Do you remember me?

13 Páscoa - Especial


Notas iniciais
"Mas você não disse que ia postar no domingo?" Sim, mas estou indo hoje de manhã para casa do meu bofe e só volto na segunda a noite. Para não furar com vocês, já estou postando o capítulo para vocês entrarem no clima da páscoa ;D Lembrando que: este capítulo faz uma pequena pausa na história. Boa leitura huhuhuhu :3

As ruas estavam agitadas. Supermercados, lojas de conveniência, lojas de chocolate e até mesmo farmácias estavam abarrotadas. Era páscoa. Pessoas andavam pra cima e para baixo com ovos de páscoa, caixas de chocolates e presentes do gênero. Voltando de um trabalho da faculdade, resolvi passar em uma das lojas, afinal sempre gostei de chocolate e nada mais justo que comprar alguns ovos para mim e para algumas pessoas. Um para Eleonor, um para Dave e mesmo Laxus não merecendo, resolvi comprar um para ele, me contendo para não comprar um que fosse meio amargo.

Feliz e cheio de ovos de páscoa em uma sacola, peguei meu ônibus e fui para o apartamento de Laxus, conseguindo colocar os pés no último andar dois minutos a mais do que o horário estipulado. Quando entrei, encontrei Laxus sentado com uma sacola grande no colo, rindo enquanto mexia dentro dela.

– Boa noite. – disse, chamando a atenção dele para mim. Ele ainda sorria quando olhava para mim e me olhou desconfiado quando tirei um ovo de páscoa grande da linha Ferrero Rocher e o entreguei. – Feliz páscoa!

Era vergonhoso dar um presente para ele, ainda mais com aquele olhar desconfiado que ele me dava. Ele riu e colocou o ovo de páscoa ao seu lado, antes de pegar a sacola e dentro dela tirar um embrulho cor de rosa. Ficando de pé, ele me entregou e disse que me esperava no quarto dele, antes de pegar o ovo que eu lhe dera e sequer agradecer.

Fiquei olhando o embrulho, sem entender. Achei fofo da parte dele me dar um presente e antes que eu percebesse, ele já tinha ido para seu quarto. Curioso, resolvi abrir o embrulho, depois de colocar os outros ovos de páscoa sobre o sofá.

Minhas bochechas queimaram de vergonha em segundos. Fechei aquele pacote, tentando entender do que se tratava aquilo e novamente o abri, quase não acreditando no que estava ali dentro.

– Não me faça esperar! – escutei Laxus gritar e engoli em seco, antes de ir para meu quarto para me arrumar.

–x-

Minhas mãos tremiam e meu rosto estava quente, muito quente. Sentia minha pele exposta arrepiar com o frio, enquanto a peça íntima que eu usava apertava minhas partes baixas, deixando parte das minhas nádegas expostas. Não queria usar aquilo, mas conhecendo meu dono, sabia que obedecer era a melhor escolha.

Respirando fundo, bati na porta. Em menos de vinte segundos ela foi aberta e o sorriso que Laxus deixou transparecer ao me ver, fez tudo aquilo ser ainda mais vergonhoso. Colocando suas mãos frias em minha cintura, ele me puxou para dentro, trancando a porta depois que eu entrara.

Não tinha coragem de olhar para ele depois que o vi sorrir. Circulando ao meu redor, ele riu, antes de levar uma mão até meu queixo, me obrigando a encarar seus olhos. Sua outra mão desceu até minhas nádegas, apertando uma parte quando a alcançou.

– Que coelhinho mais sexy! – ele debochou, antes de levar o rosto até meu pescoço e morder a coleira que havia ali.

Olhando para frente, pude ver minha situação no espelho que havia dentro do quarto. Orelhas de coelho, coleira, algemas e uma cueca extremamente desconfortável, todos em um tecido que tinham pelos quase idênticos aos de um coelho de verdade. Uma corrente partida pendia sobre meu peito despido, assim como nas algemas, fazendo com que eu parecesse um prisioneiro que havia sido libertado. As cores branca e rosa deixavam uma aparência delicada em meu corpo e nem mesmo meu cabelo verde serviu para tirar aquela impressão.

– Gostou da sua aparência assim? – ele riu ao ver o quanto eu olhava para o espelho e envergonhado, abaixei o rosto novamente. Era vergonhoso demais aquela situação. – Você fica desejável com qualquer tipo de fantasia!

