Estrela Distante
15 PAPO CABEÇA
Um tempo sozinha com Jacob. Era só o que eu precisava mesmo. Passei minha perna direira por cima da dele e beijei seu pescoço, tentando deixar minha marca ali. Tipo, ele tem dona, filha da puta. É uma pena que fosse sair tão cedo. Por outro lado, eu não ligaria ter uma marquinha de amor do Jacob.
Sua boca tomou a minha e eu passei meu braços em volta de seu pescoço. Ele logo estava com seu corpo por cima do meu, tão ofegante quanto eu. O calor era tão grande que joguei a coberta longe e passei minhas pernas por sua cintura e o puxei mais para mim. Jacob era excepcionalmente habilidoso e não tinha pressa.
Deu uma leve mordidinha em minha orelha e seguiu uma trilha de beijos por meu pescoço. Eu, como uma boa sem noção na prática deste ato, não soube exatamente o que fazer, então também o beijei. Nem o gosto do maior dos manjares era melhor do que o de sua pele. Imaginei como seria o gosto de seu sangue e quase fui ao delírio. Talvez eu lhe pedisse um copo depois... Depois!
Jacob: Tem certeza de que não quer esperar? – murmurou entre as carícias. Só que eu via o sacrifício por trás dessa pergunta. Fiz que não. – Então relaxe e deixe que eu cuide de você. Pela manhã, eu duvido que ainda vá se lembrar que sua namorada existe.
Eu ia mandá-lo tomar no cú, mas ele me beijou e eu me esqueci. Suas mãos hábeis deslizaram por meu corpo, me sentindo, mandando descargas elétricas por onde passava, até seus dedos chegarem aos botões malditos da minha blusinha do pijama de caveirinhas. Uma de suas mãos foi para minha cintura e eu pude sentir sua ereção quando estávamos ainda mais próximos. Sua outra mão abriu os botões, deixando meus peitos a mostra. Tudo bem que eu ainda estava de sutian, mas mesmo assim o fogo que parecia subir aumentava com cada roçar de sua pela na minha.
Ele beijou minha clavícula e foi descendo, até tirar delicadamente meu sutian preto e o jogar do outro lado do quarto. Eu nunca tinha ficado tão exposta a ninguém assim antes e fiquei feliz em saber que seria Jacob o primeiro e talvez o único a me ver tão... sem roupa. Quando senti sua boca em meu seio esquerdo, eu arfei. Jacob ergueu meu corpo, beijando também minha barriga.
Tirei sua camisa e acariciei seu peitoral definido, mas ele não deixou que eu fizesse mais nada.
Jacob: Eu é que vou sentir você hoje. – alegou.
“Vai se entregar pra mim
Como a primeira vez
Vai delirar de amor,
Sentir o meu calor
Vai me pertencer.”
Tirou minhas calças e levou seus dedos para dentro da minha calcinha. Eu não tinha percebido que estava tão molhada. Seus dedos começaram ritmos cada vez mais rápidos ali. Fechei meus olhos.
Jacob: Diga-me. Quem está lhe proporcionando prazer?
Que provocação! O movimento continuava e eu não sabia o que tinha acontecido com minha boca, que era incapaz de pronunciar alguma coisa.
POV. Jacob
Eu queria que fosse perfeito. Mais do que isso: Queria que antes que nossos corpos estivessem selados, ela confessasse o que sentia. O único modo de isso acontecer seria quando estivesse mais pra lá do que pra cá.
Acompanhei todos os traços de seu corpo tão lindo, beijando-a e fazendo tudo com muito cuidado. Na verdade, minha vontade era pegá-la com força e mostrar tudo o que só eu sabia fazer, mas esta era a primeira vez dela e eu estava em júbilo por isso, então queria que fosse perfeito. Eu tateava seu clitóris, ansiando penetrá-la, quase não me aguentando com aquelas calças.
Jacob: Fala... Você gosta disso? – perguntei quando ela não respondeu a outra pergunta.
Nessie: Gosto de tudo o que você faz. – disse ofegante. Eu sorri abertamente, mas ela não viu. Não precisava ver o quanto aquilo me deixava feliz.
Ela mesma tirou minha calça e arregalou os olhos quando eu já estava completamente nu. Eu poderia rir se não estivesse tão excitado. Nessie me beijou apaixonada e eu senti sua língua pedindo passagem. Nossas línguas dançaram juntas em harmonia, em um beijo ardente e molhado.
Era a hora. Era o momento. A deitei delicadamente na cama, sem desgrudar sua boca da minha e tirei sua calcinha. Por quê eu não estava surpreso em sua calcinha não ser dessas pequenas? Era estilho cuequinha, e eu adorei. Vê-la assim tão exposta, tão minha, me fez latejar. Eu já não estava mais aguentando.
Jacob: Diga o que sente, minha pequena. – pedi.
Este foi um silêncio excruciante, até que seus olhos se abriram e ela olhou bem no fundo de meus olhos. Vi a verdade dentro deles e ouvi nossos corações bateram mais rápido quando seus lábios se abriram.
Nessie: Eu te amo!
