Notas iniciais
Nome auto explicativo.

Deitado na cama eu via Laxus se mexer para frente e para trás entre minhas pernas. Meus quadris eram prêmio de suas mãos os quais ele segurava enquanto estocava fundo em mim. Meus olhos estavam entreabertos e meu peito mal continha o ar. Gemidos escapavam da minha boca e foram a melodia das duas últimas horas de sexo que tivemos.

– Aaah La-laxus ... devagar!

Gemi em uma estocada mais forte. Jogando a cabeça para trás. Laxus se deitou sobre mim, ainda mexendo seus quadris em um ritmo que só de olhar eu já ficava louco.

– Peça com carinho... não é assim que as coisas funcionam... – ele provocou, antes de me dar um beijo. Colocou mais força em seus quadris, arrancando um gemido manhoso da minha boca. Aquilo não doía, só me deixava ainda mais fora de mim.

– Por... Por favor Laxus... – eu disse entre meus gemidos, com falta de ar por ofegar. Minhas mãos seguravam em seus ombros e me perdia ainda mais naquela cara pervertida que estava à minha frente. — ... por favor vá mais-

– Fundo? Pode deixar!

Ao me interromper, Laxus forçou seus quadris de uma vez, atingindo um ponto sensível dentro de mim, me fazendo atingir meu limite mais uma vez. O “placar” estava desfavorável para Laxus, visto que eu já tinha atingido meu ápice muito mais vezes do que ele. Me vendo naquela situação mais uma vez, ele riu e começou a me beijar, dificultando ainda mais minha respiração.

Ofegante, eu o empurrei, direcionando meus olhos para baixo e vendo seu membro ainda ereto. Tirando a franja dos meus olhos, ele sorriu e antes que ele dissesse algo que me deixasse ainda mais envergonhado, resolvi propor algo que eu tivera vontade desde aquele sonho.

– La-laxus sabe... eu queria ... – me sentei na cama, sentindo um pouco de esperma escorrer por minhas pernas. Ignorando aquilo, eu levei minhas mãos ao próprio peito, em uma mistura de vergonha e medo de ser rejeitado. — ... e-eu queria fazer uma coisa em você...

– E o que seria gatinho? – chegava a ser estranho ver aquele Laxus brincalhão. Normalmente Laxus era muito sério, o que me fazia sempre esperar algo inusitado da parte dele. Suas mãos foram para minhas coxas e ele entrou novamente no meio delas, antes de me dar um beijo rápido. – Pode falar, sou todo ouvidos.

Engoli em seco e olhei em seus olhos. Não dá. Eu não conseguiria falar, desviei o olhar e ele puxou meu rosto devagar, me fazendo olhar para ele de novo. Seus olhos pareciam querer desvendar a minha alma e aflito com aquilo eu tapei seus olhos, falando o que queria no impulso.

– Eu quero fazer sexo oral em você.

Silêncio. Meu rosto ardia de vergonha e minhas mãos ainda tapavam seus olhos. Laxus riu e levou as mãos até minhas puxando-as para tirá-las. Forcei mais ainda minhas mãos, mas ele escapou delas. Segurando-as, ele me olhou desconfiado quase me fazendo entrar em combustão.

– Por que isso de repente?

– N-não faça perguntas! – voltei a tapar seus olhos e ele riu. Segurou minhas mãos para tirá-las e eu continuei. – S-se você quiser vai ter que ficar de olhos fechados também!

– Por que? – ele perguntou em tom de brincadeira. Ele se divertia com a minha timidez que por sinal, estava quase me paralisando naquele momento.

– Porque é vergonhoso quando você me olha... não vou conseguir se você rir e me olhar desse jeito!

Foi uma das maiores guerras que travei contra minha timidez. Dizer algo daquele jeito tão abertamente a Laxus era demais para mim, porém eu queria que ele sentisse prazer comigo. Eu era inexperiente, mas queria aprender. Queria dar a ele as mesmas sensações que ele me dava. Queria ser não só o namorado, mas também o amante dele.

– Tudo bem. – ele ria, achando graça daquela situação toda. – Eu vou me sentar onde você está e enquanto isso você pega uma camisinha na minha carteira que está na prateleira. Não há necessidade de sujar sua boca, não é? Quero beijá-la muito ainda...

Engolindo em seco eu diminuí as forças nas minhas mãos, antes de me levantar apressado para pegar a camisinha. Fiquei de pé e abri a carteira de Laxus, sentindo o coração palpitar de vergonha. Ao voltar para cama, Laxus já estava sentado, encostado às almofadas. Como eu pedi, ele se mantinha de olhos fechados, ainda tendo aquele sorriso debochado nos lábios.

