Donzela Guerreira

8 A noite de núpcias


Notas iniciais
Você vai pra faculdade com sessenta e poucos capítulos e quando volta tem quase noventa. Céus, respira, inspira e isso não é tudo! Duas, eu disse DUAS RECOMENDAÇÕES! Ah Merlin, eu chorei e minha mãe ficou rindo da minha cara e meus parentes em casa me impedindo de usar o notebook e postar. Agora vejam a minha situação, ver toda essa maravilha pelo meu celular e não poder postar o capítulo. Lindo isso, porque minha net resolveu ficar fora de rede justo hoje. Voltou agora! Voltando ao importante de hoje: Hariye e Sra Malfoy capítulo dedicado a vocês e por causa da linda recomendação postarei o novo já já, sério! Serão dois capítulos imediatos, agradeçam a elas que me fizeram incrivelmente feliz. Não posso esquecer de mencionar a LalaPotter e a thalielen que favoritaram a fic e fizeram subir o número. Obrigada! E mais obrigada ainda a todos os que comentaram, fui ao céu e voltei. Ps¹: Capítulo sem gif porque eu não sabia que gif montar, fim.

Capítulo 8

A noite de núpcias

A mandíbula de James caiu aberta. Sem realmente se dar conta seu olhar percorreu os contornos do corpo da noiva, seguindo as graciosas ondas de seu cabelo que foram mais abaixo de seus ombros, só para cobrir parcialmente seus seios elegantes, as pernas dela estavam cruzadas e lhe proibia de ver o que mais desejava.

Ele não podia fazer chegar ar a seus pulmões.

Sabia que Lily era bela. Havia-a visto nua de longe enquanto ela se banhava na lagoa. E a tinha visto vestida com um objeto fino de seda e com a cota de malha aderindo-se a seu corpo. Mas nunca tinha esperado a perfeição que tinha ante ele agora. Outra mulher teria contido a respiração e protegido sua nudez. Mas a ruiva não fez nenhum movimento para esconder-se dele, e semelhante segurança em si mesma o excitou tremendamente. O sangue subitamente se acumulou no meio de suas pernas, sacudindo-o profundamente.

Então ele se deu conta de que seus homens, lutavam entre si atrás dele para captar uma olhada, ficaram-se emudecidos ante a imagem da beleza de Lily. Sua luxúria rapidamente tomou um giro possessivo, e ele queria que todos se fossem. Todos e nesse mesmo instante.

Mas apesar de seu próprio desejo cegado, quando encontrou o olhar desafiante de Lily, ele detectou um sutil matiz de medo em seus olhos. Como um coelho encurralado, ela parecia se defender fazendo uma face valente e desafiante quando possivelmente desejaria refugiar-se em alguma toca segura. E essa coragem o fazia sentir algo mais, algo completamente estranho para ele. Era uma espécie de admiração e sentido de apropriação, um estranho respeito, mas também o desejo de protegê-la.

De algum jeito ele encontrou sua voz. De algum jeito encontrou a paciência para resistir dar uma ordem imediata de que todos se afastassem de sua esposa.

— Gente de... — ele pensou que tivesse encontrado sua voz, mas se afogou começando outra vez — Gente de Hogwarts, Cavalheiros da Ordem, agradeço-lhes por estar aqui para serem testemunhas de nossa Santa União — o Potter olhou para Lily e embora ela mantivesse uma aparência serena, suas mãos estavam fechadas em punhos sobre os lençóis da cama. Ele sentiu a poderosa urgência de abrir as mãos por ela — Mas lhes informo que só Deus será testemunha desta Santa União.

Como era costume, os homens lançaram um forte protesto, mas rapidamente se retiraram. As mulheres, também abandonaram Lily com sussurros desejos de boa sorte. Só Sir Caradoc estava suficientemente bêbado para gritar.

— Veremos pelos lençóis ensanguentadas amanhã, James. Não nos decepcione!

Os outros lhe uniram em divertidas ameaças, Mas James lhes fechou a porta na cara. Ele tomou uma respiração profunda e girou para encarar a sua esposa. Ela não se moveu de seu lugar. Sentada no meio de sua cama completamente nua, iluminada por várias velas, ela parecia como uma Santa a ponto de ser martirizada. Seus olhos verdes brilhavam com coragem, seu ventre subia e baixava com cada respiração superficial, e seus dedos se apertavam firmemente às mantas da cama. Ele quase se sentiu mal por ela. Até que Lily falou.

— Me toque e será seu sangue a que manche os lençóis.

Suas palavras extinguiram sua luxúria como um balde de água fria. Se Lily fosse um animal selvagem, decididamente seria um com garras. E James já havia tolerado um de seus dolorosos arranhões. E não os toleraria outra vez. Necessitava um momento para pensar, para considerar melhor como aproximar-se deste perigoso animal.

