Donzela Guerreira

22 A tentadora disfarçada de anjo


Notas iniciais
Antes de tudo quero dedicar esse capítulo a mim por estar postando na data que havia prometido. Vocês não sabem como foi difícil! Agora, focando nos comentários lindos que recebi, mesmo sendo menores do que os dez que sempre peço, foram maravilhosos. Quem ama o casal BlacKinnon vai saborear o capítulo de hoje. E quem não ama vai saborear também! Muito obrigada por acompanharem a fic e mais obrigada ainda àqueles que se deram o trabalho de comentar. Boa leitura! Ps¹: Capítulo completamente BlacKinnon, como havia avisado, e totalmente +18. Ps²: Quem não gosta de ler esse tipo de coisa eu peço que não leia o capítulo, pois hoje tem só isso mesmo. Ps³: No gif, Ben Barnes como Sirius Black e Blake Lively como Marlene McKinnon.

Capítulo 22

A tentadora disfarçada de anjo

Bêbada de risada, Marlene não podia expressar seu ultraje ao tenente por beijá-la contra sua vontade. Verdade, ela tinha tido sua vingança, descobrindo que Sirius sofria de cócegas como ela. Mas agora, enjoada e ofegante, ela encontrava os avanços do Black não tão desagradáveis. De fato, uma parte dela, provavelmente essa “parte malvada”, perversamente desejava a esse guerreiro atrevido. Seu sangue se esquentou, e seu coração pulsava. Poderia ter escapado se assim o tivesse querido. Mas só parte dela o desejava. Não havia nada que Marlene amasse mais que combater com um inimigo valente.

— Você — ela murmurou — É uma besta!

Sirius respondeu com um grunhido e lhe mordeu o pescoço. Ela ofegou surpresa.

— Uma besta é o que sou, minha lady — ele concordou — E te devorarei.

Ele mordiscou de brincadeira a garganta dela. Ela se estremeceu debaixo dele, apanhada em um estranho lugar entre a risada e o desejo, e não estava completamente segura de que procurava escapar.

— Vou desfrutar de suas partes mais deliciosas — Sirius cheirou o pescoço dela, grunhindo — E me alimentarei com sua carne tremente — mordiscou o lóbulo de sua orelha, acendendo o desejo de Marlene — Cravarei meus caninos em seu delicado pescoço e beberei sua energia vital — Sirius deslizou sua língua ao longo de seu pescoço, e ela se estremeceu.

— Não — ofegou a loira.

— Oh, sim — ele disse, chupando levemente a borda da orelha dela. Marlene ficou rígida e um fogo instantaneamente invadiu seu sangue, se retorceu debaixo dele, golpeando-o com seus punhos. Ainda quando ele soltou suas mãos e ela poderia havê-lo empurrado, atraiu-o contra seu peito com uma força não maior que a de uma menina.

— Não.

— Sim — os dedos dele se enredaram no cabelo loira dela e lhe mordiscava o queixo — Ah, que presa mais deliciosa — ele chupou sua boca, como se estivesse provando-a. Em seguida Sirius apanhou o lábio inferior dela entre seus dentes.

Ela não tinha intenção de beijá-lo. Foi um acidente. Tentativamente Marlene mordiscou seus lábios, uma, duas vezes. Mas logo sua língua saiu para provar sua boca, e Sirius lambeu a dela em resposta. De repente não pôde detê-lo. Se ele era uma besta faminta, ela estava igualmente voraz. Ela esmagou seus lábios contra os dele, demandando sua resposta com tanta veemência que ela o mordeu sem querer.

Sirius retrocedeu.

— Devagar, minha lady — ele disse — Quem é a besta agora?

Seu comentário a paralisou por um momento. Mãe de Deus, o que a havia possuído? Deveria estar brigando para fugir. Mas seus punhos estavam enredados em sua camisa. Logo sua boca desceu sobre os dela novamente, meigamente, convidativa, e as preocupações se dissiparam na neblina do desejo. Como se o contato de seus lábios não fosse suficiente uma de suas mãos se deslizou ao longo de seu pescoço, sobre seu ombro e seu braço.

Em cada lugar onde ele fazia contato, sua pele parecia despertar. Sirius acariciava a curva de sua cintura, e ainda através de seu vestido ela podia sentir o calor da palma de sua mão. Enquanto Marlene continha o fôlego, sua mão foi lentamente para cima ao longo de suas costelas até que seu polegar alcançou o redondo de seus seios. Ela interrompeu o beijo.

— Não — ofegou, intuindo sua intenção.

— Sim — lhe assegurou, entretanto ele ficou olhando-a nos olhos, sorrindo, acariciando deliberadamente abaixo de seus seios, provocando-a até ela pensar que enlouqueceria de desejo, pois seu mamilo começava a ansiar pela mão dele. E Deus a ajudasse, eventualmente se arqueou para ele, faminta por esse contato. Só então Sirius prosseguiu, suavemente, tomou a parte abaixo de seu seio.

