Dungeoneer - Interativa

14 Você é uma fada, aceite.


Notas iniciais
Capítulo novo. Nele, teremos a aparição do ultimo personagem de leitor, Arslan Yagami, criado pelo Chosokabe Motochika. Além disso, teremos hentai. Quem vai pegar quem? Leia e descubra.

Em um belo quarto no castelo, Zerus Rose estava vestido apenas com um elegante robe de seda lilás, sentado em frente a uma penteadeira.

– Espelho espelho meu, existe um vilão mais diva do que eu?

O espelho não era mágico, portanto, não o respondeu, mas logo alguém bateu na porta.

– Quem ousa interromper meu momento de auto contemplação?

– Senhor, Papilus e os seus seguidores dizem ter capturado um dos seres extraplanares – uma voz feminina do lado de fora falava com ele.

– Diga que me esperem na sala de reuniões.

Zerus trocou de roupa e foi até a sala de reuniões, onde um grupo de guerreiros o esperava.

– Senhor, capturamos um dos alienígenas conforme suas ordens. Ele estava no Mart, mas ainda não sabemos o paradeiro dos outros.

Logo em seguida, eles apresentaram o narrador, que se encontrava amarrado e amordaçado.

– Vocês são idiotas? Esse é o narrador do torneio, atua há vários anos no Mart e não veio de outro mundo. Sumam daqui, e se cometerem outro erro eu mando empaná-los e servir como petisco em uma festa.

Eles começaram a sair levando o narrador, quando que foram interrompidos por Rose.

– Deixem ele aqui, um homem loiro de terno amarrado e amordaçado me será muito útil.

Os guerreiros partiram, vendo a expressão de desespero do narrador.

**********

Beatrice havia acabado de acordar após sua primeira noite na floresta com seus novos companheiros. Seu sono foi péssimo, não pela falta de conforto ou pelos insetos, foi o Kenta que o tempo todo grudava nela se oferecendo para aquecê-la, mesmo eles estando deitados ao lado de uma fogueira.

Pouco tempo depois os outros dois se levantaram.

– Dormiu bem minha princesa? – perguntou Kenta.

– Como um anjo, obrigada! – Beatrice mentiu.

Kenta, vá procurar algo para comermos, a caminhada é longa e não podemos perder tempo – ordenou Allan.

– E por que eu é quem tenho que procurar comida? – ele protestou.

– Porque só eu conheço os caminhos nessa floresta e sem mim vocês vão ficar perdidos, e obviamente não vou obrigar a garota a fazer isso, então vai logo!

– Tá bom, eu vou, mas só porque ela tá aqui – ele mandou um beijo para Beah.

Algum tempo depois, Kenta voltou trazendo algumas frutas e pequenos peixes.

– Os peixes estão bons, mas você pegou frutas venenosas – disse Allan.

– Então para de reclamar, joga as frutas fora e vamos comer os peixes – Kenta parecia nervoso.

– Calma meninos, vamos comer e continuar a viagem. Nem todo mundo conhece a selva tão bem como você Allan– falou Beah.

– Eu sou um Ranger, é meu dever conhecer a floresta toda – Allan tentava disfarçar que ficou sem jeito com o comentário da moça.

– É hora de morfar! – Beah se levantou fazendo pose de quem vai se transformar.

Os rapazes ficaram em silêncio, a olhando com cara de “o que você bebeu?”, até que o silêncio foi quebrado por Kenta.

– Ainda bem que você é gostosa.

– Pelo visto você não sabe o que é um Ranger, então vou te explicar. Rangers são defensores da natureza, protegendo as florestas e seus habitantes de invasores e guiando viajantes de bom coração. Como eu atuo na maior floresta de Dungeoneer, tenho um papel fundamental de não deixar ninguém se aproximar da rainha.

– Rainha nessa floresta? Eu conheci uma rainha, mas ela morava em um castelo bem longe daqui – Beatrice parecia confusa.

– Você deve estar falando da rainha da matéria, que não é a única. Eu sirvo a rainha da energia, a poderosa Catenária.

