Notas iniciais
hehehe acho que nem preciso dizer nada depois do título da continuação né g.a
obg a todas pelos comentários e por acompanharem a fic, bem vinda as novas leitoras e brigada pela nova recomendação *.*
esse capítulo é dedicado a todas que estão acompanhando a fic, muito obrigada pelo apoio amores
boa leitura!

Os braços musculosos e viris de Damon me embalavam e levavam para longe toda e qualquer influência do mundo ao nosso redor. Ambos estávamos entregues às emoções, ofegantes, abraçados. Eu o puxei para baixo do meu edredom e fechei os olhos, completamente enfeitiçada enquanto ele acariciava meus ombros. Ergui o rosto para que ele pudesse me beijar. Nosso beijo foi feroz, cheio de paixão, e eu não conseguia me impedir de me pressionar mais e mais contra ele. Meu corpo inteiro amoleceu e eu tremi, deliciando-me com as sensações que as mãos, os lábios, o corpo, o cheiro dele causavam em mim. Eu já estava delirante de desejo. As mãos grandes e frias dele agora acariciavam meus seios e eu soltei um gemido abafado, consciente de que ele também partilhava aquela forte e doce emoção por estarmos um nos braços do outro. Damon rosnou meu nome baixinho, estremecendo. Sua boca agora queimava em minha nuca, despertando arrepios seguidos que desciam pela minha coluna enquanto eu acariciava seu peito. Nós dois estávamos tremendo de prazer.

Já chega, eu ordenei a mim mesma, empurre-o para longe. Alguém pode entrar, Stefan pode entrar... se controle, mulher!

Mas não adiantava. Os débeis protestos que me restavam de sensatez não eram o bastante para me arrancar do torpor... Damon me amava... ele mesmo havia dito aquilo... aquela mesma voz grave e profunda que gemia agora em meu ouvido confessara seu amor por mim.

Como eu poderia ser racional? Como ignorar meu coração e meu corpo, que imploravam por ele?

Eu não era tão forte. As leves mordidas de Damon em meus lábios e suas mãos me percorrendo atraíam-me para o nosso paraíso particular. Minha necessidade ardente dele estava crescendo a cada segundo, cada centímetro da minha pele ardia em brasa ansiando por seu toque. Damon murmurava sons rou¬cos de prazer e me incentivava a acariciá-lo com o mesmo ardor. As roupas entre nós se tornaram uma barreira incômoda, e ele me ajudou a arrancar sua camisa, fazendo o mesmo com a minha.

Pele contra pele, nossa doce loucura se intensificava torturantemente.

Ele puxou minhas mãos em um novo incentivo para que eu o explorasse.

Hesitei.

- Elena – ele murmurou, arrastando a voz, impacien¬te, puxando minhas mãos contra seu corpo — Não está sentindo o que faz comigo? Quer me castigar?

Soltei um lamento cheio de desejo antes de puxá-lo para mim. Meus seios sensíveis esmagaram-se contra o peito dele e nos beijamos quase com desespero. Rolei um pouco na cama, ficando por cima dele, encaixando minhas pernas ao redor de seus quadris e distribuindo beijos ávidos por seus ombros e o peito largo.

- Eu te amo – murmurei em seu ouvido, dominada pela emoção – Nunca iria querer te castigar.

Damon murmurou algo em italiano, seu lindo rosto cheio de carinho e desejo. Ele estremeceu e girou sobre mim, prendendo-me entre seu glorioso corpo e o colchão. Explorou minha pele com as pontas dos dedos, e logo meu sutiã também foi jogado para um canto qualquer. Eu gemia e arqueava as costas languidamente debaixo dele. Estava a ponto de explodir. Ele não parecia ter pressa, suas mãos e sua boca deslizavam por meu corpo em carícias experientes que me deixaram em chamas. Damon conhecia todos os pontos sensíveis do meu corpo e me provocava impiedosamente.

- Damon... – minha voz estava tão trêmula que não consegui continuar.

Eu nem sabia o que dizer. Só queria ser dele, inteiramente, para sempre.

Estava agora só de lingerie, enquanto ele seguia com sua calça jeans. Tentei tirar seu cinto, mas ele não deixou. Prendeu meus pulsos com uma mão e continuou sua deliciosa tortura. Eu estava toda arrepiada, tremendo. As ondas de prazer me atordoavam e eu sabia que estava muito próxima de atingir o cume.

Fiquei tensa e meus dedos se enroscaram com força no cabelo dele. Eu mal conseguia fazer com que minhas mãos me obedecessem, estava frágil e tomada da cabeça aos pés pelos espasmos, mas consegui puxar seu cabelo macio. Sem força, quase em uma carícia, porém foi o bastante para que ele parasse o que estava fazendo e erguesse o rosto na minha direção.

- Ainda... não... – eu ofeguei – Quero... que você venha comigo.

Ele sorriu ternamente.

- E eu quero te dar prazer – murmurou Damon.

Sua voz ao mesmo tempo grave e rouca teve um forte efeito em meus sentidos sensíveis. Estremeci.

- Preciso ser sua – balbuciei – nada pode me dar mais prazer.

Ele gemeu e deslizou para me beijar de novo. Pude sentir meu gosto na boca dele.

- Por favor Damon – eu implorei – por favor, me faça sua...

Arrastei as unhas em suas costas, cheia de necessidade.

A mesma necessidade que eu vi em seus olhos azuis quando ele os abriu para me encarar.

- Como gosta de me torturar – ele semicerrou os olhos, sexy, depois abriu um sorriso travesso.

Eu que gosto de te torturar?, eu podia ter retrucado, EU? Tem certeza?

Mas não disse nada. Eu estava apressada demais, louca para tê-lo sem a barreira das roupas, então me limitei a arrancar seu cinto quase com violência e jogá-lo no chão do quarto. Desabotoei seus jeans e ele me ajudou a tirá-los. Estava agora deitado em cima de mim só de boxer preta, e eu parei novamente para beijá-lo. Ambos éramos agora puro instinto e nossos beijos se tornaram mais profundos e exigentes. Não houve mais palavras. Nossos corpos estavam encaixados, e imploravam para se fundirem. Era tão gostoso sentir o corpo dele colado ao meu, tão incinerante, tão... insatisfatório. Eu precisava de mais, muito mais.

Não reconhecia a mulher manhosa e sedenta que me tornava em seus braços.

Só precisava que ele me amasse.

Meus dedos alcançaram a barra de sua cueca e...

- Elena! – alguém gritou com indignação.

Eu me agarrei ao pescoço de Damon, assustada.