— Tão desejável — ele murmurou. Finalmente roçou seu polegar através do tecido sobre seu mamilo protuberante. Ela ofegou enquanto o desejo explodia em seu corpo como uma chuva de faíscas, excitando seus seios e o ponto ardente entre suas coxas. Entretanto, era só o começo. Ele baixou sua cabeça para murmurar no seu ouvido — Ah, outro delicioso lugar.

Ainda passando seu polegar sobre seu mamilo, ele deslizou a ponta de sua língua dentro do pavilhão de sua orelha, e era como se a tocassem com um ferro quente. Ela se retorceu ante o choque, apertando seus olhos, fechando-os, desejando essa intensa sensação, ofegando entre o êxtase e o desespero. De algum jeito ela estava desesperada por mais. Sua respiração soprava em seu ouvido, lhe produzindo calafrios. Seus mamilos ficaram rígidos com uma dolorosa tensão. E sua pele ficou tão quente que ela desejou tirar a roupa.

Ele devia ter lido sua mente, pois no momento seguinte, sua mão cessou com a tortura em seus seios para afrouxar as cintas de seu vestido.

— Não — ela disse, apertando seu decote.

— Oh, sim, minha lady.

Ela tinha pensado que o contato dele era quente, mas nada comparado com o calor da carne sobre sua carne. Embora suas mãos estivessem calosas pelo uso da espada, suas carícias eram fabulosamente suaves enquanto embalava seus seios, e em seguida meigamente apertava seu mamilo.

Marlene se agarrou a ele enquanto o desejo a envolvia.

— Oh, minha lady, é muito deliciosa aqui — murmurou contra sua boca. Ela pensou em lhe dizer que não, mas as palavras não se formavam em seus lábios. Ela só pôde ronronar um pequeno protesto — Sim, muito deliciosa.

Sirius deixou um rastro de beijos ao longo de seu pescoço e sobre seus seios e em seguida baixou ainda mais o vestido. Ela tremeu enquanto o tecido roçava sua carne. Marlene acreditou que não havia glória maior que senti-lo lamber seu mamilo, até que ele o sugou.

Ela soluçou, movendo suas mãos à nuca de Sirius, como pudesse sustentá-lo contra seus seios para sempre. Ondas de prazer a invadiram enquanto ele usava seus lábios e sua língua para sugar, o que simultaneamente a acalmava e a excitava. Entretanto ela não estava completamente satisfeita. Ela gemeu debaixo dele, sentindo-se tão indefesa como um guerreiro inexperiente, incapaz de escolher a arma para eliminar a seu inimigo. Mas Sirius escolheu por ela, e escolheu espertamente. Com um roçar final de sua língua, ele soltou seus seios e se moveu para cima para beijar sua boca novamente. Os lábios deles se uniram, e suas línguas se entrelaçaram. Ela gemeu brandamente contra sua boca.

— Sei, amor, sei — ele murmurou.

Ele começou a levantar suas saias, despindo suas pernas. Embora era o que ela desejava, Marlene moveu suas mãos para bloqueá-lo.

— Shh — ele gentilmente levou sua mão a seus lábios, beijando seus nódulos para a tranquilizar.

Contra seus instintos, ela o deixou proceder. Sirius deslizou sua mão debaixo de suas saias, acariciando o interior de sua coxa. Seus músculos se esticaram, por não estar acostumada a esse tipo de contato, até que as carícias a acalmaram.

E entretanto essas carícias não apaziguaram sua crua necessidade. Uma dor crescia dentro de seu ventre e de algum jeito sua mão não terminava de satisfazê-la. Ela grunhiu em frustração e empurrou seus quadris para frente, desejando que seus dedos se alojassem ali. Entretanto se mantiveram longe. Ela se arqueou para cima, tratando de forçar sua mão.

— Tão ansiosa — ele a provocou.

Uma necessidade imperiosa superou seu orgulho. Ela soluçou desesperada enquanto Sirius demorava o que ela mais desejava. Depois de um longo momento, o Black se rendeu a suas demandas.

— É isto o que desejas? — ele murmurou.

Seus dedos acariciaram o centro de sua necessidade. Ela gritou e empurrou contra sua palma, esfregando-se instintivamente contra sua mão. Sua boca voltou para a dela e a beijou meigamente enquanto começava a usar seus dedos sobre ela na mais deliciosa dança.

— Oh, Marlene, doce Marlene — ele murmurou contra sua boca, como estivesse sofrendo com ela — Tão quente. Tão úmida — suas palavras lhe provocavam novas paixões. Logo, uma corrente de desejo a arrasou mais rapidamente do que ela podia nadar. Ofegante, ela se agarrou a seus ombros enquanto a maré a levava alto e mais alto — Oh, minha lady — ele ofegou — Agora te devorarei inteira.

