Notas iniciais
Oie galerinha *----* Tudo bem com ocês? Gente, a fic tem 34 leitores *O*, to pasma, na boa haha. Porém, sempre há um porém, mas enfim, pouquíssimos desses estão comentando u_u Eu não vou pedir comentários, isso é de cada um consigo mesmo, mas eu queria agradecer por todos os lindos do meu core que estão comentando, vocês são demais ♥ Beeeem, esse capítulo ficou grande hahaha e eu particularmente adorei escrevê-lo e espero que vocês gostem de lê-lo. Como eu disse, irei viajar dia 03 então não sei quando sai capítulo novo, mas please, não me abandonem :/ Sobre a música do capítulo, fiquei batalhando entre a versão original do Nine Inch Nails e a do Johnny Cash, mas acabei optando pelo cover do Johnny, se vocês quiserem basta procurar a versão orginal no Youtube e vocês acharão. Bem, é isso. Por favor, leiam as notas finais. Thanks :3

The needle tears a hole
The old familiar sting
Try to kill it all away
But I remember everything
What have I become, my sweetest friend?
Everyone I know goes away
In the end

Hurt — Johnny Cash

***

Oliver abriu o jornal e sentiu um nó formar-se na boca de seu estômago. Faziam dois anos que a perdera; contudo, lembrava-se daquele fatídico dia como se fosse ontem.

— Ollie — levantou o olhar ao deparar-se com Tommy adentrando na sala. Ele estava com a barba por fazer, seus cabelos negros brilhavam e seus olhos azuis pareciam animados. — Eu tive uma ideia! — Disse, sentando-se.

— Diga, Thomas — murmurou, sem o olhar.

— Não me chame assim! Parece meu pai me dando bronca — fez uma careta e prosseguiu: — Eu estava pensando... O que você acha de fazermos uma festa de confraternização para os funcionários? Ano novo está chegando e eu acho que eles merecem, principalmente depois desse ano — completou, referindo-se a crise que assolara a empresa na qual ambos trabalhavam.

Oliver ponderou. Realmente seu melhor amigo tinha razão. Aquele ano havia sido difícil para todos os que trabalhavam na Queen's Industries. As vendas haviam caído, apesar de a economia norte americana ter melhorado exponencialmente, não se podia dizer o mesmo do negócio que estava na família por décadas. Entretanto, mesmo diante dessa situação adversa, muitos funcionários da empresa mantiveram-se fieis e continuaram a trabalhar na empresa, mesmo com gastos sendo cortados e salários diminuídos.

— Eu concordo com você, Tommy — falou, olhando para o melhor amigo. — Acho que os funcionários merecem uma festa depois de todos os problemas pelos quais passamos esse ano.

— Isso! — O moreno deu um soco no ar, parecendo contente, e falou: — Okay, eu vou organizar tudo, você não vai se arrepender, Ollie!

...

Oliver chegou em casa tarde, sua irmã, entretanto, ainda estava na sala assistindo um filme qualquer.

— Boa noite — ela disse o lançando um sorriso carinhoso.

— Boa noite — ele respondeu, sentando-se ao lado da morena e dando-a um beijo na testa.

— Há algo que você precisa ver — ela murmurou, pegando um papel que encontrava-se sobre a mesa de centro. — Eu fui até nossa mansão ontem à noite e encontrei isso em um fundo falso de uma gaveta... — O encarou, seus olhos verdes brilhavam com intensidade. — Sara lhe escreveu isso um pouco antes de falecer — completou, mostrando-lhe uma carta. — Eu não li, mas acho que você deveria ler, Ollie — murmurou, entregando-o papel. — Ela escreveu quando vocês descobriram sobre Slade, quando toda aquela loucura começou... — respirou fundo. — Acho que ela sempre soube... De alguma forma.

Oliver encarou o papel em suas mãos, sem saber exatamente o que fazer. O que Thea lhe dissera a pouco ainda surtia efeito em sua mente, e ele tentara, desesperadamente, processar todas aquelas informações. Abriu a carta e encarou a bela caligrafia de sua esposa:

"Ollie...

