Dois lados do amor

11 A fera lambendo a cria


Notas iniciais
olha quem voltou. mais um capitulo agora com a diva Cora Mills. pessoal se vocês tiverem duvidas ou sugestões podem me falar. espero que gostem.

Emma Swan

Ver aquele vídeo que Lexa me enviou encheu meu coração de alegria, nele mostrava minha rainha e meu pequeno rei brincando, a forma que Regina sorria para ele e ele todo bobo com ela me deixou mais segura para conversar com ela sobre Christian, quero compartilhar uma vida com ela, o pedido de casamento foi só o começo, com a chegada do meu filho tudo ficou mais claro, Regina é perfeita, sei que ela esta com medo, eu também estou afinal era algo que não esperávamos, mas ver aquela cena enche meu peito de coragem, com ela sinto que posso tudo, às vezes acho que estou ficando louca mais exatamente assim que me sinto.

Minha felicidade só não é maior devido o quadro clinico de Lily vê-la daquela forma é de partir o coração, boas pessoas não deveriam passar por isso, Lily é uma boa pessoa tenho certeza que é uma ótima mãe, farei de tudo para que ela se recupere já falhei com ela uma vez não farei novamente, todos os dias tenho a visitado fico conversando com ela, a perdoei por ter omitido meu filho de mim, imagino que esse tempo não foi fácil para ela, a amo, um amor diferente do que sinto por Regina, a amo como uma amiga e isso ela foi inegavelmente durante os anos que fomos casadas, e por eles que irei fazer de tudo por ela.

24 horas de plantão

Alexandra Woods

Meu plantão até agora estava relativamente calmo, caso cirúrgico em que exigisse minha presença só foi um, o restante era, contusões, luxações coisas do tipo. Mesmo assim meu corpo implorava por um descanso, aviso no PS que estaria descansado e que qualquer emergência estaria com bip comigo. Achei um dos quartos vagos, deitei na cama de cima. Pouco tempo depois ouço a porta abrir, imaginei que fosse outro profissional querendo o mesmo que eu, sinto alguém subir na mesma cama que eu e deitar do meu lado, imaginei que poderia ser Ruby ou Regina, mas o perfume era de outra pessoa, era Clarke, abri meus olhos lentamente e ela estava me encarado.

— sabia que é feio encarar os outros enquanto dormem. – ela sorri e me da um selinho.

— sabia sim, mas não perderia a oportunidade de apreciar sua beleza. – sorri com aquelas palavras pela primeira vez depois da nossa ultima conversa Clarke estava sendo carinhosa comigo por livre espontânea vontade.

— não mais bela que você. – digo e ela sorri mais largo ainda.

— você é uma sedutora nata sabia senhorita Woods. – me diz com um olhar analítico.

— e bem que você gosta quando eu jogo esse meu charme todo pra você. – digo chegando mais próximo dela puxando seu corpo de encontro ao meu, podia sentir sua respiração bem próximo ao meu rosto.

— o que te faz pensar que eu gosto. – ela diz, me provocando com aquelas sobrancelhas arqueadas, mas mantendo a proximidade do nosso rosto.

— isso. – encerro nossa distância que já quase não existia selando nossos lábios, um beijo que ela prontamente correspondeu, Clarke puxa meu corpo para que eu fique por cima dela, minhas mãos passeavam por aquele corpo tão perfeito, sua pele seu cheiro me enlouquecem, ponho minha mão por baixo da sua blusa, acariciando seu abdômen, ela não faz qualquer tipo de objeção muito pelo contrario me dá mais acesso para que eu possa explorar cada pedaço daquele corpo. Levo uma de minhas mãos até seu seio esquerdo acariciado mesmo por cima de seu sutiã, ela solta um gemido baixo, começo a explorar seu pescoço, ela pões suas mão para acariciar minhas costas por dentro de minha blusa depois me arranhado com vontade, sei que ficariam marcas enormes, de repente vejo o que nos estamos fazendo e minha consciência pesa, mal havíamos nos acertados e eu já estava forçando a barra de novo. Resolvo encerrar com os beijos em seu pescoço e resolvo falar com ela.

