Dos Tons Pastel Ao Vermelho
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Estou sentindo falta de muitos leitores, mas vida que segue... a gente tem que valorizar o que tem e eu tenho leitores ma-ra-vi-lho-sos, que me dão muita alegria toda vez que eu posto um capítulo!
Quero dedicar este à Vivi, que fez uma recomendação a fic e com quem eu não converso muito, mas que é sempre muito fofa, quando a gente tem a oportunidade de se falar.
Vivi, muito obrigada!!! ♥
Um beijo grandão pra você e espero que goste do capítulo! =D
Espero que todos vocês gostem... kisses, kisses...
Finn foi acordado quando um vento frio tocou, de repente, a parte do seu corpo que não estava coberta pelas duas mantas grossas que ele mesmo tinha tirado dos sofás da sala de TV e usado para cobrir seu corpo e o de Rachel, depois que ela pegou no sono, em pleno tapete. Pensou em simplesmente puxar a coberta e dormir de novo, mas, mesmo fechados, seus olhos perceberam a claridade que denunciava que já era dia, então ele resolveu abri-los e procurar saber quão avançado o domingo já se encontrava.
Seu relógio marcava quinze para as onze, por isso não era propriamente uma surpresa que Rachel já não estivesse ao lado dele. No entanto, ele não pode deixar de se indagar se ela tinha dormido ali ou fugido para o quarto, assustada, ao perceber que tinha adormecido junto do namorado. Não achava seguro assumir, ainda, que ela estava preparada para dormir com ele, apenas por causa de uma noite em que ela pegara no sono em sua companhia.
Logo ele entendeu a razão para sua pele ter sido assaltada por uma brisa fria em pleno apartamento, quando viu a morena do lado de fora, encostada no parapeito. Teve quase certeza de que ela dormira na sala com ele, não só por vê-la ali, como também porque ela não vestia uma de suas camisolas, e sim a camisa social que ele usara na noite anterior. No entanto, ao se levantar e ir ao encontro dela, abraçando-a por trás e beijando seu pescoço, decidiu não indagar e deixar as coisas continuarem acontecendo naturalmente, no tempo dela.
"Bom dia, meu amor." Ele cumprimentou, passando o nariz atrás da orelha dela e as mãos por seu abdômen.
"Bom dia, bebê." Ela retribuiu, colocando os braços junto ao dele, deixando o enlace em volta dela ainda mais forte, os corpos ainda mais próximos.
"Acordou há muito tempo?"
"Não. Eu acabei de levantar." Mentiu, parcialmente, afinal tinha mesmo decidido se levantar há pouco tempo, mas só depois de ter passado mais ou menos meia hora observando o rapaz dormir. "Tá com fome?" Questionou, virando-se sem sair dos braços dele e agarrando-se à cintura dele também.
"Eu to com fome, mas não vou poder exagerar, porque se eu chego na minha avó sem fome nenhuma, já viu, né?" Riu.
"Ai, nem diz uma coisa dessas! Imagina? Criar problemas pra você logo com a sua avó!" Observou, temerosa. "Vamos ver uma coisa leve, pra você só enganar o estômago." Riu, dando a mão a ele, que abriu a porta de vidro, para entrarem na sala.
"Você não ficou mesmo chateada por eu passar o domingo todo lá, não, né?" Perguntou, já entrando na sala de jantar, onde estava servida boa parte do café, depois de terem passado pela sala de TV e se vestido adequadamente.
"Não." Assegurou, sorrindo. "Britt?" Chamou, sentando-se, enquanto ele fazia o mesmo.
"Bom dia!" A garota saudou, aparecendo no local.
"Bom dia." O casal respondeu.
"Traz as coisas de geladeira pra gente?" Pediu Rachel, e a loira apenas assentiu, se retirando. "Se você ainda fosse meu sub, com certeza eu estaria uma fera." Retomou a conversa com ele, de onde ela tinha parado. "Mas você tá me ensinando muitas coisas, Finn. E uma delas é que, mesmo querendo, eu não posso ter você o tempo todo."