Ah, isso é tão estúpido! Escrever cartas é tão antiquado; entretanto, pareceu-me a melhor forma de lhe dizer tudo o que desejo.

Meu amor... Você é uma das melhores pessoas que conheci e eu tenho tanto orgulho de ser sua esposa! Não posso começar a descrever o quão feliz você me faz, quando estou com você sinto que poderei morrer de felicidade, pode parecer exagerado; mas é a verdade.

Você sempre foi uma excelente pessoa, com um coração bom e puro e por isso te amo tanto!

Eu sei que tudo o que está acontecendo lhe desespera, lhe machuca, e queria tanto que as coisas fossem diferentes... Mas não serão, não mais. Eu acredito que as coisas acontecem por um motivo, e se esse Inferno está tomando nossas vidas, gosto de acreditar que é por uma razão, por mais estúpido que isso possa parecer.

Slade quer me destruir, pois assim sabe que destruirá você. Eu quero que você o prove, Oliver... Prove-o que ele está enganado, mostre-o que ele não conseguirá tirar de você sua alegria de viver, sua felicidade. Prove-o que você pode ser feliz, que você será...

Eu te conheço, Ollie... Sei que se eu partir você irá sofrer, irá se fechar para o amor, irá tentar fugir dele. Só o que eu lhe peço é, não faça isso. Não faça isso, meu amor... Não tenha medo de amar. Não tenha medo de ser feliz. Lembre-se do que eu sempre lhe disse... Ter algo pelo que viver não te faz mais fraco, pelo contrário, te faz mais forte.

E lembre-se que qualquer um capaz de amar é capaz de ser salvo.

Sua,

S.L"

...

— Olha isso! Está cientificamente incorreto! — Caitlin reclamou pela milionésima vez enquanto ambas assistiam “Robocop”.

— Cai, é por isso que se chama ficção — lembrou-a Felicity. — Pois não é real — estalou a língua e tomou o controle da mão da amiga.

— Tá, mas um pouco de pesquisa não mata ninguém — ela disse, claramente incomodada com as falhas que o filme apresentava.

Felicity riu e mudou de canal, parando em um filme que acabara de começar.

— Como foi o trabalho? — A morena perguntou a avaliando. A outra voltou-se para a melhor amiga e disse:

— Meu chefe voltou lá — disse, dando de ombros. — Acredita que ele ainda não sabe identificar um e-mail fraudulento? — Perguntou, com a voz mais alta.

— Uau! Nem eu faço isso — riu. — Eu vi uma foto dele em uma revista há algum tempo e devo lhe dizer: uau — suspirou. — Que homem, né?

— Sim! Ele realmente é muito bonito, só é um pouco fechado — comentou: — Aliás, muito fechado.

— Estranho — Caitlin murmurou: — Você já tentou descobrir algo sobre ele?

— Não, por que eu tentaria? — Perguntou, franzindo o cenho. — Não vou me meter na vida pessoal do meu chefe — mordeu o lábio inferior.

— Sei lá, talvez você possa o ajudar — deu de ombros. — Se eu não me engano a esposa dele faleceu há algum tempo, mas não consigo lembrar qual foi a causa da morte — pegou o celular e digitou algo. — Ah! Encontrei!

— Cailtin Snow, pare de stalkear o meu chefe! — Tirou o celular da mão da melhor amiga e fechou a página do Google sob o olhar espantando da melhor amiga. — Eu prefiro não fazer isso, tá? É a vida dele, acho desrespeitoso fazermos isso... Se algum dia ele quiser me contar, eu irei ouvi-lo, tá legal? — cruzou as pernas. — Duvido que ele vá querer falar sobre isso com alguém que sequer conhece, mas ainda assim... — respirou fundo.

— Okay, estressada! — A morena ergueu os braços como se se rendesse.

— Desculpa, mas eu só não gosto de bisbilhotar a vida dos outros... Cooper fez isso e olha onde ele está agora.