Enquanto ela mantinha um olhar fixo nele, James estudou a habitação. Estava mobiliada de um modo impróprio para uma dama, Não havia perfumes, nem cintas, nem laços sobre a única mesa que estava a um lado da cama, só uma pluma, uns pergaminho, e um potinho de tinta. Uma pesada escrivaninha de madeira dominava uma parede, e um baú de madeira de pinheiro jazia debaixo de uma das janelas. Uma cadeira usada, ao lado a lareira, onde um fogo modesto ardia. Um gancho em uma parede sustentava sua capa, e debaixo havia um par de sapatos de couro. Os pendentes de veludo azul da cama suavizavam o ambiente despojado, mas lhe outorgavam pouca feminilidade ao recinto. Nenhuma pintura nas paredes, e em vez de tapeçarias ali estavam pendurados um par de escudos, uma tocha de batalha e meia dúzia espadas e adagas. Era a despojada habitação de um guerreiro.

Como minha habitação, ele pensou, Lily era simples e direta.

Exibia o seu a todos os que o queriam ver, não tinha falsas pretensões em relação a ela, e não gastava o espaço do lugar em frivolidades. Ele, também, devia ser igualmente direto com ela. Aproximou-se a cama, desabotoando seu cinturão com deliberada parcimônia. Então enrolou o cinto de couro ao redor de seu punho. E embora deixasse que sua mão caísse a um lado, ela lhe lançou um fugaz olhar, claramente perguntando-se quais eram as intenções dele.

James a deixou imaginar a resposta. Era melhor deixar ao adversário adivinhando.

— Possivelmente não me escutou a primeira vez, moça, talvez me escute melhor agora. É minha esposa. Casou-se comigo por sua própria vontade. Leva meu anel, e seus lábios selaram com palavras esta união — ele viu as mãos dela mover-se incansavelmente sobre os lençóis — Não me será negado o que é meu direito.

Ele ia continuar lhe dizendo que apesar desse direito marital, ia manter a sua honra de cavalheiro. Não tomaria Lily contra sua vontade. Apesar da luxúria rugindo dentro dele. Mas ela não lhe deu a oportunidade de dizer uma palavra, veloz como uma raposa, ela tirou algo de debaixo da cama e exibiu sua adaga. Felizmente, ela só segurou a arma, seu olhar era uma tácita ameaça tão fria como o metal de uma espada.

Atônito como ele estava por sua violenta resposta, James rapidamente disfarçou seus movimentos de uma casual despreocupação, como se ela segurasse uma pluma, e cuidadosamente desenrolou e enrolou o cinto de couro ao redor de seu punho.

— Parece-me recordar que no salão, você propôs um acordo para que sua irmã fosse castigada por você mesma.

Ela estava silenciosa, mas James notou uma certa piscada em seus olhos.

— Entretanto parece muito relutante a tolerar um castigo agora — James deixou cair seu olhar brevemente para a espada brilhante — Está muito longe de parecer a humilde donzela que fez um pacto comigo antes, quem me rogou para que eu aceitasse seu sacrifício, quem estava disposta a oferecer seu próprio corpo pelo de sua irmã para que ela não sofresse. É isto assim? Desejas retirar sua oferta? Devo ser eu quem castigará a carne de Marlene?

— Não! Não — uma ruga de confusão se instalou no espaço entre suas sobrancelhas, e trocou o braço da adaga — Mas por que você procuraria me castigar aqui, agora, em nossa cama matrimonial? — ela o viu levantar uma sobrancelha.

— É muito óbvio que não deseja que nada mas passe aqui — ele olhou a adaga.

Muito, muito lentamente, Lily baixou a adaga, mas James pôde ver a luta interna em seus olhos. Como a frustrava sucumbir ante ele. Mas ela tinha caído por suas próprias palavras, e finalmente ela teve que conceder-se derrotada. James estendeu sua mão para receber a adaga.

Com relutância, ela apoiou a espada em sua mão.

— Confio em que não terá outra à mão — questionou e ela sacudiu a cabeça.

James tomou a adaga, e com a rápido giro de sua mão, enviou-a voando através do quarto. Caiu no baú de madeira. De relance, ele a viu sobressaltar-se, não muito, mas o suficiente para lhe fazer saber que ela não tinha baixado a guarda completamente.

Lily lançou um olhar furtivo ao cinturão em sua mão, e James soube que ela esperava que ele usasse seus punhos contra ela. Sirius teria rido só de imaginar uma coisa semelhante. James nunca tinha golpeado a um homem em sua vida. Nunca tinha necessitado fazê-lo. Seus olhares fulminantes faziam obedecer aos serventes e faziam que os soldados tremessem em suas botas. Mas Lily não sabia isso e talvez fosse melhor não continuar sabendo.

Apesar de seus espantosos temores, ela permaneceu quieta, não perdeu sua dignidade, só ofereceu a ele um conselho simples e direto.

— Faça como te agrade, mas tome cuidado, não se descontrole e não esqueça a capacidade de sua força, não seria bom que termine matando a sua esposa.