“Sou pássaro de fogo
Que canta ao teu ouvido
Vou ganhar este jogo, te amando feito um louco
Quero teu amor bandido.”
Suas palavras transmitiam essa emoção, então eu a penetrei devagar. Tinha medo de machucá-la e sabia que para garotas era meio desconfortável na primeira vez. Eu só queria que fosse mais fácil para ela. Primeiro deixei que ela se acostumasse e então, com muita calma, comecei aquela dança pacífica. Nem acreditava que estavamos mesmo fazendo amor!
“Minha alma viajante
Coração independente
Por voce corre perigo.
To afim dos teus segredos
Te tirar o teu sossego
Ser bem mais que um amigo.
Não diga que não.
Não negue a você
Um novo amor, uma nova paixão
Diz pra mim...
Ela passou seus braços por volta de meu pescoço e eu segurei em sua cintura, enquanto fazia movimentos leves de vai e vem. Chupei seu lábio inferior e ela, como já era esperado, mordeu meu ombro. Nessie sempre seria Nessie. Fechei meus olhos desfrutando do momento tão único... Tão nosso. Ninguém nunca mais poderia tirá-la de mim. Estavámos marcados.
“Tão longe do chão
Serei os teus pés
Nas asas do sonho, rumo ao teu coração.
Permita sentir. Se entrega pra mim.
Cavalga em meu corpo
Ôh, minha eterna paixão...”
POV. Nessie
Estávamos marcados. Únidos por uma força gravitacional que era impossivel de se explicar e, se eu pudesse, nem tentaria. Tudo parece tão mais gostoso quando agente não entende direito o seu propósito.
Eu quase podia sentir a ocitocina irradiando em minhas veias. Esse hormônio do amor martelando mais do que nunca dentro de mim. Jacob além de me dar tanto prazer, ainda acariciava minha barriga com a ponta dos dedos. Logo sua língua foi para meu pescoço, onde eu tinha CERTEZA de que ia ficar uma marca e não estava nem me lixando pra o que meu pai e a Bella iam dizer quando vissem.
Jacob: Te amo tanto... Somos só você e eu...
De repente, a euforia começou a tomar conta de mim, meus músculos se contrariam e eu percebi que meu cérebro estava cheio de nada. Cheguei ao climáx justamente na mesma hora em que Jacob chegou. Neste momento eu entendi que pertencia a ele e ele pertencia a mim.
Caimos na cama. Eu com um sorriso bobo na cara, como se tivesse visto um teletubie. Quanto a Jacob, não sei dizer, já que estava com muitas coisas na cabeça. Por que demorei tanto para perceber que eu o amava? Era mais forte do que eu podia imaginar e explicar. E eu tinha de deixá-lo, pois não queria que ele se prendesse a alguém que não quer coisas tão profundas como se casar, ter filhos – no meu caso adotar -, ter uma vida construtiva e talz.
Eu queria SIM ficar ao lado de Jacob, mas era óbvio que eu não o faria feliz como ele merece. Poxa, sou tão imperfeita... Jacob é tão maravilhoso... Tão maravilhoso que logo já estava animado outra vez. A noite foi longa e intensa...
...
Ao abrir os olhos pela manhã, vi que estava nu. Flashbacks da noite incrível que tive invadiram minha mente e eu olhei para o lado. Jacob estava ali ao meu lado, dormindo profundamente. Nossos corpos só estavam cobertos com um fino lençol. Comecei a espalhar beijos por toda sua face, sem querer acordá-lo. Foi em vão, é claro
O infeliz logo abriu os olhos e sorriu pra mim.
Nessie: Bom dia!
Jacob: Bom dia, meu amor. Diz de novo...
Nessie: Dizer o quê? – fiquei confusa.
Jacob: Aquelas três palavras...
Nessie: Ah... bom... amo você. – abaixei a cabeça. Por quê ainda era ruim admitir? Era como assumir uma fraqueza ou algo assim.
Ele me abraçou apertado e eu senti seu perfume invadindo minhas narinas. Me sentia no paraíso e no entanto, sabia o que precisava fazer. Só que não agora, porque eu não sou babaca.
Nessie: Quer tomar um banho comigo? – sussurrei em seu ouvido.
Jacob: Depois de você me pedir deste jeito, não tem como recusar, até porque... – franziu o cenho – eu não quero recusar.
Fomos juntos para o banheiro. Tentei manter meus olhos fixos em seu rosto, mas confesso que não deu muito certo. Ter Jacob comigo do jeito que veio ao mundo era como um sonho se tornando realidade. Pode apostar que esse sonho não era só meu, não.
Dentro do box, liguei o chuveiro no gelado, mesmo estando no auge do inverno em Forks. Eu tinha dois bons motivos pra isso: A água gelada ia me relaxar e eu tinha um homem quente me abraçando. Uma das coisas que eu mais amava em Jacob, era sua essência. Depois de me abraçar por trás, começou a cantarolar em meu ouvido.
“Baby, I love you
Baby, Eu te amo
I never want to let you go
Eu nunca quero deixar você ir
The more I think about,
Quanto mais eu penso
The more I want to let you know...
