Notas iniciais
AAAAAAAAAAAAAAH GENTE, VCS SAO AS MELHORES LEITORAS DO MUNDO! 10 REVIEWS NO CAPITULO ANTERIOR! Genteeee ♥♥♥
Entao, pra me deixar mais feliz ainda, 2 lindas favoritaram: OBRIGADAAAA BabiLora e Love is not a fight!
Entao, eu quero agradecer tambem, infinitamente, a AninhaCBOS2 pela minha terceira recomendaçao!!! ♥
Entao, sorry nao postar ontem, nao tive tempo mesmo! Mas to aqui! rsrs
Okay, chega hsauhsahsusha leiam logo!

Capítulo 44 — Discussão

Me virei para Angie com um certo medo dela querer me matar. Sim, seu semblante deixava claro do quão brava ela ficou.

— O que você fez? — ela disse lentamente, suspirando, tentando criar calma em si mesma.

— Er...

— GERMÁN, VOCÊ FICOU LOUCO? — sua tentativa de calma foi um fracasso, pois ela começou a gritar feito uma louca.

— Desculpa, eu não sabia que...

— CLARO, NÃO SABIA. — ela disse ironicamente. — ALGUÉM ME TIRA DAQUI! — e começou a socar a porta com muita força.

— Ei, pode ser o destino que quer que tenhamos uma conversa como GENTE CIVILIZADA.

— Destino? — ela riu sendo, novamente, irônica. — ESCUTA AQUI, A ÚLTIMA COISA QUE QUERO FAZER É CONVERSAR COM VOCÊ! SEU T-R-A-I-D-O-R, IDIOTA, FALSO...

Já vi que ela não ia parar com os xingamentos e logo interrompi, gritando também:

— VOCÊ NÃO ME DEU CHANCES PARA EXPLICAR!

— E VOCÊ, POR ALGUM ACASO, JÁ ME DEU? — ela tinha razão. Da última vez, eu não dei chances para ela me explicar, e nem daquela vez com o Rafa Palmer, no restaurante.

Me calei, pois não sabia o que responder.

— Angie, meu amor, entenda que eu te amo. — tentei me aproximar.

— Ah, claro, me ama tanto que sai beijando qualquer uma por aí. E não me chama de "meu amor". — ela estava suando. — SOCORRO, ESTOU PRESA COM UM IMBECIL!

Angie voltou a socar a porta e me chamou de "imbecil". Realmente me doeu um pouco ver a mulher que eu amo me desprezando assim.

— Angie, me desculpa!

— EU SEMPRE TE DESCULPEI. SEMPRE! EU SEMPRE TE DESCULPO E VOCÊ VOLTA A FALHAR. CHEGA! CANSEI, GERMÁN. CANSEI DE SER TRATADA COMO UM BRINQUEDO. — Angie já estava meio rouca de tanto berrar.

— AH, ESTÁ INSINUANDO QUE TE TRATO COMO UM BRINQUEDO? JURA!? E TUDO O QUE EU FIZ POR VOCÊ? NÃO TE SIGNIFICOU NADA? — comecei a berrar também.

— INFELIZMENTE SIM. — ela começou a chorar. — UM DIA significou, Germán. UM DIA você me fez pensar que tudo aquilo era real. Mas agora não mais. O que você fez não tem perdão.

A cada lágrima que saía de seus olhos, meu coração palpitava de dor.

— ALGUÉM ME TIRA DAQUI! — Angie gritava.

Logo ela avistou uma janelinha que ficava no alto da parede. Começou a "escalar" umas estantes para chegar na janela.

— Você tá doida? Vai cair daí!

— E você com isso? — disse friamente.

Dito e feito. Ela caiu da estante. E caiu bem em mim. Claro, eu a segurei e por alguns segundos me perdi nos seus olhos.

— ME SOLTA! — saiu de cima de mim, me tirando do transe.

— Se eu não tivesse te segurado você teria se machucado feio!

— SERIA ATÉ MELHOR.

Da onde Angie tirou tanta frieza?

— É tão difícil entender que eu te amo?

— É TÃO DIFÍCIL TER CONSCIÊNCIA DE QUE VOCÊ ME TRAIU E EU NÃO QUERO MAIS NADA COM VOCÊ?

Angie falava com raiva e tristeza. Comecei a descartar a ideia que Violetta me disse: "Angie sente saudade de ti, porque me ama e é difícil deixar de amar alguém".

Para mim, Angie já deixara de me amar. E a partir daqui, meu mundo desaba por completo.

Pov Violetta

Papai saiu atrás da Angie. Eu temi pelo o que podia acontecer: ou eles se acertavam, ou se matavam.

As horas iam passando e nada de papai voltar, e para melhorar (ironicamente), ele tinha esquecido o celular em casa.

Angie não atendia seu telefone (N/A: o celular da Angie estava na sala dos professores, não com ela) e não aparecia de jeito nenhum.