— Clarke se nós não pararmos agora eu não vou me segurar. – digo ofegante, meu corpo já estava pegando fogo.

— e quem disse que eu quero que você pare Lexa. – pronto foi como se ela jogasse gasolina no fogo.

Aquela mulher seria minha perdição, olho em seus olhos e vejo desejo estampado naquelas íris, o azul estava mais escuro. Volto a beija-la, mas agora com muito mais desejo, quero provar de cada pedacinho dela, minhas mãos voltam a acariciar seu corpo, ela tira minha blusa e me da um sorriso travesso, retiro sua blusa sem pressa Clarke seria minha por inteiro quero que ela sinta o quando eu a desejo quero que ela sinta que não é só o desejo carnal era algo mais. Sinto sua pele quente, beijo seu pescoço vontade dando chupões, mas com cuidado de não deixa-la muito marcada, dou uma leve mordida no lóbulo de sua orelha fazendo com que ela se encolha um pouco. Paro de beija-la e ela me olha confusa, sento em sua cintura com uma perna em cada lado de sue corpo, a olho como um animal faminto olhando para sua presa, pego minha blusa do uniforme elevo suas mão por cima de sua cabeça amarrando- as a cabeceira da cama, ela me olhava como se não acreditasse que eu estava fazendo aquilo.

— Lexa esta louca? Me solta. – ela diz claramente assustada.

— Clarke confie em mim, não farei nada que você não vá gostar.

Dito isso, volto à atenção ao seu corpo. Abro o feixe de seu sutiã, deixando seus seios libertos daquela prisão, eles eram perfeitos, ela era amanteigada e eu adorava aquilo, volto a beija-la, enquanto minhas mãos exploram seus seios agora desnudos, ela geme entre nosso beijo, nossas línguas travavam um batalha por dominância, Clarke claramente é uma pessoa que não desiste da luta nunca, só que essa batalha eu mostraria a ela o motivo das minhas habilidades serem conhecidas. Desço meus beijos pelo seu pescoço, enquanto minhas mãos apertavam seu seio seu mamilo já estava túmido, ela se contorcia em baixo de mim, seus gemidos ainda erma tímidos, com minha mão direita desço arranhado de leve seu abdômen fazendo com que ela arqueia as costas, faço tudo com calma quero que ela sinta cada toque meu. Paro de fazer o que estava fazendo ela me olha com o olhar de reprovação, levo minhas mãos até a barra da sua calça a retiro trazendo junto sua calcinha, agora ela estava completamente nua, volto beijando suas pernas calmamente, fazendo com que os pelos finos do seu corpo fiquem ouriçados, quando chego perto do seu centro ela abre as pernas me um gesto natural, posso ver sua excitação, sinto o cheiro do seu sexo aquilo estava me enlouquecendo, beijo mais uma vez suas coxas uma de cada lado fazendo que minha respiração chegue bem próximo de seu sexo, o corpo dela correspondia a cada gesto meu. – Lexa, por favor, eu já estou ficando louca. – sorrio do jeito que a loira estava, vou até seu sexo e passo minha língua em seu clitóris que já estava excitado, ela geme alto. – Clarke geme baixo estamos em um hospital. – digo por que sei que as paredes daqui são finas, volto a dar atenção ao seu clitóris passando mais uma vez minha língua nele agora fazendo mais pressão, ela arquei as costas soltando outro gemido, resolvo tomar uma media drástica referente a isso, pego a blusa de seu uniforme e a amordaço-a, ela agora resmunga alguma coisa que eu sinceramente não queria saber, beijo seu pescoço, agora pouco me importava se ficariam marcas nela, vou beijando até chegar novamente em seus seio e o chupo com vontade, enquanto uma de minhas mãos vai até seu centro massageando em círculos, ela fica inquieta sob mim, chupo seu seio até matar minha vontade seus gemidos agora eram abafados, eu sei que ela vai ficar muito puta comigo por tela a amordaçado, mas foi um mal necessário. Passo a chupar o outro seio enquanto dois de meus dedos vão em sua entrada, ela estava tão molhada, tão receptiva a meus dedos, começo a penetra-la bem devagar, cinto o quanto ela é quente a sensação de estar dentro dela é indescritível, ela é tão apertada. essa mulher vai fuder com o meu juízo. começo a movimentar meus dedos de forma calma, se sua boca não falava seu olhar me implorava por mais, e assim eu fiz, comecei a dar estocadas mais fortes e cada vez mais fundas, ela gemia muito, acho que ter a amordaçado ela foi a melhor decisão que tomei, começo a acelerar mais, levo minha boca até seu sexo e agora o chupo com vontade sem parar de penetra-la, sinto as paredes dela começarem a apertar meus dedos, ela rebolava majestosamente em minha boca e meus dedos, dou três estocadas mais fundas e ela explode em minha boca, paro de chupa-la, mas mantendo meus dedos nela, sinto seu corpo todo tremer, ela respirava com dificuldade seu rosto esta vermelho, retiro meus dedos dela e tiro sua mordaça, Clarke esta tão cansada que não fala nada desamarro suas mãos mas o corpo dela esta mole, ela fica de olhos fechados ainda se recuperando do seu orgasmo.

