Ensine-me a te amar

15 15. Choques do destino


Notas iniciais
Gentee, voltei! Ah, queria postar esse cap. antes, no dias das mães, em homenagem ao tema da fic., mas não consegui a tempo. Mals. Enfim, queria vir aqui, nas notas inicias, pra agradecer pessoalmente aos meus leitores! A aqueles que comentam, que favoritam e mesmo os fantasminhas que só acompanham, é muito importante pra mim, claro. Fiquei imensamente feliz com a repercussão da fic., na real não esperava que fosse ser tão positiva, o que me incentiva ainda mais a sempre postar os caps. o mais rápido que posso. Vocês são mesmo o máximo. S2 Aproveitem o cap.!

POV. Lucy

Não pude evitar, sorri. Sorri de verdade. Um alívio imensurável tomando conta de meu peito numa explosão de sensações.

Ele estava ali novamente, o estranho rapaz de cabelos rosados que gostava de invadir meu quarto voltara afinal.

–Já faz algum tempo. -comentou ele, a voz tão familiar tinindo em meus ouvidos- Como você tem estado, Lucy?

Trinquei os dentes, contendo o sorriso que se espalhava imprudentemente por meu rosto.

Ah, mas aquele idiota me paga depois dessa!

Depois de toda a preocupação que ele me fez passar acha que ia sair barato assim? De jeito nenhum! Sem nem pensar, arremessei os pacotes de mercado direto na cara dele.

Natsu arregalou os olhos e quase caiu da janela, equilibrando-se como um bobalhão para segurarar as bolsas, agarrando as madeiras do batente da janela para evitar a queda.

–Aiiii! Pra quê foi isso?! -exclamou ele, esfregando a testa onde foi atingido.

–Você quase nos matou de preocupação, idiota! -protestei, os olhos até um pouco úmidos de emoção.

Ele ficou um tanto surpreso com a resposta, baixou um pouco a cabeça e deu um sorriso envergonhado.

–Eeeh... Acho que eu meio que mereci essa. -ele riu, envergonhado, enquanto depositava as sacolas no chão e saltava da janela.

–Aye! -concordou Happy, que estava deliberadamente sentado na minha cama (pra ser sincera eu nem o havia notado até aquele momento).

–Onde você esteve?! Deixou todo mundo louco de preocupação!

–Eu disse que ia voltar! -devolveu ele, tentando se defender.

–Podia ao menos dizer onde estava indo! Argh, deixa pra lá, você nunca pensa antes de fazer as coisas mesmo. -Que ótimo Lucy, você nem consegue ficar brava com ele!

Ele mordeu o lábios inferior de leve, desviando os olhos para o chão, parecendo um tanto arrependido, ainda que não muito.

–Não era a intenção, preocupar vocês digo. Só tive de resolver algumas coisas.

Cruzei os braços, nem um pouco convencida. Sinceramente, ele é péssimo quando tenta se explicar por suas bobagens.

–Não vai nem me dar as boas vindas? Ainda nem fui à guilda pra vir aqui ver minha parceira!

Para ele, com certeza, aquelas palavras não significavam muito quando ditas. Porém senti um coração disparar de leve, fazendo um esforço bem significativo pra não corar.

–Bem-vindo de volta, idiota. -resmunguei, meio à contragosto, não poderia deixar que soubesse o quão radiante eu realmente estava por ter voltado.

–Yosh! Agora, pra guilda! -exclamou, sorridente- Quero só ver a cara daquele gelinho tarado quando me ver de volta, hehehe, dessa vez tenho certeza que vou ganhar dele!

–Espera, Natsu! Eu... eu tenho uma coisa pra te falar... -comecei, insegura, entretanto ele já estava novamente de pé na janela.

–Eh? Ah, depois você diz! Agora vamos pra Fairy Tail! -determinou num tom manhoso, sorrindo em seguida.

Não falei nada, apenas o segui.

