Dos Tons Pastel Ao Vermelho
15 Capítulo 15
Notas iniciais
Mas PRECISO dedicá-lo a uma pessoa que fez uma recomendação pra fic há bastaaaaaante tempo, mas a quem eu não tinha tido a oportunidade de agradecer ainda, que é a Grazi.
Obrigada, viu, queridona? Adoro seus comentários, amei a recomendação e amodoro conversar com vc no tt!!! ♥
Beijo no coração, gente!!
Espero que gostem do capítulo...
Finn colocou Rachel na cama, grato por haver um abajur acesso no quarto, facilitando a vida de alguém que não sabia onde ficavam as coisas no cômodo. Arrancou rapidamente a cueca boxer e também se deitou, beijando-a e apertando um de seus seios, enquanto ela arranhava suas costas. Parou de beijá-la só para encarar os seus olhos cheios de fogo, enquanto fazia seu mamilo endurecer sob seu toque. Ela gemia, ofegava e esfregava o sexo na perna dele, apertando os olhos e cravando ainda mais as unhas nele.
"Olha pra mim, bebê." Ele pediu. "Fica olhando pra mim... nos meus olhos! GOSTOSA!" Disse, agarrando o seio dela de novo e roçando o biquinho na palma da mão, antes de deslizá-la pelo abdômen da morena até a sua intimidade, tocando-a sem deixar de encará-la. "Eu ADORO provocar você, sabia? Sentir você, assim, na minha mão." Afirmou, ciente do duplo sentido de suas palavras, depois de um tempo. "Mas não agora, porque agora eu não to nem um pouco a fim de esperar pra ter você."
Ele segurou atrás de um dos joelhos dela e puxou a perna, fazendo com que esta se dobrasse, e se posicionou, penetrando-a. Movimentando-se lentamente, fez o mesmo com a outra perna, deixando-a ainda mais aberta para ele e indo, assim, ainda mais fundo. Ela agarrava os lençóis com força e levantava o quadril na direção dele, no mesmo ritmo em que ele se mexia. Então ele colocou as pernas dela em volta de seu quadril e foi se levantando, até sentar sobre os calcanhares, ao mesmo tempo em que puxava o corpo dela, para que ficasse sentada em seu colo, na posição de lótus.
Ele segurou o quadril dela, para fazer com que acompanhasse a velocidade do dele, e ela segurou em seus braços fortes, para manter-se equilibrada. Os movimentos foram ficando mais fortes e rápidos, aos poucos, e eles deixaram de se encarar para unir seus corpos completamente e chegar juntos ao orgasmo, tão colados quanto possível. Jogaram-se na cama, exaustos, e ficaram se recuperando em um silêncio extremamente confortável.
Foi nesse momento que Finn parou realmente para observar à sua volta e conhecer o quarto tão cuidadosamente preservado de "intrusos" por Rachel. O ambiente era diferente tanto do imponente escritório em que ela trabalhava na firma quanto dos demais cômodos do apartamento, decorados com móveis elegantes e modernos, obras de arte caras e fotografias de Rachel com amigos, praticando esportes radicais pelo mundo. O mobiliário ali tinha uma leveza, dada pela brancura e pelas formas arredondadas dos móveis, uma delicadeza e feminilidade, concedidas pelo dossel sobre a cama e pelo espelho oval da penteadeira antiga reformada. O ar romântico era completado pela roupa de cama floral e pelos vários objetos em diferentes tons de rosa, como um abajur, algumas caixinhas e uma pequena escultura de bailarina.
"Então aqui é a fortaleza da princesa?" Ele perguntou brincalhão, se virando na cama para encará-la.
"É." Ela riu, ficando de frente para ele também. "Além de mim, só a Brittany e a Rosalyn vem aqui, pra arrumar e limpar. E, além delas, apenas a Kitty já entrou aqui, e, mesmo assim, só porque uma vez eu tive uma intoxicação alimentar e ela fez questão de ficar aqui, cuidando de mim, como se eu fosse um dos bichinhos dela." Brincou, se referindo à profissão da amiga, que era veterinária.