Mais eu quero que você saiba
That everything you do,
Que tudo que você faz
Is super fucking cute
É fofo pra caralho
And I can\'t stand it”
E eu não aguento.
Ri alto. Eu NUNCA tinha ouvido Jake cantar antes. Sua voz rouca chegava a ser divinal.
I\'ve been searching for
Estive procurando
A girl that\'s just like you
Uma menina exatamente como você
Cause I know
Porque eu sei
That your heart is true
Que seu coração é verdadeiro.
“Baby, I love you
Baby, Eu te amo
I never want to let you go
Eu nunca quero deixar você ir
The more I think about,
Quanto mais eu penso
The more I want to let you know...
Mais eu quero que você saiba
That everything you do,
Que tudo que você faz
Is super duper cute
É super mega fofo
And I can\'t stand it”
E eu não aguento.
Me virei com tudo e fiquei de frente pra ele. Não sabia quanto tempo tínhamos, agi depressa. O beijei com o maior entusiasmo. Senti seus dedos deslizando por minha barriga e tocar minha intimidade. Deixei um gemido escapar. O que é foda é que eu já tinha gritado a noite inteira. Imagine se eu tivesse vizinhos... Coitados, teriam passado a noite insone.
Não sei dizer de onde me veio esse lado pervertido... Ok, isso nem é perversão, porque eu o amava, ele me amava e ponto final. Isso tudo é uma coisa natural e bonita. Certo? Toquei seu membro devagar e para variar, ele já estava pronto. Fiz como ele fazia comigo. Movimentos que começavam delicados e aos poucos iam ficando mais fortes.
Jacob me prensou na parede com força, que até fez minhas costas doerem, e me penetrou. Minha excitação foi a níveis mais do que altos. Seus lábios alcançaram minha clavícula e eu agarrei seus cabelos, os puxando com força. Ele não reclamou, pelo contrário, gemeu. Só que os meus gemidos, eu podia jurar que estavam sendo ouvidos por todos os Cullens, que estavam lá no gelo do cu do Alaska, caçando.
Sua pele aquecia a minha e seus gemidos eram cada mais ruidosos. Jacob pegou minhas mãos e as ergueu no alto de nossas cabeças, acho que para não deixar que eu ousasse querer parar. Isso nunca ia acontecer. Assim que suas mãos afrouxaram, toquei seu corpo. Passei minhas mãos por cada curva sua, abdômen, peito, em movimentos devoradores. Minha paixão era tanta, que acabei arranhando suas costas – isso porque nem tenho muita unha -, culpa da imensa vontade de tê-lo. Isso me deixou ainda mais violenta do que eu já era. Não considerei isso um pudor.
O prazer logo foi me tomando e eu não sabia explicar porque estava tão emocionada com isso. Todas estas sensações só ele podia me proporcionar. Ele era um vicio.
Mesmo depois de chegar a nosso prazer Maximo, não o soltei. Meu Jacob não se opôs a isso, ficando abraçado comigo de bom grado. Aos poucos nossa respiração e pulsação foi voltando ao normal e ele me deu um beijo calmo e doce. Na medida exata para levar qualquer mulher a loucura.
Peguei o sabonete e o ensaboei. Lavei atenciosamente cada parte de seu corpitcho másculo. Quando acabei, foi a vez dele de cuidar de mim.
Jacob: Eu não queria sair daqui, mas você ainda sente frio e precisa de uma toalha. Vou buscar pra você. – beijou minha testa.
Nessie: Nem fodendo. Você fica aqui comigo, até porque eu não gosto de toalha!
Jacob: Hãn?
Nessie: Prefiro me secar naturalmente. – parecia bem normal pra mim. Jacob umedeceu os lábios e deu um sorriso tímido, como um garotinho sacana.
Jacob: Ness... – chamou assim que sai do Box em direção ao quarto. Me virei para ele evidentemente curiosa.
Nessie: Sim?
Jacob: Alice me falou uma coisa ontem. Na verdade, ela me ligou só pra isso.
Nessie: legal. O que?
Jacob: Sabe que ela não te vê direito... É tudo meio embaçado... Mas ela viu você pegando um avião e indo para o Brasil. Andou pensando nisso, não foi? – fiquei estática – Tudo bem, me conte.
Suspirei.
Nessie: Ok. Acho que você pode imaginar como são as coisas aqui nesta casa. Tipo, não me sinto em casa aqui e eu me sentia tão bem na minha antiga casa... – tentei argumentar. Em parte isso era verdade.
Jacob: E quanto a nós? – sua voz era triste, embora ele estivesse tentando ser forte.
Nessie: Você foi a melhor coisa que já me aconteceu, sem dúvida alguma. Só que o problema é essa casa. Eu sinto como se as pessoas não gostassem de mim de verdade e só estivessem ao meu lado e fingindo se importar por protocolo. – O problema não era só a casa.
Jacob: Então a casa é o único problema? As pessoas com quem você mora? – cruzou os braços e estreitou os olhos, mas era óbvio que continha o riso.
Nessie: É. – menti.
Jacob: Então vou alugar uma casa pra morarmos juntos, o que acha?
