Notas iniciais
Faz tempo que não escrevo algo do tipo. O linguajar deve ser ruim, meu português deve estar horrivel (e na verdade essa fanfic é uma tentativa de melhora-lo para parar de tirar 6,5 em redação =/).
Por favor perdoem quaisquer erros de português apesar de eu não tem nenhuma reclamação caso vocês queiram meter o pau na minha obra. Se algo estiver muito clichê ou estiver chato demais também avisem, sou todo ouvidos.

---Inicio prólogo---

Estação Leste da cidade de Leteburgo, 17:39 do dia oito de maio do ano de 327 após a queda de Orêa. O cheiro de fumaça proveniente do motor a vapor das diversas locomotivas pode ser sentido em por todo o local, uma das quais acabara de vir da província desértica de Selr. De um vagão desta mesma locomotiva sai um homem de 1,67m, cabelos longos, que chegam até metade das costas, de coloração castanha clara, olhos de um tom tão escuro impedindo alguém de diferenciar suas pupilas de sua própria íris e trajando uma capa azulada por cima de sua túnica e calça de couro, uma mochila em suas costas, e um chapéu de abas largas que tampam seus olhos a todos os que o vêem frente a frente.

— Humpf! Comenta Kamack, dono do perfil anterior. – Três meses preso em Selr para não encontrar uma única pista, setenta e três ramos de ouro (o ramo é a moeda oficial de toda a burgocracia de Leteburgo, com sua capital e maior cidade possuindo o mesmo nome).

O hábito de falar sozinho fora adquirido ao longo de seus trinta anos de vida, apesar de aparentar no máximo vinte. Ao começar a andar para fora da estação vê que nada mudara durante a viagem, fora o fato do inicio da guerra contra os Peltergianeses, era visível a presença de um grande arsenal estar sendo transportado interrompendo o tráfego comercial inteiro do portão 2 e 3.

— Pólvora, em grande quantidade, carregar isto aqui na cidade é um tanto perigoso. Só podem estar loucos, espero que não tenham retirado do estoque da guarnição da própria cidade. Resmunga em tom imperceptível.

Kamack finalmente, após sair da estação, encontra-se na ala leste da cidade, apelidado de grande oportunidade, esta área da cidade concentra grande parte do comércio exercido em todo a burgocracia, sendo a morada de importantes comerciantes e magistrados. Tal parte de Leteburgo sempre o incomodara bastante e ele tratou de sair rapidamente dali, seguindo para a ala sul, uma caminhada de longos cinqüenta minutos em meio ao comércio latejante e a enxurrada de pessoas que transitava em tal área, enquanto caminha bota a mão dentro de sua algibeira, tateando sua única moeda faz uma conta mental.

“Sai daqui com Setenta ramos, voltei com um. Ao menos estou vivo”.

A caminhada o levara a uma construção de dois andares, do tamanho de um pequeno quarteirão. Euforia, risos e canções podem ser ouvidas do lado de fora de tal local, uma placa feita em madeira mostra uma criatura verde trajando uma armadura de couro, com uma lança em mãos e sem uma perna avisa aonde chegara, A taverna do goblin perneta, ponto de encontro dos homens vagabundos que vivem em meio à riqueza da zona leste e a pobreza da zona oeste. Kamack adentra o local, dando uma leve olhada para perceber que nenhuma das caras que ali se encontrava eram de seu conhecimento, ao menos é claro o próprio taverneiro. Sentando-se ao balcão o anão, dono e taverneiro, arregala os olhos e fala:

-Kamack!!! Como fora em sua expedição jovem?! O olhar do taverneiro é sério, não parece amigável como se acostumou Kamack durante muitos anos.

-Mal, muito mal, Norak devo-lhe confessar que voltei com apenas um ramo.

-UM RAMO! Não vai sobreviver muito aqui, sabe como são os preços nesta cidade, espere aqui *o anão enche com ale um copo de aproximadamente quinhentos ml e entrega ao humano e diz – Por conta da casa.