— É... Acho que você tem razão — a outra admitiu. — Mas não interessa, se você descobrir algo eu quero ser a primeira a saber!

— Okay, chata — Felicity revirou os olhos e se jogou no sofá. — Eu acho que eu seria a última pessoa com a qual ele falaria sobre isso, então...

— Sei não amiga... Nunca sabemos o que pode acontecer.

...

Oliver saiu de casa e assustou-se ao ouvir o som dos trovões do lado de fora. Estranhou a tempestade torrencial que caia sobre a cidade, mas apenas a ignorou conforme entrava em seu Audi.

Quando chegou na empresa a chuva havia piorado e os raios brilhavam no céu, em sua soberania completa. Os mesmos rasgavam as nuvens, como cicatrizes que cortam a pele.

Oliver adentrou no elevador e ao ver Felicity correndo em direção ao mesmo desajeitadamente, sorriu.

— Bom dia, Senh... Oliver! — Ela disse ajeitando seus óculos de grau que estavam molhados devido à chuva. Ela estava com seu típico rabo de cavalo alto, uma saia azul clara curta e uma blusa branca.

— Bom dia, Felicity... Tudo bem?

— Tirando essa chuva que veio do além, sim e com você?

— Do mesmo jeito — ele deu de ombros e ela estranhou a resposta. De repente, o elevador parou e a porta não abriu. A loira arregalou os olhos e o encarou pasma:

— Não me diga que...

Ele apertou os botões várias vezes mas nada funcionava. Ele voltou-se para ela, coçando a cabeça parecendo bem preocupado e disse:

— Eu acho que a energia acabou — olhou-a.

— Estamos presos aqui — disseram, em uníssono.

— Eu não acredito nisso! — Felicity disse colocando ambas as mãos na cintura. — Droga! Droga! Droga! O Senhor Campbell vai me matar! — Disse, lembrando-se do chefe do seu setor.

— Ei — ele murmurou, colocando a mão sobre o ombro dela, o que a causou um leve choque na derme, seu estômago revirou e ela precisou respirar fundo. Seu olhar cruzou com o dele e então ela esqueceu que estava preso dentro de um elevador com o CEO de uma das empresas mais importantes do país. — Fique calma, eu converso com ele — murmurou, sem a soltar. O olhar dele era intenso, parecia contar diversos segredos que sua boca jamais proferiria. — Logo a energia volta, okay? — Murmurou, tentando mantê-la calma e então retirou sua mão do ombro dela lentamente.

— Tá, você tem razão — mordeu o lábio inferior e sentou-se no chão do cubículo, agradecendo mentalmente por não ser claustrofóbica.

Ele sentou ao lado dela e afrouxou a gravata, voltou-se e perguntou:

— Há quanto tempo trabalha aqui, não lembro de você... — comentou, olhando-a. Se tivesse a visto antes, tinha certeza de que se recordaria daquele rosto. Felicity era única em muitos sentidos.

— Sete meses, mas nós nunca nos cruzamos — lançou-lhe um sorriso. — Eu morava em Las Vegas antes de vir para cá.

— Uau, veio de longe — ele disse, espantado.

— Pois é — ela riu. — Eu sempre quis trabalhar na sua empresa, vocês têm os melhores produtos do mercado — explicou, sem o olhar.

Ele assentiu:

— Onde se formou?

— MIT — ele arregalou os olhos, fazendo-a sorrir. — É, eu sei... Foi difícil mas sobrevivi — disse fazendo uma expressão engraçada. — Você se formou?

— Sim — ele riu ao lembrar da batalha na qual entrara com seus pais. — Fiz administração, mas só por que meus pais me obrigaram — explicou. — Sempre quis fazer algo relacionado a música, mas eles diziam que não era uma profissão...

— Sinto muito — ela disse verdadeiramente.

— Não tem problema — deu de ombros. — Eles achavam que era o melhor para mim, talvez tivessem razão... Você cursou o que?

