Eu Te Amo
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Me desculpem, sei que estou negligenciando os comentários de vocês, mas prometo que vou responder todos.
E ah não se esquecem de favoritar, recomentar, e comentar.. assim eu ficou muito, muito motivada e escrevo mais...
Beijinhoss
—CAPITULO 7
Acordei no outro dia e demorei a me situar onde eu estava, até que me lembrei o que tinha acontecido, me virei na cama e me dei conta que estava sozinha. Fiquei miseravelmente triste porque me lembre de dois anos atrás e meus olhos se encheram de lagrimas, quando ele entrou no quarto carregando uma bandeja linda de café da manhã. Quando ele olhou no meu rosto e viu as lagrimas imediatamente deixou a bandeja em cima da poltrona e correu ao meu encontro.
— Querida, o que houve? Por que está chorando?
— Eu acordei e você não estava e eu... eu...
— Shii... Não chore, não fica assim. Eu sei que você está insegura, mas não precisa. Iza, eu estou aqui e não vou a lugar algum.
— Me desculpe... Eu sou mesmo uma idiota, por chorar assim.
— Não, eu que fui um idiota, mas me da uma chance de reparar meu erro? Eu prometo que nunca mais vou te fazer sofrer. — ele disse e beijou minha cabeça.
— Tudo bem. — eu digo tentando me recompor — o que você tem ai? Estou morrendo de fome.
Hum que bom, por que eu preparei só coisas deliciosas. — e colocou a bandeja em cima da cama e nós comemos e conversamos sobre os mais diversos assuntos, como nos velhos tempos. Terminamos de comer ele retirou a bandeja e ele deitou novamente comigo me abraçando. Ficamos ali um pouquinho, mas eu precisava levantar e tomar um banho.
— Artur, eu preciso tomar um banho e ligar em casa, avisar que está tudo bem e que vou ficar por aqui.
— Eu já liguei hoje mais cedo e avisei que você ficaria aqui comigo.
— O que eu vou vestir?
— Não tem problemas, tem uma loja logo aqui em baixo do condomínio. Vamos ligar lá e pedir pra mandarem algumas peças pra você escolher. E depois vamos decidir o nosso dia. Enquanto você toma banho, vou ligar na loja e dar uma olhada em alguns e-mails, estarei no escritório, qualquer coisa me chame. — ele disse e me beijou ternamente nos lábios. — Fique a vontade.
— Obrigada! — eu não estava acreditando no que estava acontecendo. Isso mais parecia um sonho. Eu não estava cabendo dentro de mim mesma de tanta felicidade, mas não podíamos viver dentro dessa bolha. E quando os outros ficarem sabendo, meus pais e meu irmão e os pais dele? Entrei tomei um banho, lavei meu cabelo e me enrolei em uma toalha pra sair. Quando entrei no quarto lá estava ele sentadinho na cama me esperando sem camisa e com um sorriso mágico no rosto.
— Oi. — Eu disse, tímida.
— Oi. — ele respondeu com a cara lerda.
— Você estava ai há muito tempo?
— Não muito, só queria estar aqui quando você saísse do banho?
— Por que? — ele se levantou e circulou os braços ao redor da minha cintura.
— Por que eu te acho linda, quando você está assim, natural. — me beijou — Iza, eu quero você... agora... — ele disse me olhando nos olhos.
— Estou aqui — eu disse e levantei meus circulando seu pescoço. Eu estava nervosa, mas me sentia segura nos braços dele.
— Iza, quis você por tanto tempo que agora é impossível manter minhas mãos longe de você.. — ele segurou a minha toalha e a tirou jogando a no chão, eu fiquei completamente nua e meu instinto foi tentar me cobrir e olhar pra baixo envergonhada.
— Não faz isso, você não tem ideia do quanto é linda, eu passaria o resto do dia aqui só te olhando. — ele levantou meu queixo para que eu o olhasse e depois de me admirar passou as mãos na minha cintura, e me beijou me virando para o lado da cama foi me empurrando lentamente até que eu bati minhas pernas no colchão, ele me ajudou a deitar e ficou ali em pé me olhando, eu estava morrendo de vergonha, mas aos poucos fui me acalmando. Ele tirou suas calças jeans, ficando só de boxer branca, meu Deus eu morri e fui para o paraíso, eu pensei comigo mesma.