"Uma tigresa." Falou, malicioso, lembrando uma das fantasias de pelúcia que ela já tinha usado para ele, o que era engraçado considerando que a especialidade de Kitty era realmente tratar de felinos.
"Nem mesmo a Harmony conhece o meu quarto." Falou, sabendo que àquela altura, Finn já tinha ouvido falar o suficiente das melhores amigas dela para reconhecê-las pelos nomes, e até visto algumas fotografias das duas. Algumas eram as mesmas que mostravam Rachel fazendo escalada, paraquedismo, mergulho, e em outras aventuras. "Eu sempre vi esse lugar como uma parte da minha intimidade, sabe?" Continuou, sincera.
"Eu entendo." Assegurou. "E isso me deixa ainda mais feliz de estar aqui com você. Mostra que você quer que eu te conheça de verdade... que eu participe da sua vida de verdade."
"Eu quero." Confirmou, beijando-o. "Inclusive, eu tenho uma convite pra te fazer."
"Um convite?" Perguntou, curioso.
"É. A Kitty me ligou hoje. Ela e a Harm tão com saudades de mim e querem me ver e... não só isso, como elas também querem te conhecer." Disse, e ele percebeu o quanto ela estava nervosa. "Então, se... você também quiser conhecer as duas, elas vão estar amanhã num restaurante aí que ela disse ser muito legal e tal. Mas só se você quiser, ok? Não tem problema se você..."
"Ei!" Ele a interrompeu, se aproximando e fazendo com que o encarasse. "É claro que eu quero conhecer as suas amigas! Eu sou seu namorado, Rach." Observou. "Inclusive, eu também quero que você conheça melhor o meu primo... que vocês se encontrem fora da empresa. Talvez seja uma boa oportunidade pra chamá-lo, se você não se importar."
"Não. Claro que não." Sorriu.
"Eu tava só esperando você tomar uma iniciativa nesse sentido, meu amor. Eu não queria te pressionar, já que a gente combinou que ia fazer tudo o que é novo pra você com calma."
"Obrigada, Finn." Disse, segurando a mão dele. "Eu quero que isso dê certo e, aos poucos, eu to me acostumando com tudo." Afirmou e ele assentiu. "Então, já que esse final de semana você tá conhecendo tantas coisas, que tal conhecer a maior banheira da casa, hum?" Perguntou, de um jeito sugestivo, e em tempo recorde estava no colo dele às gargalhadas, entrando no banheiro.
A banheira era mesmo grande e eles passaram um bom tempo fazendo brincadeiras de adulto dentro dela, além de terem conversado bastante e trocado muitos carinhos. Quando saíram e Finn se enrolou em uma toalha, observando Rachel vestir um roupão rosa pink, já era bem tarde e os dois bocejavam. Ela vestiu uma calcinha e uma camisola limpas, retiradas de uma grande cômoda, e ele colocou de volta a cueca que tinha jogado no chão do quarto e disse que iria à sala de jogos, onde tinha ficado o resto das roupas de ambos.
"Eu acho que a essa hora não corro risco de encontrar os empregados, corro?" Questionou, secando o cabelo.
"Não. Mesmo que a Brittany esteja acordada, ela só viria pra essa parte do apartamento se a gente chamasse."
"Okay." Ele entrou no banheiro rapidamente, voltando sem a toalha. "É melhor você ir comigo, pra pegar suas roupas também, assim eu já me visto lá e vou indo."
"Finn." Ela disse, tocando o braço dele. "Eu queria poder dizer pra você ficar e dormir comi-" Foi interrompida pelos dedos dele sendo levemente repousados sobre seus lábios.
"Se eu achasse que você não tá tentando, Rach, eu ficaria aborrecido, sim. Mas eu sei que você tá fazendo o que pode e que, aos poucos, nós estamos nos tornando cada vez mais próximos." Ele segurou seu rosto e beijou sua boca. "Passos de bebê." Lembrou, antes de dar a mão a ela e irem até o cômodo onde tinham ficado suas coisas.