Enfrentado com sua brutal honestidade e sua coragem surpreendente, James não podia seguir mantendo a pretendida ameaça. Sua nova esposa era muito valente, e o coração do Potter se encheu de um curioso orgulho. E outra vez, considerou que ela seria um bom soldado. Mas quando seu olhar se deslizou para o lugar onde seu ruivo cabelo se separava para revelar os delicados mamilos de seus seios, todos os pensamentos relacionados com as batalhas desapareceram. Lentamente ele desenrolou o cinturão e o apoiou na mesa ao lado da cama.

Não, ele tinha uma aula diferente de castigos em mente, um castigo que tinha começado a imaginar enquanto lhe enfaixavam o corte que lhe tinha infligido com sua espada, e mais tarde havia aperfeiçoado na capela, quando pressionou seus lábios com os delas em um ato de posse.

O único sofrimento que ela toleraria nesse habitação nasceria de sua própria paixão.

— Oh, minha lady, não é a morte, te perdoo essa noite — disse criticamente.

Enquanto ela o olhava com desconfiança, ele desabotoou o plaid preso em seu ombro e o lançou para a cadeira. Ele notou que os nódulos dela estavam brancos onde estava aferrava à manta, e James franziu o cenho.

— Teme-me — provocou.

— Não — ela disse — Só não gosto.

— Mentirosa.

— Não façamos um jogo disto, faça-o rápido, faça o que tiver que fazer.

— Não vai resistir? — e para surpresa dele ela sacudiu a cabeça — Nem gritar por ajuda?

— Eu não grito.

A sombra um sorriso tocou os lábios de James, ele poderia fazê-la gritar.

— Não treme de medo?

— Já o disse isso, não estou assustada.

— Entretanto está estrangulando a pobre manta com seus punhos.

Ela imediatamente soltou a manta. Ele plantou uma bota sobre o extremo da cama para desatar os cordões, e sorriu enquanto ela rapidamente desviou seus olhos. Ainda não acostumado à falta de roupa interior, James encontrava certos aspectos da vestimenta dos escoceses muito divertidos. Uma vez que suas botas caíram ao piso, tirou-se a túnica pela cabeça e afrouxou os laços da larga camisa que levava debaixo. Enquanto fazia isto, Lily lançou várias olhares de esguelha, olhares que ela pensou que James não poderia detectar, e isso o aliviou imensamente. Ela não estava tão paralisada pelo medo e podiam permitir-se satisfazer sua própria curiosidade sobre o homem com quem se casou, o que era bom. Decidindo que ela mantivera sua curiosidade, James deixou a camisa posta e levou uma vela alta perto da cama. Ele queria uma luz cálida para o que estava planejado.

Lily desejava que terminasse de uma vez com o assunto. Por Deus! O que planejava esse homem? Era uma tortura esperar um sofrimento e entretanto ignorar a natureza desse sofrimento. Podia tolerar a dor física, mas essa antecipação a estava enlouquecendo. O pior de tudo, era ter que tolerar voluntariamente esse tipo de abuso. Estava acostumada a brigar, não a render-se.

Ele tirou sua camisa e havia trazido a vela mais perto. Deus! Que tipo de perversão era essa? Planejava torturá-la com cera quente? Ou a vela era para que pudesse admirar melhor os machucados que lhe infligiria? Mãe de Deus! Desejou não haver entregue a adaga.

— Suas mãos estão apertando outra vez — ele murmurou, curvando-se perto dela.

Esta vez ela não pôde as liberar. Cada nervo estava esticado como um arco preparado a lançar sua flecha. Ainda sua voz, apesar suas palavras, valentes estava carregada de tensão.

— Qualquer que seja a coisa vil que pretende fazer — ela balbuciou — Faça-a logo, me está retendo aqui e eu tenho minhas obrigações.

Ele riu com vontade, e embora o som era prazenteiro, pô-la mais nervosa.

— Sua única obrigação esta noite é comigo.

Deus, odiava os olhos avelã e o modo em que os lábios dele curvavam em um sorriso cúmplice e o fato que estivesse parado ao lado dela. Ela fechou seus olhos firmemente e se preparou para o primeiro golpe. Quase instantaneamente a palma dele apanhou a bochecha dela, mas não era com uma trombada. Em troca, seu polegar acariciou um ângulo de sua boca, e ele passou a ponta do dedo sobre o lóbulo da orelha dela.

— Abra os olhos — lhe pediu — Eu gostaria que soubesse quem é que te está fazendo sentir assim.

Por Jesus Cristo! Ela forçou seus olhos a abrir-se, ganhando força e determinação de não dar nenhuma satisfação a ele. Passaria logo, depois de tudo ela só necessitaria recordar-se a si mesma que era pela integridade de sua irmã que tolerava esse inferno.

James deslizou sua mão pela bochecha dela.

— Acredito que... — então se afastou para o pé da cama — Que começarei com seus pés.

Apesar de sua determinação permanecer calma, imagens de uma dúzia de horríveis tortura invadiram seus pensamentos. Queimaria-lhe as novelo dos pés? Quebraria-lhe os dedos? Nunca se havia sentido tão nua, tão vulnerável.

— Te deite — ele disse.