"Você me quer o tempo todo?" Perguntou, com um riso sapeca nos lábios, mas não foi prontamente respondido, porque a governanta e uma empregada entraram, servindo suco, frios, queijo e leite.
"Você sabe que sim." Afirmou, suspirando, quando ficaram de novo a sós. "E você sabe também que te querer tanto assim me dá medo, mas que eu to lutando pra aceitar isso, assim como estou lutando pra aceitar que eu não sou sua dona."
"Você me tem, Rach. Você me tem, só que de uma outra maneira. Na verdade, eu diria que você tem o melhor de mim, agora." Sorriu ternamente.
"Quais são mesmo os planos pra esse domingo em família?" Ela quis saber, animada.
"Almoço com meus avós e o Rory, e depois assistir ao jogo do Eagles."
"Eu assistia aos jogos do Jets com meu pai." Pensou alto.
"Os Jets são de Nova York." Comentou, surpreso.
"Meu pai torcia pra eles." Respondeu, secamente. "Seu avô e seu primo gostam muito de futebol? São muito fãs dos Eagles?"
"Todos nós!" Confirmou, abrindo um sorriso quase infantil e não dando importância à resposta sucinta da morena. "Eu comprei uma camisa do Michael Vick pra mim, semana passada. Dei uma do Nick Foles de presente pro Rory, mas pro meu avô nem adianta comprar, porque ele tem uma camisa antiga do Steve Van Buren que ele não troca por nenhuma outra."
"Qualquer dia, podemos ir a um jogo. A não ser que você veja todos com eles." Sugeriu, timidamente.
"Não. Eu não vejo todos com eles e adoraria ver você em um jogo de futebol." Falou, demonstrando curiosidade. "Meu Deus! Eu disse que ia comer pouco! Por que esse croissant é tão bom, hein?" Os dois riram e continuaram fazendo a refeição em clima de descontração.
Rachel levou Finn à porta, quando ele estava pronto para ir embora, e passou o resto de seu dia descansando, lendo e vendo filmes. Ter tanto tempo sozinha fez com que ela tivesse a oportunidade de avaliar todas as mudanças que estavam acontecendo com ela e, por mais que ainda houvesse segredos e medos, ela estava feliz em estar dando uma oportunidade a seus sentimentos e a todas as coisas que estavam vindo com eles, como a decisão de se mostrar com menos máscaras para o mundo.
Na segunda-feira, ela teve gosto em entrar no closet e escolher uma combinação de roupas e acessórios bonita, de fazer a maquiagem, leve, mas caprichada, de escovar os cabelos e completar o visual com joias que ela mesma tinha desenhado e a empresa confeccionado. Optou por uma saia lápis de cintura alta de cor caramelo, com uma blusa de alcinhas com estampa de cobra e blazer preto, sapatos da cor da saia e uma bolsa Prada combinando com o casaco, e brincos e colar em ouro e ônix.
Para sua surpresa, mesmo sem ter visto Finn naquele dia, e sabendo que não o veria novamente na terça-feira, porque ele precisara ser mandado para reuniões fora da empresa, ela não perdeu, nem um pouco, a vontade de usar as coisas novas. No dia seguinte, ela escolheu um terninho preto e branco, que combinou com uma camiseta de seda amarelo ovo, que provavelmente destacava o belo tom da sua pele melhor do que a maior parte das cores.
Finn voltou às dependências da empresa a tempo de presenciar o look azul turquesa com branco da quarta-feira, a combinação de cinza claro com lilás da quinta e o vestido verde esmeralda da sexta, que ganhou a companhia de uma sandália dourada, no final do dia, quando eles foram jantar com um casal de amigos dele. Ryder era primo da ex-namorada de Finn e a noiva dele, Marley, era a melhor amiga da garota, por isso ele estava um pouco apreensivo em relação àquele encontro, mas, mesmo assim, não tinha como não estar animado de ver Rachel, finalmente, mostrando toda a sua personalidade, sem escolher este ou aquele ambiente para fazê-lo.