Na noite seguinte, o casal encontrou Kitty, Harmony e Rory no restaurante de culinária mediterrânea Opa, que se transformava em uma das melhores boates de Midtown Village à noite, com DJs, coquetéis originais e um relaxante jardim de inverno. Enquanto comiam, as amigas de Rachel iam se enturmando com Finn e o primo do rapaz conhecia um lado novo e inesperado da superior de todos os seus superiores. Depois, quando a pista foi aberta, as meninas foram dançar, deixando os garotos com suas cervejas, e foi o momento das observações acontecerem, dos dois lados.
"Nossa! Ela é muito diferente do que eu pensava! Sorridente, simpática! Ou será que é só porque eu sou seu primo e ela quer agradar?" Rory indagou a Finn.
"Rachel! Ele é maravilhoso!" Kitty elogiou o namorado para a amiga, enquanto isso. "Além de lindo, ele é um amor, inteligente, bem humorado. E ele adora você! Dá pra ver nos olhos dele."
"Eu gosto de pensar que ela quer, sim, me agradar." Finn respondeu ao primo, enquanto observava Kitty dizer algo no ouvido dela e ela abrir um sorriso lindo. "Mas ela É simpática e alegre, quando ela deixa aquela pose de durona que adota na empresa. Na verdade, a Rachel tem muitos lados... ela pode ser bem surpreendente!"
"Eu tenho muito que agradecer a você! A vocês duas, aliás." Disse Rachel, puxando Harmony para mais perto, pois tinham que estar próximas para ouvir umas as outras, graças à música alta. "Obrigada, Harmy. Obrigada às duas! Se não fosse pelos conselhos de vocês, eu nunca saberia como eu tava deixando de ser feliz por causa dos meus medos." As meninas fizeram gestos que deixavam claro que ela não precisava agradecer, e abraçaram a amiga, voltando a dançar em seguida.
"Você já conhecia essas amigas dela?" Rory perguntou. "A Harmony é uma delícia!" Declarou, estudando a garota de cima a baixo. "Ela tem namorado?"
"Cara, eu conheci as duas hoje, mas, pelo que eu sei, namorado ela não tem, não. Só que toma cuidado, cara! Ela é armada e perigosa." Riu.
"Ah, fala sério!" Duvidou.
"Eu to falando! Ela é oficial do exército." Falou, quase fazendo o amigo engasgar com sua bebida.
A noite seguiu ora com as garotas dançando na pista e os meninos observando de uma mesa, ora com o grupo todo em outra mesa, no jardim, onde havia menos barulho e eles podiam conversar animadamente, ora com todos na pista de dança, o que aconteceu mais depois que os dois rapazes já tinham bebido o suficiente para serem convencidos.
Ou talvez, na verdade, não tenha sido tão difícil assim convencer Finn, porque quanto mais Rachel dançava mais ele queria sentir o corpo dela contra o seu e, na pista lotada, seria mais fácil agarrá-la sem chamar a atenção de ninguém. Do mesmo modo, provavelmente não foi a bebida quem animou Rory, e sim o fato de Kitty ter arrumado uma companhia masculina no meio da noite, o que fazia com que ele e Harmony estivessem sobrando juntos.
Ao chegarem ao apartamento de Rachel, tanto ela quanto Finn já estavam enlouquecidos de vontade de transar e o mais longe que conseguiram ir foi até o sofá. Sem perder tempo com preliminares, coisa que, na realidade, já tinham feito no carro a caminho, ele a colocou ajoelhada com a parte da frente do tronco apoiada no encosto do móvel, e penetrou-a por trás, mexendo rápido e com força, enquanto massageava um dos seios e o clitóris dela.
