Notas iniciais
Oi galerinhaaaaaaaaaaaa *u* Feliz ano novo povo! Que esse ano seja melhor do que 2015, pelamordedeus! Que vocês sejam muito felizes e suas vidas sejam repletas de momentos de amor, amizade e carinho! Amo ocês ♥ Bem, eu decidi postar um capítulo antes de ir viajar, vou amanhã, pois não sabia quando voltaria so... Esse é um capítulo dedicado a todos os mores que comentaram no capítulo passado. Gente, a fic tem 50 leitores e mais de 1000 visualizações *o*, people que escreve, é assim mesmo? Nunca escrevi nesse fandom então eu não faço nem ideia de como seja, se vocês puderem responder agradeço (: Bem, eu amei de paixão escrever esse capítulo, por alguma razão to super inspirada pra essa história, antigamente eu jamais conseguiria escrever capítulos tão grandes assim mas okay hehehe. Então, não me deixem desanimar u_u Eu não consegui responder os reviews do último capítulo, mas juro de mindinho que vou respondê-los acho que até quarta-feira, não se preocupem > P.S: Não esqueçam que eu sempre escrevo coisas importantes nas notas dos capítulos, so nunca deixem de ler (:

In my recovery
I'm a soldier at war
I have broken down walls
I defined, I designed
My recovery
In the salt of the sea
In the oceans of me
I defined, I designed
My recovery

Recovery — James Arthur

***

Duas semanas passaram desde que Felicity vira Oliver Queen pela última vez. Tinha que ser honesta, era estranho não o ver entrando por aquela porta. Suspirou e ajeitou seus óculos de grau, olhou para a tela de seu computador e voltou a realizar a tarefa que senhor Campbell havia a dado.

— Boa tarde, Felicity — a loira deu um pulo da cadeira e não precisou olhar para cima para saber quem era a pessoa que lhe falava. Respirou fundo algumas vezes e voltou-se para ele, um sorriso instantaneamente surgiu nos lábios do rapaz. — Está tudo bem?

— Está sim — ela disse apoiando as mãos na mesa de vidro. — Mas você deveria parar de ser tão sorrateiro... Me assustou — apertou os olhos ao notar que ele tinha um papel branco em mãos.

— Me perdoe, não era minha intenção — foi sincero. — Eu vim lhe trazer o convite da festa... Você ainda vai, certo? — Perguntou, um vinco formando em sua testa.

— Claro, vou sim — assentiu, sorrindo. Ele entregou-a dois convites e disse:

— O outro é para sua amiga — disse, cruzando os braços sobre o peito. Felicity assentiu, ajeitando novamente os óculos e mordeu o lábio inferir sob o olhar atento de Oliver. — Bem, eu tenho que ir — disse, apontando para a porta. — Tchau.

— Tchau — ela murmurou o observando partir.

Depois que seu chefe saiu da sala, ela analisou o convite em suas mãos. Uau! Isso deve ter custado uma nota. Pensou, com uma careta. Eles haviam um papel vergê cor algodão, a parte inferior possuía belos arabescos em alto relevo e um pouco abaixo da metade do convite, um belo laço de seda cinza prendia o convite. Na parte superior, acima do laço, o brasão da família estava impresso em alto relevo em um belo tom de prata. Tateou o convite, sentindo a textura, e então arregalou os olhos.

— Ah droga! Eu não tenho nada para usar!

...

— Caitlin, cheguei! — Felicity gritou ao entrar no apartamento.

— Estou terminando de tomar banho, pede comida japonesa, por favor! — A outra gritou de dentro do banheiro. Felicity sorriu e pegou seu celular, ligando para o melhor restaurante de comida japonesa da cidade. Depois de fazer o pedido, sentou-se no sofá e ligou a televisão, enquanto esperava sua melhor amiga terminar de se arrumar.

— E ai, como estão as coisas na empresa? — A morena saiu do banheiro secando os cabelos castanhos e a técnica informação respondeu, dando de ombros:

— Ah, tá tudo na mesma... O Oliver passou lá hoje e entregou o convite para a festa da empresa que acontece daqui a um mês — respondeu, olhando para as próprias unhas. — Por falar nisso, eu não tenho absolutamente nada para usar! — Soltou os cabelos e brincou com as pontas loiras. — Talvez uma pessoa ai possa me ajudar, sabe? — Murmurou, em tom de brincadeira, mas havia uma pitada de seriedade em sua voz.