"Você tem falado com a Penny?" Marley perguntou a Finn, fingindo inocência. A verdade é que, se Finn não gostasse tanto de Ryder, ele nunca seria amigo da garota, porque, desde que namorava a amiga dela, ele tinha percebido que somente sua carinha era angelical.
"Não, Marley. Eu não falo com ela há muito tempo, na verdade."
"Então você não sabe que ela vai casar, né?"
"Não, eu não sabia." Confirmou, incomodado.
"O Dean propôs há uns três meses, e eles marcaram pra maio. Eu to ajudando em tudo."
"A empresa onde você trabalha tá contratando, cara? Eu to precisando arrumar alguma parada pra sair de onde eu to, porque o meu chefe simplesmente nem sabe o que é bom humor." Ryder falou, de repente, tentando salvar o amigo dos rumos daquela conversa.
"O que você faz?" Rachel perguntou, simpática.
"Eu sou advogado. Tem jurídico lá, Finn, ou eles terceirizam?"
"Terceirizam uma parte, mas tem jurídico, sim." Hudson respondeu, sem jeito. O amigo tentou ajudá-lo, mas, sem ter noção alguma, também o estava constrangendo, afinal a dona da empresa estava ali. No entanto, ele sabia que Rachel não ligaria, pois o garoto não tinha como saber, a não ser que ele tivesse supervalorizado o fato de namorar a chefe mor, e apresentado a ficha dela antes do encontro.
"Com que firma eles trabalham? A Penny é advogada da Miller e Becket Associados..."
"Wheeler e Rendell. Trabalhamos com Wheeler e Rendell." Rachel respondeu rápido, começando a ficar realmente incomodada com as menções da tal Penny por Marley. Finn tinha avisado que o casal era próximo de sua ex, mas ela não esperava uma pessoa tão indiscreta!
"Você também trabalha lá?" Ryder fez a pergunta inocente e Finn coçou a nuca, enquanto Rachel pensava em qual seria a maneira menos esnobe de respondê-la. Pelo rapaz, que estava sendo muito simpático, mas não pela namorada dele, com quem ela teria sido arrogante e sarcástica, com prazer.
"Trabalho, sim. Na verdade, eu comando a empresa."
"Comanda?" Ryder levantou as sobrancelhas, confuso.
"Ela é a Presidente, cara. Eu devia ter te falado." Finn esclareceu e Marley quase morreu, engasgada com o refrigerante que estava tomando.
"Uau!" O rapaz exclamou, espontâneo, e o casal riu, deixando-o mais a vontade.
"Você pode mandar um currículo pro Finn, pra ele encaminhar ao jurídico. Eu não sei se temos alguma vaga em aberto, mas, se eles acharem que você tem qualificação, podem te chamar, logo que houver."
"Ah! Claro. Claro... obrigado."
"Por nada. Mas agora me fala desse seu chefe mal humorado. Eu adoro saber o que falam dos chefes, pra imaginar o que falam de mim." Brincou.
O clima ficou descontraído e Marley pareceu sossegar. Ao menos ficou calada por boa parte do jantar, abrindo a boca só para comer e responder perguntas feitas pelo namorado. Contudo, quando os três pensavam que a noite ia ter saldo positivo, tendo sido o nome de Penny mencionado pela última vez durante a conversa sobre escritórios de advogados na Filadélfia, a garota resolveu voltar com seu veneno disfarçado, sugerindo que eles complementassem o programa a quatro, indo dançar um pouco, em uma casa noturna.
"Eu acho melhor não. É melhor combinarmos um outro dia." Ryder interviu, sem jeito.