Custou-lhe cada grama de sua disciplina poder obedecer a ordem, ela comprimiu seus lábios, esperando que isso fosse suficiente para deter seus gritos. A mão dele a tomou o tornozelo, e ele o levantou levemente.

— Belo — sussurrou acariciando-o com a mão, sua palma estava morna sobre a pele gelada dela, sua carícia a acalmou — Mas tão frio — murmurou, o pé dela entre suas mãos.

Ela conteve a respiração, esperando que ele espremesse seus ossos até que se rompessem ou para lhe dar a seu tornozelo uma violenta torção. Mas ele não fez nada disso. Em troca, ele pressionou seus polegares nos arcos do pé. A estranha fricção produziu um calor que lhe subiu pela perna. James repetiu o movimento, desta vez percorrendo os dedos dos pés.

— Respira — disse ele brandamente — Não vou machucar-te.

Ela não era tão ingênua para lhe acreditar, e quase desejou desmaiar pela falta de ar.

— Lily respire — pediu deixando-a de massagear os pés — Não te farei nenhum dano. Juro-o por minha honra de cavalheiro.

Talvez dissesse a verdade, confiava que um cavalheiro do rei não tomaria seus votos levianamente. Ela respirou profundamente. Mas e o castigo de Marlene? Não havia dito que pagaria com sua própria carne? Como se lesse seus pensamentos, James a fitou.

— Tenho intenção de fazê-lo com você esta noite, como qualquer homem o faria com sua nova esposa. E você, querida esposa, prometeste não resistir. A respeito dos castigos, apostaria que isto é muito mais para você que qualquer golpe que poderia proporme.

As Emoções aconteciam tão rapidamente que ela apenas teve tempo as sentir.

Alívio.

Surpresa.

Temor.

Choque.

Humilhação.

Fúria.

Maldição de normando bastardo! Ele tinha razão, Horrorizava admitir, mas ele estava correto. Tolerar suas carícias, sua ternura, sua sedução, sem protestar era pura agonia. Nada era mais importante para ela que o controle, sobre ela, sobre seu castelo, sobre seu corpo, sobre suas emoções. Os joguinhos de James ameaçavam esse controle. E ainda por cima lhe tinha prometido permiti-los. Maldito! Tinha-a apanhado na rede de sua própria promessa.

Quando ela olhou James viu outra vez um sorriso de satisfação, um olhar perito em seus olhos, e desejou apagar essa expressão de sua face de uma vez e para sempre. Mas lhe tinha dado sua palavra de não brigá-lo. Mas não lhe ia fazer ter uma vitória fácil. Se ela podia ser estóica ante a dor, então por todos os Santos! Podia ser estóica ante o prazer.

— Com o tempo, chegará a dar-se bem-vinda ao meu contato.

Nunca, ela pensou, ignorando-o e fixando sua vista no teto, determinada a pensar em algo mais, algo que não fosse esse calvário. Mentalmente, ela começou a recitar o alfabeto. As mãos de James rodeavam meigamente seu tornozelo. Ela apertou seus dentes contra a sensação.

B de bastardo, ela pensou. E de Besta. E de... Bálsamo.

Era o turno do C, C de Calosas, mas suas mãos eram incrivelmente gentis e lhe aliviaram a tensão dos músculos entre os dedos de seus pés. Ela perdeu o foco por um momento, então franziu o cenho para seguir concentrada.

D de Demônio.

Demônio. Déspota

Desejo.

Não, não desejo.

E de escapar e evitá-lo.

F de…

— Não lute, Lily. Não lute contra seu próprio prazer — seus dedos hábeis pareceram lhe massagear até a alma.

Força.

Falhar.

Fechou os olhos.

G... Não podia pensar em nada com G. Não podia pensar em nada. Ninguém nunca a havia tocado desse modo, de uma maneira que lhe gerava ondas de calidez ao longo de toda sua perna. Suas mãos se moveram pela pantorrilha então, apertando os músculos doloridos aí. Mas seu contato parecia lhe tirar a dor.

— Isso te dói? — ele perguntou.

Ela grunhiu. Não. Era GRANDIOSO. G de Grandioso Mas não disse isso a James.

Era assombroso como ele podia exercer o exato montante de força, o suficiente para produzir faíscas ao longo sua pele, mas insuficiente para causar dor. Quando terminou com suas pantorrilhas, dirigiu-se a suas coxas, pressionando as palmas de suas mãos lentamente ao longo dos músculos até que estes pareceram derreter-se baixo sua pressão contínua. Outra vez e outra vez, e embora seu contato a deixasse relaxada, era também estranhamente energizante.

Só quando ele se deteve ela se deu conta que seus olhos estavam semi fechados. Abriu-os bem grandes. Ele apanhou uma de suas mãos então, e ela começou a retirá-la defensivamente.

— Não resista — lhe recordou.

Com relutância ela o deixou tomá-la outra vez, centrando seu olhar uma vez mais no teto. Onde estava ? G? H? I? Ah. De algum jeito os dedos dele conseguiram afrouxar os nódulos dela.

— Mostra suas emoções aqui, sua tensão — lhe disse — Seus punhos lhe delatam.

