Notas iniciais
Olá queridos! Eu não sei o que se passa comigo, e me perdoem se vos der vontade de vomitar, mas eu ando muito melosa ou algo do tipo, porque esse capítulo tem as cores do arco-íris. Ou talvez, seja o pónei que faltou no anterior? xD Anyway, meus amores, espero que curtam, caso não curtam, me deixem na mesma um beijo enorme no coração, que é sempre o que eu desejo a vcs. Boa leitura!

Fizemos amor de novo, na nossa cama, envolvidas pelo cheirinho a alfazema e alecrim dos lençóis de seda importados diretamente do sul da Europa. E todo o remanescente de dor na minha cabeça que pudesse restar, simplesmente foi sumindo, à medida que uma enorme sensação de bem-estar e paz foi se apoderando de todo o meu ser.

Emma sempre tivera esse poder sobre mim, um dom, eu diria. Me fazer sentir como uma garotinha de novo, sem metade do sentido de responsabilidade ou das obrigações que se impunham pelas exigências da minha vida. Não era como se eu me tornasse menos responsável ou algo do tipo, não ... isso eu fora já há muitos anos atrás, antes de Emma, mas ela sempre conseguia me trazer uma leveza diferente, plena. Emma era minha personificação de felicidade.

Escutei bem perto do meu ouvido, ela toda manhosa, igual a uma gatinha satisfeita, quase ronronando no meu pescoço. Senti seus lábios passeando pela minha pele, distribuindo beijinhos quase imperceptíveis, e apertei-a contra mim, num abraço gostoso e macio.

– Estava com saudade. – Ela disse com a voz abafada, sem se afastar do meu pescoço. – De ter você assim ... – Ela subiu levemente o rosto, me beijando o queixo. – ... sem choro ... aquela frustração toda ... – Abri os olhos e vi que agora ela me olhava com um sorriso meigo no rosto.

– Você está melhor não tá?

– É impossível não ficar melhor com você do meu lado. – Respondi, beijando-lhe a boca um pouco inchada, ainda resultado da voracidade dos momentos de paixão.

– Eu vou ficar sempre do seu lado ... não quero que duvide mais disso. – Murmurou, afastando milímetros os seus lábios dos meus. – Esse mundo ... – Se afastou um pouco mais, colocando o cotovelo no colchão e apoiando a cabeça na mão. – ... o seu mundo ... – E ela frisou o "seu" com exagero. – .... também é o meu mundo. – Ela estava séria, falando de uma forma tão firme e tão cheia de certezas que me fez sorrir emocionada. – Então se nesse mundo que é nosso não tem como fugir de toda a exposição mediática, nós duas, juntas, iremos lidar com todas as porcarias que eles inventarem. Eu sinto muito por tanta cobrança que eu já te fiz por causa disso, mas a partir de agora, eu estava falando sério ... quando te disse que você não tá sozinha. Você não tem de lidar com tudo sozinha. – Ela esboçou um pequeno sorriso, me fazendo lacrimejar com toda a sinceridade que eu senti nas suas palavras. – Eu te amo demais Regina. E eu quero muito mesmo me casar com você.

– Emma ... – Me faltaram até as palavras. – Eu não sei nem o que dizer ... – Tentei não chorar, embora o brilho que agora eu tenho certeza que brilhava dos meus olhos fosse de pura alegria e felicidade, e não de dor.

– A única coisa que eu preciso que diga ... – Vi ela se inclinar rapidamente e abrir uma das gavetas da mesinha de cabeceira do seu lado, e se tornar a virar para me encarar, com o mesmo sorriso sincero de antes. – ... é que aceita casar comigo. – E como se aquilo fosse tudo parte de uma encenação de um super romance hollywoodesco, ela abriu uma caixinha de veludo preta, revelando um anel lindo, discreto, mas extremamente de bom gosto, com uma pequena pedra verde no meio. Uma esmeralda.

– Emma .. – E mais uma vez as palavras se dissiparam por momentos. Desviei o olhar do anel para a ela, e novamente dela para o anel, completamente arrebatada por aquele gesto.

