Dream Soldiers

2 Capítulo I – Nasce a Lenda!


Ele se depara com uma cena não muito agradável a seus olhos, um grupo de alunos de uma outra escola estava importunando uma garota que após uma analise mais critica ele pode perceber que ela era do Rosarius.

Kael: Com licença, mas você não perceberam que estão sendo inoportuno, para esta dama. – disse ele enquanto se aproximava.

Moleque1: Quem é você para dizer isso?

Kael: Isso é importante nesta atual conjectura? Caso o cérebro de vocês seja insuficiente para conseguir acumular informações vou explicar da forma que vocês possam entender. Estão enchendo o saco. Compreenderam agora?

Moleque2: Você está se achando demais para alguém que está sozinho.

Kael: Que infantilidade. Não conseguem me debater com argumentos e untulizam o fato de estarem me maior número para me subjulgar. Que ridículo! Realmente percebo o por que de não evoluirmos.

Moleque3: Aí, to reconhecendo esse moleque. É filho dos Krumnachers, o nome dele é Kael.

Kael: Vejo que pelo menos um de vocês consegue usar o cérebro muito bom. Merece até um biscoito. Ah, mas que pena não estou com nenhum para cachorro neste momento.

Moleque1: Hei, você sabe com quem você está mexendo?

Kael: Não, isto não me afeta. Mas caso queira uma resposta, estou mexendo com os três patetas. – olhando-os seriamente.

????: Não precisa fazer isso, eu estou bem. Meu carro já está chegando não precisa se incomodar.

Kael: Minha jovem dama, eu sou bastante tolerante, no entanto o que eles pretendiam fazer não seria bom para sua pessoa. Até por que não gosto do tipo de pessoas que eles são, insuficientes como homens se aproveitam de damas sozinhas para arquitetar seus planos.

Moleque2: Você não acha que está indo longe demais.

Kael: Eu nem comecei.

Moleque3: Vou te enfiar de porrada!

Kael: Duvido muito que consiga, considerando as possibilidades e mais provável vocês me darem alguns socos não mais do que cinco ao total depois disso.....Ah, como eu amo essa música!

No seu headphone começa a tocar “Soldiers of the Wasteland” uma das suas músicas preferidas ele estala os dedos e o pescoço e começa e se concentrar.

Kael: Intro solo!

Durante as batidas mais fortes de guitarra ele dava os socos quanto mais rápida se tornava a guitarra mais ele ia aumentando a velocidade, quando o vocalista começou a cantar sua velocidade diminuiu mas não durou muito, após o primeiro soco ele voltou juntamente com sua velocidade absurda. Dando sequencias de socos ele se tornava inatingível num combate a três, houve uma pausa o segundo soco, ele continuou a bater nos três como eles fossem sacos de areia o ritmo da bateria começou lhe permitir dar chutes cada vez mais fortes e perigosos.

Kael: Segundo Solo.

A música se tornara quase calma ele levara dois socos, mais a guitarra era pesada assim como seus chutes, dor. Algo que sempre conviveu suas esquivas batiam exatamente com a troca de guitarras da banda. Alguns socos eram desferidos mais para desnortear do que para causar dano. Então ele tomou o quinto último soco.

Kael: Preparem-se pois está para começar o main solo. E com isso suas esperanças se esvaem.

Um, dois, três, quatro eram infindável os socos dados por ele sua velocidade já não era mais acompanhada por olhos não treinados, seus pontapés precisos e punhos certeiros os três já não mais conseguiam sequer demonstrar algo em contra ataque os afiados olhos de combate estavam clamando por sangue inimigo em sua mente ele já via três passos a frente do que poderia ser feito sua mente estava aguçada seus sentidos libertos e seu poder ao máximo!

A medida que os 9 minutos e 45 segundos de música se findaram ele fez uma reverência aos seu inimigos mais do que machucados e se virou para menina atrás dele, a música estava tão alta que podiam ser ouvidas até mesmo pela garota.

Kael: Eles chegaram a fazer alguma coisa com você?

????: Não. – ela não conseguia lhe encarar nos olhos.

Kael: Ótimo, assim me sinto melhor. Nós somos de famílias importantes então por favor não se descuide se não esses tarados voltaram a aparecer.

????: Sim.

Kael: Estou indo, você ficará bem?

????: Vou, meu carro deve chegar em alguns minutos.

Kael: Chitose, eu sei que está aqui em algum lugar.

