Enquanto Ele Dorme

19 Capítulo 18 - Never Let Me Go


Notas iniciais
Oiiiie!
Espero que amem!


Agosto de 2010:

Resolvi preencher o vazio que a ausencia de Damon me causava estudando cada vez mais e aumentando minhas notas em biogenética II. Damon havia realmente sumido e nem atendia minhas ligações ou respondia meus recados. Eu sentia falta dele, mas estava me virando e vivendo de meu jeito. Ia ao hospital uma vez por semana e estava deixando Steff mais sozinho, quando ia o usava como meu diário, ele havia se tornado meu amigo, o melhor.

—Lena tenho certeza que fui péssima na prova. —disse Torry com sua autodecepção brevemente declarada, soltou umn demorado suspiro e agarrou os livros.

—Ah eu acho que me dei bem, Dr. Gregory esclareceu minhas dúvidas ontem.

—Que sorte. —sorriu—Tem visitado Steff? Acho que desde quando parou de respirar ele você melhorou, está mais corada e indo bem nas provas.

—Si, eu melohorei. Parei de ir todos dias lá, mas ele continua na mesma—soltei um suspiro e ergui os ombros—Sinto falta dele! Mas aprendi a viver de novo!

—Isso é ótimo! Mudando de assunto...Vai ao baile? —perguntou

—Não tenho par!

—Se quiser um ele está bem aqui—disse Damon, de camisa preta, calça de linho e sapatos pretos, o cabelo levemente bagunçado, os olhos azuis realçados ainda mais, estava lindo.

—Vou entrar, a gente se vê Elena—disse Torry percebendo que era hora de entrar.

—Eu vou te matar Damon!

—Nossa! Também estava com saudade Lena

—Porque você sumiu? Não me atendia, não veio mais me ver? Eu achei que ia ter um troço, senti sua falta—lágrimas rolaram—Porque?—ele me abraçou

—Você pediu para eu sumir, eu sumi!

—Não era para levar a sério!

—As mulheres são complicadas. —sorriu torto, que saudade desse sorriso—Vem te levo para casa.—o abracei como se nunca mais fosse o largar, ele acariciou minha cabeça e me direcionou ao carro, abriu a porta, não queria soltar ele nunca mais! Sentei no banco e passei o cinto.

—Nunca mais me deixe! —implorei

—Nunca mais!

—Nem que mande!

—Nem que você mande—sorriu torto.—Então quer que eu seja seu par Elena?

—Quero! Muito. —Sorri, ele deu partida, olhei para ele, durante todo o caminho ficamos em silêncio nos olhando e matando a saudade com risinhos de vez em quando, Damon parou o carro na frente da minha casa—Damon, não sei se estou fazendo a coisa certa!

—Não me acha um belo par para te levar ao baile? —Sorriu

—Não Dam, não é isso! —sem que eu percebesse Damon encostou seus lábios nos meus e me beijou, com muita saudade, ele tirou o cinto e se aproximou mais de mim, com urgência puxou minha cintura para mais perto dele, passava a mão em meus cabelos, apertava forte. Damon desceu os beijos para meu pescoço e puxou o lóbulo de minha orelha com os dentes.

—Damon! —disse—com calma, ok?

—Sim! —sorriu sem graça—com calma! Então? Estamos?

—É cedo, acabei de sair de um relacionamento—disse mostrando a mão sem aliança para ele.

—Elena! —Se surpreendeu e ficou me encarando, sorriu torto e me deu um beijo nas bochecha

—Damon, obrigada por existir—ele sorriu e voltou para meus lábios fazendo nossas línguas guerrilharem em um delicioso beijo com paixão e vontade.—te vejo mais tarde?

—Sim, eu volto para te ver minha...

—Namorada talvez?—sorrio

—Namorada... minha namorada

...

—Damon isso é muito doce?—perguntei para Damon quando tirava uma torta de morango com brigadeiro e leite condensado que ele havia comprado, estavamos no parque em cima de uma toalha de pequenique, a cesta estava cheia de doces, estava no meio de suas pernas apoiada em seu peito.

—Comprei para a minha formiguinha que ama um doce.—sorriu me beijando

—Ah meu formigão lindo—sorri e mordi a torta que apesar de ter um monte de doce até que não era enjoativa, mordi denovo e sorri de boca cheia enquanto ele me olhava—para de me olhar

—Deixa eu admirar a sua beleza?—sorriu e eu beijei a ponta do seu nariz

—Tenho que te dizer algo...

—O que?

—Te amo!—sorri—E muito!

—Tem que te dizer algo... Eu amo mais!

—Hã, hã... Eu amo mais!—sorri entrando na sua

—Eu amo mais e ponto final Elena Gilbert—me beijou me impedindo de falar algo, com os lábios nos meus perguntou—Vamos ver o Stefan hoje?

—Faz tempo que eu não o vejo! Vamos lá?

—Sim meu anjo, eu vou te levar lá, preciso ver ele e dar um beijo no meu mano... Elena?! Acha que ele vai me perdoar um dia?—abaixou a cabeça

—Nos perdoar, estamos juntos... Damon, não temos culpa, apesar de as vezes me culpar, eu tive que pensar egoista para que não surtasse, ele vai ter que nos entender, eu, você... Não tivemos culpa... Te amo e quero que fique ao meu lado

—Sempre princesa... Esses dias fora era como se eu não tivesse chão, sentia sua falta, de suas risadas, seus surtos, e até de seus choros, sentia falta de você por inteiro, eu te amo minha pequena formiguinha linda.

—Eu te amo também!

Entrei no hospital, um local que não era mais a minha segunda casa, sentia que era apenas um hospital, de mãos dadas com Damon todos olhavam e por mais que eu estivesse certa de minha escolha, me preocupava com o pensamento dos outros.

—Boa tarde mano—Damon beijou sua testa—Senti sua falta... —beijou sua testa e eu por costume fui até as cortinas fechar uma por uma—Essa Elena e as cort8inas, o dilema—sorriu me olhando

—Faz mal a ele amor!

—Eu sei, mas você encrenca muito com ela... Vou buscar um suco de laranja, você quer um?

—Sim, com acerola, estou precisando de dolce—sorri

—Mais? Já volto —me deu um selinho, sentei na cama e peguei a mãos de Steff, Damon saiu e eu fiquei ali olhando seus dedos.

"Vocês não tem vergonha?"—juro que ouvi Stefan falando comigo

—Oi?! Stefan—me virei e ouvi novamente—"Vergonha Elena, de me enganar... Eu aqui e vocês dois? Me traindo"—olhei para seu rosto e seus lábios não mexiam, continuava do mesmo jeito, era idiotice minha, passei as mãos na cabeça e levantei—"Eu amo você Elena, e pense no que está fazendo"—Stefan?!—o olhei e nada dele me olhar, delirio talvez? Atordoada comecei andar pelo quarto—"Esperava isso de qualquer um Elena ... Menos da menina dos meus olhos... Você me traiu, e eu juro que odeio você"—Steff, não ... É só...—O que eu estou fazendo? Levantei correndo e chorando em desespero sai correndo no corredor, Damon me viu e com o suco em uma das mãos me segurou com a outra.

—Hey hey... O que foi?

—Stefan falou comigo!

Notas finais
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