— Como eu sou a melhor amiga do Universo, eu irei te ajudar — Caitlin disse deitando no sofá e jogando os pés sobre o colo da amiga. — Amanhã à noite nós vamos ao shopping e renovamos nossos guarda-roupas — voltou-se para a televisão e perguntou: — Mas ultimamente você tem falado muito sobre Oliver — comentou, como quem não queria nada, Felicity; contudo, conhecia muito bem a amiga e sabia quais eram suas reais intenções.

— Cai, para okay? Ele é só um amigo — foi sincera. — Se é que chegamos ao estágio da amizade — comentou, franzindo o cenho.

— Lissy, ele te contou sobre a falecida esposa, se isso não é indicativo de amizade, não sei o que é — falou mordendo o lábio inferior. — É incrível ele ter contado isso para você, não?

— Eu também fiquei surpresa, não estava esperando por isso... Acho que como ele não me conhece, é mais fácil conseguir se abrir — deu de ombros.

Ambas ficaram em silêncio por algum tempo. Felicity apoiou a cabeça no sofá e seus pensamentos vagaram, de alguma maneira, não conseguia tirar aquela conversa que tivera com Oliver da cabeça, por mais que tentasse, sua mente sempre retornava para aquele momento há duas semanas. Sentiu seu corpo arrepiar ao recordar do contato, seus lábios secaram e ela precisou respirar fundo. Controle-se, Felicity. O que raios está havendo com você?

Oliver Queen era, em muitos aspectos, o homem dos sonhos. Por várias vezes ele esteva na lista dos homens solteiros mais cobiçados da cidade e até mesmo do país. Ele era definitivamente bonito e sua aparência o rendia várias mulheres correndo atrás. Porém, pelo que Felicity soubera, ele se casou aos vinte e cinco anos com Sara Lance, uma bela jovem de vinte e dois anos que parecia bem diferente de Oliver; entretanto, mesmo com as diversidades, os dois pareciam dar incrivelmente certo juntos. Os dois ficaram juntos por dois anos, até que ela faleceu, há dois anos. Depois da morte de Sara, ele sumiu dos tabloides e o único local no qual se ouvia falar dele era na Queen's Industries.

Felicity e Oliver eram diferentes, mas de alguma forma, ela conseguia o compreender muito bem, não podia imaginar como ele devia ter se sentido, mas sabia o quão doloroso é perder alguém que você ama. Quando seu pai deixou-a e sua mãe, achou que jamais seria incapaz de encontrar o amor, e até então, ela provou-se certa em sua teoria. Oliver, contudo, parecia saber muito bem o que era amar; entretanto, parecia também temer esse sentimento. Talvez pelas cicatrizes que carregava e que o impediam de seguir em frente. Pela primeira vez desde que ele aparecera em sua vida, a jovem desejou poder fazer algo para ajudá-la, para quem sabe, curá-lo.

...

Oliver olhou para Tommy e bufou:

— Uau, você conseguiu ficar mais irritante do que o habitual — falou, irritado. O moreno riu alto e deu duas piscadelas, dizendo:

— É meu maior talento — mordiscou uma batata frita. — É que ultimamente você tem ido muito ao departamento de TI e eu ouvi um pessoal dizendo que você ficou preso com Felicity no elevador — deu de ombros. — Achei curioso, só isso.

— Quem tem feito fofocas sobre ela? — Oliver questionou atônito. Esse povo não perde tempo mesmo! Pensou, inconformado.

— Agora? Pouca gente... Mas você sabe como as coisas são, logo a empresa inteira estará falando. — Mas pare de me enrolar Oliver Queen! Por que está tão próximo dela?

O loiro grunhiu irritado. Tommy havia insistido para ir almoçar com ele, e assim que os dois puseram os pés no Big Belly Burguer, o interrogatório começou.

— Oras, eu apenas fui consertar meu computador, Merlyn! — Disse, tomando um pouco de seu refrigerante. — Nada demais — comeu um pedaço de seu hambúrguer.

— Eu não sou idiota, Queen.

— Me desculpa mas eu sou obrigado a discordar — Tommy o lançou um olhar enviesado e revirou os olhos, comendo mais uma batata frita. — Até hoje não sei como a Laurel te atura — falou, referindo-se a noiva de Tommy, por quem ele era completamente apaixonado.