– E por que você não me disse antes? Sou louco pra conhecer alguma rainha, vamos nessa – Kenta se empolgou

– Tá maluco? Eu não tenho permissão para levar estranhos até o seu reino, principalmente um tarado como você.

– Eu não me importo com isso, ficarei muito feliz se você me levar ao lago Hylia – Beah sorria.

– Essa é a minha promessa. Vamos!

O trio assou e comeu os peixes, apagaram a fogueira e voltaram a andar, o que fizeram até o Sol se pôr.

– Vamos parar por hoje, aqui é um bom lugar para acamparmos – Allan moveu suas mãos e instantaneamente, as árvores que os rodeavam se curvaram formando uma espécie de cabana.

– Impressionante esse seu poder – entusiasmou-se Beatrice.

– Esse poder não é exatamente meu, eu apenas peço emprestado às plantas.

– Eu também tenho um poder show de bola – Kenta se meteu na conversa.

– E qual é? – perguntou Beah.

Kenta apenas olhou a garota de cima em baixo, até que ela se lembrou da visão de raios-X do rapaz, então apenas deu um grito e cobriu as partes interessantes do seu corpo com as mãos.

– Vamos parar palhaçada, temos que dormir para amanhã bem cedo e continuar a andar, ainda falta muito para chegarmos ao lago – interrompeu Allan.

Todos já haviam deitado, com Beatrice usando o corpo do Allan como escudo para não ficar no campo de visão do pervertido Kenta. Pouco depois de todos terem pegado no sono, foram acordados sentindo a terra tremer.

– Ahhh, terremoto! – Kenta gritou assustado.

– Estranho, nunca ouvi falar de terremotos onde estamos. Você está bem Beatrice? – Allan parecia preocupado.

– Estou, mas não consigo ficar em pé – Beah abraçou Allan para se segurar, fazendo o Ranger ficar com as bochechas vermelhas.

– Por que eu não ganho abraço? Só vou dizer uma coisa, se você gostar de dp eu fico atrás hein – protestou Kenta, que deu sorte pela Beatrice não ter entendido o que ele quis dizer.

– Pára de palhaçada, temos que ver o que está acontecendo – falou Allan em um tom bastante sério.

Allan desfez a cabana, e assim que as árvores voltaram às suas posições originais, todos puderam perceber que havia alguém em pé no meio da trilha. Eles não conseguiram ver suas feições, mas era possível ver que era um homem de cerca de 1,90 metros de altura, com um corpo razoavelmente forte.

– Quem é você? – perguntou Allan em alto tom.

– Há há há – o estranho dava uma risada maléfica – sou o seu pior pesadelo, também conhecido como Arslan Yagami.

– Se não se importa, pode nos deixar dormir? – pediu Beatrice.

– Infelizmente não mocinha. Sua cabeça está a prêmio e isso me interessa muito, mas vocês dois, marmanjos, podem ir e deixa-la comigo que eu não os machucarei.

– Claro que não vou deixar, sabe-se lá que loucuras libidinosas você pretende fazer com ela – falou Kenta heroicamente.

– Quem quer fazer loucuras libidinosas é você – Allan se dirigiu ao Kenta – mas estranho, estamos prontos para a luta!

Allan moveu as mãos e as mesmas árvores que estavam servindo como abrigo atacaram o estranho com seus galhos, porém antes de acertá-lo, as árvores simplesmente pegaram fogo, virando cinzas em poucos segundos.

– Não me faça rir, me atacar com plantinhas? – zombou Arslan.

Sem perder tempo, Kenta lançou duas correntes na direção do inimigo, correntes que pareciam se mover por conta própria como se fossem serpentes. Arslan as segurou, então começaram a ficar extremamente quentes, até que o Kenta não aguentou e teve que soltá-las.

– Só falta você garota, vai tentar me atacar ou prefere se entregar logo?

Beatrice sabia que seu poder de sugestão não funcionaria contra aquele homem, então colocou a mão na cintura, procurando seu punhal, porém não o encontrou. Foi então que ela se lembrou que o Boo, antes de ser comido, havia ficado com o punhal. A garota ficou paralisada, sem ter qualquer reação.

– Sábia escolha. Venha.

O homem correu até perto dela, e quando estava prestes a agarrá-la, sentiu alguma coisa segurando o seu pé.