"Por que não? Eu adoraria! Vamos, Finny?" Rachel embarcou na ideia.
"Pode ser." Ele respondeu, mas ficou olhando para o amigo, sabendo que alguma coisa não estava certa.
"Eu não sei se é uma boa ideia." Repetiu o outro rapaz.
"É por que a Penny vai estar lá, amor?" Marley voltou a se fazer de boba. "Não tem nada a ver, se for por isso! Ela tá noiva e o Finn tá namorando. Eles são pessoas civilizadas que podem se encontrar numa boa. Não é, Finn?"
"É... é... é claro." Ele gaguejou, como há muito tempo não fazia, e isso incomodou Rachel, que não gostou de vê-lo preocupado em encontrar a ex.
"Nós vamos, sim." Ela respondeu pelos dois. "Eu vou só retocar minha maquiagem." Afirmou, saindo para ir ao banheiro do restaurante.
No outro local, Rachel foi apresentada a Penny, que tinha o mesmo semblante inocente da amiga, mas, ao contrário dela, parecia realmente ser uma boa pessoa. A garota abraçou Finn, como se abraça um velho conhecido que não se vê há tempos, mas logo apresentou o noivo e não falou nada irônico ou provocador para o ex ou para a nova namorada dele, a quem também foi apresentada e cumprimentou com simpatia. Finn, no entanto, continuou estranho pelo resto da noite, e Rachel acabou ficando enciumada, acreditando que a jovem de cabelos avermelhados ainda o afetava, de algum modo.
"O que você tem, meu amor? Você veio calada o caminho todo." Ele tentara conversar com ela no carro, durante todo o trajeto para casa, mas ela respondera com o mínimo de palavras, então, assim que entraram no apartamento, ele decidiu indagar diretamente.
"O que eu tenho?" Ela inquiriu, em um tom de voz acima do normal. "Sou eu que te pergunto o que VOCÊ tem, Finn Hudson! Ficou todo nervosinho, quando soube que ia encontrar a... Penny." Falou o nome com desprezo. "Até gaguejou! Depois continuou todo tenso... todo estranho."
"Era por isso." Ele disse de forma quase inaudível.
"O que?"
"Era por isso!" Ratificou, apontando para ela mesma. "Eu fiquei tenso por isso, Rachel. Por não saber como você, que nunca teve um relacionamento... que tá acostumada a ter propriedades, em vez de namorados, ia reagir, me vendo perto de alguém que teve um relacionamento comigo. Que foi, aliás, a única... que teve isso comigo."
"Eu detestei. Eu achei a garota simpática, e ela mal chegou perto de você, mas, mesmo assim, quando eu pensava que ela já te beijou... que ela já te tocou, eu queria arrancar aqueles cabelos dela!"
"Você ficou com ciúmes." Sorriu, convencido, se aproximando dela.
"Você é meu, bebê! Eu não suporto a ideia de ninguém fazendo com vocês as coisas que eu faço. Eu sufoco só de pensar em você fazendo com outra mulher o que você faz comigo." Falou, ofegante, tocando o peitoral dele.
"Ninguém faz isso comigo, Rach." Ele afirmou, pegando uma das mãos dela e colocando sobre seu pênis, completamente duro dentro da calça social. Era muito excitante vê-la com ciúmes daquele jeito. Aquele era um tipo de possessividade muito bem vindo!
Ela olhou bem dentro dos olhos dele e, em um único movimento, arrancou a camisa dele, fazendo os botões saltarem para todos os lados. Ele se livrou da peça de roupa e a agarrou, pegando-a no colo, enquanto iniciavam um beijo intenso, rápido, indelicado. Sentou-se no sofá, com ela sobre as pernas, e tirou seu vestido, com pressa, enquanto ela abria o botão e o zíper da calça dele, que se levantou o suficiente apenas para abaixar a calça junto com a cueca, e sentou-se de novo, puxando-a para si e afastando a calcinha dela para o lado, para penetrá-la, sem mais demora.