— Ela me atura por que me ama e por que eu sou sensacional! — Disse, ajeitando o casaco bege.

— Oliver? — Os dois ouviram uma terceira voz e o loiro sequer precisou olhar para reconhecer quem era. Sem perceber, um sorriso formou-se em seus lábios, o que não passou despercebido por Tommy que olhou para cima e sorriu ao ver Felicity.

— Olá, Felicity, tudo bem? — O moreno questionou enquanto Oliver a avaliava de soslaio.

— Tudo sim Tommy e você?

— Estou ótimo! Você veio almoçar? — Ela apenas assentiu e ele lançou um sorriso maquiavélico para o amigo, levantando-se e dizendo: — Excelente, eu preciso ir agora mas por favor faça companhia para meu amigo aqui, ele anda solitário ultimamente — Oliver lançou um olhar mortal para o melhor amigo que apenas riu e deixou-os sozinhos.

— Se você quiser eu posso ir — ela sussurrou apontando para outras mesas. Ele sequer pensou antes de responder:

— Não, fica — aquilo soou desesperado até mesmo para ele, que então abriu um sorriso amarelo e olhou para a mesa. Felicity assentiu e sentou-se de frente para o rapaz que perguntou:

— Sempre almoça aqui?

— Sim, é meu restaurante predileto — respondeu e voltou-se para o garçom que aproximou-se da mesa. — Eu quero um X Big Burge, fritas e um suco de laranja, por favor — pediu, ele a lançou um sorriso, anotou o pedido e afastou-se dela. — Eu jamais imaginaria você comendo aqui — admitiu, avaliando-o.

— Só pelo meu dinheiro?

Ela assentiu e ele disse:

— Bem, eu posso até ter dinheiro mas definitivamente não gosto daquelas comidas frescas de restaurantes caros — fez uma careta e ela riu. Ele a observou, um tanto encantado, e questionou, mudando de assunto:

— Você tem namorado?

— Ah não... Não há ninguém — mordeu o lábio inferior e brincou com o guardanapo em suas mãos. — Você já procurou por Diggle? — perguntou o analisando. Ele suspirou e negou.

— Preciso de coragem.

— Demore o tempo que precisar, mas não deixe de ir atrás dele — pediu, carinhosamente. Ele assentiu e murmurou:

— Muito obrigado por me ouvir — murmurou e bebeu um gole de seu refrigerante. O garçom voltou com o prato de Felicity e ela o agradeceu. A jovem começou a comer e depois respondeu:

— Não precisa me agradecer... Sempre que precisar de alguém com quem conversar, pode contar comigo — sorriu-lhe. Os olhos azuis dela brilhavam intensamente ele se sentiu feliz, como há muito tempo não se sentia.

— Obrigado, o mesmo vale para você — ela tomou um gole de seu suco e murmurou:

— Eu posso lhe perguntar uma coisa?

— Claro.

— Como ela faleceu?

Oliver assustou-se com a pergunta, não estava esperando por isso. Mordeu o lábio inferior e ponderou. Confiava nela, de uma maneira torta e estranha, fato, mas confiava.

— Ela foi assassinada — as palavras ecoaram em sua mente por algum tempo. — Pela pessoa que um dia chamei de amigo — lembrou de Slade e suas mãos fecharam em punho.

— Ah meu Deus! — ela sussurrou, espantada, os belos olhos arregalaram. — Por que ele faria algo assim?

— Porque eu fui responsável pela morte da noiva dele — fechou os olhos, não queria ver a repulsa nos olhos de Felicity. Ao ouvir o som da voz dela, precisou olhá-la:

— Como assim? — Ao olhá-la, percebeu que havia tudo em seu olhar, exceto nojo.

— Eu estava a levando para a casa... — mordeu o lábio inferior. — Na época eu era muito imprudente, irresponsável e estava bêbado — Felicity fechou os olhos, já compreendo o que acontecera. — Eu perdi o controle do carro e nós colidimos contra um muro — desviou o olhar do dela. — Eu sai com apenas alguns ferimentos mas ela não... Resistiu — uma culpa avassaladora o atingiu e ele piscou algumas vezes, tentando conter as lágrimas que ameaçavam cair de seu rosto — Slade a amava — explicou. — A amava mais do que tudo e quando a perdeu... Por minha causa, ele enlouqueceu — respirou fundo e jogou a cabeça para trás. — Jurou que iria fazer eu sentir tudo o que ele sentiu, que ele iria tirar de mim a pessoa que eu mais amava.

