Enemy Love.

1 Casa do Henrie.


Notas iniciais
Espero que gostem, eu trouxe mais uma fic, e é isso. k
Ah, e a respeito de Dirty Dancer, eu tava lendo ela um dia desses, e simplesmente me enjoei, perdão, talvez eu não poste mais, mas espero que eu recompense com Enemy Love. Estou com boas ideias, vocês irão gostar!
Ah, e pra quem quiser, eu tenho ela no AnimeSpirit também, já que o Nyah vai excluir as fics da categoria Justin Bieber no fim de dezembro. Tá aqui ó: http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-justin-bieber-enemy-love-460661

Jadie P.O.V

Eu estava mais uma noite trancafiada em meu quarto e chorando.

Era assim que ficava todas as vezes que via a minha mãe apanhar do meu pai, se é que isso pode ser chamado de pai. Dereck Lopes, o meu maldito pai, que acabou com as nossas vidas quando começou a se drogar e beber feito um vagabundo. E era isso que ele era, não passava de um vagabundo.

Algumas vezes o Henrie, meu irmão mais velho, já nos convidou pra ir morar com ele em Stratford, mas a mamãe como sempre teve medo de deixar o Dereck aqui e ele morrer de overdose, ou até mesmo se matar, pois era o que ele sempre dizia que faria se a gente o largasse. Eu nem me importava mais com ele, ele fazia muito mal a minha mãe, portanto, ele que se foda.

Depois que o Henrie foi morar sozinho, eu sabia bem pouco sobre ele, mas eu sabia que assim como o meu pai, ele usava drogas. Eu sabia também que ele dormia cada noite com uma vagabunda diferente, e que ele ganhava muito bem no trabalho.

– JADIE ABRE ESSA PORTA FILHA. – Ouvi o grito desesperada da mamãe me tirando de qualquer pensamento. – ABRE LOGO JADIE.

Caminhei apressada até a porta e a abri, vendo a mamãe entrar rapidamente e em seguida tranquei a porta. Mamãe estava com os lábios escorrendo sangue, um enorme corte no braço direito e com os olhos azuis encharcados de lágrimas.

– O-oque foi mamãe? – Perguntei assustada.

– Arruma todas as suas roupas nas malas, rápido! – Falou apressada. E eu continuei parada, sem entender nada. – RÁPIDO FILHA, NÓS VAMOS PRA CASA DO HENRIE. SEU PAI PASSOU DOS LIMITES DESSA VEZ. – Gritou. Só agora eu entendi.

– Tá certo mãe. Ma-mas e as suas roupas? – Perguntei ainda confusa.

– Já estão todas arrumadas. Só faltam as suas, a gente tem 40 minutos. – Explicou-me.

– E o Dereck? – Franzi a testa.

– Quando o seu pai voltar a gente já vai estar longe. – Disse limpando as lágrimas. – Vou no meu quarto pegar as malas e trazê-las pra cá. – Saiu do meu quarto.


Peguei todas as minhas duas malas enorme de cima do meu guarda-roupa e soquei todas as roupas que eu pude. Peguei também uma sacola e coloquei os sapatos que eu mais gostava e as minhas maquiagens.

Entrei no banheiro do meu quarto. Me despi e liguei o chuveiro o colocando bem quente. Entrei no boxe, e me joguei embaixo do chuveiro.

Saí do banheiro já pronta e fui procurar a mamãe.

– Mãe? – A chamei do corredor.

– AQUI JAY. – Gritou do quarto. – Me aguarde lá embaixo, estou me arrumando, já desço.

– Tudo bem, estou te esperando lá embaixo.


Desci as escadas correndo e me sentei no sofá esperando a mamãe, liguei a tv em um canal de desenhos e fiquei assistindo, passava Bob Esponja. Eu ria feito boba.

– Jadie? Vamos? – Meu coração gelou.

– Vamos mamãe. – Respondi.


Subi correndo pegando as duas malas e a sacola, desci as escadas com uma certa dificuldade, mas consegui.

– Quer ajuda? – A mamãe perguntou. – Só estou com uma, posso te ajudar se quiser.

– Sim mãe, leve a sacola. – Entreguei a sacola a ela e fui arrastando as duas malas.


Ouvi uma buzina de carro lá fora e franzi a testa.

– É o Henrie querida. O liguei e ele disse que vinha nos buscar. – Sorriu.

– Ah, sim mamãe. – Falei saindo de casa.


Assim que saí de casa, avistei o moreno que, assim como eu, tinha os mesmos olhos azuis e a pele bronzeada da mamãe. Ele estava diferente, mais forte e mais gato.

Sorri assim que o seu olhar se cruzou com o meu e ele veio andando na minha direção.

– Minha pequena? – Ele sorriu me abraçando forte.

– Henrie. – Retribui o abraço ainda mais forte. – Eu sinto tanto a sua falta! – Sussurrei deixando uma lágrima escapar. Ele era o meu protetor, e sem ele eu me sentia insegura.

