Notas iniciais
Desculpa a demora, eu sei, eu sei estou atrasadão mais estou quase sem tempo nenhum mesmo. Tentarei atualizar com mais frequência. Pessoas eu estou necessitando de comentários de favoritação rs' de tudo. Se vocês não comentarem ou favoritar da a entender que a fic é um bosta e se for uma bosta pode falar que eu paro ela agora mesmo.. Pessoas quando a Zoey perguntar ao maison o que o calvin quis dizer com Eu não vou conseguir trancá-los por muito tempo vocês ESCUTEM A MUSICA, YAYO - LANA DEL REY. quando chegar na parte vai ter um aviso. Aqui o link http://www.youtube.com/watch?v=XC6g_wHjGss Boa Leitura

– Onde é o Palazza?

– Um pouco longe. — Ele segurou a mão dela. — Seu pai está em casa?

– Não. — Ela agarrou o braço dele e encostou a cabeça em seu ombro.

– Melhor. Eu vou pegar a moto e se ele soubesse não deixaria você ir comigo.

– Sabe pilotar? – Ela olhou nos olhos dele.

– Vem comigo. – Ele puxou a mão dela. Maison caminhou segurando a mão de Zoey até a sua casa que ficava praticamente ao lado. – Me espera aqui que eu vou pegar a chave dentro.

Zoey encostou-se em um carro e ficou a espera de Maison, dez minutos depois e cansada de esperar ela caminhou até a porta de entrada e a empurrou, escutou Maison conversando com uma mulher na qual ela pensou ser a mãe dele.

– Eu não quero você dentro daquela casa, já falei não me sinto segura com você lá dentro. – Uma voz feminina falou.

– Não tem nada de mais, não vai acontecer nada comigo e mesmo assim eu fico lá dentro porque gosto dela. – Zoey ficou boquiaberta e pensou “Ele gosta de mim.”. – Você tem que parar com isso.

– Eu não tenho boas lembranças daquele lugar. – “Do que ela está falando.” Zoey pensou. – Você sabe que vai acontecer a mesma coisa com eles dois se não saírem daquela casa.

– Só por que meu irmão morreu lá não quer dizer que o espírito dele vive lá dentro. – Zoey se cansou de ouvir e voltou para fora correndo. A porta bateu com força. – Merda! – Ele exclamou.

Maison saiu da casa e correu atrás de Zoey que estava voltando para casa. Parou na frente dela, mas ela desviou-se e continuou caminhando.

– Zoey espera, o que você ouviu lá dentro não é nada de mais, — Ele colocou a mão na cabeça. – A minha mãe só.

– Me diz à verdade. O que aconteceu dentro daquela casa Maison? – Ela cruzou os braços e ele ficou em silêncio. – Maison, anda diz.

– Nada de mais.

– Puta merda Maison, nada de mais. – Ela deu ênfase no nada de mais. – Desde quando eu me mudei coisas estranhas acontecem, eu senti alguém no corredor, o copo caiu da mesa sem mais nem menos, meu pai disse que foi empurrado por alguém quando caiu da escada e agora eu escuto que seu irmão morreu lá dentro e mais não sei quem e você me diz que não é nada de mais? – Ele parou e pensou por um tempo.

– Há cinco anos meu irmão e sua esposa se mudou para aquela casa e eles tiveram um casal de gêmeos, Bryan e Mandy e eles andavam dizendo que havia alguma coisa que os assombrava naquela casa. – Ele se sentou no gramado e ela fez o mesmo. – Dois anos após a mudança os quatro morreram lá dentro. — Zoey se levantou e caminhou em direção a sua casa. – Vai almoçar comigo não? – Ela deu de ombro e continuou andando.

Zoey entrou em casa, subiu até seu quarto, jogou a mochila no canto e pulou em cima da cama, ela conseguia ouvir Maison gritar seu nome do quintal, então, abriu a janela. Maison apoiou a escada no pedestal e começou a subir.

– Ficou chateada comigo?

– Não, só perdi a fome. – Ela colocou um lado do fone. – Você não prefere que eu faça alguma coisa para agente comer e depois assistimos a um filme?

– Que horas seu pai chega? – Ele sentou na cama.