Nessie: AHAHAHAHAHAHAHAHA Acha que meu pai ia deixar?
Jacob: Não tem graça.
Nessie: Tem sim. E quanto ao seu pai?
Jacob: Já tenho 30 anos. – revirou os olhos.
Nessie: E eu tenho 16. Ia adorar morar com você Jacob, mas eu não estou pronta. – e nós não daríamos certo. Não precisava acrescentar isso.
Jacob: Acha que não daríamos certo, não é? – as vezes era como se ele pudesse ler minha mente.
Nessie: Nada a ver. – bufei – Tá, eu acho que não ia durar nem dois dias, mas minha opinião nem conta. – dei-lhe as costas e fui para o quarto.
Só não queria ter de voltar nesse assunto com ele outra vez. No closet idiota, fiz uma coisa que nunca fiz na minha existência INTEIRA, cara. Vesti uma saia. Surpresa? Eu não. Alice quem a comprou a um tempo atrás. Era quadriculada, azul, preta e branca, pois ela já sabia que eu não era a maior fã de rosa, mas as vezes insistia em me dar coisas cor-de-rosa. Diziam que eu ficava fofinha--‘
Coloquei meu cinto preto, uma camiseta branca com uma boca desenhada e olhos mal feitos, e por fim, coloquei meu all star cano longo. Em minha cama, estava Jacob sentado, já vestido com uma camiseta pólo vermelha e calça jeans. Seu tênis também estava no pé. Seus cabelos estavam perfeitamente arrumados, então fiz questão de eu mesma bagunçá-los, porque eu não ia com a cara do Jacob-bad-boy. Quando terminei, lá estava o meu homem.
Jacob: Sabe o que eu acho?
Olhei fundo em seus olhos.
Nessie: Não.
Jacob: Acho que você está com medo de assumir algo mais sério. É como se procurasse por seus próprios pontos fracos, é exigente, ciumenta e acima de tudo carente.
Nessie: Eu? Carente?
Jacob: Vejo em cada exigência e birra sua um grito de amor, uma carência, sim.
Nessie: Agora você está me cortando em fatias, Jacob. – reclamei – Me diz o que quer que eu faça e eu serei perfeita.
Jacob: Não tenho o que tirar e nem pôr em você. Você só precisa se abrir mais, entende?
Sentei em seu colo e abracei em sua cintura, apoiando minha cabeça em seu peito. Ele apertou minha cintura, me envolvendo em um abraço caloroso e aconchegante. Jake sempre foi um enorme ponto de interrogação pra mim. Parecia ser aquele tipo de cara impenetrável, que é a todo tempo um machão, que esconde o que sente e o que se passa em sua cabeça.
Descobrir que ele era o contrário disso me surpreendeu muito. Ele não escondia nunca o que sentia por mim e o que se passava em sua cabeça dura. Estar assim tão a vontade chegava até a me dar medo, porque eu aprendi com o tempo em que estive fora que não se aprende uma lição passando por alegrias e sim por tristezas. Coisas boas que eu fazia, ou que outras pessoas faziam por mim, eu esquecia, já os erros que eu cometia e que outros cometiam comigo, eu guardava, sem conseguir esquecer.
Sentia que isso não era saudável pra mim mesma, mas não conseguia evitar e talvez nem quisesse.
Jacob: Podemos ter uma casa amarela... Com os telhados vermelhos e uma chaminé, o que acha? – beijou meu cabelo.
Nessie: Só se esqueceu do jardim. – disse sarcástica.
Jacob: É mesmo. Não importa, se você estiver lá, será perfeito. – apoiou o queixo em minha cabeça – Acho que seus pais anteciparam a volta da viagem de caça.
Então eu me concentrei e ouvi vários passos acelerados cada vez mais perto. Estava fodida! Ah, quer saber? Pelo menos eu não ia morrer virgem HAHÁ
Meu pai também não podia reclamar, só porque ele perdeu a virgindade com mais de um século de existência não quer dizer que eu também tenha que seguir seu legado. Ultimamente ele também estava mais liberal, então era bem capaz de ficar rilex.
Logo ouvi a porta ser aberta e as vozes lá em baixo. Me levantei e Jacob segurou a minha mão. Descemos juntos as escadas. Os primeiros que vi foram Carlisle e Jasper, depois meu pai, Carlie e Esme e por fim, Alice, Emmett e Bella. Onde estava Rosalie?
Edward: Ela se ausentou por um tempo. – respondeu meus pensamentos. Só falei um “Ah”. – Temos que conversar.
Bella: Estou decepcionada com você, Jacob. – balançou a cabeça – Ela só tem 16 anos, ainda é uma criança! Se eu soubesse que isso aconteceria, nem teria ido caçar, mas Alice me disse tarde demais e nós decidimos voltar.
Nessie: Eu não sou criança!
Jacob: Bella, me desculpe.
Bella: Será muito difícil eu confiar em você outra vez.
Esme: Bella, não precisa ser tão severa com os dois. Um dia isso ia acontecer.
Emmett: E qual a diferença de ela começar aos 16 ou aos 100? – deu de ombros. – Apesar que eu não aconselho ninguém a se apaixonar por ela, não. A Nessie não presta, todo mundo sabe disso. – afirmou.
