Notas iniciais
Muito obrigada pelos comentários! Se bem que tem alguns leitores que deram uma sumida no último capítulo! O que aconteceu?? Fale comigo gente! E finalmente, o tão querido, desejado e idolatrado GALE! Siiiim gente! Para vocês que acompanham Living Caos, já viram que se encontraram, certo? Mas precisam aparecer por aqui também!! Sem falar que as coisas na república nunca são tão calmas assim, né??? Aumentou favoritos, aumentou leitor, agora só falta aumentar comentário, né?? Onegai?? Ah, e uma parte inicial foi inspirada pelo IshidaNeji77, tive a ideia depois de ler um capítulo da fic dele Mudando as Coisas. Por que vcs lindos não passam lá pra dar uma olhadinha??

O dia começou cedo na Dragons. Laxus estava com um humor dos diabos, apesar dos sonhos não terem sido tão ruins assim. Ele não conseguiu resposta naquele celular, mas isso não significaria que não tentaria. Mas ficou intrigado pela pessoa não retornar. Mexendo mais um pouco, percebeu que o número estava restrito, então mesmo que quisesse, coisa que a dona do celular quis e muito, ela não conseguiria. Urrou, porque ultimamente essa era a sua atividade favorita e saiu da cama em um rompante.

Chegou na sala e deu de cara com seus três companheiros dormindo um sobre o outro e com um video pornô rodando, aqueles pornôs nojentos do Gray. Checou pra ver se eles estavam vestidos e estavam, semi, porque estavam de shorts, só que não havia resquício de porra nenhuma por ali então era hora da cambada acordar.

Só que eles acordariam com estilo. Laxus foi até o quarto, pegou seu amplificador, conectou o computador grotesco de Gray com aquela coisa acontecendo e ligou no último, claro, precavendo-se, colocando os protetores auriculares. Ligou o play e deixou a baixaria rolar.

Depois de uns “fuck me like a fish” e “keep this dick hard as corn” Laxus ficou com muito nojo e começou a chutar os colegas.

“ACOOOOOOOOOOOOOOOOORDEM, BANDO DE BICHAS! QUE MERDA ACONTECEU AQUI?”

Os coitados não sabiam se estavam sendo vítimas de assalto ou se era mais uma piada do destino. Laxus os acordando e eles estavam em uma situação no mínimo vexamosa.

Gray estava seminu, como sempre, mas estava abraçando Natsu, que pra ajudar, também estava seminu e com uma cueca furada bem no canto da frente. Coisa asquerosa.

Gajeel não estava muito distante deles e o braço de Natsu estava envolvendo sua cintura suavemente e sua roupa de baixo era a mais deplorável de todas, contendo rasgos e com aquele elástico esgarçado, sem falar nas bolinhas. Claro que o loiro se sentiu ultrajado ao ficar fazendo aquelas observações estéticas sobre as roupas íntimas dos seus amigos, mas pegou-se a pensar e chegou à conclusão (?) de que a vida deles estivesse uma merda porque eles não estavam cuidando bem de suas “vergonhas”, enfiando em qualquer trapo.

Natsu, Gajeel e Gray, depois de acordarem, se cobrirem, se estapearem e se xingarem até cansarem, deram de cara com um loiro muito pensativo. Ele estava naquela posição da estátua de Rodin, só que mais assustador. Então começaram a se ajeitar muito calmamente para não tirá-lo de seus pensamentos. Só que Gray, não resistindo ao seu computador tão próximo foi até sua seleção de músicas e escolheu uma do Magal. Sandra Rosa estava explodindo. E Laxus explodiu também!

“SEUS IDIOTAS! QUEREM ACORDAR O PRÉDIO TODO? QUE MERDA ESSA, VÃO FAZER O CAFÉ” GRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAY, DESLIGA ESSA PORRA. NATSU, VAI COMPRAR O PÃO, GAJEEL, VAI COMPRAR UM TAPA SACO PRA VOCÊ. EU NÃO AGUENTO MAIS ESSA LOUCURA TODA. INFEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEERNO!”