Passamos mais alguns minutos assim quando ela abre os olhos e me encara, nessa hora achei que ela me mataria, mas foi o contrario ela sorriu pra mim e disse.

— a melhor ideia que você teve foi me amordaçar, ou eu teria chamado a atenção do hospital inteiro. – ela me puxa para um beijo terno, ficamos ali trocando mais alguns beijos. Resolvemos descasar um pouco afinal ambas estávamos cansadas, e essa ultima atividade foi exaustiva.

30 horas de plantão

— Serio Griffin, se eu vir mais algum osso quebrado na minha frente eu irei surtar. – Finn desabafa com Clarke, seus dois primeiros plantões foram na ortopedia mais especificamente com Lexa (mal sabe ele que ela pede que o rapaz vá pra lá), sua namorada é uma maquina, se ela for assim na cama minha amiga você está eleita. — Disse rindo da cara que a amiga fez com a parte final do comentário (sabe de nada inocente).

— Com licença meus jovens poderiam me informar onde encontro a Dra. Mills? – uma mulher na casa dos cinquenta anos os aborda.

— se a senhora me acompanhar eu a levo até ela já estava indo ao encontro dela. – Clarke reponde.

— muito gentil senhorita? – Clarke achou a forma daquela senhora se referir a ela muito familiar.

— Griffin, Clarke Griffin. – a loira responde estendendo a mãe a senhora que esbanjava simpatia.

— o prazer é meu senhorita Griffin pode me chamar de Cora só de Cora, e você meu rapaz? – cora se dirige a Finn.

— Cora me chame de Finn. – diz o rapaz estendendo a mão, levando a mão dela até seus lábios beijando num gesto cavalheiro.

— irei acompanha-las até a Dra. Mills. – diz de forma divertida, fazendo Cora Sorrir do jeito expansivo do rapaz.

— vamos então, — Clarke os chama.

— senhorita Griffin não pude deixar de ouvir a conversa de vocês. – Cora pergunta como se não soubesse de nada. — a senhorita namora a ortopedista?

— não senhora. – Clarke diz notoriamente corada com a pergunta da mulher mais velha.

— Clarke mentir é feio. – ironiza Finn a olhando com aquele sorriso malicioso, fazendo com que Clarke o dirija um olhar mortal. – Ela tem um rolo com a Bonitona.

— Bonitona? Com certeza esse não é o nome dela. – a mais velha fala.

— é assim que a chamam pelos corredores. – Finn fala animadamente com a mulher que cada vez mais da corda.

— Finn, não é isso e você sabe, Cora eu não namoro com ela somos só amigas. — Clarke tenta cortar a falação do amigo.

— e por que não? – indaga a senhora. – a vida é tão curta para ficarmos desperdiçando. – mais velha fala olhando diretamente para a loira que cada vez mais achava sua forma de agir familiar.

— não é tão simples como meu colega diz, somos só amigas. – Cora analisava cada resposta da loira.