— Sara... — ele assentiu e pigarreou, tentando controlar as emoções que pareciam aflorar de seu íntimo. A culpa que ele sentia pela morte de Shado ainda o assombrava e sempre assombraria. Ele jamais devia ter se embebedado e saído com ela por aí, agora; entretanto, não havia nada que ele pudesse fazer que a traria de volta. — O que aconteceu depois?

— Ele sumiu por alguns meses e eu achei que ele havia superado — respondeu. — E então começamos a receber ligações no meio da noite, Sara se queixou de que achava que estava sendo seguida... Isso durou por dois meses, contatamos a polícia, eu contratei um segurança, mas nada disso bastou. Certa noite eu cheguei em casa e o segurança de Sara estava morto no chão, quando eu entrei, ela já estava fria... Havia sangue por todo lugar... Tanto sangue — ele arfou e ela notou que ele estava prestes a perder o controle.

O aperto no peito dele tornou-se maior conforme as imagens passavam por sua cabeça em uma velocidade assombrosa. Lembrava-se de se jogar no chão e segurar o corpo dela, implorando, suplicando desesperadamente para que ela voltasse, para que abrisse os olhos. Lembrava do sangue, ainda quente, manchando seu o terno, recordava de tocá-la para descobrir que sua pele estava gélida. Ficou a segurando pelo que pareciam horas, agarrando-se a ela como uma criança se prende a um brinquedo, enquanto uma dor excruciante, diferente de qualquer outra que ele conhecesse o tomava, arrancava-lhe o peito, o ar. Sufocou enquanto a observava, as lágrimas rolavam pelo seu rosto enquanto cada parte de seu corpo queimava, em uma dor insuportável, como se lhe arrancasse o âmago e jogasse no chão. Sua garganta doía pelo seu grito desesperado e suas mãos trêmulas a seguravam com força, sem querer deixá-la ir.

Felicity saiu de sua cadeira ao perceber que ele começara a ter um ataque de pânico. Ele ofegava enquanto colocava a mão livre sobre o peito, seus olhos marejados, repletos de uma dor que nem mil palavras poderiam descrever com perfeição. Ela se jogou na frente dele e segurou suas mãos com força, fez um carinho no rosto dele e sentiu um choque percorrer sua derme:

— Ei, ei — ele a olhou, parecendo aflito e ela continuou com o carinho em sua bochecha com barba por fazer. — Imite meus movimentos — respirou fundo. Inspira. Expira. Inspira. Expira. Ele a obedeceu, tentando respirar fundo, mas na verdade o toque dela era o que mais apaziguava seu coração. Lentamente, uma sensação diferente foi lhe tomando, o desespero que reinava em seu peito gradativamente foi substituído por uma sensação de tranquilidade completamente diferente. Ao olhá-la nos olhos, viu aquelas belas íris azuis o olhando de volta e acabou sorrindo. Depois de alguns instantes, já estava calmo.

— Você está melhor? — Ela perguntou, sem tirar sua mão do rosto dele. Oliver assentiu, respirando fundo e disse:

— Me desculpe, faz tempo que não tenho um ataque de pânico — o olhar dele voltou-se para ela e Felicity sentiu-se péssima ao ver a quantidade de sofrimento refletida naquele belo olhar.

— Não há pelo que pedir desculpar — foi sincera. — Por favor, procure por Diggle, okay? — Pediu, tirando a mão do rosto dele hesitante. Oliver quis impedi-la mas nada fez, apenas assentiu. — Obrigada — disse, realmente aliviada. — Se precisar de alguém com quem conversar, me ligue — disse, dando-o seu cartão, o que deixou o empresário surpreso.

Felicity sorriu e levantou-se:

— Boa tarde, Oliver.

— Boa tarde, Felicity — ele observou enquanto a loira virava e partia.

...

Oliver parou diante do belo prédio comercial e respirou fundo. Depois do pedido de Felicity, sabia que precisava fazer algo. Tudo o que todos o disseram após a morte de Sara o tomou de assalto e ele respirou fundo.

