Notas iniciais
Quero agradecer a todos os comentários!!!

S – ‘Dr. Miguel, a D. Cristina e sua filha estão aí para o retorno. Posso manda-las entrar?’

D. M. – ‘Pode sim, Mirela! Obrigado!’ – Rapidamente a Mirela deixou que a D. Cristina e a Helena entrasse no consultório. — ‘D. Cristina, professora Helena, que bom ver vocês aqui. Como estão?’ – As cumprimentei com um aperto de mão.

C – ‘Estamos bem, Dr. Miguel, né filha!’

H – ‘É verdade!’

D. M. – ‘Como passou esse mês com esse braço hein?’

C – ‘Segui todas as suas recomendações, Dr. Miguel. Acho que até demais pois tive 2 ajudantes que não deixaram eu fazer nada nesses dias, né!’ – Falei olhando para a Helena.

H – ‘Tivemos que ficar em cima pra ela não fazer extravagâncias, sabe Dr. Miguel, pois conheço direitinho a mãe que tenho e sei que ela não consegue ficar parada, mas até que ela se comportou direitinho esse tempo...’ – Falei olhando pra minha mãe.

D. M. – ‘Que bom! Mas o repouso nesse tempo de recuperação era essencial para que sarasse mais rápido. Vamos tirar um Raio-X desse braço pra ver como está?’

C – ‘Vamos!’

D. M. – Saímos os três e fomos até a sala do Raio-X. Como não poderia entrar todos, a Helena ficou de fora aguardando. Comecei todos os procedimentos com a D. Cristina.

~ Enquanto isso com Helena ~

H – Estava aguardando a minha mãe e o Dr. Miguel na recepção da sala de Raio-X quando comecei a me sentir mal. Por sorte, estava passando uma enfermeira na hora.

E – ‘Está se sentindo mal, senhora?’

H – ‘Estou só um pouco tonta, mas já vai passar!’

E – ‘Tem certeza? Não quer que eu chame um médico para examiná-la?’

H – ‘Não precisa não, obrigada! Já estou bem melhor. Deve ter sido uma queda de pressão. A minha mãe está aqui na sala com o Dr. Miguel tirando um Raio-X, qualquer coisa chamo ele.’

E – ‘Tudo bem! Qualquer coisa também estarei nessa sala aqui do lado!’

H – ‘Obrigada!’ – Depois que a enfermeira saiu, senti novamente a tonteira acompanhada de um certo incômodo no estômago. Fiquei sentada esperando a minha mãe e o Dr. Miguel que não demoraram muito a aparecer.

C – Quando saímos da sala conversando, avistei a Helena sentada na recepção e percebi que ela não estava muito bem. Nos aproximamos dela e perguntei: ‘Tá tudo bem, filha?’

H – ‘Tá sim mãe!’

D. M. – ‘Não tá parecendo, professora Helena. Tá sentindo alguma coisa?’

H – ‘Estou um pouco tonta, Dr. Miguel, mas já tá passando!’

D. M. – ‘Tem certeza? Se quiser posso examiná-la!’

H – ‘Não precisa não, Dr. Miguel. Deve ter sido queda de pressão, só isso!’

D. M. – ‘Consegue levantar pra irmos ao meu consultório ou precisa de ajuda?’

H – ‘Consigo sim. Já estou bem melhor!’ – Me levantei e começamos a andar para o consultório. De repente vejo tudo escuro na minha frente.

C – ‘Filha!’ – Gritei quando vi a Helena desmaiando. Rapidamente o Dr. Miguel a segurou nos braços, evitando que ela caísse no chão e a colocou na primeira maca que encontrou pelo caminho.

~ Enquanto isso com Renê ~

R – Estava em casa terminando de organizar as minhas aulas. Me lembrei que tinha algumas partituras salvas no meu tablet. Fui até o quarto. Quando abri o guarda-roupa para pegá-lo na parte de cima, a caixa que ele estava em cima veio com tudo pra cima de mim. Tentei pegá-lo, mas acabou caindo no chão, quebrando o seu visor. – ‘Droga! E agora hein!’ – Peguei ele e tentei ligá-lo, mas nada. – ‘É o jeito comprar outro né! Esse aqui já era!’ – Falei reclamando.

~ No hospital ~

D. M. – ‘D. Cristina a Helena reclamou de alguma coisa que estava sentindo hoje antes de vir para o hospital?’

H – ‘Não, doutor. Ela não me reclamou de nada não. Apesar que tem uns dias que tenho observado que ela está tensa.’

D. M. – ‘E a senhora sabe o motivo dessa tensão?’

C – ‘Ela me disse que é por causa do aniversário do Renê depois de amanhã, só isso!’

D. M. – ‘Sei! Vou ali no meu consultório buscar alguns aparelhos pra examiná-la melhor. Já volto!’

C – Dr. Miguel saiu e fiquei observando a minha filha na maca. De repente ela começou a despertar do desmaio.