O trio agora entrava no elevador.

— Sabe eu conheço um casal que por muito tempo negaram o que uma sentia pela outra e as consequências não foram boas, pessoas saíram magoadas. – Clarke agora a olhava atentamente a mulher mais velha.

— ouça voz da razão Princesa, Cora é uma mulher mais experiente, sua mãe nunca te ensinou para escutar a voz da experiência? – o rapaz cutuca a amiga.

— minha mãe nunca foi muito presente Finn. – retruca a loira, o tom de deboche não passou despercebido pelos dois.

— então qual é o nome da Bonitona? — Cora perguntou mesmo já sabendo a quem eles se referiam.

— Dra. Woods, mas para os mais íntimos Lexa. – Finn responde lembrado do dia em que a outra lhe deu essa resposta seca.

— Chegamos. – Clarke agradece mentalmente, mais um pouco e ela quebraria o pescoço do amigo.

— foi um prazer conhece-la Cora. – se despede tomando rumo no sentido oposto. Enquanto Clarke e Cora ao encontro da Mills. Andaram mais um pouco, mas agora em silêncio a loira Claramente não tinha gostado da inconveniência do amigo, imagina se ele soubesse da escapulida das duas.

— Mamãe? – Clarke fica estática, Lexa estava chamando à senhora ao seu lado de mãe.

— oh meu bebê que saudades. – diz a mais velha sorrindo em direção à filha caçula.

— o que faz aqui, quando chegou? — Pergunta surpresa por encontrar sua mãe em seu local de trabalho, mais ainda por estar ao lado de Clarke.

— uma mãe dedicada não pode visitar suas filhas? – reponde analisando cada traço de sua filha como se procurasse por algum machucado, era a fera lambendo a cria.

— Clarke essa é minha mãe Cora Woods Mills. – Lexa a apresenta as duas.

— nos conhecemos no elevador querida, a senhorita é uma jovem encantadora. – reponde sorrindo para a loira.

— pode ter certeza que ela é sim, mas me conte como foi sua viagem. – Lexa estava estranhando a forma que sua mãe estava se referindo a Clarke, Cora geralmente era muito ciumenta com as filhas.

— enfadonha como sempre minha querida, querida quero jantar com você e sua irmã, junto com aquela loira petulante. – pediu com doçura, doçura essa que deixava Lexa com uma pulga atrás da orelha.

— Claro mamãe com toda a família. – concorda.

— senhorita Griffin venha jantar comigo e minha família. – Clarke e Lexa arregalam os olhos claramente surpresa com o convite da mais velha.

— sra Mills eu adoraria, mas não posso. – Clarke falava intercalando o olhar com Lexa que parecia tão surpresa quanto ela.

— eu não aceito um não como resposta minha querida, você foi tão gentil comigo e leve o rapaz com você. – Clarke olhava para Lexa quase como um pedido para ela a tirar daquela situação.

— mamãe Clarke pode já ter compromisso para hoje. — tenta tirar Clarke da furada.

— senhorita Griffin eu faço questão de sua presença e do rapaz Finn, e tenho certeza que meu bebê aqui irá adorar sua presença, não é meu amor? – Cora diz a parte final olhando diretamente para filha.

— será bem recebida Clarke. – Lexa a diz com o olhar de desculpa.

Sem outra saída Clarke aceitou o convite da sra Mills, queria matar Finn agora mais do que nunca, se seu amigo não falasse o que não devia ela não estaria nessa situação. Enquanto a loira praguejava a furada que tinha se metido, após falar brevemente com as filhas Cora Mills liga para um velho amigo.

Ligação on

— Sidney Glass meu querido, Cora Mills falando.

— a que devo a honra de cora Mills me procurar.

— não seja tolo meu querido preciso de seus serviços.

— estou a sua disposição.

— levante tudo que você puder sobre Clarke Griffin, exatamente tudo me entendeu.

— considere feito.

Cora se dirigiu ao apartamento das filhas com um sorriso vitorioso nos lábios.

Notas finais
pessoal relevem os erros e não deixem de comentar.