Entre O Amor E A Guerra

19 Capítulo 19 - Re-sequestrando a Patricinha!


Notas iniciais
Boa tarde meninas(os). A fominha aqui não resistiu, não aguentou deixar vocês sem postagens e resolveu atualizar o bebê fiction. O título do capítulo foi meio de última hora, nem sei se essa palavra existe ou existirá um dia...
Agradecimentos especiais a Duda Overstreent e Lilithfx pelas recomendações e pela ajuda nas madrugadas de insônia. As vezes estou escrevendo e pensando no que vocês vão achar do capítulo!!!kkkkkkkkkkkkkk

Petrificada...essa era a situação de Santana ao ouvir toda a história de Quinn. Não sabia ao certo como tudo se desenrolou, mas a única certeza era de que precisa tirar Rachel Berry das mãos de Kitty e Lauren. Ironia do destino ou não, a vida de Santana também estava em risco, afinal Berry era melhor amiga de Brittany, que por sua vez era filha do dono da Selecta...chefe de Santana!

- Quinn temos um problema grave, muito grave!!

- Eu sei! Precisamos salvar o pônei maldito das garras da sua pelancuda! Imagino a cara de agradecida daquela morena marrentinha quando eu salvá-la. Vai ficar toda derretidinha pro papai aqui! Falava Quinn batendo no peito e toda empolgada. Naquele momento Quinn sentiu falta do cordão, mas não se alertou para o fato dele ter caído quando entalou-se na báscula.

- Você não esta entendendo sua lesma lenta amarela...Rachel é amiga de Brittany, que indiretamente é minha chefe porra! Lógico que vão ligar o seqüestro dela a minha entrada na empresa, afinal uma das seqüestradoras era minha namorada até ontem né! Gritava Santana, tentando fazer Quinn e o restante do grupo entender que a história era mais complexa do que simplesmente salvar a patricinha e depois ganhar honras de heróis.

Puta que merda! Você tem razão Santana, isso vai ser o que todos vão pensar, até eu pensaria isso se fosse o seu chefe. Resmungou Puck, começando a ficar assustado com a situação.

- O pior ainda está por vir. Levei Brittany hoje no hospital quando fui ver Tina. Ela se comoveu com a situação e amanhã uma boa parte dos colaboradores e funcionários da empresa, incluindo ela e o pai, vão doar sangue para Tina e para ajudar o banco de sangue. E nós não somos otários né, é claro que aquele tiro que Tina tomou foi obra dessa droga de seqüestro.

- Paraaaa tudo! Quer dizer que a pelancuda, a comedora de carniça e a japa seqüestram o pônei maldito, e os amigos do pônei vão ao hospital doar sangue para a seqüestradora?! Isso está parecendo novela mexicana, daqui a pouco Paola Bracho chega e joga alguém da escada! Ria nervosa Quinn.

- Ok, vamos pensar. Precisamos tirar o pônei das mãos de Kitty, antes que ela machuque mais a garota. Mas também não podemos devolver a guria antes da doação de sangue. E o mais complicado; ela não pode sonhar que foi seqüestrada pela namorada pelancuda da Santana! Resmungava Finn, tentando articular os pensamentos.

- É isso. Temos que tirar a anã de lá sem que ela saiba quem somos. Tiramos, mantemos ela por aqui sem machucá-la até o lance da doação de sangue se concretizar, salvamos a japa do Finn e depois soltamos a patricinha em algum lugar seguro para que possa voltar para casa. Falou Blaine, o mais sensato.

- Boraaaa colocar esse plano em prática, meu maior sonho é dar uma surra na vadia da Kitty sem ela sonhar quem está batendo! Resmungou Quinn, já organizando suas armas, tocas ninjas, assim como luvas...não deixaria rastros.

- Como diria nosso presidente Lula: Nunca na história desse país uma pessoa foi seqüestrada duas vezes em menos de uma semana e ficou refém no mesmo morrão! Ria nervoso Blaine.

- Mas perai...onde vamos colocar a refém? Se Kitty for esperta por cinco minutos, coisa que ela consegue com muito esforço, vai chegar à gente e chegará à refém uai! Resmungava o pensativo Puck.

- Relaxa brother, vamos manter Kitty tão ocupada se recuperando da surra que vai levar por trazer problemas para mim e para o morro, que quando ela conseguir sair da cama Rachel “sei lá o que” já estará salva no seu bairro de burguesinha. Disse Quinn, já disposta a pôr o plano em prática.

- Rachel Berry Quinn, por favor! Berrou Santana da cozinha, onde fazia um lanche para a galera. A gororoba da morena já era a favorita dos meninos, especialmente a orca Finn.

O plano era simples, mas complexo ao mesmo tempo. Santana iria pela manhã ao hospital, como havia combinado com Brittany, fazer a doação de sangue. Isso garantiria que os colaboradores da empresa também doassem o sangue, assim salvariam Tina e deixariam o banco de sangue em uma situação melhor do que a atual. Na hora do almoço a latina inventaria um mal estar súbito e se juntaria ao grupo, no São Jorge. A idéia era passar a tarde como normalmente passariam: Puck e Quinn fazendo as “correrias” e trambicagens de sempre, Finn e Santana ensaiando para o baile, que começava a noite, e Blaine organizando a casa e o espaço para esconder Rachel.