E foi para seu quarto.


Os três não tinham ideia do que realmente tinha acontecido com Laxus e muito menos com eles. Estavam empolgados em ajudar Gajeel e Gray em seus encontros e até tinham falado desta questão das cuecas, mas Natsu achou que não precisava. Deu de ombros e foi para a cozinha preparar o café.


Seu celular tocou e era nada mais nada menos que sua ex-cunhada.

“Alô?”

“É o celular do Natsu?!

“Sim, é ele. Quem fala?”

“É a Mirajane.”

Depois de engasgar com a própria saliva, ele aquiesceu.

“Mira, o que..por que?”

“Bom, eu encontrei a Lucy em uma das conexões do aeroporto e vi umas notícias na internet. Achei-as interessantes e resolvi ligar pra você.”

“Ah, sim. Na internet?”

“Sim, mas não é disso que eu quero falar. Natsu, você me contou o que ia fazer quando terminou com a Lis e eu não pude impedi-lo e tive o descaramento de concordar que era o melhor pra ela ficar longe de você, lembra?”

“Lembro e você tinha razão.”

“Não, eu não tinha razão Natsu. Eu esqueci que ela precisava de você, não importava o que acontecesse. Eu sabia e digamos que eu também queria uma justificativa para os meus próprios atos. Natsu, você cresceu, certo? Espero que não seja mais aquela pessoa infinitamente feliz e com distúrbios de felicidade. Eu sinto a sua voz mais sóbria.”

“Acho que é um dia de cada vez Mirajane. Mas ainda não entendi o motivo da sua ligação.”

“Eu estou em Magnólia para reparar uma coisa, eu vim tentar falar com o Freed, não sei se você lembra dele. O meu ex, sabe?”

“Eu não lembro, mas fico feliz por você.”

“Natsu, o Freed é a sua Lisanna. E eu acho que se você gosta dela, deveria tentar lutar por ela. Só isso. Ou reparar o que fez. Se você quiser, eu te passo o endereço dela e o telefone.”

“Mirajane..eu não sei o que dizer.”

“Diga que vai tentar ao menos falar com ela?”

“Vou. Você me passa o telefone e o endereço?”

Mirajane passou e Natsu anotou em um papelzinho. Despediram-se e ele estava pasmo. Não achou de bom tom ligar agora porque ele realmente não sabia o que dizer. Ia pedir ajuda para os colegas naquele exato momento, mas quando chegou à sala, viu Gray perseguindo Gajeel porque ele tinha pego uma cueca dele.

“Gajeeeeeeeeeeeeeeeeel, me devolve essa cueca, seu lixo. Vai comprar uma pra você! Inferno.”

“Mas Gray, eu preciso de uma cueca nova pra hoje, vai que eu encontro a garota e role alguma coisa, cueca furada não dá, né? Essa sua aqui é firmeza.”

“Compra uma igual seu energúmeno, mas devolve a minha cueca, seu puto.”

Natsu só balançou a cabeça e foi comprar o pão.



No caminho para a padaria, começou a pensar se valia mesmo a pena incomodar Lisanna mais uma vez, porque ele realmente a tinha feito sofrer. Também teve aquele rompante de raiva no shopping ontem e o que ele teve que fazer para se aliviar depois, só que ele tinha que ser homem. Em sua concepção, um homem de verdade desistiria, porque ele não a tinha feito feliz antes, não faria agora, só que faltava muito pra ele ser mesmo um homem, ele precisava dela. Sempre precisou, só que não ligaria a esmo ou iria na casa dela sem aviso-prévio. Teria que ponderar, e precisaria da ajuda de seus amigos. Mas também queria desistir. Não sabia o que fazer.



Foi quando uma garotinha de cabelos platinados passou por ele, perseguida por um cara ruivinho e sardento.