Todos aqueles dias em sua ausência estivera tentando decidir como dizer contar a verdade. Queria falar a sós, primeiro com ele, depois poderia finalmente contar ao pessoal da guilda. Achava que ele tinha o direito de ser o primeiro a saber (na verdade o terceiro já que o mestre deduzira isso e eu contara a Erza há alguns meses).

No caminho, não conversamos nada importante. Até fiz algumas perguntas, todavia o rosado insistia em me responder com evasivas, nada que dissesse realmente o que andara fazendo. O clima entre nós era o mesmo de sempre e ele nada comentou sobre a gravidez ou fez algum questionamento sobre como passei os últimos dois meses, o que me deixou um tanto desapontada, entretanto o sentimento logo desapareceu quando chegamos à guilda.

Acho que ele levou o recorde de safanões ganhos num dia depois daquela.

Todo mundo, repito, todo mundo fez questão de dar um belo soco na cabeça desmiolada daquele Dragon Slayer inconsequente, até mesmo o mestre, que ficou dois minutos inteiros dando bronca no rosado, o que, para ele, é bastante tempo.

As reclamações logo cessaram, já que a curiosidade era maior. Cana fez questão de puxar vários brindes para comemorar o retorno dele. E voltamos aos velhos hábitos, como se Natsu realmente nunca houvesse partido.

A verdade era que desde sua 'fuga estratégica' aquele lugar não parecia o mesmo. A taberna barulhenta de magos encrenqueiros estava sem vida, ao que parece, o Salamander é realmente o maior bagunceiro da guilda, e sem ele aqui nós não tínhamos muito ânimo nem para brigar (não que eu me meta nisso).

Já, com seu regresso, a festa foi geral. E eu estava feliz, o mundo que gostava tanto de viver inteiro de novo. Gostava de pensar que as coisas não precisavam mudar, ainda que saiba plenamente que isso é só uma ilusão temporária.

Sentei num dos bancos rente ao balcão de Mira que, depois de fazer uma 'pequena' repreensão em seu modo demoníaco, voltara à sua tão estimada personalidade doce e amável.

Gray e Natsu deviam de detestar muito (ou se gostar muito), já que a primeira pessoa que teve honra de ter uma briga provocada pelo esquentadinho do Dragão de Fogo, que ainda trocava insultos, apelidos e golpes no salão principal com o mago do gelo. Erza interferia às vezes, mas preferiu nem se intrometer muito. Eles estavam matando a saudade um do outro, do jeitinho deles.

À medida que as horas passavam, ficava mais e mais tarde. As festas da Fairy Tail são sempre assim, e, enquanto eles se resolviam aos socos, eu me contentava em conversar descontraidamente com Levy.

–Tem certeza que vai fazer isso?! Vai te dar um trabalhão. -avisou ela, rindo.

Sorri de volta.

–Ando com um monte de ideias! Tomara que o segundo volume fique como estou imaginando, ia ser tão legal! -exclamei, animada- Já estou quase terminando o primeiro!

–Não se esqueça que eu sou a primeira a ler, hein, Lu-chan? -relembrou-me a azulada, que parecia ainda mais ansiosa do que eu para dar uma olhada no romance, que por um milagre, estava quase terminando.

–Não vou esquecer. -prometi-lhe, acenando com a cabeça para confirmar.

E as coisas voltam ao normal. Suspirei, esboçando um leve sorriso ao fitar o Dragon Slayer conversando animadamente com Gray depois da briga. Ele não muda mesmo.

Reparei numa coisa nele que começava a me incomodar. Natsu, apesar de tudo, não disse nada nem aos nossos companheiros sobre o objetivo de sua 'jornada solitária'. Pensei que fosse uma Caça ao Tesouro, uma exploração ou qualquer outra razão estúpida do gênero, entretanto não pareceu se tratar de algo tão simples.

Como se estivesse escondendo algo.

–Não, isso é besteira. -murmurei para mim mesma, revirando os olhos- Como se ele tivesse alguma coisa relevante pra esconder da gente.

Estava me preocupando à toa, talvez seja coisa de grávida também. Céus, se for sempre assim vou ser uma mãe bem coruja, não que seja uma coisa ruim.

