Duas Metades De Mim

11 Capítulo especial: minha cinderela


Notas iniciais
genteeeem tô pulando de felicidade aqui *-----*
quatro recomendações, muito obrigada meninas !
e conforme o prometido lá vem o primeiro capítulo especial, lembrando que não tem relação com o enredo da fic, é apenas um presente para as fofas que recomendaram a história.
a primeira one especial vai paraaa: a Camila Costa !
espero que vc goste amr,aliás, que todas gostem e que mais gente se anime para recomendar a fic kkkk
bjoos

Os dois se conheceram no Mysthic Grill.

Damon adorou a atração que aquela morena desconhecida exercia sobre ele, o toque de mistério que emanava dela. Havia algo diferente na postura dela, no modo como brincava com seu copo distraidamente sem parecer se importar com o fato de ser a única sentada no bar àquela hora. Passou os dedos de uma mão pelo cabelo castanho e sedoso, deixando-os deslizar por sua jaqueta de couro preta e cair no colo. As pernas estavam cruzadas e ela usava um vestido vermelho.

Ele foi se aproximando da mulher lentamente e viu o decote generoso do vestido. Ela parecia ser exatamente o seu tipo. E ele precisava agir antes que outro ocupasse o banco ao lado dela.

– Uma dose dupla de uísque – ele pediu ao barman ao se sentar ao lado dela.

A morena lhe lançou um olhar de esguelha, meio divertido, meio interessado. O copo escapou de seus dedos longos e Damon o pegou antes que pudesse cair no chão.

– Belos reflexos – ela sorriu para ele.

– Muita prática – ele abriu seu melhor sorriso sedutor.

A mulher levou alguns segundos a mais que o necessário para responder:

– Costuma quase derrubar sua bebida em bares com frequência?

Ela parecia definitivamente interessada agora. Ele riu.

– Não. Digamos apenas que reações rápidas não são um problema para mim.

Ela ergueu seu copo na direção dele em um brinde solitário.

– Obrigada.

– Espere – ele tocou o braço dela para impedi-la de beber.

Nem Damon estava preparado para o choque elétrico que o toque daquela pele macia lhe causou. Ele pegou apressadamente o copo que o barman lhe estendia e bateu-o com delicadeza no dela.

– Agora sim.

Os dois beberam com os olhos fixos um no outro.

– Damon Salvatore — ele informou – E você?

Ela abriu um pequeno sorriso malicioso.

– Pode me chamar de Cinderela.

Damon ergueu uma sobrancelha.

– Cinderela? – ele repetiu incrédulo.

– Por enquanto sim... – ela assentiu – Sempre fui um imã para os homens errados, Damon. Homens que aparecem, conseguem o que querem e depois vão embora. Não sei por que se dão ao trabalho de perguntar meu nome ou telefone, se nunca mais aparecem.

– E como pode ter certeza que eu sou um desses homens?

Não que ele estivesse dizendo que não era. Ele sabia perfeitamente que era. Mas estava curioso para saber a opinião dela.

– Não tenho – ela deu de ombros – Por isso disse ‘por enquanto’. Se me provar que estou errada te conto meu nome verdadeiro.

– E o que eu posso fazer para convencê-la que está errada? – ele riu.

– Ainda estou trabalhando nessa parte – ela piscou – Nenhum plano é perfeito.

– Sei... estou reconhecendo seu sotaque – disse Damon – Brasileira?

– Você é bom com sotaques – a morena sorriu.

– Obrigado, Cinderela – ele se abaixou para poder sussurrar no ouvido dela e a mulher se arrepiou – Ainda vou fazer você me contar seu nome, sabe.

– Quer apostar? – ela gostaria de não ter ouvido o tremor na própria voz.

Damon riu.

A química entre os dois e o mistério em sua Cinderela mantiveram o vampiro muito interessado. Eles conversaram por horas e ele conseguiu arrancar pequenas informações dela, como o fato que era jornalista e tinha vindo a Mysthic Falls visitar um primo. Ela parecia gostar tanto daquela cidade quanto do Brasil, seu país natal. A pronúncia do inglês dela era muito boa, apenas quando ficava nervosa seu sotaque se tornava pronunciado.

Damon gostou muito do sotaque sul-americano dela. Achava sexy o modo como ela arrastava as palavras e por isso começou a fazer perguntas que a deixassem envergonhada. Conforme bebiam, ele começou a dar em cima dela. Ea morena parecia estar gostando de suas investidas.

Em um dado momento eles começaram a se beijar.

Os beijos começaram suaves e foram se tornando intensos, quase famintos.

– Vamos para um lugar mais sossegado – Damon sugeriu entre os beijos.

Ofegante e já um tanto alta, sua Cinderela concordou.

Eles saíram do bar juntos e foram para a Ferrari preta dele.

– Belo carro – elogiou a morena.

– Obrigado – Damon abriu um sorriso largo.

Durante todo o caminho a mulher parecia incapaz de deixar de tocá-lo, o que estava tirando Damon do sério. As mãos dela brincavam com os botões de sua camisa, subiam e desciam pelos braços, a boca doce percorrendo lentamente seu pescoço. A respiração do vampiro acelerou ainda mais e ele já nem conseguia prestar atenção na estrada.