Chitose: Sim, Krumnacher-sama.

Kael: Fique aqui com ela o tempo que for necessário. Eu ficarei bem sozinho, nada acontecera comigo nesse meio tempo.

Chitose: Sim, Krumnacher-sama.

Kael: Foi um prazer defendê-la, — ele pega sua mão e beija – a seus serviços caso precise deles Kael Malvolo Krumnacher III, a suas ordens.

Mary: Mary Anne Constatinos Dumeque, prazer conhecê-lo.

Kael virou as costas e foi saindo e foi para sua casa descansar um pouco e comer. Nada muito diferente do normal ocorreu na sua casa e ele pode dormir sossegado, sem muitas preocupações no amanhã, que lhe esperaria cheio de surpresas agradáveis ou não.

Rey:Kael, fala comigo.

Kael: Não.

Rey: Fala comigo, Kael! Antes que seja tarde!

Kael: Não.

Rey: Kael!!Fala comigo!! – segurando pelos braços

Kael: DRAGONFORCE! – ele parecia meio irritado pela abordagem.

Yuuri: Esquece, é a banda preferida dele. Ele nem vai tentar escutar nem muito menos fazer leitura labial. Deixe-o ver com seus próprios olhos.

As escolas Rosarius e Abingdon tinham um mesmo portão de entrada, no entanto partir deste os caminhos se diferenciavam levando aos seus respectivos complexos escolares. Então uma cena um tanto quanto curiosa ocorria na entrada umas 10 a 15 meninas (Kael não conseguiu contar direito pelo fato delas estarem se mexendo) e todas elas a cada menino que passava elas perguntavam alguma coisa, entretanto a atenção dele estava divida ou ele ouvia sua banda preferida ou ele sabia o que elas estavam fazendo. Sua curiosidade venceu e para espanto de todos os que passavam viram ele tirar os headphones antes mesmo de entrar na escola.

Kael: Que diabos....

Garota1: Ei,você?

Kael: Oi, é comigo? – ele parecia a cada minuto mais curioso.

Garota2: É com você mesmo! Queríamos te perguntar uma coisa.

Kael: Claro, no que posso ajudar?

Garota1: Nossa amiga ontem foi salva por um garoto da sua escola e a única coisa que conseguimos saber é que ele usa.....Meninas é ele!!!

Kael: Sou eu o que? – ele realmente se assutara. Pois pode-se dizer que ele tem uma dupla personalidade quando está com seus headphones e que a dupla é muito suscetível, podendo variar de acordo com a música.

Garota2: Você é o garoto dos headphones!! Nossa senpai falou algo sobre você ontem numas das nossas conversas ela não quis citar o seu nome, mas sabíamos que encontraríamos você.

Kael: Ontem? – ele tem sérios problemas de transformar algumas memórias curtas em memórias longas.

Mary: Eu pedi pra elas não fazerem isso, desculpe me.

Kael: Ontem... – lembrando-se do que realmente fez – Ah, Mary! Tudo bom?

Garota2: Que ousado!

Kael: ¬¬; Você está precisando de alguma ajuda minha?

Mary: Não eu só queria lhe agradecer por ontem, foi muito cavalheiro da sua parte. – dando um beijo na bochecha de Kael – Também gostaria de lhe entregar este convite.

Kael: É para?

Mary: A festa de natal, na minha casa. Espero que você vá! – ela corava um pouco.

Kael: Se não houver problemas de levar uma acompanhante. É por que eu já havia combinado com outra dama para sair nesta mesma data.

Mary: Não, não há problema algum.

Kael: Obrigado. – ele botava novamente os headphones – Até data prevista, Mary. – ele parecia muito mais sério do que antes.

As pessoas que pararam ficaram impressionadas com a sucessão de eventos ocorridos inclusive seus amigos que estavam a alguns passos atrás dele. As horas passaram e a todo intervalo podia-se ouvir o sussurrar do mais novo evento da escola, “O Cavalheiro dos Headphones” não havia outro comentário entre os rapazes, muitos estavam com inveja isso era claro.

Yuuri: Moleque o que você fez?

Kael: Nada de mais, pelo menos pelo meu ponto de vista.

Rey: Kael, Kael! Chegou uma correspondência inter-classes para você.

Kael: O que?!

“Olá Kael,

Eu sou uma amiga da Mary Anne, meu nome é Thabata Van der Pool, gostaria que você se unisse a mim e a minha amiga para um almoço. Desde já agradeço,

Thabata Van der Pool”

Em anexo vinha um passe com o nome dele.