Chegaram rápido ao ápice, e ele sentou-se no sofá, puxando a morena para o colo e fazendo carinhos em suas costas, enquanto esperavam o ritmo cardíaco diminuir e a respiração normalizar. Conversaram um pouco sobre a noite, sobre quanto ele tinha se dado bem com as amigas dela, especialmente Kitty, e quanto o primo dele tinha tentado se dar bem com Harmony, em vão. Riram das tentativas do rapaz de dançar mais perto da garota e de conversar somente com ela, e de como ele tinha acabado indo embora frustrado, enquanto Kitty, por sua vez, fora embora com um velho conhecido que reencontrara no local.
"Foi muito divertido! Valeu super a pena! E eu agora sinto ainda mais que a gente tem uma relação de verdade." Finn disse, acariciando o rosto dela.
"Eu também adorei! Minhas amigas amaram você e eu nunca pensei que me divertiria tanto com seu primo." Riu. "Só não sei se é uma boa ideia chamarmos os três, numa próxima vez. Acho que a Harm não achou ele tão divertido assim e que ele, por sua vez, acabou ficando com vergonha."
"É." Riu também. "Talvez seja melhor eu pensar em algum outro amigo pra levar comigo, porque eu também não vou sair sozinho com três mulheres, né?" Ela assentiu e ele olhou as horas no relógio de pulso, vendo que era tarde para um domingo, mas, mesmo assim decidindo tentar algo em que ele já estava pensando havia algum tempo. "Sabe o que pode tornar essa noite ainda melhor?"
"A gente ir lá pro quarto e começar tudo de novo?" Ela arriscou, mordendo o lábio.
"Na verdade, envolve fazer tudo de novo, mas não no seu quarto... apesar de eu ter adorado ir pra lá ontem."
"Aqui mesmo, então?" Ele balançou a cabeça negativamente. "Na cozinha?" Ela tentou adivinhar, mais uma vez.
"No quarto secreto." Ele finalmente acabou com o mistério, dizendo o último lugar da casa que ela achou que ele escolheria.
"Mas eu pensei que..."
"Eu não quisesse mais ir pra lá?" Ela confirmou. "Não, meu amor. Como eu te falei, eu nunca me incomodei com o que a gente fazia entre quatro paredes. O que me incomodava era não termos uma relação. Era eu não poder te amar, te dar carinho. Eu gostava das brincadeiras, da tensão. Eu sinto falta e sei que você também sente. Não sente?" Perguntou, olhando nos olhos dela.
"Sinto." Ela disse, ficando ofegante de expectativa.
"Você teria escolhido ir pra lá ontem, se tivesse me vencido?"
"Não... porque eu achava MESMO que você não queria mais. Passou tanto tempo."
"Eu não disse nada antes porque achei que no começo era melhor radicalizar, pra você sair do papel de dominadora." Brincou, apertando a ponta do nariz dela. "Agora, eu acho que você consegue assumir esse papel e depois deixar o personagem lá dentro, quando a gente trancar a porta de novo. Quer tentar?" Ela sorriu amplamente e isso era resposta mais do que suficiente, então os dois vestiram as roupas de baixo e seguiram para o quarto especial.
Ela perguntou se ele queria só usar o cômodo para transar ou se eles poderiam fazer alguma brincadeira, e ele respondeu que, ali dentro, poderia ser tudo quase como antes, e ela deveria fazer o que estivesse com vontade, pois ele certamente curtiria. Então ela mandou que ele colocasse música, dando o número correspondente à playlist que ela queria ouvir, e diminuísse a iluminação do local, e foi até o camarim. Voltou, ainda de calcinha e sutiã, e lhe entregou uma calça listrada em preto e branco, mandando que ele esperasse dentro da jaula.
Pela fantasia, talvez fosse melhor chamar o objeto de cela, dessa vez, pois não foi difícil prever qual seria o jogo. Logo a policial Berry chegava perto das grades, fazendo barulho ao esfregar um porrete nelas, e fazendo o prisioneiro Finn se fingir de assustado, e pedir clemência, dizendo-se inocente de quaisquer que fossem as acusações contra ele. Fazendo a linha durona, ela dizia que ele iria pagar caro por seus crimes, enquanto andava em volta da cela, para que ele a admirasse, e começava a se mover ao som de I just don't know what to do with myself.