O golpe fatal em Kitty estava sendo organizado para acontecer à noite, durante o baile dos passinhos; enquanto Finn e Santana se apresentariam, mantendo a atenção de Kitty, o restante do grupo entraria no cativeiro e resgataria Berry. Plano pensado, repensado e absorvido por todo o grupo...era hora de dormir e esperar o dia da batalha. A verdade é que simplesmente não conseguiam dormir, então resolveram ficar juntos na casa de Quinn: Puck fazendo letras de rap e ajudando Finn com o ensaio dos passinhos, enquanto Santana repassava a coreografia que iria apresentar no baile com a ajuda de Blaine. Exaustos, era quase uma da manhã quando quase todos adormeceram, com exceção de Quinn, que ainda estava sentada na varanda, ouvindo música e olhando a noite estrelada. Tocava seu funk favorito, e ela começou a cantar baixinho, pensando em Rachel, até que adormeceu.

“Fica louca, tira a roupa, vem que hoje você não escapa. Sua boca me enlouquece, alucinação. Lingerie vermelha, fico louco, você me conhece bem. Pega o sorvete com leite moça, esfrega e deixa bem lambuzado; sauna e piscina, tudo, tudo exagerado. O DJ comanda o som, aumenta o teu tesão...O que é que tem? Você me faz tão bem, me diz o que que tem, você me faz tão bem. Beijar teu pescoço pra te arrepiar, falar besteiras no ouvido até você pirar. Não quer tocar, você sabe que eu te desejo, você não sai da minha cabeça...baby, me faz relaxar, dança pra mim, me faz voar. Faz comigo, vem comigo sem ter hora pra acabar” (Mc Naldo)

O sono leve e a música permitiram que a loira embarcasse em seus pensamentos e os levassem a um sonho. Nele ela e Rachel trocavam algumas palavras:

- Fica comigo essa noite, só essa noite. Amanhã deixaremos tudo para trás. Sei que nossos mundos são muito diferentes e que nunca vão se atravessar de novo, por isso vamos viver o hoje, o agora dessa madrugada, e amanhã acordaremos e viveremos outras histórias, outras loucuras, e nunca mais nos lembraremos dessa noite...fica comigo?

Rachel não respondeu, deixou apenas que Quinn se apoderasse do seu pescoço com pequenos beijos, que aos poucos foram se transformando em leves mordidas que deixaram a morena excitada. Quinn pode sentir um pequeno gemido da garota quando tomou um de seus seios com a boca e começou a mordê-lo ainda por cima da blusa. Rachel arfava e se contorcia pedido um pouco mais, sussurrando no ouvido de Quinn, que agora tomava o outro seio da patricinha com a mão e mordia bem de leve, no bico rosado. Nessa altura do sonho as coisas pareciam tão reais que Quinn se revirava no chão frio da varanda.

- Pára Quinn, isso não é certo, eu nem te conheço direito, você só salvou a minha vida. Gemia Rachel no ouvido da loira, porém já quase sem forças e sem vontade de reagir. A essa altura Quinn já descia pela cintura da morena, dando pequenas mordidas, passando a língua pelo umbigo de Berry, que gemia gostoso e se contorcia com os movimentos da boca da loira.

Quinn não agüentou e rasgou a blusa da pequena, que agora só estava de short bem curto, evidenciando as coxas grossas, e de sutiã. Colocou-a deitada no chão da varanda, e agora trabalhava incansavelmente com a língua pela cintura, indo e voltando nos seios fartos, que se encontravam excitantemente arrepiados. Rachel já estava totalmente entregue e só teve o trabalho de começar a abrir o short, pois arrancá-lo foi trabalho de Quinn.

- Eu quero ter você agora patricinha gostosa. Falava Quinn que beijava os seios da morena e ao mesmo tempo acariciava suas partes íntimas, mas sem chegar onde Berry queria. A morena, já irritada e cheia de desejo, deixava a marca de suas unhas nas costas de loira sem piedade.

- Será que eu vou ter que implorar para você me fazer sentir você? Falava mordendo a orelha e depois o pescoço de Quinn, que não agüentou e soltou um gemido gostoso, deixando a morena completamente molhada.

- Você não precisa pedir duas vezes minha primeira dama. Essa noite eu faço tudo que você quiser, eu sou sua e você manda em todo o meu corpo. Sussurrou Quinn, penetrando Rachel com dois dedos e usando toda a intensidade que podia, pois sabia como a morena gostava de ser devorada. Berry rebolava gostoso na mão de Quinn, e sabia mexer gostoso como ninguém, o que levou Quinn a loucura sem ao menos ser tocada.

Quando percebeu que a morena estava quase chegando ao orgasmo Quinn aumentou os movimentos e assim que a garota chegou ao clímax desceu sua boca e terminou o serviço não só com os dedos, mas também com a língua, e logo chegaram ao orgasmo juntas....

- Quinn, acorda Quinn! Você ta bem loira doida ou está tendo uma convulsão?! Gritava Finn.

- Acordei no meio da madrugada com fome e ouvi um barulho, quando cheguei aqui você estava rolando pelo chão da varanda, como uma lagartixa no sol quente! Ria Finn, zuando horrores com a cara da garota no meio da madrugada...

Notas finais
Uma pitadinha Faberry no final do capítulo só para deixar as shippers na vontade, e tentar sanar, um pouquinho, os pedidos de Natal...beijos e bom restinho de dia!!