Enfim, Casados!!!
61 Resultado dos exames x Momentos românticos
Notas iniciais
H – Chegamos em casa e encontramos a casa muito silenciosa. – ‘Renê! Renê! Já chegamos! Onde você está?’
C – ‘Ih, filha, será que ele saiu?’
H – ‘Acho que não, mãe, afinal nós estávamos com o carro. Só se ele tiver saído a pé.’ – Parei um pouco e pensei – ‘Já sei onde ele pode está...’ – Saí da sala e fui até o nosso quarto. Não estava lá. Encontrei o tablet dele em cima da cama todo quebrado. Resolvi ir até o Studio ver se ele estava lá e acabei o encontrando. Ele estava encostado na mesa que tem no Studio e parecia triste – ‘Amor!’
R – ‘Oi meu amor!’ – Falei com voz triste.
H – ‘Aconteceu alguma coisa? Você tá tão tristinho. O que foi, hein?’ – Falei sentado na cadeira e fazendo carinho no seu rosto.
R – ‘Aconteceu sim. Estava preparando as minhas aulas e resolvi pegar meu tablet para procurar algumas partituras. Fui até o nosso quarto pra pegá-lo e quando abri a porta do guarda-roupa ele veio com tudo pra cima de mim e acabou caindo no chão e quebrando o visor. Agora é só outro.’
H – ‘Hum... Não fica assim não, meu amor! Depois a gente compra outro, tá?’ – Falei o abraçando e em seguida o beijando. – ‘Não quero ver o meu amor assim não!’
R – ‘Tá bom, prometo que vai passar. Vocês demoraram. Fiquei com saudades, sabia?’ – Falei segurando a sua cintura.
H – ‘Pois é, os exames da mamãe demoraram um pouco mesmo. Eu também fiquei morrendo de saudades de você!’ – Coloquei minhas mãos na sua nuca.
R – ‘Ah é?’
H – ‘Aham!’ – Nos aproximamos e beijamos intensamente. – ‘Já terminou de preparar suas aulas?’
R – ‘Já! Tá com fome?’
H – ‘Muita! Que tal fazermos um lanche e depois você me ajudar a preparar as minhas aulas, hein?’
R – ‘Te ajudo com uma condição:’
H – ‘Qual?’
R – ‘Muitos beijinhos no seu amor, topa?’
H – ‘Hum, vou pensar no seu caso!’
R – Nem respondi. Puxei-a mais perto de mim e dei um longo beijo. – ‘Acho que agora podemos ir. Vamos?’
H – ‘Vamos, amor!’ – Damos as mãos e fomos pra cozinha. Preparamos o lanche e levamos pra sala onde a minha mãe estava. Enquanto comíamos, ficamos conversando.
R – ‘E então sogrinha, como foi os exames?’
C – ‘Muito bem, genrinho. Graças a Deus fiquei livre daquele gesso. Não aguentava mais usar aquilo.’
H – Rsrsrs. – ‘Mas amanhã, amor, teremos que voltar novamente no hospital. A D. Cristina irá começar a fazer fisioterapia, já que ficou muito tempo com o braço imobilizado.’
R – ‘Mas a fisioterapia vai ser todo dia, sogrinha?’
C – ‘Acho que não. Mas começo amanhã.’
~ Algum tempo depois ~
H – ‘Amor, me ajuda com as minhas aulas?’
R – ‘Claro, vamos lá!’
C – ‘Meus amores, enquanto vocês preparam as aulas de vocês, eu vou tomar meu banho.’
H – ‘Vai lá, mãe!’ – Saímos todos da sala e fomos para o quarto. O Renê me ajudou com as minhas aulas e não perdia tempo. De vez em quando me roubava um beijo. Passamos assim a tarde toda.
~ No outro dia ~
H – Acordei primeiro que o Renê e estava bastante aflita, pois hoje iria descobrir o resultado dos meus exames. Não demorou muito, ele acordou. – ‘Bom dia, meu amor!’ – Selinho.
R – ‘Bom dia! Tá tudo bem?’
H – ‘Tá!’
R – ‘Você parece um pouco preocupada. Aconteceu alguma coisa?’
H – ‘Não, nada demais. Tava aqui pensando, só isso!’
R – Posso saber em quê?’ – Falei alisando o seu rosto.
H – ‘Acho que agora que a mamãe tá bem melhor, ela vai querer voltar pra casa! Tava tão bom com ela aqui com a gente.’
R – ‘Tava mesmo. Mas é capaz dela querer voltar pra casa mesmo. Mas vamos deixar ela a vontade, né!’
H – ‘Tem razão, amor! Vamos levantar e arrumar pra dar aula?’
R – ‘Vamos!’ – Levantamos, arrumamos, tomamos café e fomos pra escola. A aula transcorreu normalmente. No caminho de volta pra casa a questionei: ‘Amor, você quer que eu leve vocês até o hospital hoje?’