Ela usou o poste de pole dance, que não ficava longe da cela, para se exibir, fingiu calor para abrir alguns botões da blusa, revelando um pouco do sutiã, deixou cair o cassetete e se curvou para pegá-lo, fazendo a saia subir e parte do bumbum aparecer. Depois de provocar bastante, chegou perto do detento e perguntou o que ele seria capaz de fazer para não ir para a cadeira elétrica, e ele disse que faria o que ela quisesse. Então, ela abriu a cela, algemando um de seus punhos e levando-o até a cadeira de motel que tinha adquirido pouco antes do desentendimento dos dois, prendendo no objeto a outra parte da algema.
Com ele preso à cadeira, ela sentou no colo dele, primeiro de costas, depois de frente, o tempo todo usando o uniforme de policial, e dizendo que se ele tivesse sempre bom comportamento jamais seria executado, mas que ele também não deveria ter esperanças de se tornar um homem livre, porque era dela agora. Ele curtiu a fantasia, chamando-a de oficial e só fazendo aquilo que ela mandava, somente saindo do personagem quando os dois já estavam quase gozando e, então, ele gemeu o nome dela e os dois se entregaram a um beijo cheio de desejo e paixão.
No final de semana seguinte, eles voltaram a sair com amigos e transar no quarto dela. Porém também passaram horas no quarto secreto praticando submissão e dominação. Ficaram tão exaustos no domingo que Finn decidiu dormir no quarto de hóspedes ao invés de ir para seu apartamento, e, no dia seguinte, eles tomaram café e foram trabalhar juntos. Não combinaram de se ver novamente naquele dia, mas ele a surpreendeu, no final da tarde, levando-lhe um presente que tinha comprado na hora do almoço.
"É linda, bebê." Ela disse, esticando à sua frente a blusa rosa choque de seda, mas ele percebeu que ela não tinha realmente gostado.
"Mas?"
"Como assim 'mas', Finn?"
"Eu sei que alguma coisa te incomodou."
"É que o modelo dela é um pouco formal pra sair à noite, mas eu tenho certeza que vou encontrar a ocasião perfeita." Sorriu, se aproximando e beijando os lábios dele. "Obrigada."
"Você sabe que essa blusa é pra trabalho, Rachel! Não é pra nenhuma ocasião." Frisou a última palavra, segurando as mãos dela nas suas. "Você é uma mulher de muitas cores, meu amor... de muitos tons! Você é aquela gata no cio que me deixa todo arranhado e acabado de tanto sexo, no quarto secreto." Afirmou, lembrando uma das fantasias que ela usara recentemente. "Mas você também é uma garota doce e, no fundo, sonhadora, que tem um quarto branco e cor de rosa, e gosta de comédias românticas. Você é a chefe durona de todos aqui, que cobra seriedade e resultados, mas também é a menina que ri a toa com as amigas e cuida delas quando elas ficam mal." Referiu-se ao porre tomado por Kitty na última saída deles, que fez as duas passarem boa parte da noite no banheiro. "Você mostrou tudo isso pra mim e isso só me fez te amar mais. Você não devia se esconder nessas roupas sem graça, aqui no trabalho."
"Eu não sei, bebê. Eu tenho medo de perder a autoridade, de..."
"Por usar cores?" Duvidou. "Isso não vai acontecer. Confia em mim!" Pediu. "Usa a blusa e faz um teste. Eu só to te pedindo um teste, ok?"
"Ok." Ela disse, ainda receosa em relação a usar uma cor tão viva para ir à empresa.
Obviamente, ela não poderia fazer a desfeita de não usar um presente de Finn. Contudo agora ela tinha a missão de encontrar um dia de trabalho no qual ele pudesse vê-la com a blusa sem que, contudo, esta fizesse qualquer estrago em sua imagem de CEO.
Fale com o autor