“Lisaaaaaaaaaaaa, espera eu.” O menino gritava.

“Não, não espero. Vai ter que me pegar.”

“E se eu não for atrás?”

“Você fica sem mim, oras.” E deu uma gargalhada. (N.A: Espera-se que sejam imaginados com voz de crianças de 5 a 7 anos.)

Claramente que Natsu ficou assustado com o fato de crianças estarem correndo àquela hora da manhã, quanta energia, mas olhou no relógio e viu que passava das 11 já, deu um suspiro resignado, mas compreendeu. Era o preço pela covardia, ele teria que achá-la, correr atrás dela e se fosse tudo um desperdício, pelo menos ele teria tentado.

Foi na padaria, recebeu as condolências, comprou o que precisava e voltou pra casa, passou na banca de jornal, viu a foto de Lucy com Sting e pensou: “Se ela pode, eu também vou tentar.”

No caminho viu as duas crianças brincando o parquinho e se sentiu satisfeito.


Chegou em casa e encontrou Gajeel e Gray atordoados e Laxus os olhando como se fosse um leão pronto para dar o bote, mas em vez de finalizá-los, ele os acordou até decentemente e disse que Natsu tinha chegado e que todos podiam tomar o café.



O café foi feito em silêncio até Gray se lembrar que tinha o compromisso com Juvia e que tinha que se preparar. Saiu explodindo tudo. Gajeel também disse que iria sair, mas antes Laxus deu algumas instruções.


“Gajeel, vai comprar cuecas, pega um dinheiro que tem ali no pote de emergência e vai lá comprar. Eu nunca mais na minha vida quero arriscar a ver o pau de vocês expostos. Por favor. Vão comprar cuecas. Gajeel, pelo menos umas 7 pra cada um. Faz isso, tá?”


Gajeel não sabia se ficava mais impressionado pelo pedido em si ou pelo “por favor” de Laxus, então tratou de sair logo dali.


Natsu e Laxus se viram sozinhos naquele silêncio desconfortável, mas Laxus quebrou a calmaria.

“Natsu, decidiu se vai atrás da menina mesmo?”

“Ah..é..eu vou.”

“Bom, é bom mesmo ir. Porque se você gosta dela do jeito que você falou que gosta, não é bom desperdiçar tempo, né?”

“Você tem razão Laxus.”

Na verdade, Laxus queria um espaço para desabafar, mas já que o Salamander era extremamente raso para perceber, já foi chutando.

“Eu não sei o que fazer em relação a Cana. Esse jogo de gato e rato foi longe demais Natsu e eu não quero perdê-la. A gente tinha esse trato de sempre se trombar mas nunca se ligar, sabe? Eu não sou bom com sentimentos e ela também não, mas sabe quando a química estrapola? A Cana é linda, mas existem mulheres mais lindas do que ela no mundo, mas ela é a única que me interessa, sabe? Já viu um livro que fala do comportamento dos dragões ou filhos deles, é uma coisa de fantasia. Os dragões tem filhos humanos adotivos e esses filhos humanos quando vão procurar um companheiro tem uma espécie de impressão dracônica com uma mulher ou com um homem e essa impressão não pode ser apagada jamais? Se foi impresso é pra vida toda. Eu me sinto assim com a Cana, é como se ela estivesse impressa em mim, sabe? Tatuada mesmo e eu não conseguisse tirá-la daqui, mas ao mesmo tempo, eu tenho medo de quando ela estiver bem aqui, você entende?”

Natsu só assentia tudo em silêncio.

“Então – Laxus continuou – eu continuava no jogo de gato e rato porque era o confortável. Eu não podia acreditar que eu tinha mesmo me apaixonado, caído de quatro por uma mulher como ela. E ela parece que sente o mesmo por mim, mas temos essa necessidade estranha de nos afastarmos como se estivéssemos em lados opostos dos labirintos, mas que em algum ponto, depois de passar por muitas curvas, nos encontraríamos. Só que Natsu, eu tenho medo dela não gostar do que vai encontrar.”