Comecei a me preocupar quando deu umas dez da noite. Papai sumiu, Angie também. Ambos incomunicáveis... Onde se meteram?

Estariam brigando, ou se resolvendo? Gostaria que fosse a segunda opção, mas acho difícil Angie perdoar papai.

Todo mundo fora dormir e eu já estava cansada de ficar fitando a porta, aguardando ansiosamente papai entrar pela mesma.

Desisti e fui tentar dormir. Porém não consegui, eu estava muito preocupada.

Pov Germán

Angie cansou de fazer aquele escândalo e se sentou no chão, apoiando as costas na parede. Fiz o mesmo, mas sentei meio distante, se não ela começaria a gritar comigo de novo.

Pov Violetta

Consegui dormir lá pelas quatro da manhã. Acordei parecendo um zumbi: com olheiras e um cansaço extremamente forte.

Me levantei e rodei pela casa. Nada de papai. Nenhuma ligação ou SMS de Angie. O que aconteceu? Será que eles estão bem? Será que eles estão juntos, digo, no mesmo lugar?

Fui para o Studio, vai ver eu encontrava Angie lá. No caminho, trombei com Pablo e tive a ideia de perguntar:

— Pablo! Oi! Você, por algum acaso, viu a Angie ou meu pai?

— Oi, Violetta. Como assim?

— Papai sumiu e Angie também. Não dão sinal de vida! Estou muito preocupada.

— Calma, tenha calma que deve estar tudo bem. Você quer passar na casa da sua tia para ver se a encontramos lá?

— Sim, eu ia fazer isso ontem, mas estava muito tarde, então resolvi ficar em casa...

Caminhamos até a casa de Angie, que não era longe. Nada dela. Tudo trancado e apagado.

Desanimadamente, fomos ao Studio. Sim, fui acompanhada pelo diretor mesmo.

Chegamos lá e não tinha quase ninguém, apenas um grupo de cinco alunos conversando na porta do Studio. Fui com Pablo na sala dos professores e me surpreendi ao ver a bolsa e o celular da Angie jogados na mesa da sala! Ela estava aqui!

— Pablo! A Angie está aqui! Mas onde?

— Estranho... Vem comigo. — ele me puxou e fomos a procurar em cada canto do Studio.

Abrimos todas as portas e nada dela. Que situação esquisita, não? Foi aí que avistei uma portinha pela qual ainda não tínhamos ido conferir.

Apontei a porta para o Pablo ver e ele disse franzindo o cenho:

— No depósito, Violetta?

— É ué, vai saber...

Ele concordou e nos aproximamos da porta. Pablo tentou abri-la, mas sua tentativa não deu certo.

— Está emperrada.

— Será que Angie ficou presa aí?

— Não sei, é uma hipótese. Só vendo para descobrir. — e então, Pablo começou a forçar a porta e tentar abri-la.

Pov Germán

Acordei com um barulho vindo de lá de fora. Alguém estava tentando abrir a porta! Finalmente!

Mas só depois me dei conta que adormeci sentado no chão, com as costas apoiada na parede. Uma dor na coluna imensa que eu comecei a sentir.

Então, noto que a mulher mais bela desse mundo ainda dormia. Engraçado, sua cabeça estava apoiada em meu peito e meu braço estava em volta dela. Viu? O amor é tão grande que faz-nos abraçar sem querer durante a noite.

De repente, um frio na barriga. O medo de nunca mais poder acordar com ela do meu lado, seja o lugar que estivermos, me consumia.

Temi em pensar que essa seria a última vez que dormiria ao lado dela. Temi em pensar que nunca mais poderei acordar com seus beijos e sentir o cheiro de seu perfume. Temi em pensar que nunca mais poderei vê-la assim, calma e serena, dormindo. Nem parecia a mulher que estava gritando aos prantos na noite anterior. Temi em não ter mais aquele sorriso para alegrar meu dia...

Então, como ela estava dormindo mesmo, dei um beijo em sua testa e sussurei:

— Mesmo que você me odeie, eu sempre te amarei.

A apertei em um abraço e logo a soltei, antes que acordasse.

O ser do lado de fora continuava a tentar abrir a porta. Com o barulho, Angie logo acordou.

Assim que ela despertou a porta se abriu. Angie levantou num pulo gritando:

— FINALMENTE! Ah eu não aguentava mais ficar presa aqui com ele. — ela correu e abraçou a Violetta com força.

Levantei-me do chão e agradeci Pablo por soltar-nos.

Depois do abraço de Angie e Violetta, Angie me olhou feio e saiu sem dizer uma palavra sequer.

— Calma, pai... — Vilu tentou me consolar.

Minha filha me abraçou e eu disse:

— Acho que a perdi para sempre.

Notas finais
Entao o que acharam? acho que vcs vao gostar do proximo capitulo hehehe! Continuem comentando e me fazendo feliz rsrs
Olha eu sem assunto *milagre* kkkk entao ta... foi isso... beijos lindas ♥