Notas iniciais
Meu Deus, eu não estou mortoooooooooooooooooooooooooooooooo. Voltei para arrasar o Nyah, meu desculpem a demora gente, sério. Mas......... eu deixei a história bem triste a partir daqui, me matem nos reviews okay?????????

Depois de passar exatamente três horas vagando de carro pela estrada escura sem nenhum porquê, Annabeth decidiu voltar para casa, a noite estava sem muitas estrelas e a lua não aparecia no céu. Seus olhos estavam inchados e sua boca tremia de tanto chorar, ao chegar em casa, subiu as escadas escancarando a porta do quarto, ela se jogou em sua cama, sem perceber o cheiro de gás se espalhando lentamente pelos quartos da casa.

A noite no hospital estava muito quieta, apenas Calipso estava no quarto com Percy. Se assegurando que não havia ninguém nos corredores, a garota saiu do quarto do namorado e foi para a porta dos fundos do hospital que dava para o estacionamento aberto. Estavam ali alguns carros de pacientes e trabalhadores de plantão, mas Calipso não estava interessada em nenhum desses carros, mas sim em um Honda preto bem discreto.

– Tem certeza que não foi seguida? – Perguntou o loiro para a garota no banco do passageiro.

– Absoluta. – ela respondeu rapidamente. – Já fez o que eu mandei?

– Sim, a casa explodirá daqui a alguns segundos. – ele riu com gosto. – E o acidente de Percy foi bem-sucedido?

– Perfeitamente, só falta Poseidon chegar de manhã para a família estar totalmente reunida. – ela afirmou com um sorriso de lado. – Estamos quase prontos para destruir o reinado Olympus.

– Quando atacaremos? – perguntou novamente o loiro para a garota com os lábios vermelhos.

– Assim que meu amorzinho se recuperar.

– Quando você acabará com ele para podermos namorar oficialmente, meu amor? – ele perguntou olhando para Calipso, olhos nos olhos.

– Assim que eu acabar com cada um de meus inimigos. – respondeu com uma gargalhada fria, então beijou seu amante e imaginou o quão era bom estar do lado vencedor.

Depois de passar exatamente três horas vagando de carro pela estrada escura sem nenhum porquê, Annabeth decidiu voltar para casa, a noite estava sem muitas estrelas e a lua não aparecia no céu. Seus olhos estavam inchados e sua boca tremia de tanto chorar, ao chegar em casa, subiu as escadas escancarando a porta do quarto, ela se jogou em sua cama, sem perceber o cheiro de gás se espalhando lentamente pelos quartos da casa.

Segundos antes da explosão acontecer Annabeth pulou da cama e arregalou os olhos ao ver a fumaça laranja e negra ir em sua direção com tamanha rapidez, ela não sabia o que fazer, então esperou a morte vir como uma luz se apagando nas chamas ardentes de fogo negro.

...Dois meses depois...

Percy estava se recuperando aos poucos do acidente, ele havia apenas ficado com uma cicatriz nos lábios, igual a Jason, e estava usando cadeira de rodas enquanto tentava andar novamente. Mas algo bom havia resultado em seu acidente, todas as lembranças perdidas, incluindo, por exemplo, Annabeth, haviam voltado a tona. E tudo o que ele queria era encontrá-la. Estava no hospital para um exame mensal e descobrir o quanto foi a melhora ocorrida, mas as coisas não estavam muito bem, nem para Percy, nem para o médico e nem para Sally.

– Anna-Beth... – ele repetia para a mãe, ainda com dificuldades por conta dos ácidos em suas cordas vocais. – Anna-Beth...

– Percy... – ela tentava explicar. – A casa da família Chase explodiu. Annabeth estava lá dentro na hora do impacto.

O moreno não conseguia acreditar, suas lembranças pareciam tão reais, ele não acreditava que a loira que havia batido em seu carro estava morta.

– Anna-Beth Mor-reu? – ele perguntou, seus olhos ardidos com lágrimas feitas, eram muitas coisas ruins acontecendo na vida do garoto.

– Infelizmente, meu amor. Ela era forte... Mas eu voltei e seu pai está aqui conosco a três meses... Vai dar tudo certo... E...

– NÃO, ANNABETH NÃO MORREU... Não pode ter morrido... não... – ele chorava muito, se lamentava por não tê-la reconhecido anteriormente, o que ela pensava dele agora? Em um túmulo da riquíssima família Olympus, com os nomes gravados... Palas Annabeth Olympos Chase, uma grande filha, uma grande amiga.

– Percy, uma coisa foi encontrada junto do corpo dela. Só a reconheceram por cona deste pertence, que já foi seu meu querido... – Sally Jackson colocou na mão do filho um cordão com um pingente, o cordão dourado com um pingente de uma coruja segurando um tridente, o símbolo das famílias Chase e Jackson quando eram unidas pelos melhores amigos Atena e Poseidon.

– Eu dei para ela, eu dei para Annie quando tínhamos cinco anos... Quando firmamos nosso namoro infantil... Não, Annie... – Percy se lamentava, nem ele nem Sally perceberam na espreita, da porta do quarto de Percy, um espia escutava a conversa, e ele não estava nem um pouco feliz.

– Percy, lembre-se de Calipso... – Sally tentava alegrar o filho, mas nada tirava a tamanha perda que ele sentia. – Volte com ela, ela lhe fará bem...

– EU QUERO MINHA SABIDINHA DE VOLTA! – ele caiu de joelhos no chão, suas lágrimas caíam sem parar, sua mente estava mais clara do que nunca. Ele viraria a fofoca do bairro, de Manhattan talvez, mas ele não ligava, relembrar sua antiga vida com Annabeth o fez perceber o quanto sentia falta da felicidade, não parecia ter 23 anos, mas sim dois ou três anos de idade, chorando por um brinquedo perdido, mas com um fundo mais triste ainda.

– Qual é seu nome? – perguntou o médico para uma mulher que encontrara perdida, seus cabelos queimados e desgrenhados, com roupas lascadas e cheia de fuligem.

– Não sei. – ela estava louca, sua mente era um emaranhado de ideias perdidas e entulhadas freneticamente, suas unhas estavam quebradas e pretas, marcas de queimaduras estavam espalhadas por várias partes de seu corpo, ninguém sabia como a loira havia sobrevivido por muito tempo.

– Tem família? – perguntou ele, a garota sorriu animadamente para o médico.

– Você é um anjo?

– Meu bem, sim, eu sou um anjo, e preciso que me ajude. Qual é o seu nome, e de que você se lembra? – o médico se ajoelhou ao lado da paciente, ela lhe olhou com cautela e deu uma gargalhada.

– Sou Anna, eu me lembro de fogo, luzes e de algas. – ela disse, seus olhos vagando entre as coisas misturadas por aquele local.

– Algas?

– Cabeça de Algas, sim, nome dele, Cabeça de Algas. – ela acenou rapidamente com a cabeça, seus cabelos antes louros cheiravam a fumaça.

– Nome de quem, minha menina? – o médico tentava ser o mais gentil possível, para tentar tirar algo da mente da mulher em sua frente.

– Percy, nome de Percy, Cabeça de Algas. Fogo, explosão, ruas. – ela se esforçava o máximo para lembrar de algo.

– Procurarei pelo Cabeça de Algas, querida, por enquanto, você ficará aqui com os outros anjos de branco, no Internato das Irmãs Margaridas. Aqui conhecerá pessoas como você, e que irão ajudá-la em sua melhoria.

Notas finais
Lembrem-se, se querem me xingar, matar, torturar e etc. Façam isso nos Reviews meus Lindões!!!