Fui despertada de meus devaneios por uma conversa paralela que surgia do outro lado da taberna e que, por algum motivo, chamou a minha atenção.

–Você soube? Lucy vai mesmo trazer outro membro pra Fairy Tail. -comentou Jet para Natsu, que arqueou a sobrancelha.

–Ah, eu soube. -comentou, desinteressado- Não esperava isso dela, mas fazer o quê?

Mordi o lábio inferior, incomodada pela resposta.

–Soube quem é o pai? -indagou Droy, mais como um sussurro.

Os ombros do rosado pareceram ficar um pouco tensos.

–Não cheguei a ter certeza. -afirmou, ainda não mostrando muito interesse- Por quê?

Por que ficam falando de mim justamente? Rangi os dentes, apertando o copo de suco com força, detestava ser alvo dos rumores, ainda que não houvesse maldade alguma nas intenções deles.

–Ela não fala quem é, pensamos que poderia ser de alguma guilda rival ou coisa do gênero. -segredou-lhe Jet.

–Talvez da Sabertooth, tipo aqueles Dragões Gêmeos. Ou quem sabe nem seja um mago.

–Mas isso não importa, né? Afinal, isso tudo foi só um deslize, certo? -Natsu riu despreocupadamente, fazendo com que uma onda de ressentimento brotasse em mim- Nem deve se lembrar e se não quiser mesmo essa criança talvez seja melhor nem tê-la.

Arfei, cada palavra era como um soco que me atingia, doloroso. Minhas pernas tremiam, como ele era capaz de falar aquilo tão friamente? Tão à toa? Como se não se importasse?

Tentei engolir a raiva junto com a queimação que sentia na garganta. Meu estômago parecia borbulhar e o gosto ácido vinha à boca.

Natsu não pareceu notar meu estado, porque continuou falando.

–Não seria incomum. Luce não é irresponsável o suficiente pra fazer algo assim. É até estranho que não se lembre com quem dormiu, quem sabe estava bêbada ou sei lá o que. -comentou, gerando mais risos descontraídos.

Não tem graça. Não tem graça nenhuma. Pensei com raiva.

Depois dessa, não consegui mais conter as lágrimas, que escorreram fora do meu controle pelas bochechas. Levantei num rompante do banco, passando as mãos pelo rosto para tentar disfarçar o choro. Meu corpo tremia, nem sei se era raiva ou mágoa o que me movia, só queria sair dali o mais rápido possível, antes que fizesse alguma coisa incoerente.

–Não achei que a Luce faria algo assim. Nem parece a mesma. -continuou ele, alheio a minhas reações completamente- Pensei que, a essa altura, já teria feito algo quanto a isso.

Foi quando eu explodi.

Não aguentei, fashes dispersos invadindo minha cabeça desde as lembranças daquela noite, como se revivesse o sofrimento que passei naqueles dias tudo de novo. Odiava-me por lembrar tão claramente, por não ter sido capaz de esquecer isso e seguir em frente, e me odiava ainda mais por ser tão afetada, tão ligada a ele que cada palava sua parecia me causar tanta dor. Odiava-me pelo dia que me apaixonei por ele.

Meu corpo tombou para o chão, a mão cobrindo o rosto enquanto os ombros sacudiam na inútil tentativa de conter os soluços. Para os outros, aquilo não importava. Eles não sabiam de nada. Era engraçado, engraçado como as coisas que não os afetam podem me machucar tanto.

Eu realmente pensei que poderia resolver as coisas, que não precisava mais me ferir tanto. Estava tão errada...

A guilda inteira se calou de repente, surpresa. Os risos morrendo e o clima descontraído desaparecendo um súbito, o silêncio envolveu-os de repente. Creio que todos ouviam a mesma conversa, pois sentia os olhares se voltando para mim e Natsu, que me encarava confuso.

Não aguentava mais manter aquilo, sufocar esses sentimentos quando ele estava presente. Sua volta me fez esquecer o quanto ainda estava ferida por sua causa, fui invadida por uma felicidade tão inconsequente, e só agora o percebia. Estava na hora de tomar uma decisão.