— Artur... — ele se deitou junto comigo e começou a beija meu pescoço, descendo para os meus seios, ele agarrou um seio com a mão enquanto beijava o outro, senti ele abrindo a boca e envolvendo o meu mamilo, roçando a língua e os dentes, ele foi descendo com a outra mão até chegar ao meu sexo, ele acariciou meu clitóris.
— Uau, você está tão molhada meu bem... — levou os dedos na boca — Que delicia!!!
Eu gemi, com a cena e ele foi descendo beijando e dando mordidinhas na minha barriga, na minha cintura até chegar às minhas coxas...
— Iza, eu imaginei beijando cada centímetro do seu corpo — eu tremi quando ele gentilmente passou sua língua do lado de fora do meu sexo e quase entrei em combustão quando ele forçou mais minhas pernas a se abrirem para que ele tivesse um melhor acesso e mergulhou com sua língua quente me deixando a beira de um precipício, eu tinha certeza que se eu pulasse eu conseguiria voar.
— Artur, isso é tão... tãoo.. ah meu Deus... bom!
Ele me penetrou com um dedo e começou a me massagear por dentro enquanto circulava meu clitóris com a língua e eu não podia mais aguentar, e como ultimo golpe de mestre ele chupou forte e eu me libertei, eu perdi o folego e a falam meu corpo entrou em colapso quando eu gozei. Ele levantou e tirou sua cueca, e ficou completamente nu na minha frente. Realmente ele é todo lindo, da cabeça aos pés. Seu pênis é grande e grosso, um espetáculo. Ele se deitou novamente por cima de mim e eu senti o membro duro e pesado dele nas minhas coxas, ele me beijou, eu senti o meu gosto em sua boca.
— Linda, eu sei que esse não é o momento mais apropriado, mas eu estou limpo, fiz exames recentemente e não estive com ninguém por algum tempo. Você está...
— Sim, eu tomo anticoncepcional, pra regular o meu fluxo, pode ficar tranquilo, e também fiz alguns exames antes de voltar para o Brasil. E não tive ninguém por dois anos.
— Ah que bom... — ele disse com um sorriso travesso e eu comecei a sentir a cabeça do seu pau forçando a minha entrada molhada e começou a me penetrar devagar, e eu estava louca de vontade de sentir ele dentro de mim.
— Artur... por favor...
— Por favor, o que meu anjo?
— Eu preciso sentir você dentro de mim, agora, eu juro que não da mais pra esperar.
— Minha linda, eu preciso ir com calma pra não te machucar e também não me envergonhar, você é tão apertada — ele continuou seu caminho lentamente, até que eu pude sentir completamente preenchida pelo homem mais lindo desse mundo. Nós dois gememos juntos com a sensação perfeita dessa união. Eu ergui meu quadril pra me aproximar mais, e suas bolas bateram no meu bumbum e ele começou a se mover em movimentos lentos.
— Artur, por favor, mais rápido, por favor...
Ele não disse nada, mas a velocidade das suas estocadas aumentou e eu sentia me aproximando novamente desse precipício. Minhas unhas cravaram em seus braços, tamanho era meu desespero e eu comecei a gritar porque aquilo tudo era demasiadamente bom.
— Minha Linda, goza pra mim, goza gostoso...
Ele não precisou pedir duas vezes, eu me deixei levar pelo clímax enquanto gritava o nome dele, eu sentia as lagrimas escaparem dos meus olhos, lagrimas de felicidade. Não importava o que viesse acontecer mais tarde, eu era dele, irremediavelmente dele. Quando eu gritei seu nome, ele também se libertou e pude sentir os jatos de sua semente me preenchendo por dentro. Nesse momento ele me marcou profundamente com sua. Ele ficou dentro de mim por alguns segundos pra recuperar o folego e olhou pra mim,
— Foi tão perfeito, bebê. Foi tudo como eu imaginei que seria. Mas nós vamos ter que dar um jeito de fechar essas duas torneirinhas aqui.. ele disse beijando e enxugando o caminho molhado que minhas lagrimas fizeram pelo meu rosto.
— Foi realmente perfeito, foi mais que eu imaginei. Você foi maravilhoso.