Kael: Mas que....

Rey: Maravilha!!!! Velho como você é sortudo!!

Kael: Você sabe que....

Yuuri: Nós sabemos do seu ritual alimentício, entretanto você não pode fazer uma desfeita com essa dama. E evite levar os...

Kael: Nunca! Mesmo que eu não ligue eles, eu vou levá-los faz parte do que eu sou, gostem ou não. Assim como meus anéis e meu coturno de ferro.

Rey: Me impressiona como você consegue correr com essa merda.

Kael: Falou o cara que aparenta não ter ossos, quando dança.

Yuuri: Touche.

Os três voltaram as aulas e seguiram com os estudos até o meio do dia quando os alunos são dispensados para hora do almoço.

Rey: Que orgulho, meu pupilo finalmente irá abrir suas asas e alcançara longos voos, para regiões ainda inalcançáveis por nós reles mortais.

Kael: Mas que....

Yuuri: Vai embora e boa sorte.

Kael desce do complexo escolar e vai para entrada, era muito estranho para ele naquele horário não estar com seus níveis de adrenalina elevados ao máximo pelo tocar das guitarras e pelas pancadas incessantes da bateria, no entanto ele deveria se controlar pois iria entrar num lugar completamente desconhecido para ele. Rosarius Girls School, era diferente de tudo que ele imaginara em todos os aspectos sua estrutura era mais suave, havia mais cor, mais brilho era muito diferente do azul, cinza e branco chapado da Abingdon.

Thabata: Kael Malvolo? É você?

Kael: Thabata, prazer em conhece-la. – beijando sua mão – onde vocês estão reunidos.

Thabata: Antes de irmos, gostaria de lhe perguntar você tem algum tipo de interesse pela Mary?

Kael: Não creio se posso dizer isso tão espontaneamente, pois eu a conheço por um período muito curto de tempo. Então não sei lhe dizer com certeza se estou afeiçoado por sua amiga. Ou devo dizer mestra.

Thabata: Como percebeu?

Kael: Acima de tudo eu sou aquele predestinado gostando ou não a ser o futuro DreamSoldier. Quando você tentou usar o primeiro nome dela você mordeu os lábios, isso me deu como um sinal de estar desconfortável com esta situação, além do fato de estar constantemente desde o inicio de nossa conversa de braços cruzados. Estou acostumados a ver guardas costas fazendo a mesma coisa.

Thabata: Incrível a sua percepção. Agradeça a Chitose por mim depois, naquele me senti indisposta e Mary-ojou-sama me insistiu para que me mantesse em casa.

Kael: Não se preocupe, no que depender de minha pessoa e eu puder ajudar, farei a tudo a meu alcance.

Thabata: Então vamos? – disse ela apontando o caminho – Ah, me desculpe se houver muitas meninas por lá, mas é inevitável. Você é o atual cavaleiro de armadura reluzente da Rosarius.

Kael: Vou tentar me acostumar.

Eles foram seguindo e sendo seguidos, a quantidade de garotas esperando para ver aquele que salvou a Mary Anne era absurda devia ter umas 20 garotas, só naquele aposento tirando aquelas que estavam do lado de fora esperando entrar. Funcionava como num sistema de entrada vip, se o seu nome estivesse na lista, você tinha acesso total ao interior.

Thabata: Thabata Van der Pool e...

Kael: Kael Malvolo Krumnacher III.

Guarda: Deixe checar....Claro podem entrar seus nomes estão aqui. Ah, Krumnacher-sama aqui, coloque esta pulseira.(só para constar é uma mulher a guarda.)

Kael: O que é isso?

Guarda: Isso lhe dara acesso área reservada, da corte real.

Kael: Ah, tá. Obrigado.

Thabata: Você parece não ligar muito para esse tipo de coisa.

Kael: Que tipo de coisa? Realeza que você está se referindo? Eu não vou muito com a cara deles e eles não vão muito com a minha então, evito. Mas não é por isso que devo desrespeita-los. Esse é o meu ponto de vista.

Thabata: A cada minuto que converso com sua pessoa, você me parece cada vez mais interessante.

Kael da uma risada e eles continuam andando para uma mesa maior com cadeira para oito pessoas sendo que seis delas já estavam preenchidas, em dois lugares se via duas placas escritas com o nome dele e o da Thabata, havia uma maid esperando pelos dois que lhes deu passagem e tentou quase ser morta ali.

