Enquanto Ele Dorme

18 Capítulo 17 - Turned Page


Notas iniciais
Iria atualizar amanhã mas... Fiquei luca para postar hj!
;D

Damon

Entrei no hospital sem chão estava desesperado, Lena tinha razão traimos Steff, o que eu fiz eu a magoei, devia apanhar por isso! Que ódio de mim, subi as escadas correndo e abri a porta desesperadamente, vi Steff ali... Ah que raiva de mim.

—Steff!—Ah que raiva de mim— Meu irmão, eu não sei como eu começo, eu fiz a maior besteira da minha vida! Apaixonei-me por Lena! Eu sei eu estou errado, você vai me matar! Mas como não se apaixonar por aquela “mala” — disse abrindo aspas com os dedos— Ela é linda, sempre está perfeita, é encantadora, Stefan, me perdoa eu não aguentei, a beijei. Queria que você acordasse e me desse um soco na cara.—Estava chorando desesperado agarrando sua mão e olhando—Me perdoa mano! Me perdoa...

Sai do hospitad desesperado, Lena pediu para que eu sumisse, ela tinha razão, tinha que sumir pelo menos por um tempo, peguei meu celular e liguei para a ela, a que me acolheria.

—Mãe?!

—Oi filho!

—Vou para ai hoje mesmo, vou ficar um tempo, e só volto para ver Steff de final de semana.

—E a Lena?!

—Quando chegar ai te explico...

Elena

Acordei querendo que tudo que havia acontecido não tivesse passado de um sonho, tomei um banho, me troquei e desci para comer algo, meu estomago roncava.

—Pai, me leva para ver Steff? —disse pegando o yougurte na geladeira, ele me olhou.

—Sim, só se você aceitar ir comer um belo de um lanche com esse papai abandonado no Mc Donald.

—Ah pai da para falar não pra você?—disse sentando em seu colo.

...

Desci do carro, estava decidida do que iria fazer, tinha refletido nas palavras da minha mãe na noite anterior e no que havia acontecido com Damon, precisava fazer alguma coisa, eles estavam certos, não tinha mais vida, tudo girava em torno de Stefan, não podia mais ser assim, tinha que mudar. Como sempre entrei cumprimentando todo mundo, sorri para Joe, o segurança e subi as escadas, abri a porta e vi Steff na direção do sol, era de prache, seu banho de sol matinal;

—Bom dia Steff! —disse sentando na beira da cama—Eu vim aqui pra conversar um pouco. Sabia que quando eu era criança sempre imaginava que com vinte anos estaria casada e seria mãe—sorri—é eu sei isso não aconteceu... Porém com apenas dezoito anos conheci o homem mais lindo de todos, e vivi os nove meses mais perfeitos de toda a minha vida, é sério, até conheci o Black Eyed Peas, tive a minha primeira noite e me deixei sentir tudo, mais então o destino resolveu tirar esse homem da minha vida do jeito mais horrível de todos, e ai o irmão dele apareceu e simplesmente—comecei a chorar e engoli o choro mordendo as bochechas—simplesmente Steff, tampou o imenso buraco do meu coração. —tirei a aliança do dedo e coloquei na mesa. —Amor, não posso negar, meu coração não quer mais sofrer, chega! Eu passei mais de dois anos aqui nesse hospital, todo mundo me conhece... Steff! Obrigada por tudo que você fez por mim, mas eu preciso viver... Não dá amor, não posso negar... Prometo que venho sempre te ver... —Beijei sua testa—Quero que fique bom pra conversamos de verdade, quero que saiba que eu me sinto mal, mas que eu tenho que seguir, sei que é covardia terminar com você nesse estado, mas não posso seguir em frente— Tinha fechado esse capitulo de menina, tinha que ser mulher e enfrentar o mundo. Ainda com lágrimas nos olhos entrei no carro.

—Vamos pai?

—Tudo bem princesa?

—Sim! —disse enxugando as lágrimas—estou ótima!

...

—Pai, Mc lanche feliz? —disse para ele sentada na mesa enqanto ele me mostrava o cardápio e iria pedir isso, sorri e o olhei.

—Você não gosta?—perguntou levantando a sobrancelha

—Pai, eu cresci—sorri

—Tá, cancela o Mc lanche feliz, o que você quer?

—Big Tasty.—Ele se levantou e pediu no balcão, ao ver aquilo pensei na noite anterior...

—Um momento como este...Algumas pessoas esperam uma vida toda...Por um momento como este...Algumas pessoas procuram para sempre!

—Você esqueceu-se de uma parte do trecho dessa música.

—Qual?

—Esse! — disse encostando os lábios em minha boca, e então sua língua se encontrou com a minha, o mundo parou e a única coisa era a voz da Kelly que invadia o salão e a língua de Damon que guerrilhava com a minha, acariciei suas costas, e me entreguei ao beijo mais delicioso de todos!—Por aquele beijo especial...Oh, eu não posso acreditar que está acontecendo comigo...Algumas pessoas esperam uma vida toda...Por um momento como este—o que eu fiz?!

—Lena, você tirou a aliança? —perguntou meu pai sentando na mesa com os pedidos me tirando de minhas lembranças.

—Sim pai... Não quero falar disso...

—Tudo bem...—assentiu e mudou de assunto.

Passamos uma tarde maravilhosa, conversamos, andamos pela Toronto Island Park, observava o lago da praça tinha saudade de passear com meu pai, quando era criança sempre faziam o mesmo passeio, amava como meu pai me fazia bem! Chegamos em casa com sacolas, meu pai havia comprado muita coisa para mim, sapatos carissimos, roupas, e tudo que eu amava comer, ele sabia que eu estava mal, ele me conhecia.

—Mãe?

—Chegaram! Até que enfim!

—Não reclama Michaela—disse meu pai a beijando, aquela cena me fez lembrar Stefan.

—Vou para o meu quarto—sorri sem graça e subi com as sacolas nas mãos

Queria ligar para Candy e conversar, ou talvez para Soff, mais não podia, Candy estava casada, e Soff era mãe, tinha outras preocupações, comecei a olhar fotos, nós três juntas, desde crianças até adultas, vi fotos com Steff... Lembrava de cada pedacinho que tinha vivido com ele e as primeiras palavras que ele tinha me dito quando me conheceu...

—Oi Elena—disse sorrindo.

—Como você sabe meu nome? —disse assustada—Você me conhece?

—Sou adivinha! —sorriu—Está escrito no seu colar.

Sorri ao me lembrar disso, peguei a foto com Damon, estava com saudade, precisava dele, queria ele ali comigo, porque o mandei embora? Estava difícil viver sem ele. Peguei o telefone, liguei para ele várias vezes até que.

—Alô! Aqui é o Damon, ligue depois, não posso atender...

Damon! Preciso de você—foi só o que conseguiu dizer, desliguei e então me joguei na cama, burra, burra, mil vezes burra!

Notas finais
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