“Você tem medo?”

“Sim, eu morro de medo dela não gostar do que vai encontrar.”

Natsu se sentiu mais homem então, porque se Laxus que era quem era, tinha medo, por que ele também não podia sentir? Ele ficou ainda mais animado em tentar arrumar o dele, só que se espancou internamente porque não se lembrava onde deixou o papel onde anotou o endereço da Lisanna e o telefone, mas antes de continuar nesse monólogo mental que demoraria séculos, ele ouviu Laxus chorar e não teve outra atitude a não ser abraçá-lo em silêncio.


Gajeel entrou na loja de roupas íntimas intrigadíssimo. Já não se lembrava o que tinha ido fazer ali e nem achava que precisava tanto de tapa-saco ou tapa-sexo. A coisa estava tão confusa, aquele dia estava tão insano que ele de alguma forma misturou todas as informações. Gray iria comprar as cuecas e ele compraria o tapa-saco ou sei lá. Roupas, acho que Laxus pediu pra ele comprar roupas pra todo mundo, mas então por que ele estava na loja de cuecas? Bom, talvez aqui tivesse o tal tapa-saco, que ele ainda não sabe de onde tinha saído.


Em um primeiro momento, se achou perfeitamente capaz achar as coisas sozinho, só que em uma determinada hora parou na arara das calcinhas sensuais. E achou que nunca mais fosse sair. As observava com uma estranheza ímpar, as achava desconfortabilíssimas, mas lindas e queria muito ver uma mulher vestida com uma dessas, mas que ele pudesse tirar depois. Só que era muito cedo para ter esse tipo de pensamento, sem falar que estava com dificuldades em lembrar das roupas que deveria comprar.

A atendente, que já tinha visto de tudo em sua vida, achou que era mais um enrustido que gostava de usar roupa íntima feminina, nada mais normal do que isso, mas a cara de bobo com a qual ele encarava as roupas era no mínimo perturbadora.

Como fazia parte de suas atribuições e sempre tinha a chance dele gostar de garotas também, ela respirou fundo e foi auxiliá-lo.

“Bom dia, posso ajudá-lo?”

Depois de recolher a baba, ele disse que queria um tapa-saco. A pobre atendente sabia que tinha que ter ido na missa no fim de semana, porque além daquele maluco de cabelo verde ficar comprando sutiãs da Mirajane Strauss, esse queria um tapa-saco? Mas que diabos era um tapa-saco? E ela quase permitiu que essas palavras saíssem da boca dela sem o devido cuidado.

“Moço, me desculpe, não compreendi o seu pedido.”

Gajeel que tinha um pavio quase tão curto quanto o de Laxus se exaltou:

“MOÇA, EU QUERO COMPRAR UM TAPA-SACO, VOCÊ ENTENDEU? UM BONITO AINDA.”

A atendente ficou lívida. Nunca em sua vida tinha ouvido tamanha atrocidade e já estava pronta para chamar a segurança quando uma mulher pequenina e linda veio em seu auxílio.

“Com licença, posso ajudar em alguma coisa?” Levy indagou.

“Bom – Gajeel respondeu – pelo que eu saiba, a sessão infantil é do outro lado.”

“Pode ser, mas pelo menos eu sei o nome de todas as roupas de baixo, né? Mesmo sendo pequena, coisa que não se pode dizer de você.” respondeu bem

Gajeel estranhou a necessidade de provocar uma pessoa que ele nunca tinha visto antes. Só ficou com aquela coceirinha de fazê-la ficar brava. Coisa de gente louca, só pode. Mas ela lhe parecia familiar. E como era bonitinha.

“Ponto pra você. Me desculpe a grosseria, pequena.”

“Posso esclarecer algumas coisas?”

“Fique à vontade.”