– Um cipó? Ainda insiste em tentar me vencer com isso?

Enquanto Arslan falava, Kenta desembainhou uma katana e rapidamente o atacou, fazendo um pequeno corte em seu peito.

– `Pra quem era invencível, ser preso por um cipó e ferido por uma katana parece ridículo não é? – Kenta ironizou.

– Insolentes, morram!

Duas chamas negras saíram das mãos do vilão, que iluminaram o local, revelando um homem ruivo com a franja tampando um dos seus olhos totalmente negros. Cada uma das chamas foi lançada na direção do Allan e do Kenta, que os acertou e assim, eles começaram a pegar fogo.

– Não – Beatrice chorava – tá bom, eu vou com você, mas os deixe vivos.

– Eu não estou propondo uma negociação, eles vão morrer em pouco tempo e você vem comigo. Eu preciso pelo menos do seu corpo para pegar a recompensa, mas ninguém me disse que tem que estar inteiro, então não abuse da sorte.

Arslan avançou para tentar pegar Beatrice novamente, porém ele ficou paralisado.

– O que...o que está acontecendo? – o vilão não conseguia entender por que ele não podia mover-se.

– Já falei, se quer me levar me leve, eu sou fraca e não sei o motivo de ter sido escolhida para salvar esse mundo, provavelmente não sairei daqui viva, mas te ordeno que deixe os dois viverem, eles que sem me conhecer estão guiando o meu caminho e te enfrentaram para me proteger, e sem pedir nada em troca (tá, o Kenta quer me comer) – Beatrice fez praticamente um testamento.

Logo em seguida, as chamas se apagaram e os rapazes caíram desmaiados e com sérias queimaduras. Beatrice também desmaiou de exaustão, e aos poucos Arslan voltou a se mover.

– É garota, você possui uma força incrível, se soubesse controlá-la eu estaria perdido. Vou te levar conforme o combinado, mas não deixarei que acorde.

Arslan pegou a kantana do Kenta e preparava-se para fincá-la no coração da Beah, quando um brilho intenso ofuscou sua visão.

– Argg, que brilho horrível é esse?

– Deixe esses viajantes em paz e volte para o buraco de onde saiu – uma voz de homem, mas não muito máscula, ordenava.

– E quem vai me obrigar?

O brilho reduziu, até Arslan pôde ver um rapaz muito branco, com cabelos e olhos castanhos claro e boca tão rosa que parecia estar usando batom. Na verdade, ele estava usando batom.

– Uma fada, a única criatura que eu não suporto... – Arslan parecia amedrontado.

– Eu não sou uma fada, sou um vampiro – o rapaz protestou.

– Eu vou, mas ainda voltarei. Um herói luta até a morte, um vilão dá no pé quando o bagulho fica doido e assim sobrevive para fazer um ataque mortal pelas costas quando o herói estiver distraído. Fui! – Arslan sumiu pela floresta.

Na manhã seguinte, Beatrice e seus novos amigos acordaram quase ao mesmo tempo, e estranhamente, nenhum deles tinha qualquer marca dos ferimentos que receberam durante a noite. O rapaz que os salvou estava acordado, parecendo que estava esperando que eles acordassem.

– Quem é você? – Beatrice estava assustada.

– Não se preocupe, sou um amigo – falou o “homem”.

– Na verdade, ele nos salvou. A última coisa que lembro foi do meu corpo sendo queimado, e fomos salvos por ele. Seu nome é Edward, é uma poderosa fada que vive nessa floresta – explicou Allan.

– Eu não sou fada, eu sou vampiro – Edward reclamou.

– Vampiros não queimam com a luz do Sol? – perguntou Kenta.

– É o que eles querem que vocês pensem – disse a fada.

– O que era aquilo que nos atacou? Eu nunca vi aquele tipo de ser antes – observou Allan.

– Ele queria levar a gatíssima Beah e falou em recompensa. Já sei, ele queria fazer um tchaca tchaca com você – supôs Kenta.

– Não creio. Aquele monstro se chama demônio – contou Edward.

– Demônio? Achava que eles eram apenas uma lenda – Allan parecia surpreso.