Bella: O que eu fiz pra merecer isso? – olhou para cima, como que perguntando a Deus.
Nessie: Ai, hoje eu to sem paciência pra dramáticos, então para de drama e se mata logo, inferno.
Ela se limitou a balançar a cabeça como uma doida. Qual era o problema? Não era nada de UAAAAUUU, ela não é mais virgem. É só um “legal, ela não é mais virgem.” Deviam estar felizes por mim, já que caso algo acontecesse e eu morresse, não seria virgem.
Edward: Vamos bater um papo cabeça agora. Nessie, Jacob e Bella, vamos para o escritório? – era fácil ver que tentava se acalmar ao Maximo.
Nessie: Por que? Todo mundo vai ouvir... – fiz bico e cruzei os braços.
Carlisle: Na verdade, vamos terminar de caçar, não é mesmo?
Alice: Sim, vocês precisam conversar. – segurou a mão de Jasper, o conduzindo á saída.
Vi o olhar de Carlisle para meu pai e não entendi nada. Tinha raiva quando eles começavam a conversar só com o Edward falando. Era irritante e frustrante. Jacob passou seus braços ao redor de mim, como se estivesse assustado. Olhei para ele e notei seu olhar fixo em meu pai, que também o encarava. Beijei sua bochecha e ele me apertou mais.
Jacob: Não estão pensando em me afastar dela, não é Bella? Porque isso não adiantaria, já que estou onde ela estar e...
Edward: Ninguém vai separá-los, Jacob. Estamos surpresos, não esperávamos que tudo fosse assim tão cedo. Eu acreditava que ia casar as minhas filhas e só depois elas iam... começar a ter uma vida sexual ativa. – tapou o rosto com uma mão. – Como isso é embaraçoso.
Jacob: Não tem problemas, agente se casa, não é Nessie?
Nessie: NÃO! Eu nunca vou casar e se fosse como meu pai ta falando eu ia morrer virgem.
Bella: Não dramatize, por favor, as coisas são sérias. Confiei em você, Jacob.
Jacob: Bella, ninguém planejou isso, só... aconteceu. E quer saber? Não vou dizer que sinto muito porque não estou arrependido.
Edward: Só controle seus pensamentos... – fechou os olhos.
Jacob: Tá, foi mal, é só que eu também queria fazer as coisas direito, mas ela é de um tempo bem avançado do nosso, principalmente do seu, Edward. Pode até soar patético, mas o meu sonho sempre foi ter as coisas assim, como estão. Quer dizer, só falta algumas coisas, mas ela não quer se casar... Então.
Nessie: Esse é seu sonho desde quando? Puxa, meu sonho sempre foi ver um disco voador. – sou meio escrota, talvez.
Bella: Eu já disse pra parar com as gracinhas...
Nessie: Não estou brincando, que é? Você não teve infância? – falei séria.
Bella: Viu? Você é uma criança!
Nessie: Estou dizendo que TIVE uma infância, e que foi muito feliz, não graças a você. – me alterei.
Edward: Calma filha...
Nessie: NÃO. Já estou exausta de ser tratada como uma indigente. – me soltei de Jacob e fui para o outro lado da sala – To cheias das pessoas daqui não gostarem de mim e outras terem até medo de mim, só estou tentando entender o porquê. Talvez eu seja feia, anti-social, ou é porque ao contrário de muitos, eu tenho personalidade, não sei se é porque sou gorda ou se sou magra demais, ou porque na maioria do tempo eu pareça estar drogada, ou porque sou triste ou se sou feliz demais, ou se sou agressiva e em outras horas não tenho disposição pra nada, ou simplesmente por eu ser eu mesma. Dá pra senhora dona da razão ou o senhor persuasão me explicar isso? Porque... eu já cansei de tentar entender... – abaixei a cabeça, contendo a porra dos meus olhos que eu já sentia cheios d’água. Filhos da puta! Olhei para Jacob e tive a melhor idéia que já devo ter tido em toda minha vida: — Você disse que queria morar comigo. Me leva agora... – E lágrima desgraçada caiu.
Ele me olhou com cara de : “Está falando sério?”, e depois assentiu.
Edward: Sem chances, ela não vai. – foi firme.
Nessie: Vou com Jacob ou vou pra qualquer lugar sozinha. Juro que vou cavando pro Brasil.
Jacob: Vou cuidar dela com minha vida, você sabe disso.
Bella: Então está tirando a minha filha de casa?
Jacob: Não, tenho certeza de que isso é temporário. Só a deixem esfriar a cabeça. Vamos pra minha casa e amanhã ela vai estar se sentindo melhor.
Nessie: NÃO, EU NÃO QUERO VOLTAR PRA CÁ. Vou viajar ainda HOJE com Embry, Emmett e o Jacob.
Bella: Viajar? Pra onde? Por que não pediu?
Nessie: Sim, viajar pra Berlim e não pedi porque você diria não, só que eu não ligo porque vou do mesmo jeito.