Uma tola, ela pensou. Levava anos praticando a arte de esconder suas emoções. Mas quando ele pressionou a parte carnuda de sua mão entre o polegar e o índice, ela tomou uma rápida respiração enquanto a dor lhe subia pelo braço. Ele suavizou o contato, fazendo círculos na área gentilmente até que a dor cedeu.

— Vê?

Ela não queria ver. Enquanto ele lentamente trabalhava em seus braços e seus ombros, sentia que ele estava fazendo algo mais que meramente afrouxar seus músculos. Ele estava debilitando sua armadura. E tão glorioso como se sentia, tão prazeroso como seu contato era, ela não se atrevia a deixá-lo derrubar suas defesas, não se atrevia a deixá-lo lhe tirar o controle. Ela era uma escocesa, recordou-se a si mesmo, dura e forte não um Normando malcriado com um cavalo perfumado. Ficando rígida contra essa sensação divina, ela rosnou.

— Já terminou?

James fez uma pausa em seus trabalhos. Qualquer outro homem haveria se sentido ferido por sua pergunta brusca. Terminado? Mas sabia não cair nos intentos de engano dela. As mulheres amavam suas carícias, gemiam com sua força e suspiravam com seu contato gentil. Lily não podia não desfrutar do que lhe estava fazendo.

Ela não era como qualquer outra mulher que ele tivesse conhecido. Lily era uma guerreira. Uma combatente, era duvidoso que algum homem pudesse presumir de lhe haver posto um dedo em cima, de maneira tenra ou de qualquer outra maneira..

— Já terminou? — questionou ela de novo.

— Não — lhe assegurou, determinado que sua paciência lhe durasse — Só comecei.

É obvio, manter a paciência implicava que teria que manter baixo estrito controle seu próprio desejo, não era uma tarefa fácil, devido a crescente dor no meio de suas pernas. James estava muito assombrado com a profundidade de seu desejo. Desde sua estreia sexual ele não havia sentido tão perigosamente perto de perder o controle. A mera imagem de sua esposa o excitava. Tocar sua sedosa pele tinha esquentado sua paixão até fazê-la ferver em suas veias. E agora, estando tão perto desse corpo perfeito... um corpo que por direito pertencia somente a ele... Por Deus! Era suficiente para pô-lo louco de ansiedade. Mas se seu desejo era forte, ele era mas forte. Era um amante perito. E Ela era uma noviça nestas lides.

James entrelaçou seus dedos em seu cabelo, tomando-a pela nuca e girando-a para que ela estivesse forçada a olhá-lo. A verdade residia em seus olhos. A fumaça do desejo velava seu olhar, não importava que suas palavras o negassem.

— Me beije — ele sussurrou.

— N...

Ela não terminou a palavra e o pânico brilhou em seus olhos. Ela sabia de suas próprias vulnerabilidades. Ela tinha desfrutado do último beijo. E havia uma ameaça concreta de fazê-la desfrutar do seguinte. Baixando o olhar para sua boca, ele se aproximou lentamente, ficando suficientemente perto para sentir a respiração dela sobre sua face.

— Me beije.

Ela não respondia ao princípio, mas já tinha provado o fruto de seus lábios na capela. E James já conhecia a capacidade dela para a paixão. Não levou muito tempo. Apoiando sua boca sobre a dela e estimulando-a com sua língua, ele conseguiu partir seus lábios para acessar ao delicioso recinto. James a manteve quieta para que ela sentisse sua gentil intrusão, com investidas de sua língua imitou o ato sexual que estava por vir, mas apesar dela se render o suficiente, relaxando sua mandíbula, fechando seus olhos, gemendo brandamente, ainda uma parte resistia, seus punhos pressionados contra seus ombros enquanto tratava em vão escapar.

Com calma, cuidadosamente, sem deter seus beijos, ele apanhou uma de suas mãos e levou seu braço até em cima de cabeça dela. Enquanto ela tentava protestar, ele levou o outro braço para que se unisse ao outro, assegurando ambos com uma de suas mãos. Com sua mão livre, alisou a sobrancelha franzida dela e acariciou sua aveludada bochecha.

James acariciou seu estreito pescoço, sentindo a aceleração no pulso debaixo de seu polegar, e deixou que sua mão viajasse para baixo, fazendo uma pausa sobre o pendente de prata. O peito dela subiu e baixou mais rapidamente já que ela pressentia as intenções dele.

Relutante James tirou seus lábios e aninhou sua face de lado para sussurrar no ouvido.

— Você sabe que desejas isto, sabe que desejas que te toque, anseia ser tocada por mim.

Lily conteve a respiração enquanto James respirava brandamente contra seu ouvido, ele contornou com seu dedo as clavículas dela, então deixou que sua palma se apoiasse sobre seu seio, desenhando círculos em seu mamilo. Este ficou rígido em resposta, alimentando sua próprio luxúria. Era perfeito, cor rosa dourado à luz das velas. Mãe de Deus! Havia algo mais sedutor do que o perfil do mamilo ereto de uma mulher? Ah sim, ele pensou, saber que tinha sido ele quem o tinha estimulado.

