Enemy Love.
2 Deusa dos olhos azuis.
Notas iniciais
mas tudo bem, tá aí pra quem mandou review.
– Eu só não meto uma bala nessa tua cara de sínica porque eu ainda não achei outra vadia que me chupe melhor do que você. Porque senão você já estava no inferno, vagabunda. – Puxei ela pelos cabelos e ela se desesperou. – Fica tranquila, filha da puta, dessa vez eu só quero que você me chupe até eu gozar na sua cara. – Sorri malicioso. – Mas na próxima eu posso querer uma coisa bem pior. – Olhei pro rosto da Marie a vendo nervosa, quase chorando. – O que foi vadia? Tá afim de chorar hoje, é? – Puxei ainda mais fortes o seu cabelo.
– Nã-não Justin. – Sussurrou. Me deu vontade de rir, mas estava excitado demais vendo ela com medo de mim.
– Eu espero que não, porque senão você vai apanhar igual uma cadelinha, como merece. – Eu ri frio e ela ficou ainda mais assustada.
– Porque você faz isso comigo? – Falou tão baixo que eu quase não consegui ouvir. – Eu te amo tanto. – Arfou e vi uma lágrima cair do seu olho esquerdo. Eu ri alto com aquilo.
– Vadia, você é tão patética que eu até perdi o tesão. – Falei a empurrando na cama e abrindo a porta do quarto. – Não saia daqui, vou chamar a Sabrinna e quando eu voltar quero te encontrar aqui, ouviu? – Falei alto e claro.
– Está certo Justin, tudo bem. – Disse um pouco baixo.
Desci as escadas ouvindo a voz da vadia da Sabrinna vim da cozinha, assim que entrei na cozinha ela veio até a mim entrelaçando os braços nos meus pescoços. A empurrei forte fazendo ela bater as costas na parede e gemer de dor.
– EU QUERO SABER PORQUE VOCÊ SAIU SEM ME AVISAR, VAGABUNDA DO CARALHO. – Gritei fazendo ela se assustar.
– Justin, e-eu precisava sair lo-logo, e pedi pro Ryan te a-avisar. – Falou gaguejando.
– E AONDE VOCÊ FOI, IMPRESTÁVEL? – Gritei novamente.
– Eu tava indo comprar algumas coisas no shopping pra Ju, ela tá precisando de roupas, Justin.
– Tudo bem dessa vez, mas se acontecer de novo ou eu souber que você estava em outro lugar, você sabe que eu estouro sua cara na bala, não sabe? – A olhei ameaçador.
– Sei. – Respondeu apenas e foi subindo as escadas.
– Me espera, vadia! – Ordenei e ela parou de subir as escadas me esperando. Subi as escadas e assim que a alcancei enlacei os braços em sua cintura roçando meu pau em sua bunda, cheia de silicone, mas gostosa de apertar.
– A-ai Justin. – Gemeu baixinho. Levei minha mão em suas coxas a apertando e ela arfou.
– Você gosta, não é vadia? – Coloquei a mão por baixo do seu vestido o subindo até a sua cintura, e ela soltou um gemido um tanto alto. Tapei a boca dela e continuei a tocando.
E se fosse por ela nós faríamos ali mesmo, com todos vendo, e várias vadias transitando pela casa, mas eu não acho muito conveniente... daqui a pouco aparecia algum parente meu e me via com ela. Meus pais não gostam dela, muito menos a minha irmã mais nova, a Jazmyn, e ela sempre vinha aqui ver a Jullie.
Apertei forte a cintura dela e fui caminhando com ela até o quarto.
Jadie P.O.V
A casa era simplesmente perfeita, enorme, acho que nem era uma casa, aquilo ali era uma mansão. O meu quarto era lindo, branco com uns detalhes lilás.
Eu já tinha arrumado as minhas coisas, e a mamãe queria ir ao shopping, não curto muito shopping, mas realmente estou precisando de roupas.
Saí do banheiro do meu quarto caminhando até o closet, que estava praticamente vazio. Me arrumei (http://www.polyvore.com/jadie_shopping/set?id=64906639) toda de rosa e logo saí de lá.
Fui até o quarto da mamãe vendo ela se maquiar.
– Vamos que horas, mãe? – Perguntei impaciente.
– Já to acabando, Jadie. Tenha paciência. – Ela falou um pouco irritada.
Assim que ela acabou de se maquiar, pegou a bolsa e nós descemos juntas as escadas. Henrie nos levaria e ia nos buscar.