Kael: Não no meu headphone – ele desviara por completo da mão da maid, parando a uns dois passos dela. Seu olhar estava muito sério.

Mary: Kael, algum problema?

Kael: Nenhum – disse ele enquanto coçava o nariz com dedão(o famoso “tapinha” com o dedão)

Mary: Oh, quantos anéis!!

Kael: Hã.

Mary: Sua mão, posso ver?

Kael: - ele estreita os olhos – Claro – depois abre um largo sorriso – Você é deve ser uma das primeiras pessoas que me pede para ver meus anéis.

Mary: Rebecca poderia trocar de lugar com Kael-dono.

Kael: Não precisa de tantas formalidades, me chama só de Kael que tá bom. – ele parecia estar sem graça. Os dois trocaram de lugares e ela imediatamente pegou as duas mãos dele e ficou a admirar os nariz que haviam nas mãos de Kael.

Mary: Incrível. Esse aqui é São Jorge, você é devoto dele?

Kael: Tenho afeição a ele e sua história, desde pequeno foi criado no cristianismo então tive que estudar, em meus aniversários normalmente eu ganhava livros. Os meus avós constantemente me davam sobre religião, num deles que conheci São Jorge.

Mary: Aqui na Rosarius grande parte de nós acreditamos em Sant’Anna.

Kael: Ah, então você deve gostar desse. — disse ele tirando um dos anéis, nele tinha uma cruz, a mesma cruz descrita no brasão do Rosarius.

Mary: Que lindo, ele é pesado. Não dói os seus dedos?

Kael: É como doutrinar-se para algum tipo de arte marcial. Você primeiro deve se acostumar-se com as constantes e depois aprender as variáveis.

????: Isso me parece mais com física, do que com artes marciais.

Kael: Hã. – disse se virando para direção do som.

Mary: Que rude da minha parte esqueci de lhes apresentar, essa são minhas amigas Jam Kuradoberi, Millia Rage, Baiken Yoshimori, Bridget Jones e Rebecca Johnson.

Kael: É um prazer conhecer todas vocês e sobre o que você disse Jam, acho que pareça bem verdade.

Jam: Não lhe dei tal intimidade, para me chamar pelo primeiro nome, soldado.

Kael ficara extremamente sério ao ouvir aquelas palavras, seu semblante receptivo assumira a mesma face que Mary só tinha visto quando ele estava lutando contra aqueles três.

Mary: Desculpe-me...

Kael: Mary, você não têm do que se desculpar. Eu sou um soldado, ela está certa. Não deveria estar nesta mesa da realeza, me desculpem e com licença irei voltar para minha escola.

Kael colocara imediatamente os seus fones e os pusera no volume máximo, para um ambiente com pouco som podia-se ouvir a música gritar de suas orelhas, a música era tão agressiva quanto a sua vontade de bater em alguém, Mary tentou chamá-lo fora em vão ele não escutava e não queria escutar. Ele voltara para a Abingdon com cara de poucos amigos, até mesmo aqueles mais curiosos se recusaram a perguntar o que aconteceu, até mesmo Reynaldo e Yuuri seus irmãos ficaram meio receosos de saber o que houve. Até que houve uma brecha na aula de matemática.

Rey: Kael. – ele sussurrava.

Kael: Cala a boca.

Rey: Kael.

Kael: Cala a boca – sua voz involuntariamente aumentava.

Rey: Kael! – um grito no sussurro.

Kael: CALA A BOCA!!!!

Todos na aula até então pacífica se assustaram com o grito ao ver o olhar do professor ele se levantou e se retirou da sala pedindo desculpas pelos seus atos e foi para a diretoria.

Diretor: Kael? – ele parecia meio deprimido ao vê-lo.

Kael: Hoje não diretor. Só espero que não tome uma bronca de novo. – ele colocava os headphones novamente no último volume.

Ao final da aula o professor apareceu na diretoria e perguntou o que houve e explicou a situação que não se desenrolou em muita coisa, a não ser uma advertência verbal para que aquilo não se repetisse. Ao sair dali ele foi andando para a ala dos clubes, era a única parte que era compartilhada pelas duas escolas. Normalmente e nos horários dos clubes que os namorados se encontram e os amigos colocam a conversa em dia.

Rey: Cara, você tá legal?

Kael: Eu pareço legal?