"Diz, bebê. Diz que você é meu. Diz que essa boca é só minha." Pediu, puxando o lábio inferior dele com os dentes, em seguida. "Diz que esse cheiro... de homem, que me tira do sério, só eu posso sentir. Diz!" Implorou, passando o nariz pelo pescoço dele, enquanto rebolava devagar em seu colo.
"Rach... meu amor." Falou, se controlando para não aumentar o ritmo de uma vez, deixando que ela ficasse um pouco no comando como tanto gostava. Aproveitou para tirar o sutiã que ainda cobria seus seios. "Essa boca... só quer a sua." Assegurou, colocando dois dedos sobre os lábios dela, que os chupou, devagarzinho, como se saboreando. "Só quer o seu gosto." Acrescentou, movendo-se para lamber e chupar um dos mamilos dela, suavemente, o que a fez rebolar com um pouco mais de agressividade. "O meu corpo só quer o seu, meu amor. Ele é todo seu." Falou, voltando a encará-la e, então, finalmente, segurou o quadril dela, fazendo com que ela se movesse com velocidade, enquanto também subia e descia o dele. "Você me enlouquece, Rach. Você me enlouquece, meu amor."
"Você é meu? Todo meu?" Perguntou, de novo, enquanto o ritmo ia ficando alucinante.
"Só seu. Só seu... todo seu." Afirmou, mais uma vez, explodindo sem controle dentro dela, que ao senti-lo pulsar, atingiu também o orgasmo.
"Isso foi intenso, hum?" Ela considerou, depois de um tempo com a testa encostada no ombro dele, se recuperando.
"Acho que eu vou te deixar com ciúmes mais vezes." Brincou, levando um tapa em um dos braços. "Falando sério, agora, amor." Disse, quando ela saiu de seu colo e ocupou o lugar a seu lado no sofá, vestindo a blusa meio destruída dele. "Foi bom a gente encontrar a Penny, a Marley ficar te provocando, e tudo mais, porque a sua reação foi a reação normal de uma namorada."
"Não é isso que eu sou, afinal?" Sorriu, zombeteira.
"É." Sorriu também, fazendo carinho no rosto dela e sentindo uma felicidade muito grande porque as coisas estavam realmente dando certo entre eles. "E, mais importante do que isso, Rach... você tá sendo você mesma! Você tá se permitindo. Eu to tão orgulhoso de ter ajudado você a relaxar, a ficar menos preocupada com os outros, exatamente como você já tinha feito comigo!"
Ela se aninhou no peito dele e os dois ficaram ali por um tempo, em silêncio, trocando carinhos sutis. Não era preciso dizer mais nada, naquele momento, aparentemente. Todavia, em se tratando de sua relação com Rachel, Finn ainda seria surpreendido muitas vezes mais do que poderia imaginar, e não foi diferente durante aquela madrugada.
"Finn?" Ela se moveu, saindo dos braços dele e buscando seu olhar. "Fica aqui, hoje." Pediu e ele a olhou com o cenho franzido. "Não no quarto de hóspedes, mas comigo... na minha cama. Fica?"
"Você tem certeza?" Ela balançou a cabeça em sinal positivo.
"Foi tão bom dormir e acordar com você do meu lado, semana passada! Eu me senti tão em paz... tão segura!"
"Você não disse nada, então eu pensei..."
"Que eu tinha dormido por acaso, mas ainda não tava preparada, né?" Sorriu, largamente, e foi a vez dele de assentir. "Eu realmente dormi sem planejar, mas isso me fez sentir pronta pra tentar." Afirmou, levantando-se e oferecendo a mão para ele.
Ele segurou a mão dela e os dois foram para o quarto, nunca tendo tido tanto prazer na vida em apenas tirar suas roupas e dormir. Era mais uma barreira transposta e, com isso, havia agora muito poucas outras a derrubar.
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