– Sabe como fazer? – ele disse jogando a cabeça para trás. Dava para ver que ele estava se divertindo com aquilo tudo.

– N-não... mas eu vou fazer o melhor que eu puder.

Sem mais demoras, resolvi abrir o pacote, mais uma vez, ignorando as palavras “extra grande” impressas. Segurando a ponta, a deslizei por seu membro ereto, indo até a base. Laxus mal se movia, mordendo os próprios lábios, acho que para me provocar.

Mesmo com a vergonha estampada na cara, eu comecei a massagear seu membro, vendo-o relaxar pouco a pouco. Minha mão direita segurou a base, enquanto minha língua tocou de leve em sua glande. Vi Laxus soltar um suspiro pesado e vendo que ele estava apreciando aquilo, o coloquei quase todo na boca.

Um gemido escapou da boca de Laxus quando o deslizei na boca pela primeira vez. Meu coração batia tão forte que eu quase podia ouví-lo. Jogando mais uma vez a cabeça para trás, vi ele apertar os olhos, como se ele lutasse contra a vontade de abrir os olhos.

– Não é justo Freed.... eu quero te ver! – ele gemeu e fez monção de que abriria os olhos. Parei o que estava fazendo e me levantei levando meus lábios até os dele.

– Se você olhar eu não vou conseguir Laxus... – sussurrei em seus ouvidos, ainda com a mão em seu membro, massageando-o. – Po-por favor, já está sendo bem difícil para mim...

– Não parece estar sendo tão difícil assim. – Laxus continuou com seu tom debochado. Eu estava envergonhado, mas o desejo por sexo ganhava em peso naquele momento. – Você é mesmo o Freed?

– Apenas fique de olhos fechados! E fique quieto também!

Sentindo minhas bochechas pipocarem, comecei a beijá-lo para tirar aquele sorriso idiota da cara dele. Laxus retribuiu meu beijo, mordendo meus lábios de leve ao quebra-lo. Entendendo que ele queria que eu continuasse, desci novamente pelo seu corpo. Respirando fundo, encarei aquela coisa enorme no meio das suas pernas e a segurei com as mãos trêmulas. Fechando novamente os olhos, o coloquei devagar na boca, iniciando os movimentos de vai e vem, tirando-o e colocando-o na boca. Laxus gemia de prazer, mas em certo ponto gemeu de dor quando acabei mordendo seu membro de leve. Eu não fazia ideia de que aquilo doía.

– Não morde Freed! Isso dói e dói pra valer! – ele falou de olhos fechados, fazendo uma expressão de dor. Acabei por me levantar e ele abriu os olhos, ainda demonstrando dor.

– Desculpa, eu não sabia que doía! – sem graça eu me encolhi na cama. Laxus levou a mão até seu membro e o massageou, antes de tirar a camisinha. – Me desculpa Laxus! Eu não queria te machucar!

– Tudo bem... – ele riu e me puxou, fazendo com que eu me sentasse entre suas pernas. – Eu sei que não era sua intenção me machucar. Estava muito gostoso antes por sinal....

– De-desculpa e-eu não queria que isso acontecesse... – cabisbaixo eu me sentia envergonhado com aquela gafe. Levei minhas mãos até meu rosto, tapando-o. Não podia acreditar que tinha feito algo tão ridículo e tão vergonhoso.

– Calma amor, está tudo bem. Você foi bem para sua primeira vez! – Laxus me abraçou e me deu um beijo na bochecha, começando a rir. – Você vai aprender com o tempo e também não quero que faça nada forçado. Vou esperar e respeitar o tempo que você precisar, ok?

Assenti, ainda sem graça com tudo aquilo e sem ânimo sequer para confrontar a ideia de Laxus de que eu estava fazendo aquilo por algum tipo de pressão. Eu queria. Eu o desejava. Queria desfrutar do prazer com ele, mas ele estava certo. Eu deveria respeitar até mesmo o limite da minha timidez que fraquejava cada vez que eu olhava para aqueles olhos cinzentos.

Notas finais
IMAGINA A CENA. COITO FREED X LAXUS Aí o filho da mãe do Freed vai e morde o bagulho do Laxus. PQP FREED! :'D Rolei de rir imaginando essa cena. Que gafe velho :'D Olha, olha! Imagem! http://infinite-atmosphere.tumblr.com/post/129472055651/you-drawing-fraxus-bj-me-inner-shia-comes - como seria se tivesse dado certo.