Yuuri: O que houve? Seja sincero pelo menos conosco.

Kael: Uma das meninas da realeza, me tirou do sério. Me chamando de soldado.

Rey: Mas.... – Kael olhava ele em fúria – tudo bem, esquece o que eu ia dizer, mas você sabe que é verdade.

Kael: Não é isso que me irrita, é como ela falou soldado. Como se eu fosse lixo, como se eu fosse menos que a barata que corre pelos esgotos. Ela se acha que é alguém só pelo fato de seu nome ser acompanhado por um brasão. Brasão por brasão eu também tenho um, minha família é um exemplo para os milicos!

Yuuri: Vejo que isso te incomoda quase que constantemente. Lembra do nosso ginasial, quando você esbarrou naquele moleque. Foi quase a mesma coisa, hoje penso que deveria ter deixado você dar umas porradas nele.

Kael: Hehehe. – ele arrumava o seu cabelo num coque.

Rey: Graças ele riu! Mas pera aí, tem uma coisa faltando.

Yuuri: Kael, você perdeu um dos seus anéis.

Kael: Merda aquele era o meu preferido! Shizuka que me deu! Espero que ela esteja ainda na escola.

Ele estava com sua roupa de kendô correndo pelas dependências do Rosarius ele parecia um borrão preto e branco para as meninas que o observavão passar. A distância ele visualizou ela, mas havia muitas pessoas na frente pulando pelas paredes parecendo quase um “Parkour” ele chegou na frente dele. (Momento Fanservice! XD) Seus cabelos se soltaram por causa da correria e ficaram a balançar com o vento seu rosto suado era agraciado pelos raios de sol que o fazia brilhar, sua armadura reluzia. Ele finalmente parecia um cavaleiro, talvez um samurai voltando do combate.

Mary: K-K-KAEL!! – assustando-se com sua repentina aparição.

Kael: Tem algo que eu preciso lhe perguntar.

Mary: O que? – ela começava a corar.

Kael: Você ainda está com o meu anel. Eu acabei me esquecendo dele, aquele é um dos meus preferidos. Alguém que me é muito importante que me deu.

Mary: Está aqui – disse ela tirando um cordão – toma estava pensando em ir na sua casa devolver-lhe.

Kael: Obrigado, realmente ficou muito agradecido por ter guardado ele.

Mary: Quem foi que lhe deu esse anel, caso você não sabe esse anel é dado as alunas que foram melhor graduadas na Rosarius.

Kael: Eu sei a Shizuka me disse isso.

Mary: Você está falando da Ayaname Shizuka?

Kael: Estou ela é minha.... — alguém grita por ele – desculpe-me mas tenho que voltar, foi um prazer conversar com você. Boa tarde.

A medida que ele se distância ela continua a olha-lo com olhar de admiração.

Thabata: Ojou-sama, o que é esse olhar? Está se apaixando pelo seu salvador?

Mary: Não, não é isso – ela corava – é porque me impressiona o fato dele ter vindo tão afoito atrás de um artefato tão diminuto.

Thabata: É por que este artefato lhe é muito importante creio que aquele borrão voltando seja ele, novamente.

Ele veio segurou a mão dela e deixou algo gelado dentro dela e voltou em disparada, para o clube de kendô. Quando ela abriu a mão, lá estava o anel de São Jorge, que eles conversaram mais cedo. Junto com um papel.

“Mary,

Obrigado por hoje, foi rude de minha parte ter saído daquela forma eu deveria ter contornado a situação. Como prova de que realmente quero me desculpar deixo a seus cuidados o meu anel de São Jorge, benzido pelo próprio papa. Espero que lhe traga muita sorte, felicidade e amor.

Kael Malvolo Krumnacher III”

Thabata: Eles realmente não percebem que seus atos fazem que cada vez mais gostemos deles, não é ojou-sama.

Mary: É... – ela parecia estar em outro planeta.

Thabata: Há!! Peguei a senhora, está toda derretida pelo Kael-sama que se entregou de primeira, mas antes de tudo precisamos saber relação dele com a Shizuka-senpai.

Mary: Verdade. – ela ainda não havia voltado – “Eu ganhei um presente de alguém que nem conheço, mas mesmo assim meu coração está descompassado. É estranha essa sensação, mas eu gosto dela, aguardarei ansiosamente pelo baile de solstício de inverno.” – ele ria alegremente enquanto segurava o anel dele.