— Ciência da computação — respondeu apenas. — Como é ser herdeiro de tudo isso? — A loira questionou abraçando as próprias pernas. Ela não o conhecia mas se sentia tão confortável com ele... Tão bem.

— É... — ele parou e pensou: — Estranho. — Essa palavra serve. — No começo achei que iria destruir o negócio dos meus pais, mas conforme o tempo foi passando consegui administrá-la melhor — murmurou, e ela aproximou-se, inconscientemente, dele. — Depois que Tommy, meu melhor amigo, virou meu sócio, as coisas ficaram mais fáceis — sorriu.

Felicity estremeceu e ele a olhou, um vinco de preocupação formou-se em sua testa. A pele dela ainda estava molhada pela chuva e o ar condicionado do elevador não ajudava. Ele tirou o próprio blazer e jogou sobre ela. Que perfume bom! Pensou, encolhendo-se sob o blazer.

— Muito obrigada — agradeceu, sorrindo.

— Não há de quê — disse apenas.

— Você foi casado? — Perguntou olhando para a marca de aliança no dedo anelar dele.

— Sim — ele respondeu apenas.

Ela ficou em silêncio e não se pronunciou, não queria invadir o espaço dele. Preferia que ele fizesse algo caso se sentisse confortável para tal. Oliver suspirou e mudou de assunto:

— O Tommy sugeriu uma festa de confraternização para os funcionários, você iria? — Perguntou.

— Claro, por que não?!

— Excelente! — Ele falou, parecendo subitamente mais animado. — Quando os convites estiverem prontos eu lhe entrego dois, caso você queira levar alguém — disse, brincando com a própria gravata.

— Valeu! Vai ser aqui mesmo? — Questionou, ajeitando o blazer em uma tentativa de se esquentar mais.

— Sim, eu coloquei a mansão na qual morava à venda então será aqui mesmo — respondeu. — Você e Tommy são amigos há bastante tempo, não? Eu já conversei com ele algumas vezes... Uma verdadeira figura aquele sujeito — riu ao lembrar de Thomas Merlyn, um homem com um físico invejável, mas não tão bonito quanto Oliver, herdeiro de uma fortuna, ele não era nada como a loira havia imaginado. De bem com a vida, humilde e carinhoso, vivia falando sobre Laurel, sua noiva a quem ele parecia amar muito.

— Ele é mesmo — Oliver concordou, rindo. — Eu o conheci quando tinha cinco anos de idade... Ele roubou meu carrinho e eu bati nele — Felicity riu ao imaginar a cena. — Então minha mãe me obrigou a brincar com ele como castigo, mas nós acabamos virando melhores amigos — completou, olhando-a. — Hoje ele é como um irmão para mim.

— Eu posso imaginar...

— E você tem muitos amigos? — Questionou o milionário.

— Não muitos, mas os que tenho são muito importantes para mim — respondeu ao lembrar de Caitlin e Barry. — Meus melhores amigos são Caitlin Snow e Barry Allen. Eu conheci Caitlin há quatro anos quando trabalhava como garçonete e Barry conheci há alguns meses — comentou. — Mas nunca bati em nenhum deles.

Oliver riu do comentário dela e ficou em silêncio.

— Eu sinto muito pela morte dos seus pais... Deve ter sido difícil — a técnica murmurou, sem o olhar.

Oliver suspirou e assentiu. Moira e Robert Queen haviam falecido há cinco anos em um naufrágio e desde então as coisas têm sido cada vez mais difíceis para o herdeiro da Queen's Industries. Os primeiros meses foram quase intoleráveis, ter de lidar com a perda dos pais e ver sua irmã desmoronar diante de seus olhos foi algo extremamente angustiante.

Contudo, o tempo passou, levando consigo as dores, deixando apenas as cicatrizes, souvenires do que os acontecera. E então, pela primeira vez desde que Sara morrera, Oliver desejou que o tempo fizesse seu trabalho e apagasse toda a dor, deixando apenas as marcas daquele amor em seu peito, para que talvez assim, ele pudesse seguir em frente.

