o segundo lugar favorito de Percy. Paramos em um Burger King para comprar refrigerantes e sanduíches, já que já passava das uma da tarde, e pedalamos até o Washington Square Park, no Greenwich Village. Por trás do parque estava a Universidade de Nova Iorque, e eu me perguntava como seria estudar em um lugar com um parque daqueles bem à frente. Como era padrão na maioria dos parques da cidade, eu já havia notado, havia uma fonte no centro. Eu deixei algumas cédulas de um dólar voarem ao procurar mais moedas, o que fez a mim e Percy corrermos atrás destas como pombos atrás de milho.

O diferencial desse lugar era o "arco do triunfo". Era como uma Paris no centro de Nova Iorque, um pouco da Europa no coração dos Estados Unidos. Ele tinha proporções bem menores, mas ainda assim eu fiquei encantada com os seus detalhes e arquitetura, e bati algumas fotos pra depois olhar com mais atenção. Havia uma espécie de orquestra sinfônica com tambores e guitarras tocando em um canto, alguns garotos dançavam hiphop e Percy e eu nos divertimos vendo algumas cobaias sem ritmo que eram chamadas para fazer alguns passos.

Percy foi puxado por um dos caras, e até se saiu bem — se considerarmos tirar o moletom e fazer muitas adolescentes delirarem como se sair bem — e ainda fez um coraçãozinho pra mim. De lá ele me levou a uma Barnes and Noble* de três andares na Union Square — outro parque barra praça charmoso, onde havia uma feira de produtos orgânicos e muitas, muitas, muitas pessoas -, em que eu só faltei pirar com tantas opções de livros ao meu alcance.

Tivemos que devolver as bicicletas, mas acabando alugando outras, e ai partimos para o terceiro lugar favorito de Percy. Eu tinha medo de pedalar no meio de tantos carros, mas ao chegarmos na Brooklyn Bridge havia uma ciclovia, o que nos fez acelerar e chegar ao Brooklyn super rápido. Percy me levou a sua loja de discos e a sua sorveteria favorita — a segunda eu dispensei por motivos de estar tão frio que eu não conseguia sentir a minha língua — e aí fomos ao Brooklyn Bridge Park, de onde dava para ver a estátua da liberdade e ter uma vista privilegiada da ilha de Manhattan. Compramos um cadeado e o prendemos a uma das grades da ponte na volta, e foi de lá que assistimos o sol se pôr, as sete da noite.

Era uma visão incrível, os vidros espelhados dos arranha-céus refletiam o alaranjado do céu e ver a enorme bola laranja desaparecer por trás da estátua da liberdade foi uma das coisas mais bonitas que já presenciei. Pedalamos mais rápido de volta para para Manhattan para devolver as bicicletas a tempo, e ai nos confundimos ao comprar os bilhetes do metrô. Pegamos o vagão errado e tivemos que fazer todo o percurso de volta a Penn Station*, onde ficava o Madison Square Garden.

– Eu sei que só eram três lugares... — Percy começa, quando estamos subindo as escadarias do metrô até a rua 34 — Mas o que eu quero te mostrar agora não é bem um lugar. É só olhar mesmo, nós não vamos entrar em nada e nada do tipo... E fica bem perto do restaurante mexicano.

Simplesmente concordo com a cabeça, o acompanhando quando ele atravessa a rua correndo. Chegamos ao cruzamento da 34 com a 8ª Avenida, onde Percy simplesmente parou no meio fio e ficou parado olhando para frente. Quando acompanhei o seu olhar, quase perdi o fôlego. O Empire State estava a poucas quadras de nós, iluminado por luzes coloridas que ficavam mudando de cor. Era alto e imponente, se destacando colorido, cercado por outros prédios que refletiam as suas luzes. As pessoas ao redor passavam sem se dar conta do que estavam perdendo, preocupadas demais com o celular ou com a hora — era Nova Iorque, e aquela parte da cidade realmente nunca dormia, ou parava de trabalhar, mesmo no domingo — para olhar para cima. Para apreciar a visão ao seu redor.

– É lindo, não? — Percy pergunta, segurando a minha mão, os olhos verdes pareciam refletir as luzes da cidade e os faróis dos carros que passavam

– É perfeito. — mas ela estava se referindo tanto a cidade, quanto ao momento, e quanto ao garoto parado a sua frente

Annabeth queria poder guardar aquela imagem na sua memória para sempre: Percy com as mãos nos bolsos; o Empire State em todos os tons de cores possível que se alternavam ao fundo, tão alto e gracioso que podia ser o Olimpo da atualidade; os cabelos bagunçados do namorado e os seus olhos que refletiam a vida de Nova Iorque.

Não se conteve, e precisou beijar os seus lábios. Sentir o corpo dele contra o seu. Sentir que aquele momento realmente acontecera, e fora real.

– Obrigada por tudo. — fala, ainda com a testa encostada na dele — Foi tudo perfeito.

Percy a abraça mais forte, a beijando novamente e sorrindo durante o beijo.

– Eu juro que ainda vai melhorar depois que você comer a guacamole do restaurante que eu vou te levar.

Annabeth gargalha durante o beijo, segurando em sua mão grande e o seguindo a qualquer que seja o lugar que ele fosse.

Seu coração aperta ao lembrar que iriam embora dali apoucas horas.

Nova Iorque, você foi maravilhosa.

Barnes and Noble* livraria

Penn Station* estação de metrô

*Nota da autora: todos os lugares, restaurantes, pontos turísticos e referência citados realmente existem. Todas as ruas estão certinhas e tudo que eu falei aqui corresponde à realidade, viu? Só não sei dizer se o sol se põe mesmo atrás da estátua da liberdade, o que é bem provável que não, porque né.

Notas finais
Eu peço desculpas mais uma vez, mas realmente foi isso. E quando tinha um pouquinho de tempo, não tinha um pingo de criatividade. Bom, o próximo capítulo já será em Carmel de novo, de volta pra rotina. Muita coisa que ainda ficou meio sem sentido nos capítulos anteriores, desde o início da história até agora, vai começar a aparecer e vocês vão começar a entender um pouco mais das coisas. Ah, eu revisei o capítulo uma só vez por causa do tempo, então se tiver algum erro me avisem! Eu queria agradecer a todo mundo que veio pedir por explicações pela demora, e apoiar, vocês me inspiraram a escrever e é por isso que eu estou aqui! Amo vocês de coração haha! Não sei se eu já tinha falado, mas eu estou escrevendo uma outra fanfic, então deem uma olhada lá! É só clicar aqui no meu perfil, se chama Insanity. E pra quem já acompanha, eu sei que também dei uma sumida por lá, mas já estou escrevendo o próximo capítulo e garanto que não vai demorar muito pra sair! Ah, eu também estou escrevendo duas one shots, que na verdade não sei se serão one shots enormes, ou fica de no máximo três capítulos. Ainda estou vendo isso. Então fiquem de olho porque qualquer dia eu posto. Eu to lendo uma fanfic maravilhosa, bem escrita e super viciante que se chama Bad Girls, deem uma olhada que eu tenho certeza que vocês não vão se arrepender! Eu sei que não falei muito hoje, como era de costume, mas é que o tempo está realmente muito muito muito apertado. Podem deixar reviews com ameaças de morte, eu já estou aceitando haha! E também aceito recomendações e favoritos de presente de aniversário (o meu é o da fic, no caso haha!), e quem sabe isso não me inspire e me ajude a voltar logo... Enfim, é isso! Conversem comigo nos reviews ou nas MP's, eu juro que não mordo! Xoxo