– Eles já haviam desaparecido há séculos, mas parece que agora voltaram. E por algum motivo, ele quer essa garota – falou Edward.

– Tem certeza que você é um vampiro? Você não parece ter nenhuma característica deles – Kenta, inconvenientemente, voltou ao assunto.

– Claro que sou um vampiro. Eu sobrevivo sem comer – Edward parecia irritado.

– Ah, no meu mundo também tem mulheres que sobrevivem sem comer, elas se chamam modelos – contou Beah.

– No seu mundo? Explique isso direitinho – exigiu Allan.

Foi nesse instante que Beatrice percebeu que havia falado demais. Todos olhavam para ela, esperando alguma explicação. Percebendo que estava em um beco sem saída, ela recebeu confiar nos rapazes e contar sua história.

– Eu vou ser bem sucinta. Eu sou de um mundo chamado Terra, eu estava indo pra escola com a minha amiga Loren e fomos atropeladas por um caminhão, aí viemos parar aqui em Dungeoneer e encontramos o Junpei e o aaahh – ela suspirou – Kon. O Sortudo, que é um macaquinho que voa, falou que nós tínhamos que salvar o mundo e fomos até o castelo da rainha Cu qualquer coisa, e lá, o cara da rosinha a transformou em planta e botou a culpa em nós. Fomos parar em Etérnia, voltamos, tem gente nos caçando e eu me separei do meu grupo e me arrependi mas não tem mais jeito.

– Espere, você falou cara da rosinha e que manipula plantas? Por acaso é o Zerus Rose? – Allan estava espantado.

– Isso, ele mesmo – confirmou Beah.

– Ele traiu o movimento velho. Se você é inimiga dele, tenho mais motivos para te ajudar – falou Allan.

– Obrigada.

– Sua história é fantástica, só acredito porque enfrentei aquele demônio, o que indica que Dungeoneer está prestes a entrar em calipso – disse Edward.

– Não seria em colapso? – Beatrice tentou corrigir.

– Acredite, é bem pior – completou Kenta.

– De qualquer forma, não temos o que fazer aqui. Vou autorizar que entrem nos domínios da rainha Catenária – informou Edward.

– Yuupi, finalmente vou ver uma rainha – Kenta comemorou.

– Tenha modos, ela é uma rainha – repreendeu Allan.

– Então vamos, temos que chegar o mais rápido possível – Edward apressou o grupo, que continuaram a andar, com mais pressa agora.

********

Loren pediu que seus companheiros a esperasse na porta do hospital, alegando que ela tinha um “assunto de interesse comum” para resolver. Ela então saiu da enfermaria e foi andar pelo shopping, e percebeu que o dia anterior a fez muito famosa, tendo recebido muitos cumprimentos e cantadas de vários homens e até de algumas mulheres. A loirinha não estava interessada em nenhum deles, mas conversando com esses pretendentes, ela conseguiu encontrar quem realmente estava procurando.

Biske, espera! – gritou Loren, ao ver a garota saindo do Mart.

– Olá Loren, espero que não tenha ficado aborrecida com a surra que eu te dei ontem.

– Não estou chateada, mas na próxima vez que nos encontrarmos eu vou estar mais forte e eu quem vou vencer. Mas não é sobre isso que eu quero falar com você.

– O que é então? – Biske estava sorridente, apesar de intrigada.

– É particular, podemos falar em um lugar mais reservado?

Os garotos estavam esperando na frente do hospital há meia hora, até que Loren voltou.

– Oh minha linda, eu estava com saudade – falou Kon.

– Que assunto era esse que você tinha para resolver? – perguntou Hyugi.

– Ainda bem que perguntou, já que tem muito a ver com você. Lembra que a Biska falou que queria usar o dinheiro do prêmio para ter um jantar romântico com você?

– A mulher king kong? Lembro, por quê?

– Também lembra que nós viemos aqui para ganhar um dinheiro e estamos saindo totalmente duros?

– Aonde você tá querendo chegar? – Hyugi estava desconfiado.

– Ela concordou em nos dar as vinte boladas que ela ganhou no torneio pra dar umazinha com você.