Ela não se atrevia a pensar no que Sirius queria dizer com isso.

Mas não lhe deu tempo de considerá-lo.

— Não! —gritou. Seus olhos se abriram completamente quando o sentiu deslizar-se para a parte baixa de seu corpo.

— Sim — ele grunhiu brandamente.

Com pânico ela agarrou seu cabelo, tratando de evitar seus planos. Mas Sirius se moveu inexoravelmente para baixo até que seu fôlego roçou em sua feminilidade. Devorar não descrevia o que lhe fez. Com seus lábios e sua língua, ele a provou, saboreou-a, penetrou-a, sugou-a meigamente no centro de sua necessidade até que ela pensou que morreria de prazer. Sons involuntários escapavam de sua garganta, sons que nunca antes tinha feito, sons de fome primária, de uma mulher satisfazendo-se. Ela apertou seus olhos e apertou seus dentes enquanto Sirius aguçava seu desejo.

E logo uma onda de incrível calor a envolveu, tão forte como o fogo, e tão doce como a vitória. Ela afundou seus dedos em seu cabelo, temerosa de que ele a abandonasse nesse momento de necessidade. Mas ele ficou com ela, colocando suas mãos debaixo de seus quadris para levantá-la, para dar o toque final quando um doce jorro saiu de seu corpo, entregando-se a ele completamente, lhe permitindo alimentar-se desse néctar enquanto ela tremia em seu primeiro orgasmo.

Depois, de ter sido drenada toda sua força, sua vontade e seu orgulho, ela quase dormiu. Sirius parecia ter adivinhado sua fraqueza, pois não a forçou a mais nada, mas já era tarde demais, mesmo que sua cabeça estivesse deitada sobre o estômago dela e sua mão descansasse próximo a sua coxa, ele já havia a violado. Marlene tragou com força e fechou seus olhos. Não, ela pensou, não era verdade. Ela tinha querido isso tanto quanto ele. E tinha sido prazeroso, imensamente prazeroso.

E de algum jeito, enquanto o dia chegava gradualmente eles retomaram suas atividades normais, Marlene sentia como se tivesse perdido um duelo com espadas. Tinham batalhado e ela tinha caído. Lhe doía saber que tinha sido derrotada tão facilmente.

Felizmente, Sirius pareceu particularmente cuidadoso de não fanfarronear sobre sua vitória. Quando seus olhares se encontravam, o olhar de Sirius se suavizava, como se a estivesse vendo com novos olhos. Já não estava com sua impiedosa provocação, seus sorrisos luxuriosos e seus olhares libidinosos. Marlene suspeitava que era afeto o que lia em seu rosto. Ainda assim, sentia-se obcecada com o fato de haver-se entregue completamente a ele.

Ao entardecer, ela decidiu que havia uma só maneira de apagar sua vergonha. Seria o que qualquer cavalheiro faria para recuperar sua honra perdida. Tinha intenção de enfrentar Sirius no campo de batalha novamente. Mas desta vez, ela planejava sair vitoriosa. Se aproximou dele depois do jantar, Sirius estava na cama, observando-a ordenar as últimas panelas. Ela tinha estado visivelmente nervosa, pensando no que tinha planejado. Mas uma Guerreira de Hogwarts nunca se amedrontava ante um desafio, e ela estava determinada a levar a cabo sua missão.

Preparando-se como para um torneio, alisou-se as saias, em seguida se endireitou e caminhou diretamente para a cama. Ela esclareceu sua garganta. Sirius levantou suas sobrancelhas. Ela abriu a boca para falar, e se esqueceu do que queria dizer.

— Sim ? — ele perguntou, claramente divertido.

— Desejaria...

— Desejaria? — ele a apurou.

Maldição. Era difícil lhe falar enquanto estava deitado, tão bonito e desejável.

— Desejaria... — as orbes verdes dela involuntariamente foram para a entreperna dele.

A boca de Sirius se curvou para cima.

— Quer que me alimente de sua carne novamente?

— Não!

— Porque se for assim só precisa pedi-lo, minha lady.

— Não. Não é nada disso — Por Deus, por que era tão difícil? Ela podia haver seduzido aos mercenários toda a noite. Por que um tolo Normando teria que lhe causar tantos problemas?

— Possivelmente você gostaria de jogar um jogo diferente? — ele adivinhou, seus olhos brilhando.

— Sim. Não! É que... — ela suspirou. Era ridículo. Ela era uma Guerreira de Hogwarts. Valente. Forte. Temerária — Desejaria te devolver o...

... favor.

A testa dele se enrugou.

— O favor?

— Sim.

Depois de um momento, a expressão dele se esclareceu.

— Ah, desejas... — ele disse, sua voz quebrando-se — Desejas me devorar?