– Isso é um sim certo? – Ela perguntou com uma pontinha de insegurança na voz, eu notei, embora ela continuasse sorrindo.

– Você é inacreditável. – Respondi achando as palavras, tornando a subir o olhar, fixando desta vez as esmeraldas cheias de vida dos seus olhos. – Com quem você aprendeu a ser tão galanteadora hein? – Mordi o lábio, reprimindo o riso, mas era inevitável, porque sentia meus próprios olhos ganhando a capacidade do próprio riso, regozijando em brilho.

– Ainda por cima vai ficar tirando uma com a minha cara é? – Revidou, se fingindo de ofendida.

– Vem cá. – Disse, embora a distância entre nós duas fosse mínima. Puxei-a pelos ombros, trazendo-a para cima de mim. Abracei-a, alcançando com uma das mãos a sua nuca, e devorei só mais um pouquinho os seus lábios irresistíveis. – Meu amor .. – Segredei, mesclando meu hálito quente ao dela, enquanto ela se enredava de novo imediatamente aos contornos do meu corpo, no encaixe do quebra-cabeças de que fazíamos parte as duas. – … eu nunca pensei que … — Senti ela instantaneamente se contraindo em nervosismo com as minhas palavras. – … que eu precisasse tanto escutar isso até de fato escutar.

Ela afastou o rosto alguns centímetros, e me encarou confusa. Eu abanei a cabeça, deixando de lado aquele pensamento, e sorri comovida.

– Casar com você é a coisa que eu mais desejo. – Respondi diretamente, retirando-lhe qualquer sombra de dúvida que pudesse assombrar o seu coração. Ela abriu aquele sorrisão enorme que contagiava e me beijou uma, duas, três vezes, como se carimbasse cada marca de alegria através dos seus lábios.

Ela tirou o anel da caixa e buscou pela minha mão direita postada sobre a sua nuca. Me beijou o dedo anelar, onde o adornava uma das alianças em prata que havíamos trocado há quase 6 anos atrás, e colocou o de noivado com a esmeralda juntando-o à aliança no mesmo dedo.

– Eu aprendi com a melhor. – Ela sussurrou suavemente, depois de admirar o anel por alguns segundos no meu dedo. Depois tornou a me encarar, e vendo o meu semblante provavelmente confuso, ela esclareceu. – Nunca ouviu dizer que a imitação é a melhor forma de lisonja?

– Oh Miss Swan … — Exagerei na entoação dramática. – … não é que você tá se tornando numa autêntica diva?!

– Cala a boca! – Exclamou rindo, beijando o meu pescoço e nos fazendo rolar na cama de modo a que eu ficasse por cima dela. – E me faça sua mulher logo Miss Mills! – Ela gargalhou alto e me fez fazer o mesmo, a atacando de seguida com urgência nos seios rosados e espevitados.

Havia mandado meu motorista buscar Emma e Henry a Boston, e olhando para as horas no relógio preso na parede da cozinha percebi que eles deviam estar prestes a chegar. Percorri mais uma vez todos os cômodos da imensa mansão que acabara de comprar para dar início aquela nova fase da minha vida. Havia escolhido o local perfeito, de forma minuciosa, Gior podia afirmar com toda a certeza, até porque nessas últimas semanas eu não havia parado de o chatear, perguntando-lhe opinião sobre tudo relacionado a escolas em Nova Iorque, parques infantis, zonas de lazer e qualquer outro tipo de informação que me assegurasse que aquela seria a zona perfeita para receber Emma, e principalmente Henry. Era imprescindível que eu pudesse fazer aquela criança se sentir em casa, e iria trabalhar arduamente para conseguir isso se necessário.

O quarto de Henry havia sido o único espaço da casa em que ainda não havia decorado totalmente. As paredes se mantinham brancas, à espera de indicação do menino, caso ele as quisesse coloridas. De resto, havia uma cama de corpo e meio no meio do quarto espaçoso, um armário, um móvel grande com estantes, e uma mesinha de cabeceira ao lado da cama. Alguns dos brinquedos dele já estavam lá, porque já os tinha mandado buscar a Boston, e outros novos, que eu acabara por comprar sem conseguir resistir, se encontravam também no quarto, devidamente arrumados numa das estantes do móvel ao pé da janela.