Todos, exceto Hyugi, começaram a rir.

– Não, nem morto – o garoto era taxativo.

– Qualé, você tem sorte de poder pegar uma grande mulher como ela – Junpei botava pilha.

– Se você não quiser eu vou no seu lugar – ofereceu-se Kon, antes de levar um soco da Loren.

– Eu tava te devendo uma moca, e Sony, é melhor você nem se pronunciar se não apanha também!

– Eu tô quieto – Sony estava intimidado.

– De jeito nenhum vou pra cama com ela, vai que lá na hora ela fica gigante e me fala “fica de quatro que agora é minha vez”? Tô lascado.

– Vamos fazer uma votação? Quem é a favor do Hyugi dar uns pegas na Biske em troca dela nos dar o dinheiro?

Assim que a Loren terminou de falar, todos, exceto Hyugi, levantaram as mãos.

– Acho que você perdeu – concluiu Uroro.

– Não vou! – Hyugi estava determinado.

– Lembra que você falou sobre ser um herói? Todo herói deve fazer sacrifícios pelo bem de todos, e esse dinheiro será muito útil em nossa nobre missão – argumentou Loren.

– Está bem, lá vou eu – Hyugi estava conformado.

– Venha comigo, ela está te esperando em um hotel que tem aqui no Mart. Todos nos encontraremos no portão principal ok?

– Ok– todos concordaram.

Loren e Hyugi desceram cinco andares e foram até um local com uma placa que indicava uma estalagem. Na recepção, a atendente informou a Hyugi que a Biske o esperava no quarto sessenta e nove, então Loren saiu e Hyugi foi para o quarto indicado, tenso como se estivesse indo para um abatedouro.

O garoto bateu na porta, e apenas ouviu a voz suave que o mandava entrar. Ao abrir a porta, ele sentiu um perfume agradável vindo da moça, e por mais que ele não gostasse do seu cheiro natural, o perfume disfarçava bastante.

– Pode chegar mais perto, não tenha medo. Aceita uma taça de vinho? – ela segurava duas taças cheias.

– Vou aceitar – ele se aproximou, tomou uma taça das mãos da garota e engoliu em apenas um gole.

– Acabei de comprar essa lingerie nova, gostou? – Biske exibia um pequeno e delicado conjunto de calcinha e sutiã brancos.

– É que...eu não enxergo bem.

– Então toque nela, tenho certeza que irá adorar a textura.

Biske segurou a mão do Hyugi, que estava muito suada devido ao nervosismo, e colocou sobre seus pequenos seios que se encontravam cobertos pelo sutiã. Ela guiava suas mãos de forma a acaricia-la, e aos poucos, o garoto ficava mais a vontade com a situação.

– Posso te pedir um a coisa? – Hyugi pediu.

– É claro meu bem.

– Não se transforme naquele monstro gigante.

– E por que eu faria isso? Se eu gasto tanta energia pra manter essa forma delicada no dia a dia, por que eu não faria agora? É claro que ninguém quer transar com uma mulher velha e gigante. Fique tranquilo, tenho certeza que você irá adorar.

Ela se encostou no Hyugi e deu um beijo, e apesar de desconfiado, ele retribuiu. As mãos da Biske eram mais bobas do que as dele, e percorriam todo o corpo do rapaz, que deu um pulo de susto quando elas tocaram sua bunda.

– Desculpe por isso, prometo que vou compensá-lo.

Ela rapidamente retirou a roupa do Hygui, e começou a massagear sua minhoquinha, que aos poucos começou a dar sinal de vida. Quando já estava no ponto, ela começou a lambê-lo e, enfim, o colocou na boca, arrancando um gemido do garoto que não queria admitir, mas estava adorando o que a Biske estava fazendo.

– Não falei que você ia gostar? – ela deu um sorriso, e voltou a ficar com a boca ocupada.

Depois de usar seus talentos bucais para deixar o garoto beeeeem animado, ela tirou a própria roupa e literalmente pulou em cima dele, esfregando sua coisinha na coisinha dele, fazendo seus fluidos se misturarem. Ele, querendo dar prazer a sua cliente, massageou seus seios, agora nus, deixando os pequenos mamilos que pareciam duas mordidas de mosquito bastante eriçados.