Você é fraco, Oliver Queen. É tão estupidamente fraco! A risada de Slade Wilson ecoou por sua cabeça e ele sentiu como se tivesse sido atingido por um soco na boca do estômago. Chega a ser patético! Foi tão fácil te derrotar, foi tão fácil destruir cada resquício da sua esperança. A voz era intensa, repleta de uma maldade latente. Você sempre foi fraco, tolo e arrogante! Eu não vou te matar, Oliver, a morte seria uma libertação dessa vida e a sua sentença ainda será dada... Eu vou matar a pessoa que você mais ama e então você saberá como eu me senti! O grito repleto de ódio ecoou pela mente de Oliver e ele estremeceu.

O rapaz adentrou no prédio e dirigiu-se a secretária:

— Bom dia, eu tenho uma consulta marcada com John Diggle — falou, a jovem morena corou diante do sorriso dele e interfonou para o quarto andar, instantes depois, disse:

— Pode subir, senhor Queen — ele agradeceu com um aceno de cabeça e foi em direção ao elevador. Ao chegar no quarto andar, buscou pela sala 43 e tocou a campainha. Instantes depois, um homem negro e alto atendeu com um sorriso caloroso.

— Boa tarde senhor Queen, é um prazer conhecê-lo.

— Boa tarde — ele falou, timidamente.

— Entre, por favor — Oliver obedeceu e entrou no belo consultório. As paredes eram pintadas em tons pastel, a parede oeste era tomada por uma extensa janela que criava um aspecto menos austero para o local, a persiana era bege e cobria parcialmente a janela. Na parede oeste havia uma grande estante de magno branco repleta de livros dos mais variados tipos, sobre o chão de mármore branco um tapete cinza fazia-se notar, próximo da parede havia um divã cinza. Próximo dele, um abajur cinza e um aparador de vidro. — Sente-se — John indicou o divã no qual ele sentou-se.

— Belo consultório — Oliver elogiou, sem saber ao certo o que dizer. John sorriu e disse:

— Obrigado, deu trabalho mas estou satisfeito com o resultado — ele sentou-se em uma poltrona cinza e encarou o empresário. — Podemos começar?

— Er... Claro — engoliu em seco. — Pra ser sincero não sei muito bem o que fazer — disse, encolhendo-se.

John sorriu e disse:

— Isso é perfeitamente normal — ajeitou sua postura e relaxou. — Então por que não começa contando o porquê de você estar aqui — disse, tentando ajudá-lo.

— Uma amiga minha... Na verdade não sei direito se somos amigos, me indicou você — esclareceu. — Ela insistiu que eu viesse, disse que você podia me ajudar com meus problemas.

— Isso não responde minha pergunta — Diggle foi direto. — O que fez você vir até aqui, de verdade?

— Eu quero melhorar — suspirou, dando-se por vencido. — Minha esposa ela... Faleceu e minha vida se tornou um inferno desde então e eu só quero melhorar... Só quero me recuperar — foi sincero como há muito não era.

Não havia máscaras ali, as mesmas que ele criara com tanto afinco, tanto empenho, caíram de seu rosto naquele momento. Sentiu-se vulnerável, como uma criança sem seu cobertor predileto, como se a qualquer momento pudessem o atingir e pela primeira vez, não se importou... Ele apenas queria se recuperar.

Oliver iria provar a Slade que ele não havia vencido, afinal. Iria o mostrar que ele não conseguira o abater, que ele podia ser amar... E principalmente, que ele ainda podia e seria feliz. Se é guerra o que Slade quer, é guerra o que ele vai ter...

Notas finais
>LEIAM, POR FAVOR E ai galerinha? O que vocês acharam do capítulo? Mereço comentários, favoritos, recomendações? :3 Agora, eu queria pedir muito que vocês dissessem da história num geral. Vocês acham que o enredo tá bom? Acham que tá indo rápido demais a relação Olicity, ou tá de boa? Vocês acham que há algo que possa ser melhorado? O próximo capítulo terá cenas da festa de confraternização, então se alguém tiver ideias de músicas ou cenas por favor, não hesitem em me falar okay? Gente, eu estou montando um tumblr para fic, ainda vai demorar um pouquinho mas estou planejando algumas coisas com ele, então já fiquem de sobreaviso. Novamente, respondam as minhas perguntas nos reviews, não tenham medo de falar o que vocês pensam okay? Beijos seus lindos e inté mais