Corri para meu quarto para fazer minhas malas. Queria VER quem ia me impedir de sair dali. Tinha que ser muito macho pra tentar fazer alguma coisa contra isso. Nem vi direito o que peguei, só joguei uma montanha na mala – porque não sabia quantos dias ia ficar fora, afinal podíamos demorar pra encontrar o tal do Patrick, ou Patrícia, sei lá, paixonite do Embry -, e a fechei com sacrifício. Por fim, joguei minha escova de dente azul, e meu lápis de olho que estava acabando.
Voei pela escada e me deparei com Bella na janela, fitando o nada, meu pai de braços cruzados, puto da existência, e Jacob, que tomou a mala das minhas mãos para levá-la. Não briguei, já que estavam pesadas e amigo é pra isso. E outras cositas mas.
Edward: Emmett irá com vocês? – perguntou quando viu que não ia me impedir.
Jacob: Vai, nós combinamos essa viagem ontem pra ajudar o Embry e Emmett disse que também ia pra esfriar a cabeça, por causa dos últimos acontecimentos...
Nessie: A propósito, diz pra ele estar na casa do Jacob até as 9 horas da noite de hoje, se não eu vou sem ele. Mentira, eu não faria isso, mas finge que eu faria, assim ele vai mais cedo pra lá. Vamos, Jake.
Meu pai estava evidentemente preocupado e eu por outro lado, estava impassível. Só que quando cheguei até a porta, percebi que não conseguiria ir sem me despedir dele. Voltei atrás e lhe dei um abraço bem apertado. Ele beijou meu cabelo e acariciou minhas costas.
Edward: Não tenho o que fazer. O que eu queria impedir já aconteceu, então só quero pedir uma coisa. – olhou-me nos olhos.
Nessie: O que?
Edward: Tenha juízo. – suspirou. Dei um leve sorriso.
Nessie: Pode deixar.
Meu Jacob me esperava na porta. Acenou para Bella e depois para meu pai e nós partimos para La Push.
...
Fomos direto para a casa do Jacob e de seu pai. Eu não queria incomodar Billy, que eu só vi pouquíssimas vezes, mas queria conhecê-lo melhor. Não foi uma surpresa para mim ver meu avó, Charlie sentado com ele na frente da televisão. Era uma espécie de hábito, segundo Jacob. Cumprimentei os dois tentando ser educada. Billy estava visivelmente feliz por eu estar ali.
Charlie: Nessie! Quanto tempo minha querida. Diga-me como vai sua mãe, ela não tem mais aparecido...
É claro que ela não aparecia mais. Charlie podia ser muito calmo, mas não era sonso e o segredo da família nunca foi revelado a ele, por isso todos mantinham distância e só se viam vagamente. Isso ainda o deixava com muitas suspeitas, mas ele sempre dizia que só queria saber o necessário. Puxei para ele nisso. Tem certas coisas que prefiro nem saber.
Nessie: Faz mesmo muito tempo. A Bella está bem, todos estão. Só que ela anda meio ocupada, mas o senhor devia aparecer por lá mais vezes.
Não demorou muito para ele reparar em minhas malas, mas nada disse.
Charlie: É bom te ver de novo, Jacob. Espero que esteja cuidando bem da minha neta.
Jacob: Ah, eu estou sim, Charlie. A propósito, ela passará um tempo aqui em casa. – isso fez meu avó erguer as sobrancelhas.
Charlie: Então vocês... estão namorando? – arregalei os olhos. Eu não sabia nada sobre isso.
Jacob: Estamos. – sorriu eufórico antes que eu pudesse responder.
Billy: Puxa vida! Isso é ótimo, devíamos comemorar...
Charlie: Ele é meio velho pra você, não é? – me perguntou.
Nessie: Ah, sem problemas, ele está na idade certa, é um cara maduro. Garotas gostam de homens seguros assim.
Charlie: Estou contente por você... hãm... ter mudado de time.
Nessie: É, eu também. – de que ia adiantar eu dizer que para ser sincera, estava confusa sobre muitas coisas, menos sobre o que eu sentia a respeito de Jacob. E depois da noite que tivemos... – Acho que só aconteceu por causa do Jacob mesmo. Eu não mudaria por nenhuma outra pessoa. – admiti. Foi vergonhoso. – Espero não ter problema eu ficar aqui um tempo, Billy.
BillY: Não tem problema algum, será ótimo tê-la aqui.
Charlie: E é claro que Jacob vai dormir no sofá.
Nós rimos. Era melhor deixar algumas coisas em OFF. Não que eu tivesse problemas em dizer que nós já dormimos juntos e fizemos mais do que dormir, mas eu não sabia se ele ia ficar constrangido.
Nessie: Lógico que ele vai dormir no sofá, eu é que não vou. – ri. – maaas agora, eu quero ir pro quarto, porque eu to com sono... – esfreguei o olho.
Charlie: Não dormiu bem à noite? – preocupou-se.
Nessie: Pelo contrário, a noite foi ótima, mas eu sempre estou com sono. – usei o sarcasmo e acabei bocejando.