Sorri satisfeita, apesar de me sentir um pouco nervosa, e saí do quarto. Estava descendo as escadas, quando ouço meu celular tocando.

– Oh … Che bueno! La mia Regina è ancora viva!* – Escutei a voz debochada do outro lado. – Então mio bene? Molto nervosa? Eles ainda não chegaram?

– Eu estou perfeitamente calma. – Menti, descendo os últimos degraus e olhando o hall de entrada pela centésima vez. – E não, ainda não chegaram.

Escutei ele rindo do outro lado.

– Tutto andrà bene. Tenho a certeza que eles vão se sentir em casa. – Disse gentilmente.

– Como você pode ter tanta certeza? – Prendi o lábio entre os dentes, deixando a ansiedade vir ao de cima. Caminhei até ao espelho no móvel no hall, e encarei o meu reflexo.

– Porque vocês estarão juntos. – Respondeu simplesmente, me fazendo sorrir. Ficámos uns segundos em silêncio, cada um calado do seu lado da linha. – Regina … — Senti a entoação da sua voz mudando ligeiramente. – … eu lamento estar longe neste momento.

Não lhe respondi logo, me olhando no espelho. Deixei escapar um suspiro, e então sorri com uma ponta de tristeza.

– Não importa onde você esteja meu amigo. – E foi sincero, porque ele estaria sempre comigo. – E olha … — Mudei o meu tom também, o moldando em brincadeira. – Eu quero um convite vip pro seu casamento. Levarei minha família … — A última parte me trouxe tanta alegria que o fato de Giorgio ir se casar com uma completa interesseira e arrogante se tornou secundário. – E festejaremos juntos sua felicidade também.

– Grazie amore mio. – Sua voz estava levemente emocionada, mas ele disfarçou logo. – Christine está tratando di inviti per matrimonio … logo logo você receberá o seu. Você e sua famiglia é claro. – Meu sorriso aumentou, e eu assenti com a cabeça, embora soubesse que ele não podia me ver.

– Vou ficar esperando querido. – Respondi, me afastando do espelho repentinamente, minha atenção desviada pelo toque da campainha. – Tenho de ir agora. Eles chegaram.

– Bene … — Notei relutância em se despedir, como se ele precisasse de me dizer mais alguma coisa, embora não soubesse o quê. – … ti amo moltíssimo.

– Também te amo muitíssimo. – Respondi, desligando e correndo para atender a porta.

Inspirei fundo, alisei os cabelos com a mão, e finalmente abri a porta, sendo presenteada pelo rosto das duas pessoas que faziam a maior diferença em toda a minha vida. Emma sorria, segurando a mãozinha de Henry na sua.

– Essa é sua casa? – O menino apontava quase como numa denúncia, todo admirado pela grandeza do espaço. Largou a mão de Emma, e veio me abraçar, me fazendo abrir os braços como em um reflexo para o apertar contra mim, o levantando do chão, o que o fez rir no meu ombro. – É grande! – Ele exclamou todo empolgado, e eu estalei um beijo sonoro na sua bochecha e o tornei a colocar no chão.

– Gostou? – Perguntei meigamente, trocando um breve olhar expectante com Emma.

Ele assentiu com a cabeça sorridente.

– Então vamos entre! Quero ver se você descobre qual é o seu quarto. – Lancei, dando passagem a eles para dentro.

Ele correu imediatamente, sendo avisado por Emma para ter cuidado com os degraus.

– Fizeram boa viagem? – Perguntei assim que ficámos sozinhas no hall da casa. Ela fez que sim com a cabeça e sorriu. – Você gostou da casa? – Tentei não soar insegura, mas acho que não consegui completamente.

– Da mansão você quer dizer?! – Atirou rindo, e por momentos eu achei que ela fosse criticar a minha escolha, mas não. Ela apenas se aproximou mais do meu rosto e me beijou suavemente na boca.