– De noite. – Ela jogou o outro lado do fone para ele colocar no ouvido.

– Qual filme?

– Você escolhe. – Ela se levantou da cama. – O que quer para comer? Eu sei fazer massa, massa e... massa. – Ele soltou uma risada.

– Então vai ser massa. – Ela desceu as escadas e ele colocou os fones no ouvido.

(...)

Já no primeiro andar, Zoey pegou o macarrão, massa de tomate e a panela, ela não conseguia parar de pensar em Maison, sentia algo forte por ele, diferente do que já sentiu por outros meninos. Ela preparou o macarrão colocou no prato, deu a volta pela mesa e subiu as escadas. Ao entrar no quarto olhou para Maison que estava com o rosto enfiado no travesseiro dela, ela colocou os pratos na escrivaninha e chamou o nome dele, mas ele não acordou então ela sentou na cama ao lado dele e começou a alisar os cabelos loiros dele. Ele se mexeu um pouco na cama e ela logo retirou a mão, mas assim que ele parou ela continuou, olhou para o rosto dele. – “Ele é lindo dormindo”. Ela pensou. – Retirou a mão do cabelo dele e cutucou a sua costela.

– Acorda dorminhoco. – Ela pegou os pratos na escrivaninha.

– Nossa já? Desculpa – Ele deu uma risadinha. – Eu estava morrendo de sono.

– Tudo bem. Pega. – Ela entregou o prato na mão dele. – Escolheu o filme?

– Há. – Ele pegou o meu bloco de notas. – Você já viu O iluminado?

– Já – Ela deu uma garfada no seu macarrão. – Tem outro?

– Tem. – Ele colocou a caneta na boca de um jeito que Zoey ficou admirando-o. – Já viu o exorcista?

– Não e nem nunca vou ver. – Ela o encarou. – Esse filme é tenso. Outro?

– Já viu O chamado?

– Não. Só tem filme de terror na sua lista?

– Claro – Ele deu uma risadinha. – Quero te deixar com medo.

– Então você vai ter que fazer melhor que isso queridinho. — Ela jogou o cabelo para o lado, inclinou a cabeça e mandou um beijo. — Então vamos ver O chamado.

Os primeiros 15 minutos do filme os dois devoraram o macarrão que Zoey tinha feito, nos outros 15 Zoey desceu para lavar os pratos deixando Maison sozinho vendo o filme e quando parou para assistir o final do filme fechava os olhos à maior parte do tempo.

– Sério que você está com medo? — Perguntou Maison com uma cara de desgosto.

– Claro! Imagina alguém te ligar e falar que você vai morrer em sete dias. — Na TV começou a passar os créditos do filme. — Graças a Deus isso acabou.

– Ta eu vou ao banheiro. — Disse ele se levantando e deixando ela sozinha no quarto. — Onde é mesmo.

– Sério que vai me deixar aqui sozinha? — Ela ficou com cara de espanto.

– Se quiser entrar no banheiro comigo é só falar.

– É no final do corredor. — Ela se sentou na cama. Ela ouviu a porta do banheiro trancar e o celular dela começou a tocar. — "Número restrito. Dizia na tela do celular. Ela se levantou e olhou pela janela — Alo.

– Eu estou na casa. — Afirmou uma voz grossa no celular.

– Ta ok. — Ela soltou uma gargalhada e desligou o celular. — Pode parar de fazer gracinha Maison. — Ela gritou.

– Fazer o que. — Ele estava sentado na cama. Ela virou e ficou espantada. — Fazer o que Zoey?

– Quando você chegou aqui? — Ela perguntou curiosa.

– Assim que você desligou o telefone.

Ela ficou parada por alguns minutos encarando o corredor, Maison logo se levantou e foi ate ela, chamou pelo nome dela, sacudiu-a, mas ela ficava parada, logo em seguida ela correu até a porta, jogou o celular na escrivaninha, fechou-a e a trancou na chave.

– O que houve?

– Tem alguém aqui. — Ela encostou-se na porta e levemente foi deslizando até o chão. — O telefone tocou o numero era restrito, eu atendi e uma voz estranha falou "Eu estou na casa.", eu pensei que era você, mas você.. — Maison a interrompeu.