Embora tentasse, o corpo de Lily não respondia. A respiração cálida de James e as promessas do que lhe faria ganharam seu caminho em seu ouvido, lhe produzindo calafrios de horror e prazer ao mesmo tempo. Enquanto a mão dele passeava por seu seio, ela se arqueou por reflexo. E quando ele apanhou seu mamilo sensitivo entre seus dedos, teve que recorrer a toda sua capacidade de autocontrole para não emitir um som.

— Oh sim, minha lady — murmurou ele contra sua bochecha — Vê como responde ?

Não! Ela queria gritar, mas teria sido uma mentira. E quando sua mão foi para o outro seio, ela quase não podia respirar pela antecipação desse contato.

— Olhe — ele sussurrou.

Ela fechou seus olhos e sacudiu a cabeça negativamente, já era uma humilhação que seu corpo a traísse. Não queria ver como sua mão cobria o seio dela como se fosse uma posse dele.

— Olhe — repetiu ele novamente.

James não precisava lhe recordar que tinha dado sua palavra de não resisti-lo. Ela era uma pessoa honorável e podia recordar isso sem ajuda. Mas abrir os olhos e ver seu próprio corpo traindo-a foi a coisa mas difícil que tivesse feito, e sua cara se ruborizou de vergonha.

Seus dedos pareciam enormes contra sua pele pálida. Mas ela observou que o polegar de James fazia círculos em seu mamilo tão meigamente e conteve a respiração, por um instante de terror, seus olhos se encontraram. Então Lily enterrou sua cabeça contra seu ombro, muito indignada e mortificada para olhá-lo.

— Sim, doce, vê o que posso fazer — ele disse roucamente — Agora sente o que me tem feito? — James pressionou o meio de suas pernas contra a coxa dela, através do tecido de linho, ela sentiu a ardente extensão de seu membro, cheio, duro e ameaçador.

Instintivamente, tratou de desprender do aperto dele em suas mãos, mas James a mantinha firmemente fixada à cama.

— Admita, estas necessitada contra seu próprio desejo — suas palavras incitaram a ira dela. Ninguém tinha chamado Lily de necessitada. Era sua própria honra a que a retinha nessa cama, não o desejo. Como para testar sua determinação ele continuou — Resistiu. Desejas retirar sua oferta? É um preço muito caro para a liberdade de sua irmã?

Ela se deu volta com um olhar fulminante, um olhar que fazia que a maioria dos homens corressem para procurar algum lugar onde esconder-se.

— Não!

Um estranho, quase piedoso sorriso se desenhou na cara de James então, ele a soltou e se recostou ao lado dela, arrojado uma perna sobre as dela. O tecido de linho se sentia perigosamente fino entre eles, e Lily podia sentir os contornos musculosos de seu peito e de suas coxas e esse pedaço de carne obsceno com o qual James pretendia penetra-la.

Mas não ainda. Aparentemente tinha outras aberrações em primeiro mente. James levou um dedo lentamente o centro de sua garganta, dentro do oco onde seu pulso pulsava, então baixou até o lugar entre seus peitos. Mas esta vez ele não se deteve aí. Continuou até o ventre, e logo mais abaixo.

— Há algo que anseia entre suas coxas, verdade? — murmurou ele no ouvido dela.

— Não — mentiu a ruiva.

— Oh sim, há — lhe assegurou, seus dedos brincaram com a sanidade dela.

Silenciosamente Lily o amaldiçoou por saber o que lhe estava provocando. Então ele se moveu para capturar sua boca. Esta vez o beijo foi doce e terno, como ao princípio do beijo na capela, e apesar da determinação de Lily permanecer impassível, ela encontrou a si mesma respondendo ao beijo.

Enquanto a apaziguava com beijos, sua mão avançava em suas partes mais intima. Não foi até que seus dedos separaram os lábios vaginais que ela se deu conta de quão atrevido James se tornou. Mas ele estava preparado para a rebelião dela. Ele a apanhou o grito de protesto entre seus lábios. Sua pesada perna a manteve imóvel enquanto continuava com suas perversões, acariciando e estimulando o centro entre suas coxas. E então ele a tocou onde ela mais desejava, e fez que seu corpo se arqueasse para cima involuntariamente, descontroladamente.

— Aí — ele murmurou contra sua boca — Sim, aí.

Uma vez encontrado o ponto de máximo prazer, James não o deixaria em paz. Enquanto o corpo dela se agitava em um tortura agridoce, ele acariciou esse ponto uma e outra vez, deslizando as pontas de seus dedos quentes e úmidos entre as dobras de seu lugar mais secreto.

— E aqui — ele respirava, parcialmente deslizando um dedo dentro dela enquanto seu polegar continuava atormentando o centro feminino de desejo.

Enquanto ela se agitava com o tratamento que James lhe provia, uma nuvem pareceu lhe nublar a mente, uma nuvem que obscurecia sua visão e seus pensamentos e debilitava sua resistência. Ela se deixou perder nessa névoa vaga.