O caminho até sua casa nunca pareceu tão longo.

– Que casa bonita! — exclamou a morena ao entrar na mansão dos Salvatore.

Ela olhava maravilhada a decoração elegante e obviamente cara da sala de estar.

– Espere até ver a vista — Damon a pegou no colo e a levou impaciente para seu quarto.

Era um quarto grande, com uma enorme cama no centro coberta por lençóis de seda. Havia um pesado armário de carvalho ao canto e uma escrivaninha trabalhada a mão cheia de objetos antigos. Ela ia dar uma olhada na escrivaninha, porém Damon a interceptou e levou-a até a janela.

Abriu as cortinas e o fabuloso horizonte urbano da cidade se iluminou a seus pés. O pôr do Sol ali era fantástico, tingindo o céu de cores quentes como o vermelho e o amarelo que se refletiam na água do rio próximo à mansão.

A morena se aproximou da janela com um rebolado de quadris que fez Damon ficar ainda mais excitado, se é que isso era possível. Contemplou a vista fascinada. O vampiro, em troca, não conseguia afastar os olhos dela.

– Humm. É fantástica.

Deu meia volta e pousou o olhar na ampla cama com colunas, coberta com os lençóis de seda pretos, que parecia extremamente acolhedora. Damon se aproximou de sua Cinderela, que se sentiu embriagada pelo cheiro delicioso que emanava dele, combinado com todo o uísque que ela tinha bebido. Ela sorriu sedutoramente.

– O que fazem dois estranhos que se sentem tão atraídos um pelo outro como nós? — perguntou Damon sensualmente.

– Poderíamos fazer isso – dominada pelo desejo, Cinderela avançou até ele.

Acariciou sua bochecha, o suave contato das pontas de seus dedos despertando nele todos seus sentidos. Damon queria abraçá-la apaixonadamente, devorar seus lábios, mas esperou que fosse ela quem desse o primeiro passo. Ela roçou seus lábios com os dedos, incendiando-o por dentro, rodeou-lhe a nuca com as mãos e o puxou para si. Aproximou ainda mais o rosto do dele. O primeiro contato com a boca máscula e perfeita dele fez com que o coração da morena palpitasse em um ritmo frenético. Sentia um comichão nos lábios que enviava correntes de sensações por toda sua mandíbula, enquanto suas bocas se moviam juntas. Damon sentiu um calor abrasador e uma dor aguda em seu membro. A morena se separou dele e o olhou.

– Nossa que beijo – disse ela com a voz entrecortada – Eu sou Camila, Damon. Camila Costa.

– Você é muito sexy, Camila — sussurrou ele antes de voltar a devorar seus lábios – Prazer em conhecê-la.

A morena pôde sentir a ereção de Damon pressioná-la conforme ele ia apertando-a mais e mais de encontro a ele.

– Hmmm — Murmurou Camila, elevando a vista para olhar aqueles olhos azuis que cintilavam para ela — Parece que me deseja.

Ao ouvir sua voz entrecortada Damon soube que o desejo era mútuo.

– Muito, Camila.

Voltou a beijá-la, deleitando-se com seu doce calor. Camila deslizou a mão entre ambos e ele descobriu com prazer que estava desabotoando sua camisa. Tinha começado pelo botão superior, e Damon abriu os logo os inferiores para ajudá-la, movido pelo desejo de sentir as mãos dela sobre sua pele. Ela acariciou os músculos firmes de seu torso com as pontas dos dedos e brincou com seus mamilos. Beijou-o no pescoço e desceu com os lábios até a barriga definida. Damon ofegava agora.

Ela se afastou um pouco e sorriu. Depois virou de costas, com as mãos na cintura.

– Me ajuda?

Damon olhou para sua nuca delicada e foi descendo por seus ombros até alcançar o decote de seu vestido vermelho. Agarrou o diminuto zíper entre seus dedos e o desceu lentamente. Ele foi invadido pelo deleite à medida que o tecido vermelho ia se abrindo e deixava exposta a pele lisa de Camila. Refreou a urgência de tocá-la sabendo que, se o fizesse, ia arrancar o vestido e a possuiria ali mesmo, no chão.

Ela abaixou o vestido, ainda de costas, deslizando-o pelos quadris e o deixando cair no chão. Só o que ela usava agora era um pequeno conjunto de lingerie preta e rendada.

Camila deu meia volta e Damon acariciou com o olhar suas suaves curvas femininas. O sutiã sem alças, que apenas lhe cobria os mamilos, parecia oferecer seus seios. Sua pequena calcinha também não tapava muita coisa e ele olhava faminto para seus quadris redondos e esbeltos. Camila deslizou um dedo pelo peito de Damon.

– Gosta do que vê?

Damon estava a ponto de soltar uma risada diante da sombra de insegurança que viu nublar os olhos castanhos dela. Tinha que estar de brincadeira. Deslizou suas mãos pelo corpo de Camila, sentindo sua pele macia e acetinada.

– Com certeza.

Ela sorriu. Damon a puxou para si e beijou-a.