O membro de Sirius poderia ter saltado instantaneamente ante o assentimento de Marlene, mas o Black ainda podia pensar com seu cérebro. Quase. Durante todo o dia ele tinha saboreado o gosto de Marlene sobre seus lábios. Durante todo o dia tinha imaginado os deleites que poderiam compartilhar essa noite. Durante todo o dia tinha revivido seu êxtase, tão doce, tão puro, tão intenso. Nunca tinha estado tão obcecado com uma mulher.

Mas algo não estava de todo bem. Durante o jantar, Marlene tinha estado tão tensa como uma noiva em sua noite de núpcias. Entretanto essa era a mesma mulher que exibiu seus encantos aos mercenários. Não tinha sentido. Então apesar do intenso desejo por ela e apesar de sua intoxidante proximidade, Sirius desconhecia os motivos de sua conduta.

— Por que? — ele murmurou.

— Por que?

— Por que desejas me devolver... o favor?

— Porque? Porque é o justo.

— Justo? — ele franziu o cenho.

Ela baixou seu olhar para seus dedos inquietos.

— Você me agradou, e desejaria agradar a você.

Ele conhecia as mulheres o suficientemente bem para saber que seus olhos diziam a verdade quando seus lábios não o faziam.

— Sim?

Ela olhou brevemente para cima, e ele encontrou seu olhar, procurando uma resposta. Lhe deu um fugaz sorriso, um tão convincente como a de uma puta em um habito de freira. Em seguida ele considerou à mulher. Ela era uma guerreira. Ela pensava como uma guerreira. Em sua mente, ela tinha perdido pelo fato de se haver rendido a ele. Ela queria uma segunda oportunidade para assegurar a derrota dele.

— Não deseja me agradar, Diabinha — ele assentiu — É vingança o que buscas — ele lhe permitiu gaguejar sua resposta. O rubor dela se aprofundou, mostrando a verdade de sua especulação. A pequena zorra queria vingança. Ele não deixou aparecer seu sorriso — Felizmente, não sou um homem de discutir sobre as motivações das pessoas — seu sorriso se alargou, e estendeu seus braços abertos dando as boas-vindas a sua própria rendição — Leva a cabo sua vingança, minha lady.

Apesar de seu doloroso membro, apesar de seus pensamentos luxuriosos que o tinha atormentado todo o dia, apesar da quase intolerável antecipação, Sirius não pôde evitar sentir-se divertido com o modo em que Marlene começara sua sedução. Ele se perguntou se era algum tipo de jogo novo que ela tinha planejado, onde ela saciaria a seu amante sem compromisso emocional. Ou talvez fosse uma habilidade de sobrevivência que tivera adquirido deitando-se com os moços dos estábulos.

Ela lhe afrouxou as calças como se os cordões tivessem espinhos, e as baixou com muito pouca cerimônia. Quando olhou para o que tinha exposto, sua cara ficou séria, como se estivesse por brigar com um perigoso dragão. Mas quando ela inspirou, tomou em sua palma direita e franziu o cenho ante seu orgulhoso membro, Sirius a deteve.

— Poderia... talvez... receber um primeiro beijo?

Ela pareceu atônita.

— Oh, sim — ela se inclinou para frente, lhe dando um casto beijo nos lábios.

— Não, Diabinha. Quero dizer um beijo real. Um beijo que expresse o desejo de me agradar.

Ela tentou novamente. Desta vez ele sentiu a mesma paixão que ela tinha exibido mais cedo. Seus lábios se suavizaram sobre os seus, e ela se relaxou em seu abraço. Marlene suspirou contra sua boca, e ele abriu seus lábios, lhe permitindo o acesso. Os beijos dela começaram tênues. Em seguida, sua língua brincou com entusiasmo com a dele, enlaçando-se em uma sedutora dança. Depois de um momento, ele quase pôde convencer-se que ela estava procurando o prazer dele, e não sua própria vingança.

Logo, muito cedo, ela terminou o beijo. E sem aviso, decidida a acabar com essa esmagante tarefa, antes de perder a coragem, ela o agarrou com sua mão úmida e começou a masturbá-lo. Se não tivesse estado tão desesperado, se não tivesse passado tanto tempo desde que tinha estado com uma mulher, ele poderia não ter respondido a esse manejo tão brusco. Sirius era um homem que desfrutava da depravada arte das preliminares ao ato sexual. Ocasionalmente desfrutava de uma rápida queda no feno.

Mas tinha passado um longo tempo, e seu pênis não se importava o mínimo se era masturbado rapidamente, gentilmente ou firmemente, só lhe importava ser masturbado. Ainda assim, Marlene o masturbava como se estivesse em uma corrida, e Sirius temeu que não duraria muito se ela continuasse dessa maneira. Gentilmente, ele rodeou a mão dela com a sua e guiou seus movimentos, diminuindo o ritmo, estremecendo-se com a fricção de sua mão ao redor dele.