– Estava morrendo de saudade. – Confessei baixinho, puxando-a pela cintura. – Estou tão feliz por ter aceite vir morar aqui. – Beijei-a de novo, percorrendo com a mão o rabo-de-cavalo em que os seus cabelos estavam presos.

– Eu também estou muito feliz. – Escutei-a murmurar no meu ouvido, depois de desprender nossos lábios. – Henry também está. Ele é apaixonado por você. – Disse, me beijando a bochecha e me encarando.

– E você? – Sorri de canto, percorrendo com as mãos a gola do casaco que ela vestia. – Também é apaixonada por mim?

Ela fez cara de pensativa, e depois mordeu o lábio percorrendo os traços do meu rosto com o olhar.

– O que você acha? – Sorriu, me voltando a beijar brevemente. – Eu estou amando você de um jeito que eu não achava possível acontecer.

– Querida … — Nossos olhares queimaram em intensidade um no outro, e antes que me perdesse mais uma vez nas esmeraldas dos seus olhos, me afastei até ao móvel ao lado com o espelho. Abri a gaveta em baixo e tirei de lá uma caixa de joia. – Eu nunca amei ninguém assim … como eu amo vocês. – Declarei, abrindo a caixa e revelando duas alianças em prata de lei 950. – Eu não estou brincando Emma. – Disse de forma séria, vendo sua expressão extremamente compenetrada nas alianças. – Eu quero cuidar de vocês.

– Regina … — Sussurrou, subindo o olhar marejado até ao meu. – Eu não quero atrapalhar a sua vida.

– Atrapalhar? – Ergui a sobrancelha surpreendida com a confissão dela. – Como atrapalhar se é você e Henry que vieram preencher o espaço que faltava nela? – Peguei em sua mão direita e deixei o anel deslizar pelo seu dedo anelar, beijando a sua mão a seguir.

Ela pegou a outra aliança com a mão levemente trémula e colocou-a no meu dedo anelar também.

– Obrigada. – Murmurou com um pequeno sorriso.

– Obrigada? – Indaguei rindo. – Você realmente é uma joia rara meu amor. — Vem … — Puxei-a pela mão indo na direção das escadas. – Quero-te mostrar o nosso quarto, mas se você quiser mudar alguma coisa é só você …

– Tenho a certeza que deve estar maravilhoso. – Me puxou por instantes para ela, e sua expressão de felicidade me fez sentir completamente realizada e satisfeita com a minha decisão. – Sabe porquê?

Franzi o cenho sorrindo, curiosa.

– Porque é nosso. – Completou, me tomando em um beijo sem pressa, porque afinal de contas teríamos a vida toda ainda pela frente.

– Hmm. – A escutei gemendo baixo, embora minha cabeça estivesse entre suas pernas ainda. – Isso foi tão bom. – Murmurou, se contorcendo suavemente enquanto minha língua abandonava o seu sexo e começava subindo, percorrendo lentamente pelo seu abdómen, se detendo um pouco novamente em cada um dos seus seios e mergulhando enfim no encaixe do seu pescoço.

– Eu discordo. – Segredei sorrindo contra a sua pele arrepiada e quente. – Isso foi mais do que bom … você é deliciosa querida.

– Deixa eu provar então. – Respondeu, me beijando sofregamente, me fazendo me sentir ainda mais molhada de novo.

– Hmm.. Emma .. – Terminei o beijo apressadamente. – Se continuarmos com isso, não vamos conseguir sair dessa cama tão cedo, por isso eu acho …

Me calei repentinamente com o som de batidas na porta do quarto. Soube imediatamente que Emma devia ter fechado a porta à chave, caso contrário, Henry já teria entrado disparado e não batido como estava fazendo.

– Henry a gente já vai! – Emma gritou, se levantando, deixando sua nudez visível, enquanto aproveitava para me jogar olhares maliciosos.

Abanei a cabeça segurando o riso, e me levantei também, colocando um dos meus pijamas primaveris verde azulado. Vi Emma tirar uma calcinha vermelha da gaveta ao lado, e logo uns shorts curtos e uma camisa regata branca de outra gaveta e correr para o banheiro rindo.