– Deixa que eu te ajudo — sussurrou.

Rodeou os ocupados dedos de Camila com os seus. Ela conseguiu desabotoar três dos quatro broches de seu sutiã. Ele soltou o último, mas o sustentou em seu lugar um momento mais, enquanto acariciava com os dedos a suave pele debaixo do elástico. Percorreu com beijos a parte de cima do sutiã dela, escutando como as batidas de seu coração aceleravam freneticamente. Tirou o sutiã e comtemplou os seios fartos da morena.

Começou a tirar a própria jaqueta, mas ela o agarrou e virou-se para ele, abraçando-o. Deslizou a camisa para longe do torso forte, ainda sem tirá-la, e esfregou seus seios nus contra o peito de Damon. Depois se apertou contra ele, o abraçando pelo pescoço e beijando-o ardentemente. Ele a rodeou com os braços e lhe acariciou as costas nuas.

– Você gosta disso, não é? – ele sussurrou ao pé de seu ouvido — Gosta de estar nua enquanto eu continuo totalmente vestido.

– É sexy – suspirou Camila.

– Me deixe vê-la – ele a pegou pelos cotovelos e separou-se ligeiramente dela.

Ela recuou e girou sobre si mesma, sorrindo lascivamente. Damon não conseguia mais prolongar o momento. Suas mãos quase latejavam com a vontade de sentir aqueles seios redondos. Ele acariciou-os primeiro quase com reverência, sentindo a incrível maciez da pele dela.

– Mia bella... – murmurou Damon rouco.

Inclinou-se para frente, apanhou um daqueles mamilos rosados entre seus lábios e o mordiscou brincando. Camila gemeu. Damon acariciou-os com empenho, sua língua levando a morena à loucura. Ele beijou o vale entre seus seios e foi descendo, até estar agachado diante dela. Camila entrelaçou com mais força seus dedos no cabelo dele. Damon passou a língua por seu umbigo em uma carícia provocante e foi descendo lentamente. Deslizou com uma lentidão torturante a calcinha pelas pernas dela e foi subindo pelas coxas grossas.

– Damon! – Camila quase gritou.

Ele subiu um pouco mais e beijou sua suave e íntima pele. Depois começou a lambê-la com delicadeza.

– Oh, Deus... vem aqui — gemeu ela, puxando-o para cima de si e o beijando com ardor.

Passou as mãos por debaixo da jaqueta e a camisa dele e as deslizou pelos braços. Seus movimentos urgentes fizeram Damon ferver ainda mais. Camila lhe abriu o zíper e por fim notou que as calças deixavam de oprimir sua ereção. Desceu as calças, impaciente para sentir sua pele em contato com a dela.

Estava tão excitado que mal podia conter-se.

Camila desceu sua a cueca e afastou-a para um lado de um chute. Acariciou-o no ponto de seu corpo que mais pulsava por ela. Damon precisou ranger os dentes e usar todo o seu controle para não alcançar o ponto mais alto do prazer naquele momento. Ele afastou as mãos dela e puxou-a contra si.

– Sono troppo eccitato per questo, mia bella – gemeu Damon.

– O quê? – ela perguntou confusa.

Por vezes ele se esquecia de falar em inglês quando estava excitado demais.

– Estou excitado demais para isso, minha linda – ele repetiu, dessa vez em inglês.

– Eu também – ela ofegou – Não aguento mais, Damon...

– Quero que isso dure – murmurou ele ao senti-la acariciando-o outra vez.

Damon gemeu.

– Vai durar na próxima vez... – rebateu Camila.

Ela se inclinou para frente e se aconchegou contra o peito largo de Damon.

– Eu preciso de você agora – ela murmurou, então mordeu o lóbulo da orelha dele.

Ouvir suas palavras e notar sua quente respiração em sua orelha fez com que ele perdesse o resto de controle que ainda tinha. Apoiou-a contra a parede puxou suas pernas, levantando-a no ar. Então eles se encaixaram.

– Ahhhh Damon! — gritou Camila enroscando as pernas ao redor de seus quadris – Deus...

O calor dela o rodeava. A morena o tinha levado ao limite antes sequer que ele se acomodasse melhor em seu interior. Sabia que não havia modo na Terra de fazer aquilo durar, mas tinha que encontrá-lo. Começou a se mover lenta e profundamente. Camila se contorceu de prazer. Damon se sentiu desnortear pelas sensações.

– Mais rápido e mais forte — insistiu ela — Mais...

Apertou as pernas ao redor dele e se arqueou para frente. Ele deu uma estocada, depois outra e ela gemeu de prazer. “Até que enfim” pensou Damon antes que a razão o abandonasse por completo. Continuou investindo até explodir, por fim, dentro dela.

Camila apoiou a cabeça em seu ombro e suspirou, agarrando-se a suas largas costas.

– Isso foi maravilhoso — disse ela enquanto distribuía beijos pelos ombros dele.

– Você não viu nada ainda – Damon sorriu e a puxou para cima de si.

Notas finais
e aí, ficou bom?
quero comentários hein?
quanto mais vcs comentarem mais rápido eu vou postar *-*