Tomei um fôlego doloroso, o ar parecendo cortar a garganta ao falar.

–É você. -proferi com dificuldade, a voz saindo como uma lamúria baixa.

–O quê? -o rosado ainda parecia desnorteado, não entendia minha reação.

–É você. É você, Natsu. -balbuciei à força, mais lágrimas transbordando dos olhos- Você é o pai.

O queixo do Dragon Slayer caiu e os olhos dilataram-se em choque. Demorando-se a perceber que não ouvira errado. A reação repetia nos rostos de todos ao nosso redor, paralisados.

–I-Isso é impossível! -exclamou depois de um segundo, gaguejando embasbacado- Nós... nós não fizemos...

–É claro que fizemos! -gritei, com raiva- Como acha que tudo acabou assim?! -tentei inutilmente secar os olhos com as mangas do casaco, trêmula- É claro que aconteceu. Eu sei muito bem. Não há dúvidas. Mas você... você nem ao menos se lembra.

–M-Mas... quando?! Como?! Não pode ser verdade, Lucy!

Levantei o rosto vermelho para fita-lo nos olhos, a mágoa evidente em cada fibra do meu ser, e murmurei:

–Eu nunca levei nenhum estranho pra minha cama... Foi você quem me levou pra sua. Foi você... Natsu. Foi... foi você. -eu me lamentava entre as lágrimas, encolhendo-me e soluçando ainda mais ardentemente.

POV. Natsu

Eu ainda estava estático, meus olhos arregalados e os lábios entreabertos em puro choque. Simplesmente não entendia, não conseguia entender. Aquelas palavras pareciam não entrar na minha cabeça.

Você é o pai.

Pai. O que eu sequer sabia sobre ser um pai? Como poderia compreender o que era um pai?

Meu mundo pareceu dar um giro de 360°. Meu estômago estava revirado, a boca seca e as mãos certamente tremiam. Os olhos tão vidrados que pareciam pratos de porcelana. Enquanto isso Luce soluçava compulsivamente à meus pés, seu corpo tão pequeno e frágil pela gravidez ainda quase imperceptível compunha uma imagem irreal, uma imagem que eu não entendia nem conseguia processar. Porém, de alguma forma, sabia que Luce não mentia.

Por que ele mentiria afinal? E ainda mais importante: Que razões a fariam esconder tudo assim? Sem dizer nada? Mantendo-me no escuro por todo esse tempo?

Então, enquanto eu ainda estava chocado demais para fazer qualquer coisa, ela levantou o olhar, percebendo num susto que todos na guilda nos encaravam em choque. Com suas lágrimas pingando no assoalho, Luce se levantou cambaleante e saiu correndo porta a fora da guilda, sem olhar para trás.

–Lu-chan! -Levy me lançou um olhar reprovador e saiu atrás da amiga, seguida por Wendy e Charlie.

–Fez mancada, hein? -provocou Gray, olhando-me com os braços cruzados.

Quase não encontrava palavras pra respondê-lo, tudo o que pude dizer foi:

–C-como isso aconteceu? Eu não... eu...

–É, foguinho, é isso o que acontece quando não se protege antes de fazer s...

–Mas eu sequer me lembro! -interrompi-o, as mãos segurando a cabeça- Eu devia estar muito bêbado quando aconteceu. Mas eu nunca pensei... nunca pensei...

–Grande homem você... -desaprovou Elfman rigidamente.

–Natsuu... o que você fez? -choramingou Happy, pairando ao meu lado com uma expressão preocupada.

Foi quando uma mão segurou meu ombro, fazendo com que eu me virasse um pouco. A expressão da Titania não era das melhores, na verdade era o suficiente para fazer-me tremer nas bases. Os olhos escuros estavam duros e rígidos, muito mais do que o normal.

–Você vem comigo. Agora. -ordenou friamente.

Assenti, incapaz de responder.