“Então moço, tapa-sexo geralmente é comprado por passistas de samba para esconder a vulva sabe? Então eles são pequenos, não esconderiam um “saco”, a não ser que você seja drag queen, daí elas tem técnicas maravilhosas de esconder a genitália, mas não se chama tapa-saco e sim tapa-sexo”

De onde então ele tinha tirado aquela porra de tapa-saco? E agora ela estava achando que ele era uma drag queen? Esse dia estava muito estranho. Sem falar que repentinamente começou a encarar a cestinha de compras dela e viu o tipo de roupa que ela estava comprando e ficou querendo vê-la vestida com elas, ficou com uma espécie de vontade louca em pedir para que ela deixasse que ele visse ela experimentando e se deu uns 25 socos mentais porque ele não era nenhum tarado. Pigarreou e disse:

“Me desculpe. Eu sou mesmo um idiota. Pode me ajudar? Ah, como é seu nome? O meu é Gajeel RedFox. Eu acho que já te vi em algum lugar.”

Ele viu que ela parecia desconfortável com a pergunta, mas não achava que sua piadinha a tivesse enojado tanto, estava quase indo embora quando a ouviu dizendo:

“Levy. Levy McGarden. Muito prazer Gajeel.” Ela disse em um fôlego só.

Ele não podia acreditar. Era ela Levy McGarden, a cronista! Na sua frente! Nossa, ele se lembrou de inúmeros diálogos travados com suas crônicas, da vontade que tinha em conhecê-la, de todas as frases inteligentíssimas que diria, caso um dia a visse, mas o que saiu foi:

“Você é a cronista do jornal?”

“Sim.”

E com a assertiva dela, ao invés de tentar mudar o papo, as palavras saíram por si mesmas.

“E vai me ajudar a comprar cuecas?”

“Então você decidiu que seriam cuecas?” Ponto pra ela.

“É, vai ou não?”

“Vou sim.”

Ele ficou aliviadíssimo por isso. E finalmente disse algo que prestasse.

“Obrigado, e eu sou seu fã.”

Então eles começaram. E em algum ponto da trajetória ele se lembrou de onde a conhecia. Do karaokê!!! Era a baixinha do karaokê!! A bonitinha, nossa!! Quem diria que aquele pingo de gente era a cronista que ele secretamente adorava. Nossa! Que beleza, que sorte, que merda, porque depois da cretinice que ele fez, como ela se interessaria por ele? Como ele era idiota. Se bem que tinha uma Levy que gostava do Shoob Doo Bop, podia ser ela, não? E se fosse ela, ele se desculparia e a provocaria de novo, não se sabe o motivo.

Depois de duas horas, 3 atendentes beirando o desespero e 20 cuecas depois, eles finalmente vão ao caixa, contudo, Gajeel não podia deixá-la ir sem agradecer e fazer a pergunta que o estava consumindo. Se fosse ela, bem, se não fosse, valeu a tentativa.

“Levy, você vai no karaokê hoje?”

“Vo..vou sim.”

“Ótimo, nos vemos lá.”

“Ah...tá.”

Nisso, Gajeel se despediu e foi embora com um sorriso no rosto.

Era ela!! As Levys eram a mesma pessoa! Ele não pode evitar de saltar pela rua e correr! Finalmente a maré estava ao seu favor, isso se ele não estragasse tudo com seu jeito troncho! Ah, ele tinha que ensaiar mais!!! E comprar roupas legais! Porque aquelas estavam horríveis. Iria ligar para o Gray, quem sabe ele o ajudaria?

Notas finais
Então gente! Esse foi o início do Gale, sem falar no desabar de Laxus e na decisão de Natsu. Gray estava comprando roupas, por isso não apareceu por aqui dessa vez. Ah, gostaram da pontinha da Mira por aqui?? Deixem suas opiniões na caixinha linda dos comentários logo abaixo!! Beijão e obrigada.