– Abram a porta! – Henry clamou impaciente, batendo de novo na porta.

– Tou abrindo já querido. – Respondi, correndo para abrir a porta. – Desculpe, é que eu e sua mãe estávamos conversando sobre o que aconteceu e acabamos por pegar no sono. – Menti, esboçando um sorriso carinhoso para o menino moreno que me olhava sério.

– Fiquei preocupado com você. – Afirmou sem vergonha, avançado na minha direção e me abraçando sem que eu esperasse. – Mamãe me contou que você ficou muito nervosa com a conversa que teve com … — Baixou os olhos, se afastando, cabisbaixo. — … com aquele homem. – Completou quase cuspindo com desdém.

– Meu amor, vem cá. – Tornei a abraçá-lo, beijando-lhe a cabeça. – Tá tudo bem agora, foi tudo um mal-entendido. Não quero que pense mais nisso.

– Tá tudo falando de você e dele, em todo o lado … — Murmurou, tentando disfarçar seus olhos húmidos. – Mamãe não disse assim de caras, mas eu não sou burro! – Se afastou, me olhando arredio. – Eu sei que ele é ruim!

– Henry por favor. – Emma disse, saindo do banheiro, já vestida, indo até ao nosso encontro, à entrada do quarto. – Não aborreça sua mãe agora com essa história. – Ela falava com firmeza. – Ela precisa descansar e você também. Todos nós aliás. – Esboçou um sorriso cansado, mas tranquilizador.

– Eu não quero nada com esse homem! – Exclamou com maus modos, fazendo meu coração apertar. – Ele não é nada meu! Eu odeio ele! Por causa dele é que você tá assim doente! – Apontou para mim, seus olhos faiscavam raiva, e aquilo me assustou.

– Baixa a voz garoto. – Emma ordenou rispidamente, se impondo. – Sua mãe está bem agora, mas se você ficar gritando desse jeito ela vai piorar.

– Emma. – Agarrei no braço dela, como se pedisse de forma silenciosa para que ela não fosse tão dura com ele.

Ela me olhou por um segundo, e depois tornou a encarar o nosso filho que agora tinha lágrimas escorrendo pelas suas faces.

– Vamos filho. – Emma disse, amansando a voz, e abraçando Henry com um braço. – Quer ficar aqui um pouco com a gente? – Sugeriu, e a raiva que eu vislumbrei nos seus olhos castanhos se dissiparam instantaneamente, me fazendo reconhecer de novo o menino doce e inocente que ele era.

– Podemos ver aqueles bonecos que só têm olhos que você tanto gosta. – Me meti, brincando, conseguindo arrancar uma risada dele que me fez sentir o peito leve de novo.

– São animes, mãe. – Corrigiu, empinando o nariz de um jeitinho que lembrava muito o meu. – E nem vem que eu sei que você sabe que são desenhos japoneses.

– Deixa de ser metido. – Emma disse, bagunçando os cabelos de Henry que tentou fugir da mão dela. – Vai-se deitar com sua mãe que eu vou fazer um balde de pipocas pra gente.

– Oba! – Ele exclamou correndo para a cama e pegando no comando que controlava o móvel da parede que tinha a televisão embutida, e apenas visível quando se carregasse na combinação certa do comando. Assim que ele o fez, a televisão grande veio para fora, quase transformando o quarto num pequeno cinema. – Eu vou querer doces. – Completou se referindo às pipocas.

– Ah, eu prefiro salgadas amor. – Disse eu, me deitando ao lado de Henry preguiçosamente, sem olhar para Emma.

– Mais alguma coisa Vossas Excelências? – Ela perguntou irónica, rindo.

Henry e eu trocámos olhares, e fingindo seriedade acabamos virando para ela e respondendo ao mesmo tempo, tentando segurar a enorme vontade de rir:

– Por agora é só Miss Swan.

Notas finais
Tradução: * - Oh … Che bueno! La mia Regina è ancora viva! - Oh ... que bom! A minha Rainha ainda está viva!