— Obrigado — ele agradeceu, honestamente. Quando se tratava dela, ele não se sentia desconfortável para tratar de assuntos mais sensíveis ou complicados. Sentia que ela era a única pessoa com a qual ele realmente podia falar a respeito disso, pois ela não o julgaria ou execraria. — Eu não me separei — explicou, de repente, apontando para seu dedo anelar onde outrora encontrava-se sua aliança.

— Como assim? — Ela questionou, confusa.

— Minha esposa ela... Faleceu — disse apenas. — Ela faleceu há dois anos — completou.

Felicity ficou em silêncio por algum tempo, sem saber ao certo ao que dizer. Pôde perceber pelo olhar dele quanto ele a amava e suspirou, olhando-o:

— Eu sinto muito, Oliver! — Foi sincera. — Não posso imaginar como deve ter sido para você — murmurou, olhando-o. — Você devia amá-la muito — murmurou, aproximando-se mais dele.

— Sim, ela foi a melhor coisa que me aconteceu e desde que ela morreu não sei direito o que fazer — suspirou, encostando a cabeça na parede de ferro: — Todos dizem que eu devia seguir em frente como se fosse algo fácil — riu, amargurado. — Se eles soubessem...

— Que não é tão fácil assim — ela completou e ele a olhou, algo diferente em seu olhar, pela primeira vez, ele demonstrava alguma emoção. — Que às vezes recomeçar é muito mais difícil do que esquecer, pois fazê-lo implica que você já não se importa mais o que obviamente é mentira — murmurou e ele ficou em silêncio. Nunca ninguém jamais o ouvira ou o compreendera tão bem como ela. Sentiu-se ainda mais maravilhado, encantado.

— Exatamente... Queria que todos entendessem isso, eles dizem que devo seguir em frente, recomeçar, viver minha vida, mas não sei se estou pronto para isso, todos que eu conheço acabam indo embora... Acabam morrendo — murmurou.

— Posso ser sincera? — Ela perguntou, abaixando o olhar. — Vai soar estranho já que não te conheço mas...

— Pode — ele a interrompeu.

— Eu entendo que o que você passou te mudou, Oliver — murmurou. — Só que não me parece justo você perder sua vida por isso — disse, sinceramente. — Você a amava, mas isso não significa que você seja incapaz de amar outra pessoa, ou de ser feliz — sussurrou e assustou-se ao ouvir o som do elevador voltando a funcionar: — Mas eu acho que no fundo, você quer ser salvo — disse, docemente. — Apenas não vê isso ainda.

Ele ficou calado enquanto observava-a levantar-se e dizer:

— Isso foi produtivo, Oliver — riu. — Mas acho que você deveria falar com um profissional de verdade — dessa vez estava séria, abriu a bolsa e entregou-lhe um cartão. — Procure-o, ele é um dos melhores psicólogos da cidade — sorriu novamente fazendo o coração dele aquecer e esperou a porta do elevador. — Bom dia, Oliver — ela disse e saiu do elevador. Ele olhou para o cartão e viu o nome de John Diggle escrito no mesmo. E então ele percebeu que talvez ela tivesse razão, talvez realmente queria que o salvassem...

Notas finais
E ai people? O que vocês acharam? Como ficou claro, já tivemos uma evolução significativa, veremos como as coisas vão se desenrolar agora *u* Gente, algum de vocês têm tumblr? Se a resposta for sim, aqui está o link do meu: http://turning-p4g3s.tumblr.com/ Lá, eventualmente, eu posso postar coisas sobre a fic, spoilers, curiosidades, essas coisinhas básicas, então me sigam se vocês quiserem >.< E outra coisa, eu quero meus leitores fantasmas comentando para me fazer feliz. Falei que não ia pedir mas vou sim haha. Mentira, anjos, se vocês têm sugestões/críticas e outros, não hesitem em dizer okay? Eu sou fofa, na maioria das vezes nhec hahaha Beijos :3