Sirius sentiu os olhos dela sobre ele, observando seu rosto, e ele a olhou através de suas pálpebras semi fechadas, compartilhando o ardente prazer. Seu coração já galopava e seu fôlego ofegava quando ela lentamente abaixou sua cabeça. O cabelo dela roçou seu estômago e suas coxas.

No instante em que ela tocou com sua língua a ponta do membro, ele sentiu como se um raio o tivesse transpassado. Ele se esticou. Mas quando ela tomou-o completamente em sua boca, manter o controle lhe levou toda sua força de vontade. Ele gemeu extasiado enquanto ela deslizava seu membro em sua boca, centímetro por centímetro. Por todos os Santos! Era celestial! Sua boca estava quente, úmida e suave, demandando ainda quando ela começava a mover-se. As Os punhos de Sirius apertaram a manta enquanto ela fazia maravilha com ele.

Sua cabeça se sacudiu quando a onda de desejo ameaçava afogá-lo. Em seguida ele cometeu um grave erro. Uma cortina de cabelo loira ocultava o rosto dela e ele a pôs para um lado para desfrutar dessa imagem provocadora. Mas uma vez quando seu olhar se pousou em seus lábios rosados envolvendo-o tão intimamente, seu controle se debilitou.

— Jesus! —ele ofegou, brigando com uma intolerável necessidade de investir. Ela lhe lançou um olhar triunfal, mas já não lhe importava. Ele só sabia que a necessitava, desesperadamente, e a boca dela era muito delicada para a violenta descarga requerida.

Usando a força, ele a levantou e a deitou com as costas na cama. Os olhos dela se alargaram quando Sirius lhe subiu as saias. Mas ela não resistiu e sim procurou sua boca, e o sabor salgado dele sobre os lábios dela o enlouqueceu de desejo. Mas ele não era tão bruto para usar a uma mulher somente para seu próprio prazer. Enquanto se beijavam, ele deslizou sua mão e se demorou no paraíso secreto de Marlene, usando seus dedos meigamente, expertamente, incrementando o desejo dela. A paixão de Marlene cresceu tão rapidamente e com tal força que controlar-se fazia-se impossível.

— Ah, Deus, Marlene, Quero-te.

— Sim! — ela ofegou.

Ainda assim, temendo estalar no momento em que a penetrasse, ele esperou até que ela estivesse a beira do orgasmo. Os dedos de Marlene se cravaram em seus ombros, enquanto ela ofegava rapidamente. Então ele investiu para frente, entrando completamente em seu quente e convidativo ventre.

Ela gritou agudamente, mas não era de prazer, estava dolorida.

Sirius paralisou com descrença, olhando-a fixamente.

— Jesus! — ele murmurou horrorizado — Meu Deus!

Era impossível. O modo como ela tinha falado, o modo como ela se moveu, o modo com que o tinha tomado em sua boca. Como podia ser virgem? E entretanto havia sentido uma membrana rasgar-se quando empurrou para frente. Por Deus! Se o tivesse sabido. Se só tivesse podido se deter a tempo.

Ele tinha tomado virgens antes. De fato, ele era renomado por sua gentileza e cuidado quando era requerido no ato sexual. Muitas donzelas tinham vindo a ele com o único propósito de perder sua virgindade. Mas não tinha usado nenhuma de sua famosa gentileza com Marlene. Ele a tinha causado dor.

Sirius acariciou seu cabelo.

— Marlene, por que não me... ?

Não havia maneira de desfazer o que tinha sido feito. Não havia maneira de devolver o que tinha tomado. Mas ao menos podia fazê-lo menos doloroso para ela. Embora a testa dela estava enrugada, seus olhos ainda ardiam com paixão. Ao menos ele não tinha matado todo seu desejo.

— A dor passará em um momento e logo, te prometo, será melhor — ele murmurou, apoiando sua bochecha contra a dela — E te levarei ao céu como nunca conheceste.

Ela estava ainda ofegando, não muito longe do clímax, e ele mesmo estava a beira dele. Mas seu descobrimento tinha feito sua necessidade menos urgente. O qual era útil nessa situação.

— Deixa que seus músculos se acostumem — ele murmurou — Isso diminuirá a dor.

Ela sacudiu cabeça orgulhosamente.

— Não é nada — ela murmurou.

Suas palavras o teriam feito sorrir se a situação não fosse tão grave.

— Não era minha intenção te machucar, minha lady. Se só tivesse sabido...

— Me beije.

Ele pestanejou.

— O que?

— Me beije.

Cautelosamente, perguntando-se qual era sua intenção, ele pressionou seus lábios contra os dela. Ela devolveu o beijo e gradualmente pareceu relaxar-se. Ela moveu seus quadris debaixo dele, adaptando-se a sua invasão. Ele a sentiu afrouxar-se ao redor dele e respirou aliviado, sabendo que daí em diante tudo seria melhor para ela.