Sorri vendo ela ir chamar o Henrie. Caminhei até o jardim da casa e o carro ja estava fora da garagem, me encostei no carro esperando o Henrie vim.
Henrie saiu de casa acompanhado da mamãe e destravou as portas do carro, abri a porta do fundo e entrei me acomodando, logo a mamãe entrou na do passageiro e ele na de motorista.
O caminho até o shopping foi rápido. Sorri saindo do carro.
– Quando quiserem ir pra casa me liguem e eu voltarei pra buscar vocês. – Falou.
– Ok, querido. – A mamãe disse acenando com as mãos.
Nós entramos naquele shopping enorme e a mamãe foi direto pra uma loja de sapatos.
– Mãe, eu to naquela ali, tá? – Apontei pra loja de roupas de marca.
– Tá bom, querida. – Falou e entrou na loja de sapatos.
Caminhei até a loja e fiquei olhando a vitrine dispersa procurando uma roupa que me agradasse.
Justin P.O.V
A Sabrinna tinha me arrastado com ela para o shopping com a desculpa de que a Jullie precisava sair e blá blá blá. Só fui porque fazia tempo que não saía com a minha filha.
Estava encostado na vitrine de uma loja de roupas infantis, enquanto a Sabrinna estava lá dentro com a Ju.
Avistei uma morena a minha frente, e não sei porque aquela garota chamou tanto a minha atenção, talvez por são tão linda, mas eu não sabia ao certo. Tinha alguma coisa diferente dentro de mim, e eu tava com uma puta vontade de ir lá falar com ela.
Caminhei até a garota toda de rosa, com um vestido bem decotado amostrando boa parte daqueles seios fartos e deliciosos. Acho que ela percebeu meu olhar em seus seios, pois se virou para vitrine novamente.
– Procurando o que, gatinha? – Perguntei da maneira mais sexy que consegui, encostando meu corpo ao dela e fazendo-a se arrepiar.
– Uma coisa que não é da tua conta. – Respondeu fria
– Uau, adoro gatinhas ariscas e frias. – Sorri. – Se você quiser eu posso te esquentar.
– A única coisa que eu quero é que você me deixe em paz. – Sorriu irônica. – Vai pro inferno, garoto.
– Justin, meu nome é Justin. – Falei sínico. – Com você eu vou ao inferno, e com muito prazer. – Ri malicioso.
Eu não sei o que tinha dado em mim, mas com certeza foi uma coisa que me fez ficar louco e com uma vontade imensa de continuar tentando convence-la, mesmo tomando patadas, na verdade, eu nunca tinha tomado patada de nenhuma garota antes.
– Justin, vem aqui! Justin! – Ouvi a voz da Sabrinna me gritar e me virei pra olhá-la, foi o passo certo pra eu perder a deusa dos olhos azuis de vista.
Caminhei até a Sabrinna fervendo de ódio, mas ela parecia ignorar.
– O que é, vadia? – Perguntei já espumando de ódio.
– O que é nada, Justin. Quem era aquela vagabunda? – Perguntou arqueando as sobrancelhas.
– Te interessa? Cala essa porra da tua boca, senão quando você chegar em casa eu vou te encher de porrada! – Falei Frio.
– Papae? – Ouvi a foz fininha e delicada da Jullie, sorri a olhando.
– Oi Jullie. – Respondi rápido.
– Me azuda e iscolhê a roupa pá eu ir po aniversálio da minha amiguinha? – Perguntou doce.
– Não Jullie, pede a sua mãe, ela que é mulher. Eu sou homem. – Respondi frio.
– Tá ceto papae. – Sorriu tímida.
Jadie P.O.V
Justin, então era esse o nome dele. Sorri me lembrando do loirinho com rosto de anjo que me paquerou no shopping.
Ele era lindo, sexy, e ao mesmo tempo tinha uma feição suave. Mordia os lábios só de lembrar o sorriso sensual que ele tinha.
– Tá viajando é Jadie? – A mamãe perguntou rindo. Nós já estávamos no carro do Henrie indo embora, depois de comprar várias coisas.
– Não mãe, apenas pensando na vida. – Sorri.
– Sei. – Ela falou ainda rindo.
Na verdade eu estava pensando nele, em como eu fui grossa com ele. Eu tinha me arrependido sim, e eu tava com uma vontade enorme de voltar e recomeçar. Que loucura.
Talvez ele tivesse mexido comigo, mas eu acho que é só uma bobagem.
Notas finais
Até breve!
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