H – ‘Não precisa não, amor! Assim andamos mais rápido pra chegar em casa!’
R – ‘Tá bom!’ – Chegamos em casa, almoçamos com a D. Cristina e depois elas saíram e foram ao hospital.
~ Consultório Dr. Miguel ~
C – ‘E então, Dr. Miguel, o que a Helena tem?’
D. M. – ‘Veja você mesma, professora Helena!’ – Falei com um sorriso no rosto entregando o exame de sangue pra ela.
H – Assim que o Dr. Miguel me entregou os exames, não acreditei no que estava lendo: Teste de gravidez: POSITIVO! – ‘Quer dizer que eu estou grávida, doutor?’ – Perguntei com um enorme sorriso e lágrimas correndo do meu rosto.
D. M. – ‘Sim, professora! Parabéns!’
C – ‘Parabéns, minha filha!’ – Falei a abraçando – ‘Não dá nem pra acreditar que eu vou ser avó!’
H – ‘Nem eu, mãe! Imagina só a reação do Renê quando eu contar pra ele. Ele não vai nem acreditar!’
C – ‘Não vai mesmo!’
H – ‘E então Dr. Miguel, estou grávida de quanto tempo?’
D. M. – ‘De aproximadamente 20 dias, professora. Agora todos os meses você terá que vir ao hospital fazer o pré-natal e terei o maior prazer em acompanhar a sua gravidez.’
H – ‘Obrigada, Dr. Miguel. Faço questão do senhor me acompanhar.’ – Nos despedimos com um abraço e saímos do consultório.
~ No estacionamento ~
H – ‘Ai, mãe, estou tão feliz. Não acredito que agora vou ser mamãe!’ – Falei colocando a mão na minha barriga – ‘Parece um sonho!’
C – ‘E eu vou ser avó!’ – Falei a abraçando e dando um beijo na sua barriga. – ‘Como é que você vai contar pro Renê, hein!’
H – ‘Vou aproveitar que amanhã é aniversário dele e vou fazer uma surpresa pra ele. Vamos até o shopping comprar o presente dele?’
C – ‘Vamos! Mas o que você vai comprar pra ele, hein!’
H – ‘A senhora vai ver!’ – Entramos no carro e fomos direto ao shopping. Fizemos as compras e fomos pra casa.
~ Na casa de ReNa ~
H – ‘Oi amor!’ – Falei entrando na sala, indo até ele e dando um selinho.
R – ‘Oi! Como foi lá no hospital?’
C – ‘Foi muito bom, Renê. Melhor impossível, né filha!’
H – ‘Aham!’ – Falei com um brilho nos olhos.
R – ‘Aconteceu alguma coisa? Vocês duas estão tão diferentes. Parecem mais alegres...’
H – ‘Nada demais, né mãe. Apenas nos divertimos muito com a fisioterapia, não foi isso, mãe?’
C – ‘Foi sim! Foi muito boa mesmo! Agora vocês me dão licença, vou pro quarto.’ – Saí e deixei os dois na sala conversando.
H – ‘Sabia que eu amo muito você!’ – Falei me aproximando dele e segurando sua nuca.
R – ‘Sabia! Mas eu amo você muito mais!’ – Falei segurando a sua cintura.
H – ‘Sabia que você me faz a mulher mais feliz do mundo?’
R – ‘Ah é? Eu que sou o homem mais feliz do mundo só por ter você comigo!’ – Falei a beijando intensamente. Como estávamos sentado no sofá, ela acabou me deitando em meio aos beijos. – ‘Amor! Estamos na sala e sua mãe tá em casa, esqueceu?’
H – ‘Esqueci não!’ – Comecei a beijá-lo intensamente. De repente ele parou o beijo e ficou me encarando.
R – ‘O que aconteceu que você chegou toda feliz e toda dengosa comigo, hein?’
H – ‘Nada demais. Eu só estou matando um pouco a saudade que fiquei de você, só isso!’
R – ‘Tem certeza que é só isso ou você tá me escondendo alguma coisa, hein?’
H – ‘Claro que não! Foi só isso mesmo!’
R – ‘Tá bom! Vou acreditar em você!’
H – ‘Larga de ser bobo!’ – Dei um selinho e saí de cima dele.
R – ‘Onde você vai?’
H – ‘Vou tomar meu banho!’
R – ‘A não, vamos lá fora comigo!’
H – ‘Pra quê?’
R – ‘Quero ver o pôr-do-sol junto com você. Depois você toma seu banho, pode ser?’
H – ‘Tá bom!’ – Saímos de mãos dadas e fomos até o jardim ver o pôr-do-sol até escurecer. De repente começou a chover.
R – ‘Hum, essa chuva me fez lembrar algo!’
H – ‘A mim também!’ – Nos aproximamos e nos beijamos intensamente como o nosso primeiro beijo. Depois, entramos dentro de casa, tomamos banho juntos, preparamos o jantar e depois fomos dormir.
~ No dia seguinte ~
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