– Agora nós vamos ficar juntos, ok? – Segurou em meu queixo beijando a minha bochecha. – Eu não vou te deixar por nada, pequena. – Sorriu.

O apertei forte em meus braços.

– FILHO! QUE SAUDADES! – Ouvi a mamãe gritar. O larguei pra ele poder abraça-la.

O Henrie a abraçou a mamãe e logo depois o vi arqueando as sobrancelhas.

– Que marcas são essas, mãe? – Questionou-a. – Foi o Dereck, não foi? – O Henrie assim como eu não chamava Dereck de pai.

– Va-vamos logo filho, quero chegar o mais rápido possível lá. – Mamãe sorriu mudando de assunto e ele assentiu percebendo que ela se sentia insegura ao falar daquilo.

Entramos no carro e logo ele deu a partida. A mamãe ficou com ele no banco da frente, e eu fiquei com os dois de trás.

Me deitei nos bancos, estava muito cansada, dormi a viajem inteira. Acordei com o Henrie tentando me carregar.

– Acordou? Ainda bem. Tá pesada pra caralho. – Ele fez careta.

– Bobo! Você que é fraco. – Falei rindo.

– Olha essas gordurinhas, Jadie. Olha só. – Ele falou fazendo cócegas em minha barriga. Em segundos eu fiquei com falta de ar de tanto rir.

– MÃAAAAAAAE. SOCORRO, O HEN-HENRIE QUER ME MA-MATAR! – Gritei, com falta de ar, pela mamãe. Que viu minha situação e acabou rindo.

– Coitada da sua irmã, Henrie. – Ela disse sorrindo.

– PA-PÁRA HEEENRIE. – Gritei novamente.

– Só se você disser que eu sou o irmão mais lindo do mundo. – Ele riu.

– Ta-a certo! – Falei ofegante. – Vo-você éé o irmão ma-mais lindo do m-mundo! – Gaguejei. Ele parou de me fazer cócegas e riu.


Justin P.O.V

Fazia quase uma hora que a vadia me chupava e eu não sentia prazer algum, eu tava com uma puta vontade de estourar os miolos dela, tava babando meu pau todo. Essa com certeza nunca conseguiria trabalhar pra mim.


– PÁRA CARALHO! NEM PRA CHUPAR UM PAU SERVE. – Gritei irritado a empurrando pra longe.

– M-mas, senhor Bieber, eu preciso desse emprego. – Falou com os olhos marejados.

– O problema é seu! – Disse frio. – Vaza do meu escritório. AGORA!

– Tá. – Falou apenas e saiu com o rabinho entre as pernas.

Ela já ia fechar a porta.

– Espera, volta aqui! – Gritei a fazendo voltar. – Se quiser trabalhar como empregada pode voltar amanhã.

– Ok, senhor. – Sorriu.

– Agora vaza! – Disse fazendo e ela saiu do escritório.

Caminhei até o enorme armário que tinha logo atrás da mesa, e abri a terceira gaveta, tirando de lá o meu AK-47.

Eu estava com uma raiva enorme da Sabrinna, a vadia saiu de casa sem a minha permissão.


Sai do escritório, trancando a porta e colocando a chave em meu bolso. Andei até a porta do meu quarto, e chutei a porta a abrindo e dando de cara com a Marie trocando de roupa, apenas de calcinha e sutiã. Coloquei a mão no meu pau quando vi ela assim. Marie era uma puta gostosa que trabalhava pra mim, e me chupava como ninguém.

Caminhei até ela, fazendo-a me olhar.

– Cadê a Sabrinna, caralho? – Perguntei nervoso.

– E-ela está lá em baixo, Jus. – Respondeu assustada.

– Caralho, Marie... Eu já disse que odeio que me chamem de Jus, não disse? – Falei apertando os braços dela.

– Des-desculpa Justin. – Me olhou com medo.

– Eu só não meto uma bala nessa tua cara de sínica porque eu ainda não achei outra vadia que me chupe melhor do que você. Porque senão você já estava no inferno, vagabunda. – Puxei ela pelos cabelos e ela se desesperou. – Fica tranquila, filha da puta, dessa vez eu só quero que você me chupe até eu gozar na sua cara. – Sorri malicioso. – Mas na próxima eu posso querer uma coisa bem pior.


Notas finais
Gostaram?
Se sim; mandem reviews.
Se não; falem porque e oque precisa melhorar.
Se os links não pegar, tá aí...
Henrie: http://data.whicdn.com/images/44924829/tumblr_lnuj1ouFAx1qkqdlyo1_500_large.png
Sabrinna: http://data.whicdn.com/images/44964762/babi_rossi_3_large.jpg
Marie: http://data.whicdn.com/images/44442518/tumblr_me3t7vMq3M1qcemplo1_500_large.jpg