Suas mãos subiram até meu rosto e seus dedos brincaram com meus lábios, antes que ele começasse a me beijar. Tremendo, levei as mãos até meu peito, algo que se tornara uma mania cada vez que ele se aproximava. Com lábios unidos aos meus, Laxus separou minhas mãos e as levou até seu cabelo, indicando o que deveria fazer. Lutando contra minha timidez, comecei a puxar seus cabelos de leve, enquanto suas mãos apertavam minhas nádegas expostas.

O beijo foi terminado com um suspiro pesado da minha parte e rindo, ele me puxou até a cama, empurrando meu corpo ao girar. Caindo de costas, senti a língua dele subir pelo meu peito, o que me fez arrepiar até o último fio de cabelo e soltar um gemido manhoso que chegou até mesmo a me assustar.

Por alguns instantes ele me observou, enquanto me recuperava. Mantendo seus olhos sobre mim, ele pegou um frasco grande na escrivaninha e subiu até a cama com ele em mãos, antes de virá-lo sobre meu peito, derramando um pouco de cobertura. Movi meus olhos para cima e me assustei ao ver a quantidade de coisas que havia na escrivaninha oposta onde Laxus estava.

Cobertura, morangos, doces, chocolate ... havia várias coisas ali. Cheguei a me assustar com aquilo, mas tive minha atenção tomada ao sentir novamente a língua dele. Rapidamente, ele deixou todo o meu peito limpo, me fazendo arrepiar gemer com o contato de sua boca. Pegando outra cobertura, dessa vez, de leite condensado, ele pegou dois morangos, colocando um na minha boca e outro em meu umbigo. Seus lábios foram de encontro aos meus e rindo, ele mordeu um pedaço da fruta, me fazendo entender que o outro pedaço era para mim. Mal tive tempo de engolir, pois sua boca novamente voltou a me roubar todo o ar, enquanto gosto de chocolate em sua boca se misturava ao sabor do morango. Suas mãos seguravam minha cintura forte e o beijo logo foi terminado, enquanto sua boca tornou a trabalhar sobre meus mamilos, descendo devagar pelo meu tronco até meu umbigo. Tudo aquilo fazia com que eu me sentisse uma bandeja que servia a um faminto e Laxus realmente estava.

Meu membro já latejava e era massacrado pela cueca apertada. Laxus não demorou a perceber, rindo ao massageá-lo por cima da cueca. Gemidos agoniados de prazer escapavam pela minha boca, o que me fez tapá-la.

– Quer que eu tire para você? – ele perguntou, me fazendo gemer alto ao passar a língua por cima da cueca.

Não tendo coragem de dizer que sim, assenti, virando o rosto para o lado. Laxus subiu pelo meu corpo, levando os lábios até minha orelha, dando uma leve mordida, antes de se sentar. Ainda apertando os olhos, percebi que ele estava pegando alguma coisa, mas não me atrevi a olhar. Escutei sua risada, antes que suas mãos frias tirassem minha cueca devagar, me fazendo suspirar quando meu membro foi solto, porém, abri os olhos de uma vez ao sentir algo deslizar por ele.

Mantendo os olhos para mim, Laxus colocou uma camisinha branca sobre meu membro, me deixando ainda mais constrangido do que já estava. Confuso, fiquei sem entender o que ele pretendia, mas quase senti o ápice do prazer quando meu membro foi colocado em sua boca.

Meus gemidos ficaram mais altos e repetitivos, me deixando totalmente fora de mim, pouco a pouco. Arrepios subiam pelo meu corpo enquanto via a boca de Laxus subir e descer meu órgão. O prazer foi se intensificando e logo atingi meu limite, soltando um gemido mais alto ao encher a camisinha com meu esperma.

Sorrindo, ele beijou e lambeu minha virilha, subindo beijos e chupões até minha boca, me fazendo sentir o gosto doce da camisinha que ele colocara em mim. Puxando minha mão, ele a levou em seus cabelos, intensificando seus beijos. Percebi que aquilo o excitava e voltei a puxar seus cabelos devagar, recebendo mordidas nos lábios como apreciação.

– Agora é sua vez. – ele disse, descendo os lábios até meu pescoço. Castigou aquela região com seus chupões por um tempo, antes de se sentar e me puxar, até que eu ficasse sentado também. Pegando uma camisinha ao esticar a mão na escrivaninha, ele a me entregou.