Sirius deixou sua mão fosse até o lugar onde ambos estavam unidos.

— Permite-me... ?

Ela o olhou com seus olhos nublados de paixão.

— Insisto.

Ele sorriu. Deus, ela era valente, no meio dessa situação desafortunada. Sua coragem e seu espírito a faziam muito mais atrativa. Não era uma donzela indefesa que teria estalado em lágrimas ao ver-se arruinada. Ela era uma verdadeira guerreira, digna de admiração. E enquanto Sirius gradualmente reavivava as chamas do desejo, começou a perguntar-se se o que sentia por ela não seria mais que mera luxúria, mais que admiração.

Marlene sentia Sirius parecer enchê-la completamente. Não era uma sensação desagradável, só uma sensação que não lhe era familiar. Enquanto os dedos do Black a acariciavam, ela moveu seus quadris para frente e para trás, procurando... algo. Ao princípio Sirius permaneceu quieto dentro dela. Mas quando seus beijos se aprofundaram, seu coração golpeava contra suas costelas e sua pele começava a arder com uma necessidade maior, ela se arqueou para trás forçando-o a retirar-se parcialmente.

Sirius ofegou e ela também ante essa prazerosa fricção. Mas ele ainda vacilou em mover-se.

— Está preparada? — ele murmurou.

Em resposta, ela se arqueou para cima, envolvendo-o novamente, deleitando-se na sensação de plenitude e no gemido de prazer que extraiu de Sirius.

— Oh, minha lady — sua testa se enrugou e seus olhos se fecharam, enquanto sofria um excitante tortura. E entretanto ela não mostrou piedade. Ela moveu seus quadris para trás e para frente novamente, e ele inspirou entre dentes.

Esta é a vitória, ela pensou, enjoada com seu poder. Logo o teria rendido a suas paixões. Era um sentimento embriagador. Talvez, se as coisas tivessem continuado dessa maneira, ela teria ganho essa vitória. Mas de repente Sirius já não se deixava manipular por ela. Ele tomou as rédeas do desejo de ambos e começou a seguir seu próprio curso.

Lentamente ao princípio, ele investiu para frente, em seguida retrocedeu, e com cada determinada investida, ele murmurou palavras de fôlego contra seu cabelo.

— Sim — ele murmurou — Devagar, assim, suavemente.

Sua voz se fez mais rouca com cada investida, até que só dizia sílabas que não eram palavras, e ela experimentou certa satisfação quando Sirius pareceu perder o controle. Mas, também seu corpo traidor, estava perdendo o controle rapidamente. Um batimento do coração quase doloroso crescia dentro dela. Ela gemeu enquanto seus quadris se moviam por sua própria vontade, encontrando suas investidas. Seus dedos se cravavam nas costas do Black mais insistentemente agora, e então um fogo começou a arrasá-la ferozmente levando-a ao céu.

Ele gemeu, enterrando seu rosto no cabelo loiro dela enquanto gozava. E logo quão único ficou dessa viagem deliciosa foi o som de suas respirações agitadas. Eventualmente, os corpos se aquietaram. Depois de semelhante caos, o silêncio pareceu estremecedor. Marlene nunca havia se sentido tão esgotada, ainda depois da mais feroz das batalhas. Sirius havia dito a verdade. Tinha-a levado a céu. Nunca tinha experimentado semelhante êxtase. Nunca havia sentido tanto fogo em suas veias. Nem sequer na mais brava das batalhsa seu sangue tinha fervido dessa maneira.

Mas o mais curioso, era que não podia dizer com segurança que tivesse saído vitoriosa dessa batalha. Parte dela se sentia triunfante, depois de tudo, Sirius estava esparramado sobre ela como um homem morto. E entretanto outra parte dela sentia que ele tinha ganho novamente. Sirius a tinha forçado a sucumbir a suas paixões, e ela não tinha tido a força de resistir a sua sedução.

Não, ela se corrigiu, a sedução não tinha nascido dele. Tinha nascido de sua própria sede de vingança e Marlene amaldiçoou sua própria impulsividade. Só que esta vez ela tinha pago por essa impulsividade com sua virgindade. Ela não era tão inocente para culpar Sirius. Ela tinha participado ativamente. Ela o tinha animado, não, tinha-o feito morder o anzol. Ele nunca havia suspeitado que ela era virgem. E não podia culpá-lo por tomar o que lhe tinha devotado voluntariamente.

Além disso, ela pensou, o que passou já estava feito. Na verdade, não lhe importava muito ser virgem ou não. Até a chegada de James, nunca tinha planejado casar-se. Ela era uma donzela guerreira.