H – ‘O que aconteceu, mãe! Onde estou?’

C – ‘Meu amor, estamos no hospital, lembra. Estávamos saindo da sala de Raio-X e indo para o consultório do Dr. Miguel quando você desmaiou no caminho, lembra?’

H – ‘Agora me lembrei!’ – Falei levantando da maca e a minha mãe rapidamente me repreendeu.

C – ‘Nada disso Helena, pode ficar quietinha na maca que o Dr. Miguel já está vindo examiná-la.’

H – ‘Mas mãe, já estou melhor!’

C – ‘Nada de mais!’ – De repente o Dr. Miguel chega.

D. M. – ‘Que bom que você acordou, Helena. Como está se sentindo?’

H – ‘Bem melhor, Dr. Miguel.’ – Falei sentando da maca.

D. M. – ‘Me diz o que você estava sentindo antes de desmaiar...’

H – ‘Bom! Estava na recepção esperando vocês fazem os exames. De repente senti uma tontura e uma enfermeira veio até mim me perguntando se estava tudo bem comigo. Conversamos um pouco e assim que ela saiu, senti novamente a tontura acompanhada de um incômodo no estômago.’

D. M. – ‘Esses sintomas vieram só hoje ou tem alguns dias que apareceram, hein!’

H – ‘Tem mais ou menos uma semana que senti uma leve tontura depois que terminei de tomar meu banho, mas não foi nada demais. Hoje que veio com maior intensidade.’

D. M. – ‘Hum! Será que podemos fazer alguns exames pra descobrir o que você tem?’

H – ‘Claro!’

D. M. – ‘Me acompanhe, por favor!’ – Levei-as até o laboratório para que a Helena fizesse alguns exames. Já suspeitava de algumas coisas, mas precisava de uma comprovação para diagnosticá-la. Assim que terminamos, D. Cristina me perguntou:

C – ‘E então, Dr. Miguel, o que a Helena tem?’

D. M. – ‘Bom, D. Cristina, tenho algumas suspeitas, mas somente com o resultado dos exames para poder diagnosticá-la.’

C – ‘E quando esses resultados saem, hein, Dr. Miguel?’

D. M. – ‘O nosso laboratório esses dias está muito cheio. Pelo jeito só amanhã para pegarmos o resultado dos seus exames, professora Helena. Tudo bem?’

H – ‘Tudo bem! Amanhã voltamos aqui para saber o que eu tenho, Dr. Miguel. E sobre a minha mãe, como está o seu braço?’

D. M. – ‘Me desculpe. Com o seu ocorrido, acabei esquecendo de avisá-las. A senhora está ótima, D. Cristina. Tiramos o gesso e agora como a senhora ficou muito tempo sem movimentar esse braço, sugiro que a senhora faça algumas sessões de fisioterapia. Vou fazer um encaminhamento para o fisioterapeuta e a senhora já está liberada.’ – Fiz o encaminhamento e entreguei a D. Cristina. – ‘Amanhã aguardo vocês aqui para sabermos o que você tem, professora Helena.’

H – ‘Tudo bem, Dr. Miguel. Amanhã voltaremos aqui no hospital! Obrigada por tudo e desculpe a preocupação.’ – Falei abraçando-o.

D. M. – ‘Imagina, professora. Até amanhã!’

H/ C – ‘Até amanhã, Dr. Miguel!’

~ No estacionamento ~

H – ‘O que será que eu tenho hein!’ – Falei pra minha mãe preocupada.

C – ‘Não sei, meu amor. Mas vamos esperar o resultado dos exames para gente descobrir né!’

H – ‘Mãe, posso te pedir um favor?’

C – ‘Claro, meu amor!’

H – ‘Não comenta nada com o Renê não, tá! Senão ele vai ficar preocupado comigo e eu não quero preocupá-lo antes de saber o que realmente eu tenho!’

C – ‘Tá bom, meu amor, não vou dizer nada pra ele não tá? Mas como você vai fazer pra voltar ao hospital amanhã sem que ele perceba alguma coisa, hein!’

H – ‘Vou dizer que o Dr. Miguel pediu para a senhora retornar amanhã para começar a fisioterapia, o que a senhora acha? Pode ser?’

C – ‘Tá bom! Vou ajudar você só dessa vez, viu!’

H – ‘Obrigada, mãezinha linda!’ – Falei dando um beijo no seu rosto e abraçando-a.

C – ‘Agora vamos pra casa né!’

H – ‘Vamos!’ – Pegamos o carro e fomos pra casa.

~ Na casa de ReNa ~

Notas finais
O que será que a Helena tem, hein? Alguém arrisca? E qual será a surpresa que ela vai preparar de aniversário para o Renê? Deixe sua sugestão!!!