Ofegante, peguei aquela coisa, já tremendo. Movi meus olhos para Laxus e percebi que ele ainda estava vestido, o que significava que teria que tirar sua roupa. Tremendo, levei minhas mãos até sua camisa. Meu coração estava acelerado e tinha certeza que estava completamente vermelho. Com dificuldade, abri os botões de sua camisa que por sinal, era a parte mais fácil. Engoli em seco, direcionando minhas mãos até o botão de sua calça, mas comecei a tremer ainda mais, sem nem mesmo começar.

– Algum problema? – ele me questionou e ao ver seu sorriso safado senti o coração acelerar ainda mais. Engoli em seco, respirando fundo antes de levar as mãos até a calça, soltando o botão antes de puxá-la para baixo.

Ainda havia a cueca e essa sim seria difícil de tirar. Tentando ignorar o volume, segurei seu cós e a puxei para baixo, apertando uma pálpebra contra a outra ao fazer isso. Depois, abri os olhos devagar, sentindo os lábios de Laxus encostarem aos meus, me instigando a continuar e assim o fiz, assim que o beijo foi terminado. Não tenho palavras para descrever a vergonha que senti.

Abrindo o pacote da camisinha, ignorei as palavras “extra grande” escritas na embalagem e percebi que diferente da que estava em mim, esta era marrom. Foi a maior batalha que travei contra minha timidez, antes de levar a mão até seu membro já ereto e colocar o preservativo, utilizando os ensinamentos do ensino médio para realizar esta atividade. Tendo terminado, não me atrevi a olhar para Laxus, me curvando. Respirei fundo e apertei meus olhos, antes de colocar aquele membro enorme na minha boca.

Um gemido de satisfação escapou da boca de Laxus e ele levou a mão até a minha cabeça, demonstrando que deveria começar a me mover ao enfiar mais seu membro em minha boca. Tentando imitar o que ele fizera em mim, comecei a deslizar minha boca sobre a extensão, percebendo que seus gemidos eram mais altos quando movia minha língua. O gosto de chocolate contagiava a minha boca, dando uma sensação doce àquele ato imoral. Alguns minutos depois, sentia aquele membro latejar em minha boca, ficando ainda mais confuso ao sentir meu próprio membro ficar ereto.

Minha boca subia e descia pela extensão, enquanto mantinha meus olhos fechados. Suspiros pesados saíam da boca de Laxus e senti ele tremer de leve, antes de atingir seu limite. Agradeci aos deuses em pensamento por existir aquela camisinha ali, porém não tive tempo de processar muitas ideias.

Meu corpo foi empurrado com força e caí de costas na cama. Pegando uma lata de chantilly, Laxus fez dois montes sobre meus mamilos e colocou alguns docinhos e pedaços de chocolate em meu umbigo, tornando-os ainda mais doce ao jogar mais cobertura. Arfando, não me atrevi a me mexer, deixando que meu dono fizesse o que queria. Sem demora alguma, ele atacou meus mamilos, sugando-os com força, juntamente com o chantilly. Sua boca deixou marcas de chupões conforme descia, até atingir o monte de chocolate em meu umbigo. Gemidos e mais gemidos saíam da minha boca e logo atingi meu limite pela segunda vez seguida. Mais chocolate foi espalhado em meu corpo, fazendo um caminho até minha boca. Pouco a pouco, Laxus subiu, mantendo sua mão em meu membro e estimulando-o sem piedade.

O beijo era extremamente doce e de certa forma, viciante. Nossos lábios se encaixavam e brincavam de uma forma promíscua. Logo meu membro estava ereto de novo e ele levantou minhas pernas, apertando minhas coxas forte ao fazer isso. Suspiros escapavam de nossas bocas e meu peito subia e descia rápido, mal contendo o ar. Retirando a camisinha ao soltar uma de minhas pernas, ele encostou a ponta de seu membro entre minhas nádegas, rindo ao me ver estremecer. Lentamente, ele me penetrou, fazendo com que eu soltasse gemidos manhosos enquanto ele me adentrava.

Me preenchendo, ele deu um suspiro pesado, começando a se movimentar em movimentos fortes o suficiente para fazer com que a cama batesse contra a parede. Em uma mistura de dor e excitação, joguei a cabeça para trás, sentindo seu corpo bater forte contra o meu. Aquela posição foi explorada por um tempo e quando estava quase atingindo meu limite, ele parou. Saindo meu interior, ele me puxou, fazendo com que eu sentasse sobre seu membro de costas para seu corpo. Levando um dos meus braços para cima, Laxus o enlaçou em seu pescoço, voltando com seus movimentos fortes. Sentia sua respiração forte bater contra minha nuca, o que me deixou ainda mais excitado. Suas mãos seguravam minha cintura enquanto se movimentava e mais uma vez, atingi meu limite.