-Mas diga-me das novidades. Onde está Serien? A esta hora ele não se encontrar aqui é grande uma surpresa, as coisas mudaram tanto assim desde que me fui?

-Bem, esperava que me perguntasse de outras coisas, mas agora que falou, Serien se alistou ao exército, encontra-se a sul provavelmente.

-Maldito! Um gole é tomado do copo, metade do liquido já se fora. — Alistando-se para ajudar os burgocratas, não o entendo. Exclama Kamack.

-Não é para ajudar os burgocratas que ele se alistou, é para lutar contra o novo teocrata de Peltergian. Ele lhe contou sobre a família não é? O mesmo homem que virou o teocrata fora quem assassinara a família dele.

-Ele não me contou que era tão importante assim sempre aparentou um vagabundo qualquer, sem falar que agora não posso ao menos arrumar uma escolta amiga para me ajudar a ganhar dinheiro fácil atacando ladrões de carga nas estradas, voltando ao assunto sobre a guerra, ouvi dizer que sofremos duas derrotas na província dos campos úmidos, espero que ele esteja bem.

-Assim todos estamos, mas me diga, apesar de você ter perdido sua pequena fortuna que tanto se arriscou para conseguir, achou algo interessante? Ou teve até que vender aquela sua espada para pagar a passagem de volta?

-Humpf. Suspirou Kamack após terminar o copo. – Não me lembre disso, foram dois vermes da ferrugem, cada um com um metros e meio de comprimento, perdi ela para um golpe certeiro e acabei não encontrando nenhuma pista.

-É claro que não. Afirmou o anão de 1,47m e 85 quilos, barbas ruivas longas, bem cuidadas e trançadas ao contrário de seu cabelo, ou a falta dele. Eu já vivo a cento e trinta e sete anos meu jovem, digo e repito a ti que não há nenhuma probabilidade de ter havido uma floresta naquela área, você também gastou outra fortuna para conseguir adentrar e pesquisar os registros da biblioteca da história, tu ficou lá uma semana sem nem ao menos comer e sabe melhor que eu que não achara nada lá. Se não há nada lá, é impossível que sua idéia tenha fundamento.

-Acredito que seja um oásis. Diz Kamack com clareza

-E o encontrou?

-Acredito que esteja magicamente protegido.

-Oras meu jovem, você estudou magia desde que te conheci aos cinco anos, eu mesmo o ensinei a ler! Se houvesse alguma aura, ou seja lá como chamam, você não teria percebido?

-Não exatamente. Auras fundamentais são difíceis de serem encontradas.

-Não me proponho a discutir contigo sobre seja lá o que for uma aura fundamental. Fique no quarto três hoje, amanhã tente arrumar algum emprego, estão contratando pessoas que saibam fazer pólvora, e acho que você é um dos únicos por aqui que conseguem fazê-la, há de ajudar um de seus amigos na guerra não é? Devem estar com falta de pólvora, pois estão carregando pólvora da guarnição para sul, muita pólvora sai daqui todos os dias, se vierem direto para a capital somos alvos fáceis.

”Como suspeitei, os generais devem ser loucos e não medem seus esforços para ganhar a guerra antes que ela adentre nosso território, apenas espero que consigam alguma vitória. Serien, boa sorte”. Pensou Kamack. – Farei algo sobre isso amanhã, me diga, onde está minha irmã, não deveria estar por aqui?

----Fim prólogo---

Notas finais
E então? Estou aberto à sugestões.
Provavelmente posto o capitulo 1 em uns dois dias... ta até pronto, mas quero dar um tempo pra saber se presciso melhorar algo de vocês, afinal "a voz do povo é a voz de Deus".
O prólogo da uma visão geral do cenário e alguma coisa dos personagens, personalidades e passado dos mesmos.
Cap. 1 vou dar uma pincelada nas minhas habilidades de descrever combate, aprofundar a personalidade do persona principal e trabalhar pouco do cenário...