– Zoey, Zoey para, respira, fica calma. — Ela parou de falar e os dois ficaram em silêncio. Podia se escutar passos no andar de baixo. Zoey se levantou e saiu de perto da porta, Maison ficou na frente dela.

O telefone tocou novamente, Zoey olhou para a escrivaninha onde tinha deixado-o, encarou Maison por um minuto e ele entendeu que ela não iria atendê-lo, então ele caminhou até a mesinha pegou o telefone olhou o número. — "Número restrito." – Olho para o rosto de Zoey que estava olhando para o celular.

– Quem é você e o que você quer?

– Eu estou dentro do seu armário. – Assustado Maison olhou para Zoey e desligou o telefone.

– Maison o que foi? – Ela caminhou até ele. – Maison?

– Era a voz do meu irmão. – Ele correu em direção ao guarda roupa de Zoey, olhou tudo por lá, mas não encontrou nada. – Zoey tem outro guarda roupa por aqui?

– O do meu pai. Por quê? – Ele não esperou ela terminar e saiu correndo em direção ao quarto do Sr. Perkins. – O que foi Maison. – Ela corria atrás dele.

Maison entrou no quarto do pai de Zoey, abriu o guarda roupa e não viu ninguém. Zoey estava parada na porta olhando para Maison com uma cara assustada, ele se virou e seu rosto ficou pálido como uma folha em branco. Ele encarava o corredor como quem estivesse vendo um fantasma.

– O que você está fazendo aqui? – Ele perguntou.

– Maison eu moro aqui. – Ela ficou confusa. – O que está acontecendo com você.

– Eu não estou falando com você Zoey e sim com ele. – Ele apontou para o corredor e a cabeça de Zoey virou na mesma velocidade em que Maison estendeu a mão. Zoey encarou o corredor vazio e ficou mais assustada. – Você estava morto.

– Maison não tem ninguém aqui. – Ela caminhou até ele segurou em seu rosto e olhou nos olhos dele. – Você está bem?

– Porque ela não consegue te ver? – Ele virou Zoey de frente para o corredor. – Porque você sumiu? Apareça. Anda Calvin apareça.

– Quem é Calvin? – Zoey perguntou.

– Eu sou Calvin.

Um homem com cerca de 25 anos apareceu atrás do jovem casal, Zoey deu um pulo e correu em direção a porta, mas ele apareceu em frente a porta e com uma mão a fechou e com a outra empurrou Zoey para o chão. Maison correu para cima do Irmão, mas ele o pegou pelo pescoço e o jogou em direção ao guarda roupa, levantou Zoey, jogou-a contra a porta e com a mão no pescoço dela, ele a levantou, fazendo seus pés não tocarem o chão.

– Escuta, é melhor você e seu pai saírem dessa casa o mais rápido possível, pois eu não conseguirei trancá-los por muito tempo. – Ele se virou para Maison que estava desacordado no chão. — Você sempre foi um fraco. — E logo depois ele desapareceu, fazendo Zoey cair.

Ela engatinhou em direção a Maison o virou e chamou pelo seu nome. — Ele estava consciente, apenas um pouco tonto. — Tentou o levantar mais foi uma tentativa falha, então ficou sentada ao lado dele até ele se sentir melhor. Logo eles se levantaram e foram para o quarto de Zoey novamente. Ela sentou na cama e pediu para que ele fizesse o mesmo, e assim ele fez.

– Minha costa está doendo. – Ele fez uma cara de dor.

– Quer massagem? – Ela esfregou as mãos. – Eu sei fazer é só você tirar a camisa. – Ele retirou a camisa e deitou na cama de bruços. Logo em seguida ela começou a fazer massagem, lenta e calmamente.

(Yayo — Lana Del Rey)

– Maison, o que você acha que ele quis dizer com “Eu não vou conseguir trancá-los por muito tempo.” – Ela passava as mãos levemente pelas costas dele. Suas mãos pararam nas laterais do corpo dele e ela pela primeira vez reparou que ele tinha uma cobra tatuada na costela. – Que linda a sua tatuagem.

– Obrigado. – Ele disse se virando e deitando de frente para ela, ele abriu os braços. – Deita aqui comigo. – E assim ela fez.