— Sim, minha lady. Isso. Sim.

Sua voz perfurou a nebulosa em que ela se encontrava e a fez voltar para a realidade. Mas era muito tarde. Lily tinha caído na armadilha. Estava perdida. Para seu horror, ela já não podia resistir mais. Como se algum demônio a tivesse elevado e arrojado através do ar, ela estava voando para os céus. Uma onda atrás de outra de êxtase a arrasaram, privando-a de seus sentidos e de seu controle. Ela tremeu e se arqueou violentamente na cama.

Uma necessidade primitiva invadiu as veias de James enquanto observava Lily arquear-se sobre a cama. Deus! Queria-a e agora enquanto ela se contraía em seu clímax, enquanto ela gritava de prazer, mas era crucial esperar que ela baixasse à Terra outra vez.

E esperaria, ele era um homem de palavra. Então conteu sua luxúria enquanto ela jazia ofegando o final de sua odisseia. Depois de um momento, ele esclareceu sua garganta.

— Não resistiu, manteve sua palavra, parece-me muito honorável de sua parte — o suor se acumulou sobre sua sobrancelha enquanto ele dizia as palavras que devia — Agora eu manterei a minha — ele alcançou um cacho úmido detrás da orelha dela — Jurei a sua irmã que não tomaria contra sua vontade — James apoiou a parte posterior de seus nódulos com o passar do pescoço dela, onde pulsava acelerado — Se verdadeiramente em seu coração não deseja esta união, diga-o agora, porque advirto, minha lady, nada mais diminuirá as chamas de meu desejo.

Lily estava mortificada. Completamente mortificada. E envergonhada e ultrajada. E horrorizada. E um milhão de outros matizes de humilhação que nunca antes havia vivenciado. Sim, ela tinha sido vencida no passado, no campo de batalha, mas não em sua própria habitação e nunca por suas próprias maquinações. Derrotada por seu mais formidável inimigo, seu próprio corpo a tinha traído completamente. Tinha perdido o controle de maneira humilhante.

O pior era que ainda sentia uma feroz e inexplicável fome por esse bruto que era seu marido. Ela amaldiçoou a seu corpo ainda tremente pelo desejo e a necessidade. Seus seios ansiavam seu contato. E seus lábios se sentiam absurdamente nus, sem seus beijos.

Ainda quando o detestava, sua carne ardia desejando suas carícias. Mas ela não podia render-se ante esse desejo. Lily nunca se rendia, era a lição que tinha aprendido de maneira dura no campo de treinamento. James, com suas últimas palavras, tinha posto fim ao enfrentamento entre eles, oferecendo sua própria rendição. Por Deus! Que ela a aceitaria!

Seu coração golpeava mais forte que o martelo de um ferreiro.

— Quero que saiba isto — sua voz começou — Não resisti porque tinha dado minha palavra e não me deitarei voluntariamente com você essa noite nem nenhuma outra noite.

O olhar dele se congelou. Mas seu olhar glacial era enganoso, porque em seu queixo um músculo se esticou e logo se afrouxou, e detrás de seus olhos, uma violenta tormenta do verão se formava.

— Como queira — replicou ele com toda calma que conseguiu.

Então James a soltou e retrocedeu. Ela deveria haver-se sentido aliviada Mas não confiava na fúria silenciosa do Potter. Cuidadosamente, ela procurou os lençóis e as mantas e as subiu até cobrir o queixo, sentindo-se incômoda com sua própria nudez, pela primeira vez em sua vida. Ele deu volta para o fogo, onde as brasas vermelhas brilhavam na lareira, refletindo seu perigoso humor. Ela viu pelo subir e descer de seus ombros que ele lutava para restabelecer o controle de sua respiração. E talvez de seu estado de animo.

Depois do silêncio incômodo, ele deu volta para encará-la outra vez, sua expressão era inescrutável. James procurou a camisa e a pôs. Por um espantoso instante, ela pensou que ele tinha mudado de parecer e que tinha a intenção de romper seu juramento, e que a forçaria ao ato sexual. Mas era resignação, não vingança, o que habitava em seus olhos.

E no instante seguinte, ela encontrou seu olhar vagando involuntariamente pelos magníficos contornos de seu corpo nu. O brilho dourado da velas acentuava cada um de seus formidáveis músculos, e Lily viu que James possuía um corpo mais capitalista que qualquer dos cavalheiros de Hogwarts. Seus ombros eram largos, seus braços grossos e seu peito maciço. Não era surpreendente que tivesse sido capaz de submetê-la tão facilmente.

E mais abaixo, antes de desviar o olhar, vislumbrou brevemente o membro, ainda erguido. Sua pele se acalorou e a respiração ficou apanhado em sua garganta. Por Deus! Ele era o homem mas bonito que jamais tivesse visto. Contra seus desejos, um ardor começou a crescer outra vez entre suas pernas. Maldição! Apesar do poder da razão, apesar de suas boas intenções, Que Deus a ajudasse! Estava excitada pela vista do corpo nu de James!

Não podia ser!