Jacob: Também estou com sono. Vamos dormir um pouco? – segurou meu rosto carinhosamente ao dizer. Eu assenti, pois não encontrei a fala, estava hipnotizadas com os belos olhos dele. Um preto tão profundo que me dava inveja.
Posso jurar que ouvi Charlie dizer :”não gostei disso”, mas continuei de mãos dadas com Jacob até o quarto dele. Ao chegar me joguei na cama. A roupa não estava a mais confortável, então quando vi que ele fechou a porta com a chave, tirei a merda da saia e joguei minha blusinha longe. Não tinha mais problema algum em ficar seminua perto dele. Na verdade, nunca tive.
Tirei o edredom da cama e me cobri com ele, até Jacob vir até mim, sempre com um sorriso nos lábios e se deitar ao meu lado. Olhei para seu deslumbrante rosto e vi que algo estava errado. Fitava o teto. O corpo estava ali, mas a mente longe.
Nessie: O que foi?
Jacob: Percebi que é uma missão impossível tentar dormir sem sentir você em meus braços. – puxou-me para perto de si depois de tirar sua camiseta.
Adormeci com minha mão em seu peito.
...
Quando acordei, me vi sozinha na pequena cama de solteiro. Como ainda não sou tão insana, vesti de volta minha roupa e fui direto para o banheiro. Escovei meus dentinhos como uma boa criança feliz e voltei para o quarto para calçar meu tênis. Vi no relógio de cabeceira que já eram quase 8:30 da noite. Eu dormi o dia inteiro e ainda estava com um puta sono!
Foi quando estava pensando nisso que Jacob pôs a cabeça pra dentro da porta.
Jacob: Que bom que acordou agora. Acabei de terminar de preparar o jantar.
Nessie: Você cozinha?
Jacob: Sim, sem querer me gabar, mas devo fazer mais coisas na cozinha do que você.
Nessie: A única vez que tentei cozinhar, incendiei a casa da Zafrina e a de uma vizinha. – admiti. – Poxa, to me sentindo muito loser agora. – me levantei relutante e fui até ele.
Na cozinha a mesa estava posta e eu não era a única com fome. Meu Jake tinha feito macarronada e panquecas. Eu adorava panquecas. Estava comendo meu terceiro pedaço quando Emmett invadiu a casa. Sem delongas sentou-se a mesa depois de cumprimentar Billy e olhou carrancudo para Jacob.
Emmett: Cadê o meu prato? Vou comer o quê?
Nessie: Não vou deixar você se alimentar do meu sogro. – hãn? – O que foi que eu falei?
Mas ninguém respondeu. Vi Jacob abaixando a cabeça com um sorriso tímido no rosto. Puta que pariu! O que está acontecendo comigo?
Emmett: Nessinha fica tão bonitinha quando está apaixonada! – suspirou.
Nessie: AFF’E Pra que tanto diminutivo? Pra que tanto “inho”? – tentei desviar o assunto.
Emmett: É um denguinho, sobrinhazinha.
Grunhi. Só não o mandei se foder porque o pai do Jacob estava ali e eu estava na casa dele e eu não sou mal educada. AHAHAHAHAHAHAÁ Enfim, me levantei e fui escovar meus dentes (higiene, não ia beijar o cara que to pegando com a boca suja, embora minha boca esteja sempre suja, pois sou fluente em palavrões. Somente alguns seres dominam este tipo de linguagem expressiva tão profunda e eu me considero uma delas, porra!)
Ao voltar Embry estava entrando pela porta com uma mala na mão. Só ai notei que Emmett estava sem uma mala. Provavelmente ia comprar coisas por lá, já que não tinha um limite de dinheiro.
Embry: Estão prontos? – estava evidentemente nervoso.
Emmett: Vou bem Embry e você?
Embry: Eu não perguntei... – jogou a mala no chão e bateu o pé, em um momento pra lá de gay. – Foi mal, Emmett. To nervoso, cara; E se ela não gostar de mim?
Nessie: Ela vai gostar, infeliz. Só vamos logo. Aliás, Emmett, seu gay, você vai pagar minha passagem.
Emmett: Por que eu? Olha seu namorado aqui...
Jacob: EU vou pagar a sua passagem!
Emmett: A minha? Valeu, cachorrinho que cheira chulé.
Jacob: A sua não, a da Nessie. – esclareceu e revirou os olhos.
Embry: Vamos então?
Jacob: Vou pegar nossas coisas no quarto, ta bem?
Enquanto ele ia, olhei para Billy, que durante o jantar bateu um papo legal comigo e me deu alguns conselhos, o qual eu talvez pudesse seguir quando me sentisse melhor. Tipo agora. Me despedi dele e dei uma escapulida até a praia, correndo. Quando me vi sozinha, disquei o número do celular de Bella. Eu podia me arrependeu muito futuramente disso, mas ainda sim, queria ligar. Talvez eu seja meio bipolar, não sei. Ela atendeu no segundo toque.
Bella: Nessie? Meu amor, aonde você está?
Nessie: Oi, Bells. Estou em La Push. Só liguei pra dizer que estou partindo pra Berlim.
Bella: E quando você volta?
Nessie: Ainda não sei. Só queria que soubesse...