Eles ficaram deitados juntos por um longo tempo. Zoey passava os dedos sobre a tatuagem de Maison e seguia por toda a extensão da lateral do seu corpo, ele começou a ficar arrepiado e deu um beijo na testa de Zoey. Ela levantou a cabeça e olhou em seus olhos, se encararam por um minuto e ele deu um leve beijo nos lábios macios de Zoey.

Maison começou a alisar o braço dela, os beijos começaram a aparecer com mais freqüência, ele puxou Zoey para cima de seu corpo, e logo as roupas começaram a sumir. Eles estavam apenas de roupas intimas quando Zoey sentiu algo duro em sua virilha e soltou um risinho.

– Maison. – Ele a encarou. – Já?

– Não posso fazer nada se eu sinto atração por você. – Ela olhou no fundo dos olhos dele e o beijou.

– Só que eu acho que não estou pronta. – Ela se deitou ao lado dele.

– Tudo bem, eu respeito você, quando você estiver pronta.

– Tudo bem. – Ela pousou a mão na barriga dele, e a desceu levemente.

– Tem certeza?

– Eu estou curiosa. – Ela soltou um risinho e deslizou a mão até a cueca dele. – Mais gente. – Ela ficou impressionada.

– Já viu algum? – Ele perguntou com um sorriso sínico.

– Não. – Ela falou com um ar de curiosidade.

– Olha aqui. – Ele levantou a barra da cueca.

– Ai meu Deus. – Ela tapou os olhos, e por entre os dedos espiou. Ele soltou a barra da cueca. – Bobo.

(...)

Ela pousou a cabeça novamente no peito de Maison e após um tempo percebeu que ele havia dormido. – “Grr dorminhoco”. Ela pensou. – Ela deslizou a mão levemente pelo peito de Maison, desceu para a barriga dele. – Ele se mexeu. – E parou na barra da sunga. — “ O que você está pensando Zoey, se aproveitando do menino enquanto ele dorme.” Ela pensou. – Mais a sua mão não parava de passear pelo corpo dele. — Ela estava curiosa para ver o corpo de Maison de novo, mas sabia que era errado. – Sua mão estava na barra da sunga e os pensamentos não paravam na mente dela, mais ela recuou.

– Chega Zoey, vai tomar um banho que é o melhor que você faz. – Ela falou consigo mesma.

Saiu do quarto, fechou a porta para que o ar condicionado gelasse apenas o quarto e foi para o banheiro, fechou a porta e começou a tomar banho. Já estava escurecendo lá fora quando Zoey percebeu que não tinha toalha no banheiro e ela não havia levado suas roupas. — “Lerda, lerda, lerda.” – Desligou o chuveiro, abriu o box, destrancou a porta e abriu-a um pouco.

– Maison. – Ela gritou, mas não teve retorno. – Maison. – Gritou mais alto, mas foi uma tentativa falha. – Calvin? – Ela perguntou com um tom de esperança. “Sua idiota, o que você está fazendo esse Calvin não existe. Será se realmente não existia?”

– Me chamou lindinha? – Uma voz suou no fim do corredor.

– Maison? – Ela tinha esperanças.

– Eu ouvi você chamar Calvin, então eu vim.

– Você não existe. – Ela gritou e fechou a porta.

– Você quer a toalha não é? – Ele disse do outro lado da porta.

– Você estava me espiando? – Ela perguntou, indignada. – O que eu estou fazendo? Estou conversando com um fantasma. Eu sou maluca.

– Relaxa lindinha, você acostuma. — Ele parou por um minuto. – Há, e eu só consigo observar você, se você permitir que eu entre.

– Como assim? – Ela abriu um pouco a porta, e escondeu o corpo atrás fazendo aparecer apenas seu rosto.

– Simples. Se você estiver no seu quarto eu só vou poder entra se você me permitir. E você me permite entrar se pensar em mim.

– Eu não pensei em você para você aparecer aqui. – Ela deu de ombros e fechou a porta.

– Há não? Tudo bem então. Vai querer a toalha ou não?

– Vou. –Finalmente ela aceitou.

Notas finais
Gostaram? Não esqueça de COMENTAR, FAVORITAR e RECOMENDAR por favorrrrr eu estou carente :( E ler os comentários de vocês é muito bom :)