Talvez ele tivesse feito algum tipo de feitiçaria ou possivelmente era só uma aflição temporaria que desapareceria em uns minutos. Mas neste momento, ela queria estar com ele outra vez.

Bruscamente ele deixou a camisa a um lado. Como se ela não estivesse ali e arrancou os lençóis da cama. Lily levantou seus joelhos defensivamente. E então ele fez algo muito estranho. Com um grunhido e um puxão violento, arrancou-se a vendagem de seu peito, expondo e voltando a abrir a ferida que lhe tinha infligido. Sangue fresco emanou do corte.

James deixou que o sangue corresse por uns segundos e com os lençóis limpou a ferida.

Sangue de Virgem. É obvio. Devia fazer parecer como se eles tivessem consumado o matrimônio. Lily sentiu um ponto de culpa enquanto via James voltar a abrir a ferida. Era algo cavalheiresco o que estava fazendo.

Mas não voltou a lhe tocar nem lhe voltou a falar outra vez.

Percorreu a habitação soprando todas as velas, e se meteu na cama ao lado dela, tapou-se com a manta, dando as costas a Lily.

Ela deveria sentir-se satisfeita. Tinha ganho essa primeira batalha. Certo, seu orgulho estava mal ferido, já que James havia tornado seu próprio corpo contra ela. Mas finalmente, ela tinha feito prevalecer sua postura, ou não? Depois de tudo, tinha obtido que ele não consumasse o matrimônio. Esse dia ela tinha ganho.

Então, por que se sentia tão mal?

Porque, ela se deu conta, que não tinha sido ela quem o tinha freado em sua intenção de consumar o matrimônio. Tinha sido a honra de James. E por muito que lhe doesse confessar, ela tinha desejado que ele concretizasse suas intenções. Se não tivesse sido por seu próprio cavalheirismo, ela estaria debaixo desse corpo musculoso ainda agora.

Maldição! A realidade era tão amarga como um vinho em mal estado. Embora James parecesse arrogante, meio bruto e cruel, tinha que enfrentar a verdade. Seu novo marido era um homem de uma honra indiscutível.

James golpeou o travesseiro para acomodar a cabeça que parecia estalar de dor. Amaldiçoou sua honra, pela primeira vez desejou não ser um cavalheiro. Que Deus o ajudasse, queria possuir a sua nova esposa, voluntariamente ou pela força, e enterrar seu membro dentro de sua convidativa intimidade. Não era justo. Ela devia ser dele. Tinha direito a reclamá-la essa noite, em corpo e alma. Preferiria haver-se mordido a língua que ter divulgado essa maldita promessa.

Mas tinha estado tão seguro de que Lily sucumbiria a seus encantos. As mulheres sempre se rendiam a sua sedução. Ele era muito, muito bom na arte de seduzir mulheres.

De algum jeito a obsecada moça tinha conseguido permanecer indiferente. Era inimaginável. Ele tinha tido a esperança de que a dor de abrir sua ferida diminuiria sua luxúria. Mas seu membro pulsava impiedosamente, lhe recordando que não se atreveu a fazer valer seus direitos entre as coxas de sua mulher essa noite. Nem sequer podia sair desse quarto a procurar alívio em outra parte. Não, ele era o marido da senhora da fortaleza, e o povo de Hogwarts não veria com bons olhos que o novo administrador abandonasse a cama matrimonial em seu noite de bodas.

Amanhã possivelmente, se Lily ainda seguisse com o joguinho de resistir, procuraria a alguma moça escocesa para esquentar sua cama. James franziu o cenho na escuridão, perguntando-se se isso seria possível. Não tinha visto na fortaleza nenhuma serva que pudesse comparar-se com Lily. Não só era bela, mas também estava cheia de vida e tinha uma mente aguda. Em que pese a tudo, tinha que admirar Lily por sua força de vontade, ainda contra seus próprios desejos. Não era algo comum em uma mulher, ao menos entre as mulheres que ele conhecia. Se ela alguma vez se decidia a deitar-se voluntariamente com ele, estava seguro que ela provaria ser uma amante excelente a completamente. Sim, seria uma noite de máximo êxtase.

Mas sua noite de bodas não era precisamente uma noite de êxtase. Essa noite ia ser longa, dolorosa, vazia e miserável.

Notas finais
Não me matem! Matem a outra Sarah, a McKerrigan. Sei que pode ter decepcionado muita gente esse capítulo, já que a maioria esperava um sex hot. Eu também fiquei decepcionada, porém o James não podia tomar tudo assim de uma vez dela. Acreditem, será tudo melhor quando ele conquistá-la e a fazer desejá-lo. Ele foi um cavalheiro e honrou com a sua palavra e a Lily, putaquepariu, como ela ainda conseguiu resistir a ele? Não sei. Só posso dizer que o nosso Potter preferido, pelo menos o meu Potter preferido, não desistiu da Lily e não vai desistir tão cedo HAHA É perfeita a proposta que ele fará a ela. Próximo capítulo será postado agora, como prometido e por favor comentem, é importante para mim. Não deixem para comentar só no próximo. Beijos!