Ela subiu para o segundo andar, deixando todos os outros para trás, ainda confusos e desnorteados pela sucessão inesperada dos acontecimentos. Logo que saímos, os rumores começaram a rondar o salão da taberna, suspeitas e até confirmações que eu não queria ouvir.

Como ela pôde esconder isso de mim? Esconder que eu... que eu vou ser pai do filho dela. Remoí-me Luce... mentiu pra mim esse tempo todo, nem parece que confia na nossa amizade ou mesmo naquilo que eu... sinto por ela.

Trinquei os dentes, frustrado. Como poderia condená-la?

As palavras que disse nunca tiveram a intenção de machucá-la. Doeu em mim fingir que não me importava com tudo aquilo quando na verdade ainda queria explicações dela. Quando ainda queria que tudo voltasse como era antes, quando éramos amigos e ela não tinha nada mais tão importante que a nossa guilda. Egoísmo? É sim. Eu admito, só queria poder ser um pouco egoísta de vez em quando e poder brigar com ela. Não tinha esse direito, nunca tive.

Chegara tarde demais.

Antes sentia como se outro prenchesse um lugar que eu costumava ocupar. Que ridídulo. Ela nunca foi mais do que minha amiga. E agora tudo virava de ponta cabeça, e eu, o idiota, estava apenas me remoendo sem saber a verdade.

Sem saber que as coisas que não me lembro foram as mais importante para Luce esse tempo todo.

Essa era a última coisa que poderia acontecer agora. Justo agora, depois de tudo o que descobri nesses dois meses. Minha vida está dando tantas reviravoltas que ainda não consegui me situar. Afinal, não pretendia ficar muito na Fairy Tail.

Quando me decidi em voltar pra cá, pensei que seria um erro. Que estava botando tudo a perder. Pensava que poderia ficar por pouco tempo, que seria apenas para ter uma despedida decente desse lar, entretanto isso muda tudo.

Não posso mais deixar Luce sozinha.

Não se ela está realmente grávida de um filho meu.

É claro que nunca seria fácil deixá-la para trás. Aquela garota estranha tinha seu jeito especial de me afetar, aquele carisma ofuscante, exagerado e absolutamente adorável dela era sua melhor qualidade.

E, imprudentemente, deixei-me levar por isso.

Mas agora a situação é completamente diferente. Não se trata mais só de Luce, e sim do nosso filho. Um filho... céus, nunca pensei que teria algum, é uma responsabilidade grande demais para ela sozinha.

Não que eu duvide da capacidade de Luce, longe disso. Eu apenas sinto que não posso nem devo abandoná-la agora.

Eu não mereço nada dela depois do que fiz. Não mereço nada e ainda assim... sentia que não queria me afastar dela de jeito nenhum.

Vou ter de arrumar uma maneira de lidar com todo o resto sem envolvê-la, para sua própria segurança. Assumir as responsabilidades pelos meus atos finalmente e tomar conta dela, confortá-la e me desculpar, oferecer todo o meu apoio.

Eu aceitaria qualquer coisa pra ficar ao lado dela, e, agora, dessa criança que ela esperava. Um filho nosso.

Cuidaria de todos os empecilhos para me fortalecer, e faria isso pelo bem dela, e pelo meu próprio. Agora, tudo o que descobri parecia não ter importância. Lutaria contra a verdade até quando pudesse, enfrentaria qualquer coisa para manter Luce segura e feliz.

Mesmo que custe a minha vida, vou protegê-la até o fim.

Notas finais
Eeee... finalmente consegui concluir esse. Espero que tenha ficado bom porque ando sem muito tempo pra escrever e tals, daí aproveitei e terminei a maior parte hoje, tomara que tenham gostado (ainda que eu tenha certeza que vou ser xingada pelo menos um pouquinho depois dessa). Enfim, pessoal, vou deixar um recadinho antes de ser alvo de pedradas aqui. Estou pensando em pôr hentai daqui a alguns caps., o que vcs acham? Eu nunca fiz nada do gênero então provavelmente se for postar vou pôr num extra. Enfim, por hoje é só e até o próx. cap.!