Portanto, podia chegar a desfrutar desse esporte tanto quanto desfrutava treinar com a espada. Depois de tudo, dizia-se que o sexo era a segunda forma de exercício favorita de um cavalheiro. Ainda agora ela sentia desejo de entregar-se a Sirius novamente.

A cabeça de Sirius estava cheia de emoções contraditórias... culpa, satisfação, vergonha, êxtase, temor e desejo, sem mencionar o estado de seu pênis que já a desejava novamente. Mas tinha cometido um grave erro. Podia ser um homem com muitas amantes, mas ele não era nem um sátiro nem um sedutor contumaz de virgens. De fato, sua moralidade sempre tinha sido impecável. Nunca tinha forçado a uma donzela contra sua vontade, nunca se deitava com mulheres casadas, bom, quase nunca, e nunca tinha aceito o presente de uma moça virgem sem antes havê-la aconselhado.

Contrariamente ao que Marlene podia pensar dos Normandos, Sirius era um homem de princípios. Tinha tomado a virgindade de uma donzela nobre, a filha de um lorde, nada mais e nada menos. Seu cavalheirismo demandava fazer o que era correto. Mas não ia falar disso agora, não enquanto ele jazia entre suas pernas como um invasor e ela jazia debaixo dele como um anjo caído. Semelhante discurso requeria que ambos estivessem sentados, que ele segurasse sua mão, e que a olhasse nos olhos.

Ele se incorporou sobre seus cotovelos e começou a retirar-se dela. Mas Marlene emitiu um pequeno som de protesto e moveu seus quadris para apanhá-lo novamente. Novamente, ele tentou retirar-se, e ela impediu sua intenção.

— Minha lady — ele murmurou — Deve deixar-me ir.

— Não ainda.

Por Deus, como desejava permanecer dentro dela, sentir sua paixão crescer novamente, fazer amor com a deliciosa pequena Diabinha toda a noite. Não ia deixar que seu pênis governasse seu consciência.

— Minha lady... — ele suspirou — Devemos falar.

Mas quando ele tentou retirar-se dela desta vez, ela o envolveu com suas coxas sedosas, enterrou seus calcanhares em seu traseiro, e o reteve com surpreendente força.

— Então fala — ela murmurou, seus olhos nublados pelo desejo.

Ele se estremeceu. Deus, a mulher não sabia o que lhe provocava. Ele não podia falar. Maldição, quase nem podia pensar. Seus lábios se curvaram em um sorriso calculado enquanto ela se movia debaixo dele, lentamente, deliberadamente , provocando-o com seus movimentos. Ele gemeu em voz alta com angústia, sabendo que tinha que fazer uma última tentativa de fazê-la raciocinar.

— Minha lady, não tenho feito suficiente dano?

— Sim — ela ronronou — Mas o dano já está feito.

E com essa débil afirmação e um apaixonado e ofegante beijo, Sirius se encontrou arrasado pelo poder de sua tentação.

Marlene tinha um inexplicável instinto para a sedução, um talento natural que a conduzia a mover-se de uma maneira muito atrativa, tocando-o onde ele era mais sensível. Ela tirou a roupa dele, e ele grunhiu com aprovação enquanto suas mãos acariciavam seus ombros, apertando seus músculos.

Através de seus olhos semi fechados, ele estudou seu rosto. Seu sorriso era malicioso, e como se ele pudesse ler seus pensamentos, de repente soube o que ela queria. Ele respondeu-lhe com um débil sorriso, muito feliz de poder cumprir com o que ela desejava. Rapidamente Sirius rodou, levando ela com ele e mantendo a união enquanto a colocava em cima de si. Sirius jazia de costas e deixou que a guerreira se agradasse com ele.

Marlene se acomodou sobre ele e em seguida tirou o vestido com uma atitude orgulhosa, o lançando ao chão. Por todos os Santos! Era ainda mais bela do que ele recordava. Seu corpo era firme e gracioso, seus seios... Ele suspirou apreciando-os. Seus seios eram generosos e convidativos. Mas o que mais o excitava, mais além da razão, não era seu voluptuoso corpo, mas a combinação de vitória e ardente desejo em seus brilhantes olhos verdes.

Ela desejava sua rendição incondicional. Sirius a daria com gosto.

Enquanto ela se movia sobre ele, ele fechou seus olhos entregando-se ao ritmo sensual. As mãos dela exploraram o corpo dele, deslizando-se sobre suas costelas, sobre seu peito, acariciando sua mandíbula, enterrando seus dedos em seu cabelo. Ele alcançou seus seios, e com um gemido de prazer, ela afastou as mãos dele e as pressionou contra o colchão. Ele sorriu com luxurioso prazer enquanto ela o olhava. Seus olhos obscurecidos pela necessidade, seus seios balançando-se brandamente, seus mamilos flutuando perto de sua boca.