Ao ver tudo aquilo, ele riu, antes de me empurrar, dessa vez, fazendo com que eu ficasse de bruços. Meus quadris foram puxados para cima e ainda excitado, Laxus voltou a me penetrar, repetindo seus movimentos. As orelhas de coelho pesavam sobre minha cabeça e se movimentavam sobre meu corpo, assim como a corrente da minha coleira. De quatro, sentia aquele membro entrar e sair do meu interior, assim como seu corpo forte bater contra o meu. Logo Laxus atingiu seu limite em uma estocada mais funda que me deixou mais uma vez excitado.

Exausto, afundei minha cabeça entre os lençóis, os quais eu quase arrancara da cama. Meus quadris ainda estavam nas mãos de Laxus e ele os soltou devagar, antes de me virar de uma vez, o que chegou a me assustar.

– Hoje você está fogoso! – rindo, ele levou a mão até meu membro ereto, o estimulando. – Quer mais?

Envergonhado, fechei meus olhos e mordi os lábios. Escutei mais uma risada de sua parte e senti uma enorme quantidade de cobertura ser jogada por todo meu corpo, inclusive em meu membro. Laxus arrancara o bico da cobertura, despejando todo o pote em meu corpo. Uma grossa camada marrom cobriu todo meu tronco, até metade das minhas coxas e como esperado, Laxus tratou de usar sua língua por toda a extensão, retirando boa parte. Gemidos e mais gemidos saíam da minha boca, fazendo meu membro latejar cada vez mais, mas quando percebeu que meu limite se aproximava, ele parou.

Há um ponto no sexo onde não se pensa. Onde não existe vergonha e Laxus sabia deixar qualquer um naquele ponto. Eu arfava. Sentia meu sêmen pronto a ser expelido. Meu coração socava meu peito e tudo que minha mente processava era que eu queria e necessitava atingir meu limite.

– Venha cá coelhinho. – ele disse ao se sentar, encostando as costas na cabeceira da cama. Tinha um olhar superior e ele era, principalmente naquele momento.

Com dificuldade, eu me levantei. Arfava muito. Meu rosto ardia e a cobertura que restava pingava sobre minhas pernas. Engatinhando, me aproximei dele, assustando minha timidez ao me jogar sobre seu colo.

Minhas mãos subiram em seus cabelos e impedindo que eu o beijasse, Laxus pegou um brigadeiro enorme e colocou em minha boca, mordendo a ponta que ficara para fora. Rapidamente o engoli, antes de enlaçar minha língua à dele, tentando imitar o que ele normalmente fazia comigo.

Ambos estávamos excitados e já sentia meu limite cada vez mais próximo. Separando minhas nádegas com as mãos, Laxus me penetrou, enquanto nossas bocas compartilhavam o sabor do brigadeiro e minhas mãos puxavam seu cabelo. Tudo foi se intensificando e mal conseguíamos respirar. Estocadas fortes faziam meu corpo estremecer e mantivemos nossos lábios unidos a cada segundo, até nossos limites fossem alcançados. Um gemido alto escapou da minha boca e Laxus riu, dando uma estocada ainda mais forte, antes de atingir seu próprio limite e me preencher mais uma vez com seu sêmen.

Arfando, abaixei a cabeça, ainda tendo as mãos dele em minhas nádegas. Saindo do meu interior, ele jogou minha franja para trás, antes de me segurar e me colocar sentado ao seu lado. A vergonha voltara para mim, me torturando.

– Feliz páscoa! – ele sussurrou em meu ouvido, subindo uma mão em minha coxa.

Mesmo envergonhado, movi meus olhos em sua direção e senti meu coração voltar a bater forte ao ver o que ele fazia. Com uma fileira de camisinhas na boca, ele piscou para mim, antes de novamente me empurrar, até que eu deitasse. Seus lábios se uniram aos meus e antes que eu dissesse que meu corpo não aguentava mais, ele colocou mais um brigadeiro em minha boca.

Realmente, Laxus não sabia o verdadeiro significado da páscoa.

Notas finais
Eu sei né, delícia demais -v- Foi tão bom escrever esse capítulo e eu escrevi rapidão, to começando a manjar hahahaha Teve gente que teve algumas visões aí e descobriu meus planos. Droga :'D Próxima sexta voltaremos a história normal. Se preparem que os fãs do Dave vão pirar com o capítulo que escrevi ontem ;D Me digam o que acharam! u3u