— Que bom, por que esse é só o começo. — ele disse quando me aconchegou em seu peito nú. Eu sentia o cheiro maravilhoso dele misturado com o suor e o nosso sexo, sem duvida o melhor cheiro do mundo, Eu abri a boca, sonolenta e ele começou a me acariciar as costas. — Vamos dormir, minha linda, você está cansada. — Eu olhei no relógio na cabeceira da cama dele eram 11:43 da manhã. Eu me sentia tão segura ali que logo adormeci.
***
— Iza, querida acorda, você está dormindo ha bastante tempo e eu estou começando a ficar preocupado..
— Oi — eu forcei um sorriso sonolento pra ele. — Que horas são?
— Já são 16:35 e você dormiu como um morto. — ele disse rindo.
— Nossa eu dormi demais... eu levantei rápido e fiquei tonta, caindo de volta na cama.
— Cuidado bebê, — ele estava do meu lado — Você está bem?
— Sim.., Sim... só levantei rápido demais — nessa hora meu estomago roncou alto.
— Que vergonha, acho que eu não estou cuidando muito bem da minha hospede. Voce deve estar morrendo de fome.
— Bastante.
— Venha, a Carmem fez sanduiche pra nós?
— Carmem? Quem é?
— É a minha governanta, ela cuida de mim e vai cuidar de você de agora em diante.
Eu olhei pra ele surpresa, por que eu tenho uma casa. Chegamos na sala cozinha e tinha sanduiche e suco de laranja preparados em cima do balcão. A Carmem estava na cozinha e ela me olhou curiosa.
— Carmem, esta é a Iza. Iza esta é a Carmem.
— Boa tarde, Srta. Iza.
— Boa tarde. E por favor, só Iza.
— Ah, tudo bem. — ela respondeu.
A Carmem, tem aproximadamente 45 anos, é morena, bastante séria. Eu notei uma certa estranheza em seu tom de voz comigo. Assim que ela nos serviu se retirou da nossa vista.
— Ela trabalha pra você há muito tempo?
Eu a contratei assim que me mudei há um ano e meio mais ou menos. Por quê?
— Curiosidade.
— Vocês vão se dar bem, ela é uma ótima pessoa e cuida muito bem da casa.
— Claro.
Nós terminamos de comer. Eu liguei pra minha mãe. Disse que iria ficar por aqui hoje e que amanha eu iria embora cedo. Passamos o resto do dia na cama, nos amando e conversando. Tomamos banho juntos e dormimos agarradinhos. Acordei com ele enroscado nas minhas pernas e com um braço em cima da minha barriga, fiquei ali velando o sono dele por um tempo, até que ele abriu aqueles lindos olhos verdes.
— Bom dia, princesa.
— Bom dia, príncipe. — Eu disse rindo.
Nós nos levantamos, tomamos banho e nos arrumamos juntos. Estava tudo muito perfeito, tão perfeito que estava começando a ficar com medo. Saímos juntos do quarto, e fomos direto para o balcão que separa a cozinha da sala. Nosso café da manha já estava servido e nem sinal da Carmem. O celular do Artur tocou, ele atendeu e pediu um momento e foi para o escritório, provavelmente alguma ligação da empresa, já que ficou o dia todo fora.
— Querida, aconteceu uma emergência na empresa e...
— Tudo bem príncipe, eu pego um táxi.
— Tudo bem mesmo? Eu prometi que te levaria e não me sinto confortável você voltando de taxi.
— Está tudo certo, baby. Não vejo problema algum voltar de taxi pra casa.
— Te vejo hoje a noite?
— Hoje minha mãe me chamou pra jantar com eles, no clube.
— Ótimo, te vejo lá.
— Artur, eu ainda não sei se devemos.
— Tudo bem querida. Eles são meus tios antes de qualquer coisa, não precisamos contar nada, até que você queira.
— Ok, vamos preparar o terreno antes. Tanto na minha casa quanto na sua.
— Claro, mas eu preciso te ver hoje a noite. Vamos descer comigo? Eu chamo um táxi pra você.
—Vamos.
Chegamos na calçada ele chamou um táxi pra mim e seguimos em direções opostas. Ele para o trabalho e eu para minha casa. No caminho mandei uma mensagem para a Mari. “Amiga piscina hoje à tarde na minha casa” Menos de um minuto depois ela respondeu. “Chego às 15:00.”
Notas finais
XoXo
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