Duas vezes enquanto ela o cavalgava, ele esteve tentado de soltar suas mãos para acariciar seu rosto, seus seios, seu traseiro. Mas seu aperto sobre suas mãos era firme. Ficava claro que ela queria o completo controle. Então Sirius se conformou desfrutando da visão de sua pele cremosa, imaginando sua textura contra as palmas de suas mãos.

Muito em breve, ele arqueou sua cabeça para trás e esperou a iminente explosão.

E logo a diabinha fez o impensável. Ela se deteve.

Enquanto ele ofegava a beira do clímax, ela cessou seus movimentos.

— Não! — ele gritou, estremecendo-se de desejo.

Sirius a olhou e encontrou que ela o estudava com ofegante curiosidade. Como um cavalheiro que nunca antes tinha cavalgado um cavalo de guerra, ela estava provando seus limites. Sirius fez uma careta e murmurou um insulto. Ela se moveu levemente e ele tremeu ante essa sensação. Marlene o cavalgou suavemente, e os quadris masculinos foram para cima como por vontade própria. Ela ofegou, e seus músculos se apertaram ao redor de seu membro, enviando-o a novas alturas de agonia .

— Maldição — ele disse entre seus dentes — Tenha piedade de mim, acaba agora.

Ela podia ser maliciosa, mas não era cruel. Ante seu pedido, ela voltou a retomar a rodeio sensual. Finalmente, quando ela se estremeceu com seu orgasmo, Sirius foi catapultado a seu próprio céu, um lugar mais longínquo, mais intensamente prazeroso que os que ele tivesse visitado antes.

Enquanto ela se derrubava sobre ele e Sirius jazia exausto debaixo dela, sua mente se encheu de uma estranha admiração.

Sirius se tinha deitado na primeira vez com uma mulher na idade de dezesseis anos. Tinha aprendido rapidamente e se converteu em um amante de considerável renome. Após, deitou-se com muitas mulheres para levar a conta, e embora parecia impossível, Marlene o tinha levado a um grau maior de gozo do que ele tivesse imaginado. Suas mãos agora afrouxaram o aperto sobre suas mãos, e ele moveu seus braços para abraçá-la, para gozar da calidez de sua pele contra a dele. O fôlego dela ofegava sobre seu ombro, e seu cabelo roçava brandamente sua bochecha.

Quem era essa tentadora disfarçada de anjo? Quem era essa mulher intrigante que era ao mesmo tempo forte e vulnerável, ardilosa e inocente, calculadora e apaixonada? Como podia saber tanto quando tinha tão pouca experiência? Instinto, ele se respondeu. O mesmo instinto que fazia a um homem um talentoso guerreiro. O mesmo talento inerente que permitia a ele mesmo discernir qual era a debilidade de seu inimigo. Ele sorriu quando ela moveu seus quadris para frente. A pequena zorra queria prová-lo novamente. Ele sorriu fatigado.

— Não, minha querida. Ainda não — ele sentiu o suspiro dela sobre seu peito, o que o fez sorrir novamente — É como um cavalheiro com uma espada nova, minha lady — a desafiou — Querendo seguir a prática ainda depois do entardecer.

— Não é... desagradável — ela admitiu.

Ele riu com força.

— Não é desagradável... Isso é o melhor que pode dizer?

Ela golpeou seus punhos sobre seu peito e apoiou seu queixo, olhando-o.

— É isto o melhor que pode fazer? — lhe roubou um beijo.

— Minha impaciente Diabinha, deve esperar — ele lhe roubou outro beijo — Logo — a prometeu.

Sirius manteve sua promessa, e desta vez a união deles fora doce e terna. A moça feroz se foi, e em seu lugar havia uma flor delicada. Sirius estimulou sua intimidade, apanhando seus suaves gritos contra seu ombro enquanto ele se afundava em suas profundidades, onde seus néctares se mesclaram. E enquanto ele a embalava depois, escutando seus suave sons de sono, saboreando o peso dela sobre ele, Sirius pensou que essa noite poderia não ser uma tragédia depois de tudo.

O matrimônio por honra que ele planejava seria... como havia dito ela... Não era tão desagradável. Ele sorriu. De fato, podia imaginar-se muito bem em uma vida de satisfação plena nos braços de Marlene.

Notas finais
De longe esse é o meu capítulo preferido, não só pelo fato de BlacKinnon ser meu shipper preferido, mas MORGANA! MARLENE E SIRIUS SE PEGANDO É OUTRO NÍVEL! Acredito que o capítulo tenha deixado bem claro as intensões do Sirius e também as da Lene, mesmo ambos sendo cabeças-duras, finalmente se entregaram as suas paixões e MERLIN! Só eu rir quando o Sirius descobriu que a Lene ainda era virgem? O próximo capítulo esta previsto para Domingo, mas se vocês adiantarem meus dez comentários, quem sabe eu não adianto também a escrita e posto amanhã ou sábado? Beijos e muito, muito obrigada por lerem. Comentem!