Biske então sentou, fazendo a minhoquinha do Hyugi penetrar nela devagar, porém profundamente. Ambos gemiam bastante, com a loirinha fazendo vigorosos movimentos, enquanto o garoto segurava forte nos seus quadris. A garota começou a se mover mais rápido, até que, enfim, ambos atingiram o clímax. No fim, os dois caíram na cama exaustos.

Depois de algumas horas dormindo, Hygui acordou e percebeu que Biske dormia profundamente. Ele não quis acordá-la e sabiamente apenas deu no pé sem deixar rastros, indo ao encontro do restante do grupo. Ao chegar ao local combinado, todos estavam esperando por ele.

– E aí Hyugi, tá conseguindo sentar? – Junpei perguntou rindo.

– Pára com isso, não se deve zombar do que aconteceu com a parte traseira de um homem – Kon repreendeu, rindo também.

– Se querem saber, foi muito bom e não tenho que ficar dando detalhes a vocês. – Hyugi quis encerrar o assunto.

– Me agradeça mais tarde, o importante é que temos o dim dim – Loren mostrou uma pequena bolsa com moedas.

– Putz grila, você já tinha pego o dinheiro sem saber se eu ia topar?

– Eu sabia que você ia topar.

– O que vamos fazer com o dinheiro? – perguntou Uroro.

– Vamos? Eu trabalhei, eu decido – disse Hyugi.

– Eu preciso consertar minha armadura, não posso ficar com o peito aparecendo toda vez que eu quiser me proteger. Tenho certeza que com a armadura, teria vencido aquela Biska – disse Loren.

– Ai ai, nunca vou esquecer dessa visão, um seio de tamanho quarenta e quatro, branquinho mas com uma pequena e bela marca de biquíni, um mamilo rosado levemente... – nossa heroína deu um soco na cabeça do Kon antes que ele terminasse o que estava dizendo.

– Vamos à alguma loja de armas, quem sabe eles podem consertar sua armadura lá – sugeriu Junpei.

– Perceberam que ninguém tá pedindo a minha opinião? – Hyugi reclamou.

– Todos concordam em usar o dinheiro pra consertar a armadura da Loren? – perguntou Sony.

Sony, Loren e Junpei levantaram a mão, e o Kon levantou somente após receber um olhar intimidador da Loren.

– Quatro a dois, vamos a uma loja de armas – chamou Junpei.

Todos ficaram procurando o setor de armas, até que chegaram à loja de um ferreiro anão e barbudo.

– Olá forasteiros, querem comprar alguma coisa? – perguntou o ferreiro.

– Na verdade, queria consertar minha armadura – respondeu Loren.

– É claro, onde ela está?

– Bem, eu não guardo ela, na verdade eu apenas me concentro e ela simplesmente aparece.

– Pode me mostrar?

Quando o anão falou isso, os garotos ficaram de olhos bem abertos, esperando a transformação.

– Infelizmente não, ela tá quebrada em uma parte bem particular.

– Assim fica difícil ajudar.

– Que burro eu sou! – Sony deu um tapa na própria testa.

– Concordo, se eu fosse você já tava pegando a Loren há tempos – disse Junpei.

– A Braquistócrona deve poder ajudar, já volto!

Sem dar importância ao comentário do Junpei, Sony abriu um portal e entrou nele.

– Aposto que ele está fugindo – resmungou Uroro.

Alguns minutos depois, o garoto voltou.

– Falei com a Braqui. Como sua armadura faz parte da sua alma, ela não pode consertá-la, mas ela falou que existe um sujeito chamado Mu que pode. Ela até marcou a casa dele no nosso mapa, olha – Sony mostrou a indicação no mapa.

– Então vamos comprar mais suprimentos e partir para encontrar esse tal de Mu – Loren estava empolgada.

Os heróis deram uma última volta pelo Mart, e logo partiriam ao encontro do Mu. Se apressem, Dungeoneer precisa de vocês.

Notas finais
Bom gente, espero que tenham gostado. Estou tentando adiantar novos capítulos, então o próximo não deve demorar. Até o próximo.