Bella: Fico contente por ter ligado para avisar. Queria poder te dar um abraço, mas como não posso, desejo-lhe uma boa viagem.
Nessie: Valeu.
Bella: Vocês vão de avião?
Nessie: É, ainda nem compramos as passagens, porque o Embry disse que tem um bom esquema pra isso.
Bella: Me ligue se precisarem de alguma coisa, esta bem?
Nessie: Ok. Tchau.
Bella: Querida? Sinto muito por ter reagido daquela forma hoje mais cedo... Só quero que saiba que agora que pensei sobre aquilo não acho errado o que fizeram. Já é grande e sabe o que faz... ou a maioria das coisas que faz. Tinha preparado uma boa conversa sobre sexo para você e sua irmã, mas vou adiá-la para quando você chegar.
Nessie: Não sei se quero falar sobre isso. – reprimi o riso.
Bella: Eu sabia que ia dizer isso. – riu do outro lado da linha – Só que temos que conversar é bem natural...
Longe da areia, vi Embry me chamando, com Jacob e Emmett ao seu lado. Já era hora de ir.
Nessie: Tenho que ir. Até logo, eu acho.
Bella: Já sinto sua falta. Beijos.
Desliguei o celular velho, lixo,podre e corri até onde os meninos estavam. Ambos já tinham se despedido de Billy e nós seguimos no rabbit de Jacob até o aeroporto. Foi conversas toscas até lá.
Jacob: Embry, tem certeza de que não precisávamos comprar as passagens antecipadamente? – perguntou enquanto fazia carinho em meus cabelos, no banco de trás do carro, já que Emmett fez questão de dirigir e Embry de ir ao seu lado, na frente.
Embry: Claro, eu sou seguro. – assentiu, como se tentando dizer isso a si mesmo. – E não sou previsível. Jacob tapou minha boca exatamente quando eu ia dizer o contrário.
Eu tentei dormir, porque o assunto estava mesmo uma merda. Emmett e Embry não paravam de fazer piadas idiotas, que eu ria de tão sem graça que eram; ia tudo bem até Embry fazer uma piadinha de loira e Emmett deixar estampado em seu rosto o quanto aquilo o deixava triste. Ia levar um tempo até que ele se acostumasse que era solteiro de novo. Se um dia se acostumasse.
Ao chegarmos no aeroporto, Embry nos conduziu até um lugar mal ventilado, onde tinha MUITAS pessoas para serem atendidas e apenas uma recepcionista. Levou o quê? Umas duas horas e meia pra chegar a nossa vez.
Embry: Agora é simples, nós vamos em uma classe mais baixa, infiltrados, nem vamos pagar. – se gabou – não vamos muito bem acomodados, mas um primo meu fez isso uma vez. É claro que ele acabou tendo que usar um banheiro fedorento e... ficou preso na privada, ai teve que vir paramédicos, que arrancaram a metade da perna dele fora... mas vamos viajar de graça, é isso que importa.
Acho que a cara de Jacob e de Emmett eram um reflexo da minha. Ficamos meio assustados...
Nessie: Podem deixar que eu cuido disso. – falei aos meninos. – Srta. Mirtes – li em sua plaquinha -, queremos quatro passagens pra Berlim no próximo vôo que tiver pra hoje.
Recepcionista: Não temos mais vôos para Berlim hoje.
Nessie: O QUÊ? Ah, ta brincando, não é? – ela balançou a cabeça negativamente.
Recepcionista: Pra hoje só vou ter pra Londres.
Nessie: Londres? – ela assentiu com cara de poucos amigos.
Emmett: Que se dane, vamos pra Londres.
Jacob: Londres?
Emmett: Londres é um pé de Berlim. – hãn? – Com licença, pode nos ver quatro passagens pra Londres então. – pediu à recepcionista.
...
No avião, conseguimos nos sentar juntos. Ficou Embry, Jacob, eu e Emmett. Agora estávamos eufóricos, na expectativa de chegar lá logo e tomar um trem que nos levasse até Berlim. Até que seria interessante um dia em Londres. Alguns pontos turísticos idiotas para freqüentar de dia e na manhã seguinte estaríamos perto da casa – ou apartamento,tanto faz -, do tal Patrick, ou Patricia, garota do Embry, que eu achei que fosse homem e dispensei por ele. Pelo menos ele não guardou raiva e isso nos levou até a viagem que tinha tudo para ser a melhor e a pior da minha vida.
Notas finais
Ia escrever mais só que fiquei meio receosa, por causa da merda do meu PC... Mereço recomendações?
Acham que peguei pesado com as cenas hot? Tentei fazer com calma, sem deixar vulgar, mas não sei se fiz direito... O que acharam?
A todos que vão queres o capítulo da Rosalie, fiquem sabendo que já está sendo escrito, com a participação miraculosa de um dos meus personagens favoritos - SAM WINCHESTER, como um vampiro gato e sedutor... Enfim, logo será enviado '-'
Próximo cap:
◘ Na viagem, eles se encontram com Leah e Seth. Juntos a confusão será ainda maior.
◘ Muito mais romance e comédia.
Beijos *----*
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